
#Protagonistas
Seis perguntas a Mimi Froes
A artista acaba de lançar o segundo disco, onde também assina a produção. Ao MOTIVO, respondeu sobre as canções, as sensações e as atuações que estão previstas para o CCB e a Casa da Música. Eis as suas seis respostas.
Dividir a dor fala de uma relação que começa a terminar antes do adeus. O que é que isso representa neste novo ciclo com novo disco?
MIMI FROES — Representa aquilo que escondemos até de quem mais gostamos. Seja porque ainda não acreditamos no fim da relação ou porque queremos fugir à nossa própria tristeza. O disco fala sobre isso, sobre o que não se vê.

Para lá da paisagem é um título muito visual. Que lugar, imagem ou sensação está por trás dele?
M.F. — Cada canção traz um lugar diferente, na canção Há-de haver terra esse lugar é uma escarpa que avista terra ao fundo, na canção Tempo o lugar é o sufoco da correria citadina, na canção Estamos todos a ver a imagem é a de uma casa de janela aberta. A paisagem é sempre um lugar belo, o que há para lá, nem sempre.
Neste álbum assumes também a produção. O que ganhaste e o que arriscaste ao aproximar ainda mais a criação da tua própria visão?
M.F. — Acima de tudo, confiança nas minhas próprias ideias. A construção de um disco tem um lugar de comunhão entre todos os que nele participam, a produção passa por escolher o que me brilha aos ouvidos das tantas ideias que gente tão talentosa tem. E validar esse brilho é recompensador no produto final!
Escreves para ti e para outros artistas. O que muda quando uma canção nasce para ficar na tua voz?
M.F. — É um processo quase inconsciente. Eu acabo por escrever sempre para mim, mesmo escrevendo para outros. Pois a ideia de estar a saber que não é para mim pode procurar a cópia e não a unicidade da ideia de ser eu a escrever para uma voz única. No entanto, ao saber que me pedem uma canção, mergulho no universo dessa pessoa para que ele ressoe em mim e a canção nasça naturalmente. As canções que ficam para mim são aquelas que eu considero que entram na história que o meu disco quer contar.

Partilhaste Verde Azul primeiro no Patreon e a listening session será também exclusiva para subscritores. Procuras uma relação mais próxima com quem te ouve do que aquela que o streaming e o Instagram permite?
M.F. — Procuro e é urgente procurarmos enquanto artistas. A droga do algoritmo é muito útil e a música, a arte, não é utilitária. É provocadora, é honesta, é sobre pessoas. Então, que usemos a soma das partes a nosso favor. As minhas redes são, hoje em dia, um cartão de visita para o universo infinito que criei no Patreon.
Depois de Contornos, chegas em 2027 ao CCB e à Casa da Música com este novo trabalho. O que mudou na Mimi que vai subir a esses palcos?
M.F. — A Mimi cresceu e a música cresceu com ela. Acho que será mais um concerto de enorme devoção à arte de fazer música, coisa que sempre foi, e creio que nunca mudará. Nestes concertos, e nos que vierem, fa-lo-emos mais crescidos, mais curiosos, mais seguros.

#Protagonistas
Seis perguntas a Mimi Froes
A artista acaba de lançar o segundo disco, onde também assina a produção. Ao MOTIVO, respondeu sobre as canções, as sensações e as atuações que estão previstas para o CCB e a Casa da Música. Eis as suas seis respostas.
Dividir a dor fala de uma relação que começa a terminar antes do adeus. O que é que isso representa neste novo ciclo com novo disco?
MIMI FROES — Representa aquilo que escondemos até de quem mais gostamos. Seja porque ainda não acreditamos no fim da relação ou porque queremos fugir à nossa própria tristeza. O disco fala sobre isso, sobre o que não se vê.

