A inquietação de fazer eventos diferentes
#Protagonistas
Opinião

Os eventos são a maior ferramenta de comunicação de uma marca.
Basta olhar com curiosidade e espírito crítico para a quantidade de eventos que acontecem em todas as áreas, em todos os locais, a todas as horas, ao mesmo tempo. Os teatros estão cheios, os concertos esgotam rapidamente, e ir a um restaurante da moda transformou-se num acontecimento com muitas semanas de espera, e sorte se a marcação não for para o segundo turno.
Mas o que procura o público num evento? Quer aprender? Quer divertir-se? Quer ir porque os outros vão? Quer estar perto das tendências? Talvez procure tudo isto ao mesmo tempo. Talvez procure, acima de tudo, sentir que está a viver alguma coisa que não se repete todos os dias.
A inquietação de procurar fazer eventos diferentes persegue-me desde sempre. Diria, até, que pode ser obsessiva. A minha curiosidade em relação ao comportamento do consumidor acompanha-me ao longo do dia: por onde vou passando, pelo que leio, pelo que ouço, pelo que observo. E muitas vezes, tudo me parece mainstream. Tudo me parece igual. Todos fazem as mesmas coisas, compram nos mesmos locais, vão aos mesmos sítios, pondo em causa alguma identidade.
Neste mundo de tendências que mudam à velocidade do TGV, fazer diferente torna-se um desafio de tirar o sono, até porque a novidade tem uma durabilidade reduzida. Aquilo que hoje surpreende, amanhã já foi replicado, fotografado e transformado. Por isso, a diferença não pode ser apenas estética. Tem de ter intenção. Tem de nascer de uma ideia. Tem de deixar alguma marca.
Mas qual é a verdadeira fixação pela diferença? De onde vem esta minha inquietação?
Se, por um lado, a criação de um conceito novo me dá adrenalina, me põe a pensar e me desarruma a cabeça (que já não é muito arrumada), por outro, ir colocando as peças nos devidos lugares e desafiar os parceiros certos a participar nos projetos, é um desafio permanente e enriquecedor, que complementa este puzzle.
Juntar as pessoas certas a uma boa ideia, e a uma dose de criatividade, pode, quase sempre, dar certo. Foi também essa inquietação que me levou a co-fundar o Só Castas, a vontade de fazer um evento de vinho que não fosse apenas mais uma prova, mais uma fila de copos, mais uma sucessão de produtores. As castas portuguesas têm história, território, ciência, memória e futuro. Merecem ser descobertas com tempo.
Creio que é isto que procuro quando penso num evento: criar um lugar onde uma ideia se encontre com pessoas reais. Pessoas que chegam com expectativas diferentes, com níveis de conhecimento diferentes, com disposições diferentes. Algumas querem aprender. Outras querem divertir-se. Outras vão porque alguém as levou. O desafio está em fazer com que todas encontrem um motivo para ficar, escutar, provar, conversar e lembrar.
A minha inquietação continua. Ainda bem. Talvez seja ela que impede os eventos de se tornarem apenas calendário. Talvez seja ela que me faz acreditar que um evento diferente é aquele que consegue criar sentido e ficar na memória.
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Basta olhar com curiosidade e espírito crítico para a quantidade de eventos que acontecem em todas as áreas, em todos os locais, a todas as horas, ao mesmo tempo. Os teatros estão cheios, os concertos esgotam rapidamente, e ir a um restaurante da moda transformou-se num acontecimento com muitas semanas de espera, e sorte se a marcação não for para o segundo turno.
Mas o que procura o público num evento? Quer aprender? Quer divertir-se? Quer ir porque os outros vão? Quer estar perto das tendências? Talvez procure tudo isto ao mesmo tempo. Talvez procure, acima de tudo, sentir que está a viver alguma coisa que não se repete todos os dias.
A inquietação de procurar fazer eventos diferentes persegue-me desde sempre. Diria, até, que pode ser obsessiva. A minha curiosidade em relação ao comportamento do consumidor acompanha-me ao longo do dia: por onde vou passando, pelo que leio, pelo que ouço, pelo que observo. E muitas vezes, tudo me parece mainstream. Tudo me parece igual. Todos fazem as mesmas coisas, compram nos mesmos locais, vão aos mesmos sítios, pondo em causa alguma identidade.
