
#Protagonistas
Seis perguntas a Inês Meneses e Tozé Brito
Depois da publicação de Ao Fim do Dia, Inês Meneses e Tozé Brito continuam a fazer da conversa um ritual, e da memória matéria para novas histórias. Nas respostas às seis perguntas do MOTIVO, falam sobre relações, tempo, romantismo, rotinas e aquilo que ainda gostariam de viver juntos.
Cinco meses depois da publicação de Ao Fim do Dia, já surgiram novas memórias e confissões, nas conversas ao anoitecer?
INÊS MENESES e TOZÉ BRITO — Surgem sempre; é inevitável. A conversa não se esgota e as perguntas são muitas. Fazemos memória todos os dias.

Esse hábito de encontro de fim de dia, todos os dias, é um dos vossos rituais comuns. Que outros têm e prezam?
I.M. e T.B. — Acordar com tempo para traçarmos planos para o dia, mesmo que não se concretizem. Trazer mais conversa para o jantar, rever filmes e trocar novidades. Acontece muito um dos dois guardar na algibeira uma canção que descobriu ou um vinho por beber ou ainda um livro para ler.
Como foi o processo de selecionar as histórias e dar-lhes corpo num texto uno, que não vem assinado e vamos descobrindo à medida que o lemos?
I.M. e T.B. — O livro conheceu uma cadência muito própria; foi-se escrevendo sem conhecer entraves ou obstáculos. Não definimos o ritmo ou balizas. Foi uma construção autónoma e espontânea entre páginas.
O livro confirma ambos como exímios observadores. Do que veem da vida romântica e rotineira dos casais de hoje, o que acham que faz mais falta?
I.M. e T.B. — Tempo para as pessoas se conhecerem. Este ´toca e foge` está a dar cabo das relações. As aplicações vieram virar do avesso o romantismo. Não que não sejam necessárias; há muita gente feliz por ter encontrado ali o amor, mas é preciso tempo e não desistir à primeira.

Liberdade, trabalho, família, saúde, passado e muita noção da importância do presente: se tivessem de escolher um fio condutor para este livro, qual seria?
I.M. e T.B. — O fio da memória, esse caminho que nos trouxe até aqui. A coleção de experiências. Todos temos as nossas. Todos temos livros por escrever. A vida que se abre ao novo todos os dias. O livro traz muitos pontos de interrogação. A pergunta é o motor da vida.
Vocês são uma espécie de embaixadores nacionais do amor e este livro é mais uma celebração da vossa história. O que gostavam que se seguisse?
I.M. e T.B. — Que a história continue. A nossa e a dos que nos são próximos. Termos a capacidade de fazer de momentos menos bons, novas e melhores experiências.

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Seis perguntas a Inês Meneses e Tozé Brito
Depois da publicação de Ao Fim do Dia, Inês Meneses e Tozé Brito continuam a fazer da conversa um ritual, e da memória matéria para novas histórias. Nas respostas às seis perguntas do MOTIVO, falam sobre relações, tempo, romantismo, rotinas e aquilo que ainda gostariam de viver juntos.
Cinco meses depois da publicação de Ao Fim do Dia, já surgiram novas memórias e confissões, nas conversas ao anoitecer?
INÊS MENESES e TOZÉ BRITO — Surgem sempre; é inevitável. A conversa não se esgota e as perguntas são muitas. Fazemos memória todos os dias.

Esse hábito de encontro de fim de dia, todos os dias, é um dos vossos rituais comuns. Que outros têm e prezam?
I.M. e T.B. — Acordar com tempo para traçarmos planos para o dia, mesmo que não se concretizem. Trazer mais conversa para o jantar, rever filmes e trocar novidades. Acontece muito um dos dois guardar na algibeira uma canção que descobriu ou um vinho por beber ou ainda um livro para ler.
Como foi o processo de selecionar as histórias e dar-lhes corpo num texto uno, que não vem assinado e vamos descobrindo à medida que o lemos?
I.M. e T.B. — O livro conheceu uma cadência muito própria; foi-se escrevendo sem conhecer entraves ou obstáculos. Não definimos o ritmo ou balizas. Foi uma construção autónoma e espontânea entre páginas.
O livro confirma ambos como exímios observadores. Do que veem da vida romântica e rotineira dos casais de hoje, o que acham que faz mais falta?
I.M. e T.B. — Tempo para as pessoas se conhecerem. Este ´toca e foge` está a dar cabo das relações. As aplicações vieram virar do avesso o romantismo. Não que não sejam necessárias; há muita gente feliz por ter encontrado ali o amor, mas é preciso tempo e não desistir à primeira.

Liberdade, trabalho, família, saúde, passado e muita noção da importância do presente: se tivessem de escolher um fio condutor para este livro, qual seria?
I.M. e T.B. — O fio da memória, esse caminho que nos trouxe até aqui. A coleção de experiências. Todos temos as nossas. Todos temos livros por escrever. A vida que se abre ao novo todos os dias. O livro traz muitos pontos de interrogação. A pergunta é o motor da vida.
Vocês são uma espécie de embaixadores nacionais do amor e este livro é mais uma celebração da vossa história. O que gostavam que se seguisse?
I.M. e T.B. — Que a história continue. A nossa e a dos que nos são próximos. Termos a capacidade de fazer de momentos menos bons, novas e melhores experiências.