Para lá da paisagem é um título muito visual. Que lugar, imagem ou sensação está por trás dele?
M.F. — Cada canção traz um lugar diferente, na canção Há-de haver terra esse lugar é uma escarpa que avista terra ao fundo, na canção Tempo o lugar é o sufoco da correria citadina, na canção Estamos todos a ver a imagem é a de uma casa de janela aberta. A paisagem é sempre um lugar belo, o que há para lá, nem sempre.
Neste álbum assumes também a produção. O que ganhaste e o que arriscaste ao aproximar ainda mais a criação da tua própria visão?
M.F. — Acima de tudo, confiança nas minhas próprias ideias. A construção de um disco tem um lugar de comunhão entre todos os que nele participam, a produção passa por escolher o que me brilha aos ouvidos das tantas ideias que gente tão talentosa tem. E validar esse brilho é recompensador no produto final!
Escreves para ti e para outros artistas. O que muda quando uma canção nasce para ficar na tua voz?
M.F. — É um processo quase inconsciente. Eu acabo por escrever sempre para mim, mesmo escrevendo para outros. Pois a ideia de estar a saber que não é para mim pode procurar a cópia e não a unicidade da ideia de ser eu a escrever para uma voz única. No entanto, ao saber que me pedem uma canção, mergulho no universo dessa pessoa para que ele ressoe em mim e a canção nasça naturalmente. As canções que ficam para mim são aquelas que eu considero que entram na história que o meu disco quer contar.

Partilhaste Verde Azul primeiro no Patreon e a listening session será também exclusiva para subscritores. Procuras uma relação mais próxima com quem te ouve do que aquela que o streaming e o Instagram permite?
M.F. — Procuro e é urgente procurarmos enquanto artistas. A droga do algoritmo é muito útil e a música, a arte, não é utilitária. É provocadora, é honesta, é sobre pessoas. Então, que usemos a soma das partes a nosso favor. As minhas redes são, hoje em dia, um cartão de visita para o universo infinito que criei no Patreon.
Depois de Contornos, chegas em 2027 ao CCB e à Casa da Música com este novo trabalho. O que mudou na Mimi que vai subir a esses palcos?
M.F. — A Mimi cresceu e a música cresceu com ela. Acho que será mais um concerto de enorme devoção à arte de fazer música, coisa que sempre foi, e creio que nunca mudará. Nestes concertos, e nos que vierem, fa-lo-emos mais crescidos, mais curiosos, mais seguros.

#Protagonistas
Seis perguntas a Mimi Froes
A artista acaba de lançar o segundo disco, onde também assina a produção. Ao MOTIVO, respondeu sobre as canções, as sensações e as atuações que estão previstas para o CCB e a Casa da Música. Eis as suas seis respostas.
Dividir a dor fala de uma relação que começa a terminar antes do adeus. O que é que isso representa neste novo ciclo com novo disco?
MIMI FROES — Representa aquilo que escondemos até de quem mais gostamos. Seja porque ainda não acreditamos no fim da relação ou porque queremos fugir à nossa própria tristeza. O disco fala sobre isso, sobre o que não se vê.

Para lá da paisagem é um título muito visual. Que lugar, imagem ou sensação está por trás dele?
M.F. — Cada canção traz um lugar diferente, na canção Há-de haver terra esse lugar é uma escarpa que avista terra ao fundo, na canção Tempo o lugar é o sufoco da correria citadina, na canção Estamos todos a ver a imagem é a de uma casa de janela aberta. A paisagem é sempre um lugar belo, o que há para lá, nem sempre.
Neste álbum assumes também a produção. O que ganhaste e o que arriscaste ao aproximar ainda mais a criação da tua própria visão?
M.F. — Acima de tudo, confiança nas minhas próprias ideias. A construção de um disco tem um lugar de comunhão entre todos os que nele participam, a produção passa por escolher o que me brilha aos ouvidos das tantas ideias que gente tão talentosa tem. E validar esse brilho é recompensador no produto final!
Escreves para ti e para outros artistas. O que muda quando uma canção nasce para ficar na tua voz?
M.F. — É um processo quase inconsciente. Eu acabo por escrever sempre para mim, mesmo escrevendo para outros. Pois a ideia de estar a saber que não é para mim pode procurar a cópia e não a unicidade da ideia de ser eu a escrever para uma voz única. No entanto, ao saber que me pedem uma canção, mergulho no universo dessa pessoa para que ele ressoe em mim e a canção nasça naturalmente. As canções que ficam para mim são aquelas que eu considero que entram na história que o meu disco quer contar.

