
#Conhecimento
O futuro da liderança é mais humano: o que ficou do primeiro evento do MOTIVO
O primeiro evento do MOTIVO levou para fora do ecrã uma conversa que comum a cada vez mais as organizações. No Museu do Mar Rei D. Carlos, em Cascais, O que responde um líder? — Encontro sobre saúde mental nas organizações reuniu oito líderes de diferentes setores para falar de pressão, bem-estar, relações de trabalho e da responsabilidade de quem gere pessoas.
Sem apresentações individuais ou PowerPoints demorados, o formato pôs os participantes em rotação, lado a lado, perante perguntas iguais e respostas nem sempre coincidentes. Ao longo da manhã, conduzida por Isabel Silva, temas como sono, saúde mental, segurança psicológica, preparação das chefias, burnout, vulnerabilidade e futuro do trabalho foram sendo cruzados com as experiências de quem lidera empresas e equipas. Marta Rebelo e Helena Paixão acompanharam a conversa enquanto comentadoras, acrescentando contexto e novas camadas ao debate.
Uma das questões finais acabou por sintetizar grande parte do encontro: que competência emocional será mais importante para um bom líder nos próximos anos? Não houve uma resposta comum. Houve, isso sim, diferentes formas de chegar a uma conclusão semelhante: num contexto marcado pela inteligência artificial, pela velocidade e pela pressão para produzir mais, a dimensão humana da liderança ganha peso.

Para Yazide Sulemane, Managing Partner do Grupo Unir Distâncias, o futuro passa pela inteligência emocional, pelo autocontrolo e pela capacidade de adaptação. A tecnologia pode fornecer dados, acelerar processos e aumentar a eficiência, mas continua a ser necessário saber gerir emoções e interpretar as circunstâncias em que as pessoas estão inseridas. A autorregulação apareceu, assim, como condição para conseguir, também, influenciar e acompanhar os outros.

Filipa Jardim da Silva, fundadora e CEO da Academia Transformar, acrescentou duas capacidades: pensamento crítico e adaptação à mudança. A psicóloga alertou para o risco de começarmos a delegar nas máquinas não apenas tarefas, mas também decisões quotidianas e processos de pensamento. “Já vejo muitas pessoas, no seu dia a dia, a levar à máquina a capacidade de decidir e de pensar”, referiu, defendendo a importância de preservar uma relação ativa e crítica com a tecnologia.

Para João Francisco Lima, fundador da MindMatch, a resposta passou pela consciência das emoções de quem está à nossa frente e pela clareza.

Já Pedro Correia, fundador, CEO e diretor técnico da The Strength Clinic, escolheu a “escuta profunda”: ouvir para compreender, prestar atenção ao que é dito e também ao que fica por dizer. Num tempo que descreveu como marcado pelo ruído e pelo excesso de informação, defendeu que essa escuta exige tempo, treino e intenção.

Maria Braga, fundadora e CEO da MBi - Excelerate Your Business, falou de autoconsciência, partindo da própria relação com a produtividade. Trabalhando num universo muito associado à eficiência e ao Excel, reconheceu o desafio de não transferir automaticamente para a equipa o ritmo que consegue impor a si própria — sobretudo quando a inteligência artificial lhe permite fazer cada vez mais, em menos tempo. “Não posso exigir que a minha equipa ande ao mesmo ritmo que eu”, resumiu.

A resposta de Francisco Soares, cofundador da Ivory Therapy, foi mais elementar: tratar o outro como gostaríamos de ser tratados. Respeito, valorização e humanidade surgiram como princípios que, apesar de simples na formulação, continuam a exigir trabalho na prática. “Acho que não é preciso complicar muito. É, literalmente, ser humano”, afirmou.

Diana Taveira, cofundadora da agência Milk & Black, colocou a autorregulação emocional no centro, sobretudo perante rejeição, adversidade e situações que não correm como esperado.

