#Protagonistas

Seis perguntas a Carlão

Nome incontornável da música portuguesa. Acaba de lançar um novo trabalho de originais que assinala 50 anos de vida e muita música. Eis as seis respostas de Carlão.

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4 de abr. de 2026, 08:00

Quinta-Essência 75/25 assume-se como uma retrospetiva sonora e pessoal. Como foi fazer esta viagem ao passado?

Foi muito tranquila, principalmente no plano musical. Estou a revisitar várias fases que não foram apenas momentos passageiros, são fases que ficaram para sempre, e às quais regresso com frequência. Portanto, foi um processo natural. Já com os interlúdios, em que fui buscar textos escritos há muitos anos, foi diferente. Aí estou a tocar em pontos muito mais antigos e pessoais. Ainda assim, foi pacífico. No final do dia, é bom perceber que o essencial se mantém intocado.



Contaste com quatro produtores diferentes, que são teus grandes amigos e grandes nomes da música portuguesa. Podes falar-me destas colaborações?

O meu irmão surge logo à cabeça. É praticamente responsável por eu fazer música hoje em dia, porque começou muito cedo e influenciou-me bastante. É, provavelmente, a pessoa com quem mais música fiz ao longo dos anos. Conhecemo-nos muito bem, temos gostos muito parecidos e trabalhamos com facilidade. Era incontornável neste disco, porque esteve presente em momentos muito importantes da minha identidade e história musical. Depois, o Fred Ferreira. Foi muito importante em vários projetos, desde os Dias de Raiva até ao disco 5-30. Foi também quem me incentivou a voltar a rimar e contribuiu para o disco 40. Gosto muito da musicalidade dele, que tem uma dimensão quase cinematográfica, e isso torna-se muito inspirador para escrever. O Branko também tinha de estar presente. Foi fundamental no meu primeiro disco enquanto Carlão, especialmente com Os Tais, o meu primeiro grande êxito a solo. Foi também a partir desse momento que começámos a trabalhar mais a música africana, um território que me acompanha desde 2015. O Branko é mais do que um beatmaker, é um produtor no sentido mais completo, com uma visão global da música. Por fim, os Beatbombers — Stereossauro e DJ Ride. Tinha vários EPs na calha e acabei por recuperar algumas dessas músicas para este disco. Estes quatro produtores, ou cinco, melhor dizendo, são músicos com uma grande abertura, capazes de trabalhar diferentes linguagens. São o tipo de colaboração que me estimula muito criativamente.

És tu quem assina as letras de todos os temas. Como foi o processo de escrita, sabias do que querias falar ou foi surgindo?

Não houve apenas um processo. Normalmente, escrevo em cima da música, mas nem sempre. Há temas que nasceram de frases soltas que fui desenvolvendo mais tarde, outros começaram do zero quando ouvi a música. Também há letras que tinha guardadas e que acabaram por encontrar lugar neste disco. Em alguns casos, como Na Loucura ou Passo a Passo, são temas que quase se escreveram à minha frente, de tão necessários que eram. Por outro lado, há músicas mais conscientes, como Oh Nha Nené, que escrevi como forma de agradecimento à minha mãe.



Voltas à crítica social e à introspeção. Culpa dos 50 anos ou do estado do país e do mundo?

Na verdade, nunca deixei de fazer crítica social ou introspeção. O que aconteceu foi que, nos últimos anos, os temas que saíram foram mais singles, mais orientados para o lado pop. Ao mesmo tempo, continuei a compor músicas que acabaram por integrar este disco. A crítica social e a introspeção sempre estiveram presentes na minha música. A culpa é sempre do estado do mundo e também do meu estado interior. É algo que me caracteriza. Nunca vou deixar de olhar para dentro, de criticar socialmente ou de fazer música para dançar. Tento juntar tudo, porque a vida também merece esse lado.

Este trabalho também reafirma a ligação às tuas raízes africanas. Podemos dizer que só assim a festa dos 50 anos ficava completa?

