É agosto e já se fala em Natal?
#Protagonistas
Opinião

São 11h20 de uma manhã quente de início de agosto. A piscina está à minha frente, o livro ao lado, na espreguiçadeira, e os meus sobrinhos estão dentro de água a brincar. O telefone toca. Sinto-o a vibrar — está em silêncio, como convém nas férias — e, no visor, vejo o nome de um cliente importante, vamos chamar-lhe Senhor X. Não consigo deixar de atender. Depois dos cumprimentos iniciais, diz-me:
— Conceição, temos de começar a pensar na festa de Natal da empresa.
Natal??? Estamos em agosto, penso com algum espanto. Estão 38 graus!!!
— O ano passado foi tudo em cima da hora — diz-me o Senhor X.
Ele tem razão. Fui eu mesma que o alertei, há meses, para a importância do planeamento antecipado dos eventos corporativos, num mundo em que todos têm agendas aceleradas.
É agosto, está calor e a minha cabeça está a meio gás. Ainda assim, vou respondendo e acabamos por marcar uma reunião para a semana seguinte.
A festa de Natal das empresas, e os eventos corporativos em geral, transformaram-se em experiências que todos querem que sejam memoráveis. São um momento alto na dinâmica das equipas, que vai muito além do jantar e pode até contribuir para melhorar a produtividade, a motivação e a eficácia das equipas.
Já ninguém se quer sentar a uma mesa, comer lombo de porco com ananás, beber sangria e terminar com uma sobremesa de “doce da casa”. Ah, e esqueçam o amigo secreto e o presente comprado na "loja do chinês"!. Esse tempo já passou.
Hoje, com os novos modelos de trabalho, nomeadamente o trabalho à distância, a festa de Natal — ou qualquer outro evento corporativo — representa convívio, reencontro, troca de ideias e, mais do que tudo, divertimento. As hierarquias misturam-se, as formalidades ficam à porta e até as figuras de topo entram nas brincadeiras.
A inspiração e a magia fazem parte de um momento esperado por toda a equipa ao longo do ano. Querem comer bem e beber com qualidade, combinar os pratos com os vinhos, as sobremesas com a decoração. Tudo é pensado ao detalhe.
A maior dificuldade dos nossos tempos para organizar eventos, mesmo que seja apenas um jantar de amigos, chama-se agenda.
Como diz uma grande amiga: “Já não são só as figuras importantes que têm agendas difíceis. Toda a gente tem”. A minha mãe e a minha tia, reformadas há muito, têm agenda. Os meus sobrinhos têm agenda. Eu, naturalmente, tenho agenda. As datas, os calendários, os dias, as semanas e os meses são, hoje, um dos nossos maiores desafios. Porquê planear? Porque uma experiência pensada, com tempo, permite-nos testar espaços, testar ideias e desenhar todo o envolvimento que uma equipa merece.
Na We Know Too Much, antecipamos festas e eventos precisamente para podermos planear. Para encontrar o espaço mais adequado, pensar a melhor harmonização, escolher a animação mais divertida e construir uma experiência diferente, sem limites. No fim, só queremos ouvir: “Foi a melhor festa de Natal de sempre”. E, para isso, temos de seguir o exemplo do Senhor X. Mãos ao trabalho, dezembro espera-nos!
Outras crónicas de Conceição Gato no MOTIVO:
É agosto e já se fala em Natal?
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São 11h20 de uma manhã quente de início de agosto. A piscina está à minha frente, o livro ao lado, na espreguiçadeira, e os meus sobrinhos estão dentro de água a brincar. O telefone toca. Sinto-o a vibrar — está em silêncio, como convém nas férias — e, no visor, vejo o nome de um cliente importante, vamos chamar-lhe Senhor X. Não consigo deixar de atender. Depois dos cumprimentos iniciais, diz-me:
— Conceição, temos de começar a pensar na festa de Natal da empresa.
Natal??? Estamos em agosto, penso com algum espanto. Estão 38 graus!!!
— O ano passado foi tudo em cima da hora — diz-me o Senhor X.
Ele tem razão. Fui eu mesma que o alertei, há meses, para a importância do planeamento antecipado dos eventos corporativos, num mundo em que todos têm agendas aceleradas.
É agosto, está calor e a minha cabeça está a meio gás. Ainda assim, vou respondendo e acabamos por marcar uma reunião para a semana seguinte.