Tiago Marques, cofundador dos espaços Paco Bigotes, Parea e Compania de Bebidas, juntou empatia e autocontrolo, defendendo maior atenção às relações humanas e à capacidade de antecipar problemas antes de estes se transformarem em conflitos. Escutar, conversar, dar feedback e compreender o outro lado da relação profissional foram alguns dos pontos que colocou sobre a mesa. A ideia acabaria por atravessar várias intervenções: liderar pessoas exige cada vez menos respostas automáticas e mais capacidade para perceber contextos.
Se a manhã procurou descobrir “o que responde um líder?”, talvez a conclusão esteja nas palavras que ficaram espalhadas pela sala: autocontrolo, adaptação, pensamento crítico, clareza, escuta, autoconsciência, humanidade, autorregulação e empatia. Num futuro em que a tecnologia fará cada vez mais, a liderança poderá distinguir-se, precisamente, por aquilo que continua a depender de pessoas.
O evento contou com a parceria da Junta de Freguesia Cascais Estoril, Museu do Mar Rei D. Carlos, WKTM e ZOME Miraflores. Mais de 100 pessoas encheram a sala e confirmaram a necessidade de debater estes temas.

#Conhecimento
O futuro da liderança é mais humano: o que ficou do primeiro evento do MOTIVO
O primeiro evento do MOTIVO levou para fora do ecrã uma conversa que comum a cada vez mais as organizações. No Museu do Mar Rei D. Carlos, em Cascais, O que responde um líder? — Encontro sobre saúde mental nas organizações reuniu oito líderes de diferentes setores para falar de pressão, bem-estar, relações de trabalho e da responsabilidade de quem gere pessoas.
Sem apresentações individuais ou PowerPoints demorados, o formato pôs os participantes em rotação, lado a lado, perante perguntas iguais e respostas nem sempre coincidentes. Ao longo da manhã, conduzida por Isabel Silva, temas como sono, saúde mental, segurança psicológica, preparação das chefias, burnout, vulnerabilidade e futuro do trabalho foram sendo cruzados com as experiências de quem lidera empresas e equipas. Marta Rebelo e Helena Paixão acompanharam a conversa enquanto comentadoras, acrescentando contexto e novas camadas ao debate.
Uma das questões finais acabou por sintetizar grande parte do encontro: que competência emocional será mais importante para um bom líder nos próximos anos? Não houve uma resposta comum. Houve, isso sim, diferentes formas de chegar a uma conclusão semelhante: num contexto marcado pela inteligência artificial, pela velocidade e pela pressão para produzir mais, a dimensão humana da liderança ganha peso.

Para Yazide Sulemane, Managing Partner do Grupo Unir Distâncias, o futuro passa pela inteligência emocional, pelo autocontrolo e pela capacidade de adaptação. A tecnologia pode fornecer dados, acelerar processos e aumentar a eficiência, mas continua a ser necessário saber gerir emoções e interpretar as circunstâncias em que as pessoas estão inseridas. A autorregulação apareceu, assim, como condição para conseguir, também, influenciar e acompanhar os outros.

Filipa Jardim da Silva, fundadora e CEO da Academia Transformar, acrescentou duas capacidades: pensamento crítico e adaptação à mudança. A psicóloga alertou para o risco de começarmos a delegar nas máquinas não apenas tarefas, mas também decisões quotidianas e processos de pensamento. “Já vejo muitas pessoas, no seu dia a dia, a levar à máquina a capacidade de decidir e de pensar”, referiu, defendendo a importância de preservar uma relação ativa e crítica com a tecnologia.

Para João Francisco Lima, fundador da MindMatch, a resposta passou pela consciência das emoções de quem está à nossa frente e pela clareza.

Já Pedro Correia, fundador, CEO e diretor técnico da The Strength Clinic, escolheu a “escuta profunda”: ouvir para compreender, prestar atenção ao que é dito e também ao que fica por dizer. Num tempo que descreveu como marcado pelo ruído e pelo excesso de informação, defendeu que essa escuta exige tempo, treino e intenção.