Neste mundo de tendências que mudam à velocidade do TGV, fazer diferente torna-se um desafio de tirar o sono, até porque a novidade tem uma durabilidade reduzida. Aquilo que hoje surpreende, amanhã já foi replicado, fotografado e transformado. Por isso, a diferença não pode ser apenas estética. Tem de ter intenção. Tem de nascer de uma ideia. Tem de deixar alguma marca.
Mas qual é a verdadeira fixação pela diferença? De onde vem esta minha inquietação?
Se, por um lado, a criação de um conceito novo me dá adrenalina, me põe a pensar e me desarruma a cabeça (que já não é muito arrumada), por outro, ir colocando as peças nos devidos lugares e desafiar os parceiros certos a participar nos projetos, é um desafio permanente e enriquecedor, que complementa este puzzle.
Juntar as pessoas certas a uma boa ideia, e a uma dose de criatividade, pode, quase sempre, dar certo. Foi também essa inquietação que me levou a co-fundar o Só Castas, a vontade de fazer um evento de vinho que não fosse apenas mais uma prova, mais uma fila de copos, mais uma sucessão de produtores. As castas portuguesas têm história, território, ciência, memória e futuro. Merecem ser descobertas com tempo.
Creio que é isto que procuro quando penso num evento: criar um lugar onde uma ideia se encontre com pessoas reais. Pessoas que chegam com expectativas diferentes, com níveis de conhecimento diferentes, com disposições diferentes. Algumas querem aprender. Outras querem divertir-se. Outras vão porque alguém as levou. O desafio está em fazer com que todas encontrem um motivo para ficar, escutar, provar, conversar e lembrar.
A minha inquietação continua. Ainda bem. Talvez seja ela que impede os eventos de se tornarem apenas calendário. Talvez seja ela que me faz acreditar que um evento diferente é aquele que consegue criar sentido e ficar na memória.
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Opinião

Os eventos são a maior ferramenta de comunicação de uma marca.
Basta olhar com curiosidade e espírito crítico para a quantidade de eventos que acontecem em todas as áreas, em todos os locais, a todas as horas, ao mesmo tempo. Os teatros estão cheios, os concertos esgotam rapidamente, e ir a um restaurante da moda transformou-se num acontecimento com muitas semanas de espera, e sorte se a marcação não for para o segundo turno.
Mas o que procura o público num evento? Quer aprender? Quer divertir-se? Quer ir porque os outros vão? Quer estar perto das tendências? Talvez procure tudo isto ao mesmo tempo. Talvez procure, acima de tudo, sentir que está a viver alguma coisa que não se repete todos os dias.
A inquietação de procurar fazer eventos diferentes persegue-me desde sempre. Diria, até, que pode ser obsessiva. A minha curiosidade em relação ao comportamento do consumidor acompanha-me ao longo do dia: por onde vou passando, pelo que leio, pelo que ouço, pelo que observo. E muitas vezes, tudo me parece mainstream. Tudo me parece igual. Todos fazem as mesmas coisas, compram nos mesmos locais, vão aos mesmos sítios, pondo em causa alguma identidade.
Neste mundo de tendências que mudam à velocidade do TGV, fazer diferente torna-se um desafio de tirar o sono, até porque a novidade tem uma durabilidade reduzida. Aquilo que hoje surpreende, amanhã já foi replicado, fotografado e transformado. Por isso, a diferença não pode ser apenas estética. Tem de ter intenção. Tem de nascer de uma ideia. Tem de deixar alguma marca.
Mas qual é a verdadeira fixação pela diferença? De onde vem esta minha inquietação?
Se, por um lado, a criação de um conceito novo me dá adrenalina, me põe a pensar e me desarruma a cabeça (que já não é muito arrumada), por outro, ir colocando as peças nos devidos lugares e desafiar os parceiros certos a participar nos projetos, é um desafio permanente e enriquecedor, que complementa este puzzle.
