#Motivação

Montras do El Corte Inglés recebem obras de arte durante a ARCOlisboa

Joana Vasconcelos, Hugo de Almeida Pinho, Diogo Bolota e José Taborda são os artistas cujas obras já podem ser vistas nas montras do El Corte Inglés, na Avenida António Augusto de Aguiar, em Lisboa.

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19 de mai. de 2026, 15:28

São montras, mas, até dia 31 de maio, também são espaços de arte contemporânea. A iniciativa surge no âmbito da associação à ARCOlisboa 2026, que irá decorrer entre 27 e 31 deste mês, na Cordoaria Nacional.

O projeto ocupa duas montras de rua do El Corte Inglés e funciona como uma extensão da feira no centro da cidade. Segundo o comunicado de imprensa, a intenção é criar um “diálogo entre o espaço urbano, o público e a criação artística atual”, aproximando a arte contemporânea de quem passa pela zona durante os dias da ARCOlisboa.



Numa das montras, estarão obras de Joana Vasconcelos, representada pela galeria Baró, de Palma de Maiorca. A artista portuguesa é uma das figuras mais reconhecidas da arte contemporânea nacional, com um percurso internacional que inclui exposições em Versalhes, no Guggenheim Bilbao, nas Gallerie degli Uffizi e no Palácio Pitti, entre outros espaços.

A segunda montra recebe Home Sweet Home, projeto apresentado pela galeria portuguesa dialogue, com trabalhos de Hugo de Almeida Pinho, Diogo Bolota e José Taborda. A proposta parte de Philosophy of the Home, de Emanuele Coccia, e olha para a casa como um espaço onde objetos, emoções e modos de habitar se cruzam.



Neste projeto, o espaço doméstico é apresentado como uma espécie de teatro de sombras, composto por elementos que remetem para ferramentas, símbolos, divisórias, acessórios e adereços. A exposição convoca também o imaginário de Jacques Tati, com o seu humor visual e a sua leitura crítica da modernidade.

Entre as obras apresentadas surgem referências como as pantufas voadoras de Artaud, uma máquina de spremuta, o biombo solar Cage D’Orée, uma motosserra cartoon e um amuleto oráculo alado. A proposta procura criar uma identidade partilhada entre os objetos expostos e quem os observa.

O trabalho dos quatro artistas estará também presente na ARCOlisboa, através das respetivas galerias. A iniciativa nas montras funciona, assim, como uma antecipação de algumas das linguagens e propostas que poderão ser encontradas na feira.

A ARCOlisboa, organizada pela IFEMA MADRID, reúne anualmente galerias, artistas, curadores e colecionadores, afirmando-se como uma das plataformas relevantes da arte contemporânea em Lisboa. Com esta intervenção no espaço urbano, o El Corte Inglés reforça a ligação à programação cultural da cidade e leva parte da experiência da feira para fora do recinto expositivo.

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Montras do El Corte Inglés recebem obras de arte durante a ARCOlisboa

Joana Vasconcelos, Hugo de Almeida Pinho, Diogo Bolota e José Taborda são os artistas cujas obras já podem ser vistas nas montras do El Corte Inglés, na Avenida António Augusto de Aguiar, em Lisboa.

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19 de mai. de 2026, 15:28

São montras, mas, até dia 31 de maio, também são espaços de arte contemporânea. A iniciativa surge no âmbito da associação à ARCOlisboa 2026, que irá decorrer entre 27 e 31 deste mês, na Cordoaria Nacional.

O projeto ocupa duas montras de rua do El Corte Inglés e funciona como uma extensão da feira no centro da cidade. Segundo o comunicado de imprensa, a intenção é criar um “diálogo entre o espaço urbano, o público e a criação artística atual”, aproximando a arte contemporânea de quem passa pela zona durante os dias da ARCOlisboa.



Numa das montras, estarão obras de Joana Vasconcelos, representada pela galeria Baró, de Palma de Maiorca. A artista portuguesa é uma das figuras mais reconhecidas da arte contemporânea nacional, com um percurso internacional que inclui exposições em Versalhes, no Guggenheim Bilbao, nas Gallerie degli Uffizi e no Palácio Pitti, entre outros espaços.

A segunda montra recebe Home Sweet Home, projeto apresentado pela galeria portuguesa dialogue, com trabalhos de Hugo de Almeida Pinho, Diogo Bolota e José Taborda. A proposta parte de Philosophy of the Home, de Emanuele Coccia, e olha para a casa como um espaço onde objetos, emoções e modos de habitar se cruzam.



Neste projeto, o espaço doméstico é apresentado como uma espécie de teatro de sombras, composto por elementos que remetem para ferramentas, símbolos, divisórias, acessórios e adereços. A exposição convoca também o imaginário de Jacques Tati, com o seu humor visual e a sua leitura crítica da modernidade.

Entre as obras apresentadas surgem referências como as pantufas voadoras de Artaud, uma máquina de spremuta, o biombo solar Cage D’Orée, uma motosserra cartoon e um amuleto oráculo alado. A proposta procura criar uma identidade partilhada entre os objetos expostos e quem os observa.

O trabalho dos quatro artistas estará também presente na ARCOlisboa, através das respetivas galerias. A iniciativa nas montras funciona, assim, como uma antecipação de algumas das linguagens e propostas que poderão ser encontradas na feira.