Sim, acho que a festa dos 50 só ficava completa com esse lado. Tinha de haver esse balanço africano, essa morabeza, essa sabura. Estou a reaproximar-me timidamente das minhas origens cabo-verdianas. Sou uma pessoa lenta, mas faço esse caminho com segurança. É um lado de mim que nunca me definirá por completo, porque sou africano e europeu ao mesmo tempo. Ainda assim, é uma parte importante da minha identidade que quero continuar a descobrir e aprofundar.



Sabendo o que sabes hoje, o que dirias ao Carlos Nobre Neves que vemos na capa deste trabalho?

Diria que vai tudo correr bem, apesar dos percalços. Também lhe diria para ter cuidado com algumas coisas, mas, conhecendo aquele miúdo, provavelmente não iria ouvir. (Risos) Naquela altura, tinha muitas certezas e poucas dúvidas. Hoje é o contrário. Mas isso é a vida a acontecer. E os miúdos a serem miúdos.

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Seis perguntas a Carlão

Nome incontornável da música portuguesa. Acaba de lançar um novo trabalho de originais que assinala 50 anos de vida e muita música. Eis as seis respostas de Carlão.

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4 de abr. de 2026, 08:00

Quinta-Essência 75/25 assume-se como uma retrospetiva sonora e pessoal. Como foi fazer esta viagem ao passado?

Foi muito tranquila, principalmente no plano musical. Estou a revisitar várias fases que não foram apenas momentos passageiros, são fases que ficaram para sempre, e às quais regresso com frequência. Portanto, foi um processo natural. Já com os interlúdios, em que fui buscar textos escritos há muitos anos, foi diferente. Aí estou a tocar em pontos muito mais antigos e pessoais. Ainda assim, foi pacífico. No final do dia, é bom perceber que o essencial se mantém intocado.



Contaste com quatro produtores diferentes, que são teus grandes amigos e grandes nomes da música portuguesa. Podes falar-me destas colaborações?

O meu irmão surge logo à cabeça. É praticamente responsável por eu fazer música hoje em dia, porque começou muito cedo e influenciou-me bastante. É, provavelmente, a pessoa com quem mais música fiz ao longo dos anos. Conhecemo-nos muito bem, temos gostos muito parecidos e trabalhamos com facilidade. Era incontornável neste disco, porque esteve presente em momentos muito importantes da minha identidade e história musical. Depois, o Fred Ferreira. Foi muito importante em vários projetos, desde os Dias de Raiva até ao disco 5-30. Foi também quem me incentivou a voltar a rimar e contribuiu para o disco 40. Gosto muito da musicalidade dele, que tem uma dimensão quase cinematográfica, e isso torna-se muito inspirador para escrever. O Branko também tinha de estar presente. Foi fundamental no meu primeiro disco enquanto Carlão, especialmente com Os Tais, o meu primeiro grande êxito a solo. Foi também a partir desse momento que começámos a trabalhar mais a música africana, um território que me acompanha desde 2015. O Branko é mais do que um beatmaker, é um produtor no sentido mais completo, com uma visão global da música. Por fim, os Beatbombers — Stereossauro e DJ Ride. Tinha vários EPs na calha e acabei por recuperar algumas dessas músicas para este disco. Estes quatro produtores, ou cinco, melhor dizendo, são músicos com uma grande abertura, capazes de trabalhar diferentes linguagens. São o tipo de colaboração que me estimula muito criativamente.

És tu quem assina as letras de todos os temas. Como foi o processo de escrita, sabias do que querias falar ou foi surgindo?

Não houve apenas um processo. Normalmente, escrevo em cima da música, mas nem sempre. Há temas que nasceram de frases soltas que fui desenvolvendo mais tarde, outros começaram do zero quando ouvi a música. Também há letras que tinha guardadas e que acabaram por encontrar lugar neste disco. Em alguns casos, como Na Loucura ou Passo a Passo, são temas que quase se escreveram à minha frente, de tão necessários que eram. Por outro lado, há músicas mais conscientes, como Oh Nha Nené, que escrevi como forma de agradecimento à minha mãe.