Partilhaste Verde Azul primeiro no Patreon e a listening session será também exclusiva para subscritores. Procuras uma relação mais próxima com quem te ouve do que aquela que o streaming e o Instagram permite?
M.F. — Procuro e é urgente procurarmos enquanto artistas. A droga do algoritmo é muito útil e a música, a arte, não é utilitária. É provocadora, é honesta, é sobre pessoas. Então, que usemos a soma das partes a nosso favor. As minhas redes são, hoje em dia, um cartão de visita para o universo infinito que criei no Patreon.
Depois de Contornos, chegas em 2027 ao CCB e à Casa da Música com este novo trabalho. O que mudou na Mimi que vai subir a esses palcos?
M.F. — A Mimi cresceu e a música cresceu com ela. Acho que será mais um concerto de enorme devoção à arte de fazer música, coisa que sempre foi, e creio que nunca mudará. Nestes concertos, e nos que vierem, fa-lo-emos mais crescidos, mais curiosos, mais seguros.

#Protagonistas
Seis perguntas a Mimi Froes
A artista acaba de lançar o segundo disco, onde também assina a produção. Ao MOTIVO, respondeu sobre as canções, as sensações e as atuações que estão previstas para o CCB e a Casa da Música. Eis as suas seis respostas.
Dividir a dor fala de uma relação que começa a terminar antes do adeus. O que é que isso representa neste novo ciclo com novo disco?
MIMI FROES — Representa aquilo que escondemos até de quem mais gostamos. Seja porque ainda não acreditamos no fim da relação ou porque queremos fugir à nossa própria tristeza. O disco fala sobre isso, sobre o que não se vê.

Para lá da paisagem é um título muito visual. Que lugar, imagem ou sensação está por trás dele?
M.F. — Cada canção traz um lugar diferente, na canção Há-de haver terra esse lugar é uma escarpa que avista terra ao fundo, na canção Tempo o lugar é o sufoco da correria citadina, na canção Estamos todos a ver a imagem é a de uma casa de janela aberta. A paisagem é sempre um lugar belo, o que há para lá, nem sempre.
Neste álbum assumes também a produção. O que ganhaste e o que arriscaste ao aproximar ainda mais a criação da tua própria visão?
M.F. — Acima de tudo, confiança nas minhas próprias ideias. A construção de um disco tem um lugar de comunhão entre todos os que nele participam, a produção passa por escolher o que me brilha aos ouvidos das tantas ideias que gente tão talentosa tem. E validar esse brilho é recompensador no produto final!
Escreves para ti e para outros artistas. O que muda quando uma canção nasce para ficar na tua voz?
M.F. — É um processo quase inconsciente. Eu acabo por escrever sempre para mim, mesmo escrevendo para outros. Pois a ideia de estar a saber que não é para mim pode procurar a cópia e não a unicidade da ideia de ser eu a escrever para uma voz única. No entanto, ao saber que me pedem uma canção, mergulho no universo dessa pessoa para que ele ressoe em mim e a canção nasça naturalmente. As canções que ficam para mim são aquelas que eu considero que entram na história que o meu disco quer contar.

Partilhaste Verde Azul primeiro no Patreon e a listening session será também exclusiva para subscritores. Procuras uma relação mais próxima com quem te ouve do que aquela que o streaming e o Instagram permite?
M.F. — Procuro e é urgente procurarmos enquanto artistas. A droga do algoritmo é muito útil e a música, a arte, não é utilitária. É provocadora, é honesta, é sobre pessoas. Então, que usemos a soma das partes a nosso favor. As minhas redes são, hoje em dia, um cartão de visita para o universo infinito que criei no Patreon.
Depois de Contornos, chegas em 2027 ao CCB e à Casa da Música com este novo trabalho. O que mudou na Mimi que vai subir a esses palcos?
M.F. — A Mimi cresceu e a música cresceu com ela. Acho que será mais um concerto de enorme devoção à arte de fazer música, coisa que sempre foi, e creio que nunca mudará. Nestes concertos, e nos que vierem, fa-lo-emos mais crescidos, mais curiosos, mais seguros.