Maria Braga, fundadora e CEO da MBi - Excelerate Your Business, falou de autoconsciência, partindo da própria relação com a produtividade. Trabalhando num universo muito associado à eficiência e ao Excel, reconheceu o desafio de não transferir automaticamente para a equipa o ritmo que consegue impor a si própria — sobretudo quando a inteligência artificial lhe permite fazer cada vez mais, em menos tempo. “Não posso exigir que a minha equipa ande ao mesmo ritmo que eu”, resumiu.

A resposta de Francisco Soares, cofundador da Ivory Therapy, foi mais elementar: tratar o outro como gostaríamos de ser tratados. Respeito, valorização e humanidade surgiram como princípios que, apesar de simples na formulação, continuam a exigir trabalho na prática. “Acho que não é preciso complicar muito. É, literalmente, ser humano”, afirmou.

Diana Taveira, cofundadora da agência Milk & Black, colocou a autorregulação emocional no centro, sobretudo perante rejeição, adversidade e situações que não correm como esperado.

Tiago Marques, cofundador dos espaços Paco Bigotes, Parea e Compania de Bebidas, juntou empatia e autocontrolo, defendendo maior atenção às relações humanas e à capacidade de antecipar problemas antes de estes se transformarem em conflitos. Escutar, conversar, dar feedback e compreender o outro lado da relação profissional foram alguns dos pontos que colocou sobre a mesa. A ideia acabaria por atravessar várias intervenções: liderar pessoas exige cada vez menos respostas automáticas e mais capacidade para perceber contextos.
Se a manhã procurou descobrir “o que responde um líder?”, talvez a conclusão esteja nas palavras que ficaram espalhadas pela sala: autocontrolo, adaptação, pensamento crítico, clareza, escuta, autoconsciência, humanidade, autorregulação e empatia. Num futuro em que a tecnologia fará cada vez mais, a liderança poderá distinguir-se, precisamente, por aquilo que continua a depender de pessoas.
O evento contou com a parceria da Junta de Freguesia Cascais Estoril, Museu do Mar Rei D. Carlos, WKTM e ZOME Miraflores. Mais de 100 pessoas encheram a sala e confirmaram a necessidade de debater estes temas.

#Conhecimento
O futuro da liderança é mais humano: o que ficou do primeiro evento do MOTIVO
O primeiro evento do MOTIVO levou para fora do ecrã uma conversa que comum a cada vez mais as organizações. No Museu do Mar Rei D. Carlos, em Cascais, O que responde um líder? — Encontro sobre saúde mental nas organizações reuniu oito líderes de diferentes setores para falar de pressão, bem-estar, relações de trabalho e da responsabilidade de quem gere pessoas.
Sem apresentações individuais ou PowerPoints demorados, o formato pôs os participantes em rotação, lado a lado, perante perguntas iguais e respostas nem sempre coincidentes. Ao longo da manhã, conduzida por Isabel Silva, temas como sono, saúde mental, segurança psicológica, preparação das chefias, burnout, vulnerabilidade e futuro do trabalho foram sendo cruzados com as experiências de quem lidera empresas e equipas. Marta Rebelo e Helena Paixão acompanharam a conversa enquanto comentadoras, acrescentando contexto e novas camadas ao debate.
Uma das questões finais acabou por sintetizar grande parte do encontro: que competência emocional será mais importante para um bom líder nos próximos anos? Não houve uma resposta comum. Houve, isso sim, diferentes formas de chegar a uma conclusão semelhante: num contexto marcado pela inteligência artificial, pela velocidade e pela pressão para produzir mais, a dimensão humana da liderança ganha peso.

Para Yazide Sulemane, Managing Partner do Grupo Unir Distâncias, o futuro passa pela inteligência emocional, pelo autocontrolo e pela capacidade de adaptação. A tecnologia pode fornecer dados, acelerar processos e aumentar a eficiência, mas continua a ser necessário saber gerir emoções e interpretar as circunstâncias em que as pessoas estão inseridas. A autorregulação apareceu, assim, como condição para conseguir, também, influenciar e acompanhar os outros.