Voltas à crítica social e à introspeção. Culpa dos 50 anos ou do estado do país e do mundo?

Na verdade, nunca deixei de fazer crítica social ou introspeção. O que aconteceu foi que, nos últimos anos, os temas que saíram foram mais singles, mais orientados para o lado pop. Ao mesmo tempo, continuei a compor músicas que acabaram por integrar este disco. A crítica social e a introspeção sempre estiveram presentes na minha música. A culpa é sempre do estado do mundo e também do meu estado interior. É algo que me caracteriza. Nunca vou deixar de olhar para dentro, de criticar socialmente ou de fazer música para dançar. Tento juntar tudo, porque a vida também merece esse lado.

Este trabalho também reafirma a ligação às tuas raízes africanas. Podemos dizer que só assim a festa dos 50 anos ficava completa?

Sim, acho que a festa dos 50 só ficava completa com esse lado. Tinha de haver esse balanço africano, essa morabeza, essa sabura. Estou a reaproximar-me timidamente das minhas origens cabo-verdianas. Sou uma pessoa lenta, mas faço esse caminho com segurança. É um lado de mim que nunca me definirá por completo, porque sou africano e europeu ao mesmo tempo. Ainda assim, é uma parte importante da minha identidade que quero continuar a descobrir e aprofundar.



Sabendo o que sabes hoje, o que dirias ao Carlos Nobre Neves que vemos na capa deste trabalho?

Diria que vai tudo correr bem, apesar dos percalços. Também lhe diria para ter cuidado com algumas coisas, mas, conhecendo aquele miúdo, provavelmente não iria ouvir. (Risos) Naquela altura, tinha muitas certezas e poucas dúvidas. Hoje é o contrário. Mas isso é a vida a acontecer. E os miúdos a serem miúdos.

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Seis perguntas a Carlão

Nome incontornável da música portuguesa. Acaba de lançar um novo trabalho de originais que assinala 50 anos de vida e muita música. Eis as seis respostas de Carlão.

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4 de abr. de 2026, 08:00

Quinta-Essência 75/25 assume-se como uma retrospetiva sonora e pessoal. Como foi fazer esta viagem ao passado?

Foi muito tranquila, principalmente no plano musical. Estou a revisitar várias fases que não foram apenas momentos passageiros, são fases que ficaram para sempre, e às quais regresso com frequência. Portanto, foi um processo natural. Já com os interlúdios, em que fui buscar textos escritos há muitos anos, foi diferente. Aí estou a tocar em pontos muito mais antigos e pessoais. Ainda assim, foi pacífico. No final do dia, é bom perceber que o essencial se mantém intocado.



Contaste com quatro produtores diferentes, que são teus grandes amigos e grandes nomes da música portuguesa. Podes falar-me destas colaborações?

O meu irmão surge logo à cabeça. É praticamente responsável por eu fazer música hoje em dia, porque começou muito cedo e influenciou-me bastante. É, provavelmente, a pessoa com quem mais música fiz ao longo dos anos. Conhecemo-nos muito bem, temos gostos muito parecidos e trabalhamos com facilidade. Era incontornável neste disco, porque esteve presente em momentos muito importantes da minha identidade e história musical. Depois, o Fred Ferreira. Foi muito importante em vários projetos, desde os Dias de Raiva até ao disco 5-30. Foi também quem me incentivou a voltar a rimar e contribuiu para o disco 40. Gosto muito da musicalidade dele, que tem uma dimensão quase cinematográfica, e isso torna-se muito inspirador para escrever. O Branko também tinha de estar presente. Foi fundamental no meu primeiro disco enquanto Carlão, especialmente com Os Tais, o meu primeiro grande êxito a solo. Foi também a partir desse momento que começámos a trabalhar mais a música africana, um território que me acompanha desde 2015. O Branko é mais do que um beatmaker, é um produtor no sentido mais completo, com uma visão global da música. Por fim, os Beatbombers — Stereossauro e DJ Ride. Tinha vários EPs na calha e acabei por recuperar algumas dessas músicas para este disco. Estes quatro produtores, ou cinco, melhor dizendo, são músicos com uma grande abertura, capazes de trabalhar diferentes linguagens. São o tipo de colaboração que me estimula muito criativamente.

