
#Protagonistas
fOsqa: nova marca portuguesa cruza iluminação, arte e design
Uma luminária pode servir apenas para iluminar uma divisão. A fOsqa quer que seja também um objeto com autoria, narrativa e presença própria. A nova marca portuguesa nasce entre a iluminação, a arquitetura e o design e apresenta-se como uma plataforma curatorial onde diferentes criadores serão convidados a interpretar a luz a partir dos seus próprios universos.
Por detrás do projeto estão a KATOA Lighting e o arquiteto e designer Pedro Geraldes. A primeira traz para a fOsqa a capacidade técnica e de produção; o segundo assume a direção criativa e o olhar curatorial. A intenção é que a marca não fique presa a uma única linguagem visual: a consistência deverá resultar da seleção dos autores e da ideia de tratar cada objeto de iluminação como uma peça assinada.

A coleção de estreia é precisamente de Pedro Geraldes (na foto acima) e reúne cinco criações — TOBU, MIES, NEIL, UNSYM e ÍCARO — que trabalham elementos como cor, assimetria, equilíbrio e a relação entre luz, corpo e espaço. “A alegria pode ser desenhada. O silêncio também”, resume o arquiteto, numa coleção que tanto procura afirmar o objeto como fazê-lo desaparecer para deixar a luz assumir o protagonismo.

TOBU (foto acima) é uma família de luminárias de volumes retangulares e elementos em aço, em que a cor pode transformar o espaço mesmo com a peça apagada. MIES parte da linguagem de Mies van der Rohe e permite diferentes orientações e combinações de cor, material e acabamento. Já NEIL (foto abaixo) reduz a estrutura para aproximar uma grande forma circular luminosa do nível do olhar, numa referência ao primeiro homem a pisar a Lua.

UNSYM explora o equilíbrio através da assimetria e só deverá chegar ao mercado nos próximos meses. ÍCARO (foto abaixo) é a proposta mais inesperada: transforma o tradicional abat-jour numa peça para colocar sobre a cabeça, fazendo de quem a usa uma espécie de escultura luminosa. O objeto deixa aqui de ser apenas iluminação para se aproximar de uma experiência performativa.

Todas as peças são produzidas na fábrica da KATOA Lighting e foram pensadas tanto para clientes particulares como para arquitetos, designers de interiores, colecionadores e projetos de hotelaria, restauração, retalho ou cultura. É também essa infraestrutura que permite à fOsqa procurar um equilíbrio importante para o projeto: dar liberdade aos criadores sem abdicar das exigências técnicas que transformam uma ideia num objeto funcional.
A ambição, porém, começa depois desta primeira coleção. A fOsqa quer convidar artistas, arquitetos, designers, escultores, ilustradores e artesãos portugueses e internacionais a criarem novas interpretações da luz, fazendo de cada coleção uma linguagem diferente dentro da mesma marca. Já estão previstas colaborações com a artista multidisciplinar dinamarquesa Tilde Grynnerup e com o designer austríaco Stefan Sagmeister.
É essa lógica que diferencia a fOsqa de uma marca de iluminação convencional. O projeto procura construir uma coleção progressiva de objetos em que a identidade de cada autor se mantém visível. A luz é o elemento comum; o desenho, a matéria e a forma de a interpretar podem mudar a cada colaboração. A primeira coleção já está disponível online.


#Protagonistas
fOsqa: nova marca portuguesa cruza iluminação, arte e design
Uma luminária pode servir apenas para iluminar uma divisão. A fOsqa quer que seja também um objeto com autoria, narrativa e presença própria. A nova marca portuguesa nasce entre a iluminação, a arquitetura e o design e apresenta-se como uma plataforma curatorial onde diferentes criadores serão convidados a interpretar a luz a partir dos seus próprios universos.
Por detrás do projeto estão a KATOA Lighting e o arquiteto e designer Pedro Geraldes. A primeira traz para a fOsqa a capacidade técnica e de produção; o segundo assume a direção criativa e o olhar curatorial. A intenção é que a marca não fique presa a uma única linguagem visual: a consistência deverá resultar da seleção dos autores e da ideia de tratar cada objeto de iluminação como uma peça assinada.

A coleção de estreia é precisamente de Pedro Geraldes (na foto acima) e reúne cinco criações — TOBU, MIES, NEIL, UNSYM e ÍCARO — que trabalham elementos como cor, assimetria, equilíbrio e a relação entre luz, corpo e espaço. “A alegria pode ser desenhada. O silêncio também”, resume o arquiteto, numa coleção que tanto procura afirmar o objeto como fazê-lo desaparecer para deixar a luz assumir o protagonismo.