Filipa Jardim da Silva, fundadora e CEO da Academia Transformar, acrescentou duas capacidades: pensamento crítico e adaptação à mudança. A psicóloga alertou para o risco de começarmos a delegar nas máquinas não apenas tarefas, mas também decisões quotidianas e processos de pensamento. “Já vejo muitas pessoas, no seu dia a dia, a levar à máquina a capacidade de decidir e de pensar”, referiu, defendendo a importância de preservar uma relação ativa e crítica com a tecnologia.

Para João Francisco Lima, fundador da MindMatch, a resposta passou pela consciência das emoções de quem está à nossa frente e pela clareza.

Já Pedro Correia, fundador, CEO e diretor técnico da The Strength Clinic, escolheu a “escuta profunda”: ouvir para compreender, prestar atenção ao que é dito e também ao que fica por dizer. Num tempo que descreveu como marcado pelo ruído e pelo excesso de informação, defendeu que essa escuta exige tempo, treino e intenção.

Maria Braga, fundadora e CEO da MBi - Excelerate Your Business, falou de autoconsciência, partindo da própria relação com a produtividade. Trabalhando num universo muito associado à eficiência e ao Excel, reconheceu o desafio de não transferir automaticamente para a equipa o ritmo que consegue impor a si própria — sobretudo quando a inteligência artificial lhe permite fazer cada vez mais, em menos tempo. “Não posso exigir que a minha equipa ande ao mesmo ritmo que eu”, resumiu.

A resposta de Francisco Soares, cofundador da Ivory Therapy, foi mais elementar: tratar o outro como gostaríamos de ser tratados. Respeito, valorização e humanidade surgiram como princípios que, apesar de simples na formulação, continuam a exigir trabalho na prática. “Acho que não é preciso complicar muito. É, literalmente, ser humano”, afirmou.

Diana Taveira, cofundadora da agência Milk & Black, colocou a autorregulação emocional no centro, sobretudo perante rejeição, adversidade e situações que não correm como esperado.

Tiago Marques, cofundador dos espaços Paco Bigotes, Parea e Compania de Bebidas, juntou empatia e autocontrolo, defendendo maior atenção às relações humanas e à capacidade de antecipar problemas antes de estes se transformarem em conflitos. Escutar, conversar, dar feedback e compreender o outro lado da relação profissional foram alguns dos pontos que colocou sobre a mesa. A ideia acabaria por atravessar várias intervenções: liderar pessoas exige cada vez menos respostas automáticas e mais capacidade para perceber contextos.
Se a manhã procurou descobrir “o que responde um líder?”, talvez a conclusão esteja nas palavras que ficaram espalhadas pela sala: autocontrolo, adaptação, pensamento crítico, clareza, escuta, autoconsciência, humanidade, autorregulação e empatia. Num futuro em que a tecnologia fará cada vez mais, a liderança poderá distinguir-se, precisamente, por aquilo que continua a depender de pessoas.
O evento contou com a parceria da Junta de Freguesia Cascais Estoril, Museu do Mar Rei D. Carlos, WKTM e ZOME Miraflores. Mais de 100 pessoas encheram a sala e confirmaram a necessidade de debater estes temas.

#Conhecimento
O futuro da liderança é mais humano: o que ficou do primeiro evento do MOTIVO
O primeiro evento do MOTIVO levou para fora do ecrã uma conversa que comum a cada vez mais as organizações. No Museu do Mar Rei D. Carlos, em Cascais, O que responde um líder? — Encontro sobre saúde mental nas organizações reuniu oito líderes de diferentes setores para falar de pressão, bem-estar, relações de trabalho e da responsabilidade de quem gere pessoas.
Sem apresentações individuais ou PowerPoints demorados, o formato pôs os participantes em rotação, lado a lado, perante perguntas iguais e respostas nem sempre coincidentes. Ao longo da manhã, conduzida por Isabel Silva, temas como sono, saúde mental, segurança psicológica, preparação das chefias, burnout, vulnerabilidade e futuro do trabalho foram sendo cruzados com as experiências de quem lidera empresas e equipas. Marta Rebelo e Helena Paixão acompanharam a conversa enquanto comentadoras, acrescentando contexto e novas camadas ao debate.
Uma das questões finais acabou por sintetizar grande parte do encontro: que competência emocional será mais importante para um bom líder nos próximos anos? Não houve uma resposta comum. Houve, isso sim, diferentes formas de chegar a uma conclusão semelhante: num contexto marcado pela inteligência artificial, pela velocidade e pela pressão para produzir mais, a dimensão humana da liderança ganha peso.