A festa de Natal das empresas, e os eventos corporativos em geral, transformaram-se em experiências que todos querem que sejam memoráveis. São um momento alto na dinâmica das equipas, que vai muito além do jantar e pode até contribuir para melhorar a produtividade, a motivação e a eficácia das equipas.
Já ninguém se quer sentar a uma mesa, comer lombo de porco com ananás, beber sangria e terminar com uma sobremesa de “doce da casa”. Ah, e esqueçam o amigo secreto e o presente comprado na "loja do chinês"!. Esse tempo já passou.
Hoje, com os novos modelos de trabalho, nomeadamente o trabalho à distância, a festa de Natal — ou qualquer outro evento corporativo — representa convívio, reencontro, troca de ideias e, mais do que tudo, divertimento. As hierarquias misturam-se, as formalidades ficam à porta e até as figuras de topo entram nas brincadeiras.
A inspiração e a magia fazem parte de um momento esperado por toda a equipa ao longo do ano. Querem comer bem e beber com qualidade, combinar os pratos com os vinhos, as sobremesas com a decoração. Tudo é pensado ao detalhe.
A maior dificuldade dos nossos tempos para organizar eventos, mesmo que seja apenas um jantar de amigos, chama-se agenda.
Como diz uma grande amiga: “Já não são só as figuras importantes que têm agendas difíceis. Toda a gente tem”. A minha mãe e a minha tia, reformadas há muito, têm agenda. Os meus sobrinhos têm agenda. Eu, naturalmente, tenho agenda. As datas, os calendários, os dias, as semanas e os meses são, hoje, um dos nossos maiores desafios. Porquê planear? Porque uma experiência pensada, com tempo, permite-nos testar espaços, testar ideias e desenhar todo o envolvimento que uma equipa merece.
Na We Know Too Much, antecipamos festas e eventos precisamente para podermos planear. Para encontrar o espaço mais adequado, pensar a melhor harmonização, escolher a animação mais divertida e construir uma experiência diferente, sem limites. No fim, só queremos ouvir: “Foi a melhor festa de Natal de sempre”. E, para isso, temos de seguir o exemplo do Senhor X. Mãos ao trabalho, dezembro espera-nos!
Outras crónicas de Conceição Gato no MOTIVO:
É agosto e já se fala em Natal?
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São 11h20 de uma manhã quente de início de agosto. A piscina está à minha frente, o livro ao lado, na espreguiçadeira, e os meus sobrinhos estão dentro de água a brincar. O telefone toca. Sinto-o a vibrar — está em silêncio, como convém nas férias — e, no visor, vejo o nome de um cliente importante, vamos chamar-lhe Senhor X. Não consigo deixar de atender. Depois dos cumprimentos iniciais, diz-me:
— Conceição, temos de começar a pensar na festa de Natal da empresa.
Natal??? Estamos em agosto, penso com algum espanto. Estão 38 graus!!!
— O ano passado foi tudo em cima da hora — diz-me o Senhor X.
Ele tem razão. Fui eu mesma que o alertei, há meses, para a importância do planeamento antecipado dos eventos corporativos, num mundo em que todos têm agendas aceleradas.
É agosto, está calor e a minha cabeça está a meio gás. Ainda assim, vou respondendo e acabamos por marcar uma reunião para a semana seguinte.
A festa de Natal das empresas, e os eventos corporativos em geral, transformaram-se em experiências que todos querem que sejam memoráveis. São um momento alto na dinâmica das equipas, que vai muito além do jantar e pode até contribuir para melhorar a produtividade, a motivação e a eficácia das equipas.
Já ninguém se quer sentar a uma mesa, comer lombo de porco com ananás, beber sangria e terminar com uma sobremesa de “doce da casa”. Ah, e esqueçam o amigo secreto e o presente comprado na "loja do chinês"!. Esse tempo já passou.
Hoje, com os novos modelos de trabalho, nomeadamente o trabalho à distância, a festa de Natal — ou qualquer outro evento corporativo — representa convívio, reencontro, troca de ideias e, mais do que tudo, divertimento. As hierarquias misturam-se, as formalidades ficam à porta e até as figuras de topo entram nas brincadeiras.
A inspiração e a magia fazem parte de um momento esperado por toda a equipa ao longo do ano. Querem comer bem e beber com qualidade, combinar os pratos com os vinhos, as sobremesas com a decoração. Tudo é pensado ao detalhe.