TOBU (foto acima) é uma família de luminárias de volumes retangulares e elementos em aço, em que a cor pode transformar o espaço mesmo com a peça apagada. MIES parte da linguagem de Mies van der Rohe e permite diferentes orientações e combinações de cor, material e acabamento. Já NEIL (foto abaixo) reduz a estrutura para aproximar uma grande forma circular luminosa do nível do olhar, numa referência ao primeiro homem a pisar a Lua.

UNSYM explora o equilíbrio através da assimetria e só deverá chegar ao mercado nos próximos meses. ÍCARO (foto abaixo) é a proposta mais inesperada: transforma o tradicional abat-jour numa peça para colocar sobre a cabeça, fazendo de quem a usa uma espécie de escultura luminosa. O objeto deixa aqui de ser apenas iluminação para se aproximar de uma experiência performativa.

Todas as peças são produzidas na fábrica da KATOA Lighting e foram pensadas tanto para clientes particulares como para arquitetos, designers de interiores, colecionadores e projetos de hotelaria, restauração, retalho ou cultura. É também essa infraestrutura que permite à fOsqa procurar um equilíbrio importante para o projeto: dar liberdade aos criadores sem abdicar das exigências técnicas que transformam uma ideia num objeto funcional.
A ambição, porém, começa depois desta primeira coleção. A fOsqa quer convidar artistas, arquitetos, designers, escultores, ilustradores e artesãos portugueses e internacionais a criarem novas interpretações da luz, fazendo de cada coleção uma linguagem diferente dentro da mesma marca. Já estão previstas colaborações com a artista multidisciplinar dinamarquesa Tilde Grynnerup e com o designer austríaco Stefan Sagmeister.
É essa lógica que diferencia a fOsqa de uma marca de iluminação convencional. O projeto procura construir uma coleção progressiva de objetos em que a identidade de cada autor se mantém visível. A luz é o elemento comum; o desenho, a matéria e a forma de a interpretar podem mudar a cada colaboração. A primeira coleção já está disponível online.


#Protagonistas
fOsqa: nova marca portuguesa cruza iluminação, arte e design
Uma luminária pode servir apenas para iluminar uma divisão. A fOsqa quer que seja também um objeto com autoria, narrativa e presença própria. A nova marca portuguesa nasce entre a iluminação, a arquitetura e o design e apresenta-se como uma plataforma curatorial onde diferentes criadores serão convidados a interpretar a luz a partir dos seus próprios universos.
Por detrás do projeto estão a KATOA Lighting e o arquiteto e designer Pedro Geraldes. A primeira traz para a fOsqa a capacidade técnica e de produção; o segundo assume a direção criativa e o olhar curatorial. A intenção é que a marca não fique presa a uma única linguagem visual: a consistência deverá resultar da seleção dos autores e da ideia de tratar cada objeto de iluminação como uma peça assinada.

A coleção de estreia é precisamente de Pedro Geraldes (na foto acima) e reúne cinco criações — TOBU, MIES, NEIL, UNSYM e ÍCARO — que trabalham elementos como cor, assimetria, equilíbrio e a relação entre luz, corpo e espaço. “A alegria pode ser desenhada. O silêncio também”, resume o arquiteto, numa coleção que tanto procura afirmar o objeto como fazê-lo desaparecer para deixar a luz assumir o protagonismo.

TOBU (foto acima) é uma família de luminárias de volumes retangulares e elementos em aço, em que a cor pode transformar o espaço mesmo com a peça apagada. MIES parte da linguagem de Mies van der Rohe e permite diferentes orientações e combinações de cor, material e acabamento. Já NEIL (foto abaixo) reduz a estrutura para aproximar uma grande forma circular luminosa do nível do olhar, numa referência ao primeiro homem a pisar a Lua.

UNSYM explora o equilíbrio através da assimetria e só deverá chegar ao mercado nos próximos meses. ÍCARO (foto abaixo) é a proposta mais inesperada: transforma o tradicional abat-jour numa peça para colocar sobre a cabeça, fazendo de quem a usa uma espécie de escultura luminosa. O objeto deixa aqui de ser apenas iluminação para se aproximar de uma experiência performativa.