#Protagonistas
Seis perguntas a Inês Meneses e Tozé Brito
Depois da publicação de Ao Fim do Dia, Inês Meneses e Tozé Brito continuam a fazer da conversa um ritual, e da memória matéria para novas histórias. Nas respostas às seis perguntas do MOTIVO, falam sobre relações, tempo, romantismo, rotinas e aquilo que ainda gostariam de viver juntos.
Cinco meses depois da publicação de Ao Fim do Dia, já surgiram novas memórias e confissões, nas conversas ao anoitecer?
INÊS MENESES e TOZÉ BRITO — Surgem sempre; é inevitável. A conversa não se esgota e as perguntas são muitas. Fazemos memória todos os dias.

Esse hábito de encontro de fim de dia, todos os dias, é um dos vossos rituais comuns. Que outros têm e prezam?
I.M. e T.B. — Acordar com tempo para traçarmos planos para o dia, mesmo que não se concretizem. Trazer mais conversa para o jantar, rever filmes e trocar novidades. Acontece muito um dos dois guardar na algibeira uma canção que descobriu ou um vinho por beber ou ainda um livro para ler.
Como foi o processo de selecionar as histórias e dar-lhes corpo num texto uno, que não vem assinado e vamos descobrindo à medida que o lemos?
I.M. e T.B. — O livro conheceu uma cadência muito própria; foi-se escrevendo sem conhecer entraves ou obstáculos. Não definimos o ritmo ou balizas. Foi uma construção autónoma e espontânea entre páginas.
O livro confirma ambos como exímios observadores. Do que veem da vida romântica e rotineira dos casais de hoje, o que acham que faz mais falta?
I.M. e T.B. — Tempo para as pessoas se conhecerem. Este ´toca e foge` está a dar cabo das relações. As aplicações vieram virar do avesso o romantismo. Não que não sejam necessárias; há muita gente feliz por ter encontrado ali o amor, mas é preciso tempo e não desistir à primeira.

Liberdade, trabalho, família, saúde, passado e muita noção da importância do presente: se tivessem de escolher um fio condutor para este livro, qual seria?
I.M. e T.B. — O fio da memória, esse caminho que nos trouxe até aqui. A coleção de experiências. Todos temos as nossas. Todos temos livros por escrever. A vida que se abre ao novo todos os dias. O livro traz muitos pontos de interrogação. A pergunta é o motor da vida.
Vocês são uma espécie de embaixadores nacionais do amor e este livro é mais uma celebração da vossa história. O que gostavam que se seguisse?
I.M. e T.B. — Que a história continue. A nossa e a dos que nos são próximos. Termos a capacidade de fazer de momentos menos bons, novas e melhores experiências.

#Protagonistas
Seis perguntas a Inês Meneses e Tozé Brito
Depois da publicação de Ao Fim do Dia, Inês Meneses e Tozé Brito continuam a fazer da conversa um ritual, e da memória matéria para novas histórias. Nas respostas às seis perguntas do MOTIVO, falam sobre relações, tempo, romantismo, rotinas e aquilo que ainda gostariam de viver juntos.
Cinco meses depois da publicação de Ao Fim do Dia, já surgiram novas memórias e confissões, nas conversas ao anoitecer?
INÊS MENESES e TOZÉ BRITO — Surgem sempre; é inevitável. A conversa não se esgota e as perguntas são muitas. Fazemos memória todos os dias.

Esse hábito de encontro de fim de dia, todos os dias, é um dos vossos rituais comuns. Que outros têm e prezam?
I.M. e T.B. — Acordar com tempo para traçarmos planos para o dia, mesmo que não se concretizem. Trazer mais conversa para o jantar, rever filmes e trocar novidades. Acontece muito um dos dois guardar na algibeira uma canção que descobriu ou um vinho por beber ou ainda um livro para ler.
Como foi o processo de selecionar as histórias e dar-lhes corpo num texto uno, que não vem assinado e vamos descobrindo à medida que o lemos?
I.M. e T.B. — O livro conheceu uma cadência muito própria; foi-se escrevendo sem conhecer entraves ou obstáculos. Não definimos o ritmo ou balizas. Foi uma construção autónoma e espontânea entre páginas.
O livro confirma ambos como exímios observadores. Do que veem da vida romântica e rotineira dos casais de hoje, o que acham que faz mais falta?
I.M. e T.B. — Tempo para as pessoas se conhecerem. Este ´toca e foge` está a dar cabo das relações. As aplicações vieram virar do avesso o romantismo. Não que não sejam necessárias; há muita gente feliz por ter encontrado ali o amor, mas é preciso tempo e não desistir à primeira.

Liberdade, trabalho, família, saúde, passado e muita noção da importância do presente: se tivessem de escolher um fio condutor para este livro, qual seria?
I.M. e T.B. — O fio da memória, esse caminho que nos trouxe até aqui. A coleção de experiências. Todos temos as nossas. Todos temos livros por escrever. A vida que se abre ao novo todos os dias. O livro traz muitos pontos de interrogação. A pergunta é o motor da vida.
Vocês são uma espécie de embaixadores nacionais do amor e este livro é mais uma celebração da vossa história. O que gostavam que se seguisse?
I.M. e T.B. — Que a história continue. A nossa e a dos que nos são próximos. Termos a capacidade de fazer de momentos menos bons, novas e melhores experiências.