Para Yazide Sulemane, Managing Partner do Grupo Unir Distâncias, o futuro passa pela inteligência emocional, pelo autocontrolo e pela capacidade de adaptação. A tecnologia pode fornecer dados, acelerar processos e aumentar a eficiência, mas continua a ser necessário saber gerir emoções e interpretar as circunstâncias em que as pessoas estão inseridas. A autorregulação apareceu, assim, como condição para conseguir, também, influenciar e acompanhar os outros.

Filipa Jardim da Silva, fundadora e CEO da Academia Transformar, acrescentou duas capacidades: pensamento crítico e adaptação à mudança. A psicóloga alertou para o risco de começarmos a delegar nas máquinas não apenas tarefas, mas também decisões quotidianas e processos de pensamento. “Já vejo muitas pessoas, no seu dia a dia, a levar à máquina a capacidade de decidir e de pensar”, referiu, defendendo a importância de preservar uma relação ativa e crítica com a tecnologia.

Para João Francisco Lima, fundador da MindMatch, a resposta passou pela consciência das emoções de quem está à nossa frente e pela clareza.

Já Pedro Correia, fundador, CEO e diretor técnico da The Strength Clinic, escolheu a “escuta profunda”: ouvir para compreender, prestar atenção ao que é dito e também ao que fica por dizer. Num tempo que descreveu como marcado pelo ruído e pelo excesso de informação, defendeu que essa escuta exige tempo, treino e intenção.

Maria Braga, fundadora e CEO da MBi - Excelerate Your Business, falou de autoconsciência, partindo da própria relação com a produtividade. Trabalhando num universo muito associado à eficiência e ao Excel, reconheceu o desafio de não transferir automaticamente para a equipa o ritmo que consegue impor a si própria — sobretudo quando a inteligência artificial lhe permite fazer cada vez mais, em menos tempo. “Não posso exigir que a minha equipa ande ao mesmo ritmo que eu”, resumiu.

A resposta de Francisco Soares, cofundador da Ivory Therapy, foi mais elementar: tratar o outro como gostaríamos de ser tratados. Respeito, valorização e humanidade surgiram como princípios que, apesar de simples na formulação, continuam a exigir trabalho na prática. “Acho que não é preciso complicar muito. É, literalmente, ser humano”, afirmou.

Diana Taveira, cofundadora da agência Milk & Black, colocou a autorregulação emocional no centro, sobretudo perante rejeição, adversidade e situações que não correm como esperado.

Tiago Marques, cofundador dos espaços Paco Bigotes, Parea e Compania de Bebidas, juntou empatia e autocontrolo, defendendo maior atenção às relações humanas e à capacidade de antecipar problemas antes de estes se transformarem em conflitos. Escutar, conversar, dar feedback e compreender o outro lado da relação profissional foram alguns dos pontos que colocou sobre a mesa. A ideia acabaria por atravessar várias intervenções: liderar pessoas exige cada vez menos respostas automáticas e mais capacidade para perceber contextos.
Se a manhã procurou descobrir “o que responde um líder?”, talvez a conclusão esteja nas palavras que ficaram espalhadas pela sala: autocontrolo, adaptação, pensamento crítico, clareza, escuta, autoconsciência, humanidade, autorregulação e empatia. Num futuro em que a tecnologia fará cada vez mais, a liderança poderá distinguir-se, precisamente, por aquilo que continua a depender de pessoas.
O evento contou com a parceria da Junta de Freguesia Cascais Estoril, Museu do Mar Rei D. Carlos, WKTM e ZOME Miraflores. Mais de 100 pessoas encheram a sala e confirmaram a necessidade de debater estes temas.