Todas as peças são produzidas na fábrica da KATOA Lighting e foram pensadas tanto para clientes particulares como para arquitetos, designers de interiores, colecionadores e projetos de hotelaria, restauração, retalho ou cultura. É também essa infraestrutura que permite à fOsqa procurar um equilíbrio importante para o projeto: dar liberdade aos criadores sem abdicar das exigências técnicas que transformam uma ideia num objeto funcional.
A ambição, porém, começa depois desta primeira coleção. A fOsqa quer convidar artistas, arquitetos, designers, escultores, ilustradores e artesãos portugueses e internacionais a criarem novas interpretações da luz, fazendo de cada coleção uma linguagem diferente dentro da mesma marca. Já estão previstas colaborações com a artista multidisciplinar dinamarquesa Tilde Grynnerup e com o designer austríaco Stefan Sagmeister.
É essa lógica que diferencia a fOsqa de uma marca de iluminação convencional. O projeto procura construir uma coleção progressiva de objetos em que a identidade de cada autor se mantém visível. A luz é o elemento comum; o desenho, a matéria e a forma de a interpretar podem mudar a cada colaboração. A primeira coleção já está disponível online.


#Protagonistas
fOsqa: nova marca portuguesa cruza iluminação, arte e design
Uma luminária pode servir apenas para iluminar uma divisão. A fOsqa quer que seja também um objeto com autoria, narrativa e presença própria. A nova marca portuguesa nasce entre a iluminação, a arquitetura e o design e apresenta-se como uma plataforma curatorial onde diferentes criadores serão convidados a interpretar a luz a partir dos seus próprios universos.
Por detrás do projeto estão a KATOA Lighting e o arquiteto e designer Pedro Geraldes. A primeira traz para a fOsqa a capacidade técnica e de produção; o segundo assume a direção criativa e o olhar curatorial. A intenção é que a marca não fique presa a uma única linguagem visual: a consistência deverá resultar da seleção dos autores e da ideia de tratar cada objeto de iluminação como uma peça assinada.

A coleção de estreia é precisamente de Pedro Geraldes (na foto acima) e reúne cinco criações — TOBU, MIES, NEIL, UNSYM e ÍCARO — que trabalham elementos como cor, assimetria, equilíbrio e a relação entre luz, corpo e espaço. “A alegria pode ser desenhada. O silêncio também”, resume o arquiteto, numa coleção que tanto procura afirmar o objeto como fazê-lo desaparecer para deixar a luz assumir o protagonismo.

TOBU (foto acima) é uma família de luminárias de volumes retangulares e elementos em aço, em que a cor pode transformar o espaço mesmo com a peça apagada. MIES parte da linguagem de Mies van der Rohe e permite diferentes orientações e combinações de cor, material e acabamento. Já NEIL (foto abaixo) reduz a estrutura para aproximar uma grande forma circular luminosa do nível do olhar, numa referência ao primeiro homem a pisar a Lua.

UNSYM explora o equilíbrio através da assimetria e só deverá chegar ao mercado nos próximos meses. ÍCARO (foto abaixo) é a proposta mais inesperada: transforma o tradicional abat-jour numa peça para colocar sobre a cabeça, fazendo de quem a usa uma espécie de escultura luminosa. O objeto deixa aqui de ser apenas iluminação para se aproximar de uma experiência performativa.

Todas as peças são produzidas na fábrica da KATOA Lighting e foram pensadas tanto para clientes particulares como para arquitetos, designers de interiores, colecionadores e projetos de hotelaria, restauração, retalho ou cultura. É também essa infraestrutura que permite à fOsqa procurar um equilíbrio importante para o projeto: dar liberdade aos criadores sem abdicar das exigências técnicas que transformam uma ideia num objeto funcional.
A ambição, porém, começa depois desta primeira coleção. A fOsqa quer convidar artistas, arquitetos, designers, escultores, ilustradores e artesãos portugueses e internacionais a criarem novas interpretações da luz, fazendo de cada coleção uma linguagem diferente dentro da mesma marca. Já estão previstas colaborações com a artista multidisciplinar dinamarquesa Tilde Grynnerup e com o designer austríaco Stefan Sagmeister.
É essa lógica que diferencia a fOsqa de uma marca de iluminação convencional. O projeto procura construir uma coleção progressiva de objetos em que a identidade de cada autor se mantém visível. A luz é o elemento comum; o desenho, a matéria e a forma de a interpretar podem mudar a cada colaboração. A primeira coleção já está disponível online.





