#Motivação

Festivais de verão impulsionam economia local em Portugal

Os festivais de verão voltaram a ter um impacto visível no consumo das localidades que os receberam. Dados dos Insights da UNICRE mostram aumentos da faturação e do número de transações durante vários dos principais eventos realizados em Portugal, face a 2025, com destaque para o EDP Vilar de Mouros, NOS Alive e Sumol Summer Fest. A análise acompanhou os pagamentos efetuados na rede de aceitação da empresa, abrangendo oito festivais e as respetivas regiões.

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11 de set. de 2026, 14:08

Caminha registou o crescimento mais expressivo entre os casos analisados. Durante o EDP Vilar de Mouros, a faturação dos negócios locais aumentou 36,79% e o número de transações subiu 30,7%. Em Algés, durante o NOS Alive, a faturação cresceu 17,12%, enquanto as transações avançaram 33,85%, a maior subida deste indicador. Na Costa de Caparica, o Sumol Summer Fest esteve associado a um aumento de 11,58% na faturação e de 8,45% no número de pagamentos.

O número de transações, contudo, conta apenas parte da história. Em Caminha, o ticket médio aumentou 4,67%, para 35,14 euros, o valor mais elevado entre os festivais analisados. Em Algés, o forte crescimento dos pagamentos foi acompanhado por uma redução de 12,5% no ticket médio, que se fixou nos 18,11 euros. Os consumidores estrangeiros gastaram, em média, mais do que os nacionais em todas as geografias: no EDP Vilar de Mouros, por exemplo, o ticket médio estrangeiro chegou aos 46,05 euros, face a 32,10 euros entre os pagamentos nacionais.

A alimentação surge entre os setores que mais beneficiaram destes períodos de maior procura. Em Caminha, a faturação do retalho alimentar tradicional mais do que duplicou, com um crescimento de 102,36%. Em Algés, a restauração avançou 63,31% e o retalho alimentar 57,52%, enquanto, na Costa de Caparica, a restauração registou uma subida de 19,25%. Espanha foi também o principal mercado de origem dos cartões estrangeiros nas diferentes regiões analisadas, embora com pesos distintos entre festivais.

Os números mostram que o efeito económico de um festival não se limita à entrada do recinto”, afirma Luís Gama, diretor comercial da UNICRE, destacando o impacto destes eventos em diferentes setores e a capacidade de atraírem procura nacional e internacional. A empresa defende que este tipo de informação pode ajudar comerciantes e decisores a antecipar períodos de maior procura e ajustar a operação. Os resultados devem, ainda assim, ser lidos dentro do âmbito da análise: refletem os pagamentos processados na rede de aceitação da UNICRE e permitem observar tendências de consumo nesse universo.


(C) Foto de Tony Pham na Unsplash
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Festivais de verão impulsionam economia local em Portugal

Os festivais de verão voltaram a ter um impacto visível no consumo das localidades que os receberam. Dados dos Insights da UNICRE mostram aumentos da faturação e do número de transações durante vários dos principais eventos realizados em Portugal, face a 2025, com destaque para o EDP Vilar de Mouros, NOS Alive e Sumol Summer Fest. A análise acompanhou os pagamentos efetuados na rede de aceitação da empresa, abrangendo oito festivais e as respetivas regiões.

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11 de set. de 2026, 14:08

Caminha registou o crescimento mais expressivo entre os casos analisados. Durante o EDP Vilar de Mouros, a faturação dos negócios locais aumentou 36,79% e o número de transações subiu 30,7%. Em Algés, durante o NOS Alive, a faturação cresceu 17,12%, enquanto as transações avançaram 33,85%, a maior subida deste indicador. Na Costa de Caparica, o Sumol Summer Fest esteve associado a um aumento de 11,58% na faturação e de 8,45% no número de pagamentos.

O número de transações, contudo, conta apenas parte da história. Em Caminha, o ticket médio aumentou 4,67%, para 35,14 euros, o valor mais elevado entre os festivais analisados. Em Algés, o forte crescimento dos pagamentos foi acompanhado por uma redução de 12,5% no ticket médio, que se fixou nos 18,11 euros. Os consumidores estrangeiros gastaram, em média, mais do que os nacionais em todas as geografias: no EDP Vilar de Mouros, por exemplo, o ticket médio estrangeiro chegou aos 46,05 euros, face a 32,10 euros entre os pagamentos nacionais.

A alimentação surge entre os setores que mais beneficiaram destes períodos de maior procura. Em Caminha, a faturação do retalho alimentar tradicional mais do que duplicou, com um crescimento de 102,36%. Em Algés, a restauração avançou 63,31% e o retalho alimentar 57,52%, enquanto, na Costa de Caparica, a restauração registou uma subida de 19,25%. Espanha foi também o principal mercado de origem dos cartões estrangeiros nas diferentes regiões analisadas, embora com pesos distintos entre festivais.

Os números mostram que o efeito económico de um festival não se limita à entrada do recinto”, afirma Luís Gama, diretor comercial da UNICRE, destacando o impacto destes eventos em diferentes setores e a capacidade de atraírem procura nacional e internacional. A empresa defende que este tipo de informação pode ajudar comerciantes e decisores a antecipar períodos de maior procura e ajustar a operação. Os resultados devem, ainda assim, ser lidos dentro do âmbito da análise: refletem os pagamentos processados na rede de aceitação da UNICRE e permitem observar tendências de consumo nesse universo.