A maior dificuldade dos nossos tempos para organizar eventos, mesmo que seja apenas um jantar de amigos, chama-se agenda.
Como diz uma grande amiga: “Já não são só as figuras importantes que têm agendas difíceis. Toda a gente tem”. A minha mãe e a minha tia, reformadas há muito, têm agenda. Os meus sobrinhos têm agenda. Eu, naturalmente, tenho agenda. As datas, os calendários, os dias, as semanas e os meses são, hoje, um dos nossos maiores desafios. Porquê planear? Porque uma experiência pensada, com tempo, permite-nos testar espaços, testar ideias e desenhar todo o envolvimento que uma equipa merece.
Na We Know Too Much, antecipamos festas e eventos precisamente para podermos planear. Para encontrar o espaço mais adequado, pensar a melhor harmonização, escolher a animação mais divertida e construir uma experiência diferente, sem limites. No fim, só queremos ouvir: “Foi a melhor festa de Natal de sempre”. E, para isso, temos de seguir o exemplo do Senhor X. Mãos ao trabalho, dezembro espera-nos!
Outras crónicas de Conceição Gato no MOTIVO:
É agosto e já se fala em Natal?
#Protagonistas
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São 11h20 de uma manhã quente de início de agosto. A piscina está à minha frente, o livro ao lado, na espreguiçadeira, e os meus sobrinhos estão dentro de água a brincar. O telefone toca. Sinto-o a vibrar — está em silêncio, como convém nas férias — e, no visor, vejo o nome de um cliente importante, vamos chamar-lhe Senhor X. Não consigo deixar de atender. Depois dos cumprimentos iniciais, diz-me:
— Conceição, temos de começar a pensar na festa de Natal da empresa.
Natal??? Estamos em agosto, penso com algum espanto. Estão 38 graus!!!
— O ano passado foi tudo em cima da hora — diz-me o Senhor X.
Ele tem razão. Fui eu mesma que o alertei, há meses, para a importância do planeamento antecipado dos eventos corporativos, num mundo em que todos têm agendas aceleradas.
É agosto, está calor e a minha cabeça está a meio gás. Ainda assim, vou respondendo e acabamos por marcar uma reunião para a semana seguinte.
A festa de Natal das empresas, e os eventos corporativos em geral, transformaram-se em experiências que todos querem que sejam memoráveis. São um momento alto na dinâmica das equipas, que vai muito além do jantar e pode até contribuir para melhorar a produtividade, a motivação e a eficácia das equipas.
Já ninguém se quer sentar a uma mesa, comer lombo de porco com ananás, beber sangria e terminar com uma sobremesa de “doce da casa”. Ah, e esqueçam o amigo secreto e o presente comprado na "loja do chinês"!. Esse tempo já passou.
Hoje, com os novos modelos de trabalho, nomeadamente o trabalho à distância, a festa de Natal — ou qualquer outro evento corporativo — representa convívio, reencontro, troca de ideias e, mais do que tudo, divertimento. As hierarquias misturam-se, as formalidades ficam à porta e até as figuras de topo entram nas brincadeiras.
A inspiração e a magia fazem parte de um momento esperado por toda a equipa ao longo do ano. Querem comer bem e beber com qualidade, combinar os pratos com os vinhos, as sobremesas com a decoração. Tudo é pensado ao detalhe.
A maior dificuldade dos nossos tempos para organizar eventos, mesmo que seja apenas um jantar de amigos, chama-se agenda.
Como diz uma grande amiga: “Já não são só as figuras importantes que têm agendas difíceis. Toda a gente tem”. A minha mãe e a minha tia, reformadas há muito, têm agenda. Os meus sobrinhos têm agenda. Eu, naturalmente, tenho agenda. As datas, os calendários, os dias, as semanas e os meses são, hoje, um dos nossos maiores desafios. Porquê planear? Porque uma experiência pensada, com tempo, permite-nos testar espaços, testar ideias e desenhar todo o envolvimento que uma equipa merece.
Na We Know Too Much, antecipamos festas e eventos precisamente para podermos planear. Para encontrar o espaço mais adequado, pensar a melhor harmonização, escolher a animação mais divertida e construir uma experiência diferente, sem limites. No fim, só queremos ouvir: “Foi a melhor festa de Natal de sempre”. E, para isso, temos de seguir o exemplo do Senhor X. Mãos ao trabalho, dezembro espera-nos!