És tu quem assina as letras de todos os temas. Como foi o processo de escrita, sabias do que querias falar ou foi surgindo?

Não houve apenas um processo. Normalmente, escrevo em cima da música, mas nem sempre. Há temas que nasceram de frases soltas que fui desenvolvendo mais tarde, outros começaram do zero quando ouvi a música. Também há letras que tinha guardadas e que acabaram por encontrar lugar neste disco. Em alguns casos, como Na Loucura ou Passo a Passo, são temas que quase se escreveram à minha frente, de tão necessários que eram. Por outro lado, há músicas mais conscientes, como Oh Nha Nené, que escrevi como forma de agradecimento à minha mãe.



Voltas à crítica social e à introspeção. Culpa dos 50 anos ou do estado do país e do mundo?

Na verdade, nunca deixei de fazer crítica social ou introspeção. O que aconteceu foi que, nos últimos anos, os temas que saíram foram mais singles, mais orientados para o lado pop. Ao mesmo tempo, continuei a compor músicas que acabaram por integrar este disco. A crítica social e a introspeção sempre estiveram presentes na minha música. A culpa é sempre do estado do mundo e também do meu estado interior. É algo que me caracteriza. Nunca vou deixar de olhar para dentro, de criticar socialmente ou de fazer música para dançar. Tento juntar tudo, porque a vida também merece esse lado.

Este trabalho também reafirma a ligação às tuas raízes africanas. Podemos dizer que só assim a festa dos 50 anos ficava completa?

Sim, acho que a festa dos 50 só ficava completa com esse lado. Tinha de haver esse balanço africano, essa morabeza, essa sabura. Estou a reaproximar-me timidamente das minhas origens cabo-verdianas. Sou uma pessoa lenta, mas faço esse caminho com segurança. É um lado de mim que nunca me definirá por completo, porque sou africano e europeu ao mesmo tempo. Ainda assim, é uma parte importante da minha identidade que quero continuar a descobrir e aprofundar.



Sabendo o que sabes hoje, o que dirias ao Carlos Nobre Neves que vemos na capa deste trabalho?

Diria que vai tudo correr bem, apesar dos percalços. Também lhe diria para ter cuidado com algumas coisas, mas, conhecendo aquele miúdo, provavelmente não iria ouvir. (Risos) Naquela altura, tinha muitas certezas e poucas dúvidas. Hoje é o contrário. Mas isso é a vida a acontecer. E os miúdos a serem miúdos.

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Seis perguntas a Carlão

Nome incontornável da música portuguesa. Acaba de lançar um novo trabalho de originais que assinala 50 anos de vida e muita música. Eis as seis respostas de Carlão.

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4 de abr. de 2026, 08:00

Quinta-Essência 75/25 assume-se como uma retrospetiva sonora e pessoal. Como foi fazer esta viagem ao passado?

Foi muito tranquila, principalmente no plano musical. Estou a revisitar várias fases que não foram apenas momentos passageiros, são fases que ficaram para sempre, e às quais regresso com frequência. Portanto, foi um processo natural. Já com os interlúdios, em que fui buscar textos escritos há muitos anos, foi diferente. Aí estou a tocar em pontos muito mais antigos e pessoais. Ainda assim, foi pacífico. No final do dia, é bom perceber que o essencial se mantém intocado.



Contaste com quatro produtores diferentes, que são teus grandes amigos e grandes nomes da música portuguesa. Podes falar-me destas colaborações?