Juntar as pessoas certas a uma boa ideia, e a uma dose de criatividade, pode, quase sempre, dar certo. Foi também essa inquietação que me levou a co-fundar o Só Castas, a vontade de fazer um evento de vinho que não fosse apenas mais uma prova, mais uma fila de copos, mais uma sucessão de produtores. As castas portuguesas têm história, território, ciência, memória e futuro. Merecem ser descobertas com tempo.
Creio que é isto que procuro quando penso num evento: criar um lugar onde uma ideia se encontre com pessoas reais. Pessoas que chegam com expectativas diferentes, com níveis de conhecimento diferentes, com disposições diferentes. Algumas querem aprender. Outras querem divertir-se. Outras vão porque alguém as levou. O desafio está em fazer com que todas encontrem um motivo para ficar, escutar, provar, conversar e lembrar.
A minha inquietação continua. Ainda bem. Talvez seja ela que impede os eventos de se tornarem apenas calendário. Talvez seja ela que me faz acreditar que um evento diferente é aquele que consegue criar sentido e ficar na memória.
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#Protagonistas
Opinião

Os eventos são a maior ferramenta de comunicação de uma marca.
Basta olhar com curiosidade e espírito crítico para a quantidade de eventos que acontecem em todas as áreas, em todos os locais, a todas as horas, ao mesmo tempo. Os teatros estão cheios, os concertos esgotam rapidamente, e ir a um restaurante da moda transformou-se num acontecimento com muitas semanas de espera, e sorte se a marcação não for para o segundo turno.
Mas o que procura o público num evento? Quer aprender? Quer divertir-se? Quer ir porque os outros vão? Quer estar perto das tendências? Talvez procure tudo isto ao mesmo tempo. Talvez procure, acima de tudo, sentir que está a viver alguma coisa que não se repete todos os dias.
A inquietação de procurar fazer eventos diferentes persegue-me desde sempre. Diria, até, que pode ser obsessiva. A minha curiosidade em relação ao comportamento do consumidor acompanha-me ao longo do dia: por onde vou passando, pelo que leio, pelo que ouço, pelo que observo. E muitas vezes, tudo me parece mainstream. Tudo me parece igual. Todos fazem as mesmas coisas, compram nos mesmos locais, vão aos mesmos sítios, pondo em causa alguma identidade.
Neste mundo de tendências que mudam à velocidade do TGV, fazer diferente torna-se um desafio de tirar o sono, até porque a novidade tem uma durabilidade reduzida. Aquilo que hoje surpreende, amanhã já foi replicado, fotografado e transformado. Por isso, a diferença não pode ser apenas estética. Tem de ter intenção. Tem de nascer de uma ideia. Tem de deixar alguma marca.
Mas qual é a verdadeira fixação pela diferença? De onde vem esta minha inquietação?
Se, por um lado, a criação de um conceito novo me dá adrenalina, me põe a pensar e me desarruma a cabeça (que já não é muito arrumada), por outro, ir colocando as peças nos devidos lugares e desafiar os parceiros certos a participar nos projetos, é um desafio permanente e enriquecedor, que complementa este puzzle.
Juntar as pessoas certas a uma boa ideia, e a uma dose de criatividade, pode, quase sempre, dar certo. Foi também essa inquietação que me levou a co-fundar o Só Castas, a vontade de fazer um evento de vinho que não fosse apenas mais uma prova, mais uma fila de copos, mais uma sucessão de produtores. As castas portuguesas têm história, território, ciência, memória e futuro. Merecem ser descobertas com tempo.
Creio que é isto que procuro quando penso num evento: criar um lugar onde uma ideia se encontre com pessoas reais. Pessoas que chegam com expectativas diferentes, com níveis de conhecimento diferentes, com disposições diferentes. Algumas querem aprender. Outras querem divertir-se. Outras vão porque alguém as levou. O desafio está em fazer com que todas encontrem um motivo para ficar, escutar, provar, conversar e lembrar.
A minha inquietação continua. Ainda bem. Talvez seja ela que impede os eventos de se tornarem apenas calendário. Talvez seja ela que me faz acreditar que um evento diferente é aquele que consegue criar sentido e ficar na memória.