(C) Foto de Tony Pham na Unsplash

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Festivais de verão impulsionam economia local em Portugal

Os festivais de verão voltaram a ter um impacto visível no consumo das localidades que os receberam. Dados dos Insights da UNICRE mostram aumentos da faturação e do número de transações durante vários dos principais eventos realizados em Portugal, face a 2025, com destaque para o EDP Vilar de Mouros, NOS Alive e Sumol Summer Fest. A análise acompanhou os pagamentos efetuados na rede de aceitação da empresa, abrangendo oito festivais e as respetivas regiões.

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11 de set. de 2026, 14:08

Caminha registou o crescimento mais expressivo entre os casos analisados. Durante o EDP Vilar de Mouros, a faturação dos negócios locais aumentou 36,79% e o número de transações subiu 30,7%. Em Algés, durante o NOS Alive, a faturação cresceu 17,12%, enquanto as transações avançaram 33,85%, a maior subida deste indicador. Na Costa de Caparica, o Sumol Summer Fest esteve associado a um aumento de 11,58% na faturação e de 8,45% no número de pagamentos.

O número de transações, contudo, conta apenas parte da história. Em Caminha, o ticket médio aumentou 4,67%, para 35,14 euros, o valor mais elevado entre os festivais analisados. Em Algés, o forte crescimento dos pagamentos foi acompanhado por uma redução de 12,5% no ticket médio, que se fixou nos 18,11 euros. Os consumidores estrangeiros gastaram, em média, mais do que os nacionais em todas as geografias: no EDP Vilar de Mouros, por exemplo, o ticket médio estrangeiro chegou aos 46,05 euros, face a 32,10 euros entre os pagamentos nacionais.

A alimentação surge entre os setores que mais beneficiaram destes períodos de maior procura. Em Caminha, a faturação do retalho alimentar tradicional mais do que duplicou, com um crescimento de 102,36%. Em Algés, a restauração avançou 63,31% e o retalho alimentar 57,52%, enquanto, na Costa de Caparica, a restauração registou uma subida de 19,25%. Espanha foi também o principal mercado de origem dos cartões estrangeiros nas diferentes regiões analisadas, embora com pesos distintos entre festivais.

Os números mostram que o efeito económico de um festival não se limita à entrada do recinto”, afirma Luís Gama, diretor comercial da UNICRE, destacando o impacto destes eventos em diferentes setores e a capacidade de atraírem procura nacional e internacional. A empresa defende que este tipo de informação pode ajudar comerciantes e decisores a antecipar períodos de maior procura e ajustar a operação. Os resultados devem, ainda assim, ser lidos dentro do âmbito da análise: refletem os pagamentos processados na rede de aceitação da UNICRE e permitem observar tendências de consumo nesse universo.


(C) Foto de Tony Pham na Unsplash
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Festivais de verão impulsionam economia local em Portugal

Os festivais de verão voltaram a ter um impacto visível no consumo das localidades que os receberam. Dados dos Insights da UNICRE mostram aumentos da faturação e do número de transações durante vários dos principais eventos realizados em Portugal, face a 2025, com destaque para o EDP Vilar de Mouros, NOS Alive e Sumol Summer Fest. A análise acompanhou os pagamentos efetuados na rede de aceitação da empresa, abrangendo oito festivais e as respetivas regiões.

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11 de set. de 2026, 14:08

Caminha registou o crescimento mais expressivo entre os casos analisados. Durante o EDP Vilar de Mouros, a faturação dos negócios locais aumentou 36,79% e o número de transações subiu 30,7%. Em Algés, durante o NOS Alive, a faturação cresceu 17,12%, enquanto as transações avançaram 33,85%, a maior subida deste indicador. Na Costa de Caparica, o Sumol Summer Fest esteve associado a um aumento de 11,58% na faturação e de 8,45% no número de pagamentos.

O número de transações, contudo, conta apenas parte da história. Em Caminha, o ticket médio aumentou 4,67%, para 35,14 euros, o valor mais elevado entre os festivais analisados. Em Algés, o forte crescimento dos pagamentos foi acompanhado por uma redução de 12,5% no ticket médio, que se fixou nos 18,11 euros. Os consumidores estrangeiros gastaram, em média, mais do que os nacionais em todas as geografias: no EDP Vilar de Mouros, por exemplo, o ticket médio estrangeiro chegou aos 46,05 euros, face a 32,10 euros entre os pagamentos nacionais.

A alimentação surge entre os setores que mais beneficiaram destes períodos de maior procura. Em Caminha, a faturação do retalho alimentar tradicional mais do que duplicou, com um crescimento de 102,36%. Em Algés, a restauração avançou 63,31% e o retalho alimentar 57,52%, enquanto, na Costa de Caparica, a restauração registou uma subida de 19,25%. Espanha foi também o principal mercado de origem dos cartões estrangeiros nas diferentes regiões analisadas, embora com pesos distintos entre festivais.

Os números mostram que o efeito económico de um festival não se limita à entrada do recinto”, afirma Luís Gama, diretor comercial da UNICRE, destacando o impacto destes eventos em diferentes setores e a capacidade de atraírem procura nacional e internacional. A empresa defende que este tipo de informação pode ajudar comerciantes e decisores a antecipar períodos de maior procura e ajustar a operação. Os resultados devem, ainda assim, ser lidos dentro do âmbito da análise: refletem os pagamentos processados na rede de aceitação da UNICRE e permitem observar tendências de consumo nesse universo.


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