O meu irmão surge logo à cabeça. É praticamente responsável por eu fazer música hoje em dia, porque começou muito cedo e influenciou-me bastante. É, provavelmente, a pessoa com quem mais música fiz ao longo dos anos. Conhecemo-nos muito bem, temos gostos muito parecidos e trabalhamos com facilidade. Era incontornável neste disco, porque esteve presente em momentos muito importantes da minha identidade e história musical. Depois, o Fred Ferreira. Foi muito importante em vários projetos, desde os Dias de Raiva até ao disco 5-30. Foi também quem me incentivou a voltar a rimar e contribuiu para o disco 40. Gosto muito da musicalidade dele, que tem uma dimensão quase cinematográfica, e isso torna-se muito inspirador para escrever. O Branko também tinha de estar presente. Foi fundamental no meu primeiro disco enquanto Carlão, especialmente com Os Tais, o meu primeiro grande êxito a solo. Foi também a partir desse momento que começámos a trabalhar mais a música africana, um território que me acompanha desde 2015. O Branko é mais do que um beatmaker, é um produtor no sentido mais completo, com uma visão global da música. Por fim, os Beatbombers — Stereossauro e DJ Ride. Tinha vários EPs na calha e acabei por recuperar algumas dessas músicas para este disco. Estes quatro produtores, ou cinco, melhor dizendo, são músicos com uma grande abertura, capazes de trabalhar diferentes linguagens. São o tipo de colaboração que me estimula muito criativamente.

És tu quem assina as letras de todos os temas. Como foi o processo de escrita, sabias do que querias falar ou foi surgindo?

Não houve apenas um processo. Normalmente, escrevo em cima da música, mas nem sempre. Há temas que nasceram de frases soltas que fui desenvolvendo mais tarde, outros começaram do zero quando ouvi a música. Também há letras que tinha guardadas e que acabaram por encontrar lugar neste disco. Em alguns casos, como Na Loucura ou Passo a Passo, são temas que quase se escreveram à minha frente, de tão necessários que eram. Por outro lado, há músicas mais conscientes, como Oh Nha Nené, que escrevi como forma de agradecimento à minha mãe.



Voltas à crítica social e à introspeção. Culpa dos 50 anos ou do estado do país e do mundo?

Na verdade, nunca deixei de fazer crítica social ou introspeção. O que aconteceu foi que, nos últimos anos, os temas que saíram foram mais singles, mais orientados para o lado pop. Ao mesmo tempo, continuei a compor músicas que acabaram por integrar este disco. A crítica social e a introspeção sempre estiveram presentes na minha música. A culpa é sempre do estado do mundo e também do meu estado interior. É algo que me caracteriza. Nunca vou deixar de olhar para dentro, de criticar socialmente ou de fazer música para dançar. Tento juntar tudo, porque a vida também merece esse lado.

Este trabalho também reafirma a ligação às tuas raízes africanas. Podemos dizer que só assim a festa dos 50 anos ficava completa?

Sim, acho que a festa dos 50 só ficava completa com esse lado. Tinha de haver esse balanço africano, essa morabeza, essa sabura. Estou a reaproximar-me timidamente das minhas origens cabo-verdianas. Sou uma pessoa lenta, mas faço esse caminho com segurança. É um lado de mim que nunca me definirá por completo, porque sou africano e europeu ao mesmo tempo. Ainda assim, é uma parte importante da minha identidade que quero continuar a descobrir e aprofundar.



Sabendo o que sabes hoje, o que dirias ao Carlos Nobre Neves que vemos na capa deste trabalho?

Diria que vai tudo correr bem, apesar dos percalços. Também lhe diria para ter cuidado com algumas coisas, mas, conhecendo aquele miúdo, provavelmente não iria ouvir. (Risos) Naquela altura, tinha muitas certezas e poucas dúvidas. Hoje é o contrário. Mas isso é a vida a acontecer. E os miúdos a serem miúdos.

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