No vinho português, a palavra de ordem é diversidade

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Produtora de eventos e Diretora da WKTM

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2 de abr. de 2026, 15:00

#Protagonistas
Opinião

Portugal é um país pequeno, mas quando se fala de vinho, essa escala deixa de fazer sentido. Basta olhar para um mapa vitivinícola para perceber que, em poucas centenas de quilómetros, mudam os solos, os ventos, as altitudes e, com eles, as castas. Talvez seja por isso que o vinho português é tão difícil de resumir. Não cabe numa definição simples. É feito de diferenças, de contrastes e de histórias que começam, sempre, na terra.

Ao longo dos anos, e depois de organizar vários eventos de vinho, assim como cursos e provas, tenho percebido que muitas pessoas se surpreendem quando descobrem que, em Portugal, existem cerca de 300 castas registadas. Este número põe o país entre aqueles que têm maior diversidade varietal do mundo, só superado por Itália.

Mais do que um dado estatístico, esta diversidade é uma expressão da nossa geografia e da nossa história. Cada casta nasceu ou adaptou-se a um lugar específico, respondendo ao clima, ao solo e às práticas de quem ali trabalhava a terra. É uma diversidade construída lentamente, geração após geração.

Talvez por isso seja difícil falar de vinho português sem falar de identidade. Ao contrário de outros países, onde poucas castas dominam a produção, em Portugal a diversidade é a regra. E essa diversidade traz também um desafio: como comunicar esta riqueza sem simplificar demasiado? Como dar a conhecer castas menos conhecidas, muitas vezes raras, pequenas regiões, mas que fazem parte de um património que importa preservar?

É também essa inquietação que está na origem do Só Castas, o evento que organizo e que acontece já nos próximos dias 10 e 11, no Hotel Tivoli, em Lisboa. Um evento que dá corpo à vontade de criar um espaço onde essa diversidade possa ser explorada de forma clara e acessível. Onde seja possível provar, comparar, descobrir. Onde o vinho seja apresentado como território e não apenas como produto. Ao longo do processo de organização, essa ideia ganha ainda mais sentido: cada casta é uma porta de entrada para uma região, para uma paisagem, para uma forma de fazer vinho.

Na próxima edição do Só Castas, estarão mais de 200 vinhos monocasta em prova, vindos de diferentes regiões do país. Um verdadeiro território sensorial, pensado para quem quer conhecer melhor esta diversidade e perceber, copo a copo, como um país pequeno pode conter uma riqueza tão grande.

No vinho português, a palavra de ordem é diversidade

Produtora de eventos e Diretora da WKTM

2 de abr. de 2026, 15:00

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Portugal é um país pequeno, mas quando se fala de vinho, essa escala deixa de fazer sentido. Basta olhar para um mapa vitivinícola para perceber que, em poucas centenas de quilómetros, mudam os solos, os ventos, as altitudes e, com eles, as castas. Talvez seja por isso que o vinho português é tão difícil de resumir. Não cabe numa definição simples. É feito de diferenças, de contrastes e de histórias que começam, sempre, na terra.

Ao longo dos anos, e depois de organizar vários eventos de vinho, assim como cursos e provas, tenho percebido que muitas pessoas se surpreendem quando descobrem que, em Portugal, existem cerca de 300 castas registadas. Este número põe o país entre aqueles que têm maior diversidade varietal do mundo, só superado por Itália.

Mais do que um dado estatístico, esta diversidade é uma expressão da nossa geografia e da nossa história. Cada casta nasceu ou adaptou-se a um lugar específico, respondendo ao clima, ao solo e às práticas de quem ali trabalhava a terra. É uma diversidade construída lentamente, geração após geração.

Talvez por isso seja difícil falar de vinho português sem falar de identidade. Ao contrário de outros países, onde poucas castas dominam a produção, em Portugal a diversidade é a regra. E essa diversidade traz também um desafio: como comunicar esta riqueza sem simplificar demasiado? Como dar a conhecer castas menos conhecidas, muitas vezes raras, pequenas regiões, mas que fazem parte de um património que importa preservar?

É também essa inquietação que está na origem do Só Castas, o evento que organizo e que acontece já nos próximos dias 10 e 11, no Hotel Tivoli, em Lisboa. Um evento que dá corpo à vontade de criar um espaço onde essa diversidade possa ser explorada de forma clara e acessível. Onde seja possível provar, comparar, descobrir. Onde o vinho seja apresentado como território e não apenas como produto. Ao longo do processo de organização, essa ideia ganha ainda mais sentido: cada casta é uma porta de entrada para uma região, para uma paisagem, para uma forma de fazer vinho.

Na próxima edição do Só Castas, estarão mais de 200 vinhos monocasta em prova, vindos de diferentes regiões do país. Um verdadeiro território sensorial, pensado para quem quer conhecer melhor esta diversidade e perceber, copo a copo, como um país pequeno pode conter uma riqueza tão grande.

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2 de abr. de 2026, 15:00

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Portugal é um país pequeno, mas quando se fala de vinho, essa escala deixa de fazer sentido. Basta olhar para um mapa vitivinícola para perceber que, em poucas centenas de quilómetros, mudam os solos, os ventos, as altitudes e, com eles, as castas. Talvez seja por isso que o vinho português é tão difícil de resumir. Não cabe numa definição simples. É feito de diferenças, de contrastes e de histórias que começam, sempre, na terra.

Ao longo dos anos, e depois de organizar vários eventos de vinho, assim como cursos e provas, tenho percebido que muitas pessoas se surpreendem quando descobrem que, em Portugal, existem cerca de 300 castas registadas. Este número põe o país entre aqueles que têm maior diversidade varietal do mundo, só superado por Itália.

Mais do que um dado estatístico, esta diversidade é uma expressão da nossa geografia e da nossa história. Cada casta nasceu ou adaptou-se a um lugar específico, respondendo ao clima, ao solo e às práticas de quem ali trabalhava a terra. É uma diversidade construída lentamente, geração após geração.

Talvez por isso seja difícil falar de vinho português sem falar de identidade. Ao contrário de outros países, onde poucas castas dominam a produção, em Portugal a diversidade é a regra. E essa diversidade traz também um desafio: como comunicar esta riqueza sem simplificar demasiado? Como dar a conhecer castas menos conhecidas, muitas vezes raras, pequenas regiões, mas que fazem parte de um património que importa preservar?

É também essa inquietação que está na origem do Só Castas, o evento que organizo e que acontece já nos próximos dias 10 e 11, no Hotel Tivoli, em Lisboa. Um evento que dá corpo à vontade de criar um espaço onde essa diversidade possa ser explorada de forma clara e acessível. Onde seja possível provar, comparar, descobrir. Onde o vinho seja apresentado como território e não apenas como produto. Ao longo do processo de organização, essa ideia ganha ainda mais sentido: cada casta é uma porta de entrada para uma região, para uma paisagem, para uma forma de fazer vinho.

Na próxima edição do Só Castas, estarão mais de 200 vinhos monocasta em prova, vindos de diferentes regiões do país. Um verdadeiro território sensorial, pensado para quem quer conhecer melhor esta diversidade e perceber, copo a copo, como um país pequeno pode conter uma riqueza tão grande.

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Ao longo dos anos, e depois de organizar vários eventos de vinho, assim como cursos e provas, tenho percebido que muitas pessoas se surpreendem quando descobrem que, em Portugal, existem cerca de 300 castas registadas. Este número põe o país entre aqueles que têm maior diversidade varietal do mundo, só superado por Itália.

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