A ARCOlisboa, organizada pela IFEMA MADRID, reúne anualmente galerias, artistas, curadores e colecionadores, afirmando-se como uma das plataformas relevantes da arte contemporânea em Lisboa. Com esta intervenção no espaço urbano, o El Corte Inglés reforça a ligação à programação cultural da cidade e leva parte da experiência da feira para fora do recinto expositivo.

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Montras do El Corte Inglés recebem obras de arte durante a ARCOlisboa

Joana Vasconcelos, Hugo de Almeida Pinho, Diogo Bolota e José Taborda são os artistas cujas obras já podem ser vistas nas montras do El Corte Inglés, na Avenida António Augusto de Aguiar, em Lisboa.

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19 de mai. de 2026, 15:28

São montras, mas, até dia 31 de maio, também são espaços de arte contemporânea. A iniciativa surge no âmbito da associação à ARCOlisboa 2026, que irá decorrer entre 27 e 31 deste mês, na Cordoaria Nacional.

O projeto ocupa duas montras de rua do El Corte Inglés e funciona como uma extensão da feira no centro da cidade. Segundo o comunicado de imprensa, a intenção é criar um “diálogo entre o espaço urbano, o público e a criação artística atual”, aproximando a arte contemporânea de quem passa pela zona durante os dias da ARCOlisboa.



Numa das montras, estarão obras de Joana Vasconcelos, representada pela galeria Baró, de Palma de Maiorca. A artista portuguesa é uma das figuras mais reconhecidas da arte contemporânea nacional, com um percurso internacional que inclui exposições em Versalhes, no Guggenheim Bilbao, nas Gallerie degli Uffizi e no Palácio Pitti, entre outros espaços.

A segunda montra recebe Home Sweet Home, projeto apresentado pela galeria portuguesa dialogue, com trabalhos de Hugo de Almeida Pinho, Diogo Bolota e José Taborda. A proposta parte de Philosophy of the Home, de Emanuele Coccia, e olha para a casa como um espaço onde objetos, emoções e modos de habitar se cruzam.



Neste projeto, o espaço doméstico é apresentado como uma espécie de teatro de sombras, composto por elementos que remetem para ferramentas, símbolos, divisórias, acessórios e adereços. A exposição convoca também o imaginário de Jacques Tati, com o seu humor visual e a sua leitura crítica da modernidade.

Entre as obras apresentadas surgem referências como as pantufas voadoras de Artaud, uma máquina de spremuta, o biombo solar Cage D’Orée, uma motosserra cartoon e um amuleto oráculo alado. A proposta procura criar uma identidade partilhada entre os objetos expostos e quem os observa.

O trabalho dos quatro artistas estará também presente na ARCOlisboa, através das respetivas galerias. A iniciativa nas montras funciona, assim, como uma antecipação de algumas das linguagens e propostas que poderão ser encontradas na feira.

A ARCOlisboa, organizada pela IFEMA MADRID, reúne anualmente galerias, artistas, curadores e colecionadores, afirmando-se como uma das plataformas relevantes da arte contemporânea em Lisboa. Com esta intervenção no espaço urbano, o El Corte Inglés reforça a ligação à programação cultural da cidade e leva parte da experiência da feira para fora do recinto expositivo.

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Montras do El Corte Inglés recebem obras de arte durante a ARCOlisboa

Joana Vasconcelos, Hugo de Almeida Pinho, Diogo Bolota e José Taborda são os artistas cujas obras já podem ser vistas nas montras do El Corte Inglés, na Avenida António Augusto de Aguiar, em Lisboa.

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19 de mai. de 2026, 15:28

São montras, mas, até dia 31 de maio, também são espaços de arte contemporânea. A iniciativa surge no âmbito da associação à ARCOlisboa 2026, que irá decorrer entre 27 e 31 deste mês, na Cordoaria Nacional.

O projeto ocupa duas montras de rua do El Corte Inglés e funciona como uma extensão da feira no centro da cidade. Segundo o comunicado de imprensa, a intenção é criar um “diálogo entre o espaço urbano, o público e a criação artística atual”, aproximando a arte contemporânea de quem passa pela zona durante os dias da ARCOlisboa.



Numa das montras, estarão obras de Joana Vasconcelos, representada pela galeria Baró, de Palma de Maiorca. A artista portuguesa é uma das figuras mais reconhecidas da arte contemporânea nacional, com um percurso internacional que inclui exposições em Versalhes, no Guggenheim Bilbao, nas Gallerie degli Uffizi e no Palácio Pitti, entre outros espaços.

A segunda montra recebe Home Sweet Home, projeto apresentado pela galeria portuguesa dialogue, com trabalhos de Hugo de Almeida Pinho, Diogo Bolota e José Taborda. A proposta parte de Philosophy of the Home, de Emanuele Coccia, e olha para a casa como um espaço onde objetos, emoções e modos de habitar se cruzam.



Neste projeto, o espaço doméstico é apresentado como uma espécie de teatro de sombras, composto por elementos que remetem para ferramentas, símbolos, divisórias, acessórios e adereços. A exposição convoca também o imaginário de Jacques Tati, com o seu humor visual e a sua leitura crítica da modernidade.

Entre as obras apresentadas surgem referências como as pantufas voadoras de Artaud, uma máquina de spremuta, o biombo solar Cage D’Orée, uma motosserra cartoon e um amuleto oráculo alado. A proposta procura criar uma identidade partilhada entre os objetos expostos e quem os observa.

O trabalho dos quatro artistas estará também presente na ARCOlisboa, através das respetivas galerias. A iniciativa nas montras funciona, assim, como uma antecipação de algumas das linguagens e propostas que poderão ser encontradas na feira.

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