
#Motivação
Montras do El Corte Inglés recebem obras de arte durante a ARCOlisboa
Joana Vasconcelos, Hugo de Almeida Pinho, Diogo Bolota e José Taborda são os artistas cujas obras já podem ser vistas nas montras do El Corte Inglés, na Avenida António Augusto de Aguiar, em Lisboa.
São montras, mas, até dia 31 de maio, também são espaços de arte contemporânea. A iniciativa surge no âmbito da associação à ARCOlisboa 2026, que irá decorrer entre 27 e 31 deste mês, na Cordoaria Nacional.
O projeto ocupa duas montras de rua do El Corte Inglés e funciona como uma extensão da feira no centro da cidade. Segundo o comunicado de imprensa, a intenção é criar um “diálogo entre o espaço urbano, o público e a criação artística atual”, aproximando a arte contemporânea de quem passa pela zona durante os dias da ARCOlisboa.

Numa das montras, estarão obras de Joana Vasconcelos, representada pela galeria Baró, de Palma de Maiorca. A artista portuguesa é uma das figuras mais reconhecidas da arte contemporânea nacional, com um percurso internacional que inclui exposições em Versalhes, no Guggenheim Bilbao, nas Gallerie degli Uffizi e no Palácio Pitti, entre outros espaços.
A segunda montra recebe Home Sweet Home, projeto apresentado pela galeria portuguesa dialogue, com trabalhos de Hugo de Almeida Pinho, Diogo Bolota e José Taborda. A proposta parte de Philosophy of the Home, de Emanuele Coccia, e olha para a casa como um espaço onde objetos, emoções e modos de habitar se cruzam.

Neste projeto, o espaço doméstico é apresentado como uma espécie de teatro de sombras, composto por elementos que remetem para ferramentas, símbolos, divisórias, acessórios e adereços. A exposição convoca também o imaginário de Jacques Tati, com o seu humor visual e a sua leitura crítica da modernidade.
Entre as obras apresentadas surgem referências como as pantufas voadoras de Artaud, uma máquina de spremuta, o biombo solar Cage D’Orée, uma motosserra cartoon e um amuleto oráculo alado. A proposta procura criar uma identidade partilhada entre os objetos expostos e quem os observa.
O trabalho dos quatro artistas estará também presente na ARCOlisboa, através das respetivas galerias. A iniciativa nas montras funciona, assim, como uma antecipação de algumas das linguagens e propostas que poderão ser encontradas na feira.
A ARCOlisboa, organizada pela IFEMA MADRID, reúne anualmente galerias, artistas, curadores e colecionadores, afirmando-se como uma das plataformas relevantes da arte contemporânea em Lisboa. Com esta intervenção no espaço urbano, o El Corte Inglés reforça a ligação à programação cultural da cidade e leva parte da experiência da feira para fora do recinto expositivo.

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Montras do El Corte Inglés recebem obras de arte durante a ARCOlisboa
Joana Vasconcelos, Hugo de Almeida Pinho, Diogo Bolota e José Taborda são os artistas cujas obras já podem ser vistas nas montras do El Corte Inglés, na Avenida António Augusto de Aguiar, em Lisboa.
São montras, mas, até dia 31 de maio, também são espaços de arte contemporânea. A iniciativa surge no âmbito da associação à ARCOlisboa 2026, que irá decorrer entre 27 e 31 deste mês, na Cordoaria Nacional.
O projeto ocupa duas montras de rua do El Corte Inglés e funciona como uma extensão da feira no centro da cidade. Segundo o comunicado de imprensa, a intenção é criar um “diálogo entre o espaço urbano, o público e a criação artística atual”, aproximando a arte contemporânea de quem passa pela zona durante os dias da ARCOlisboa.

Numa das montras, estarão obras de Joana Vasconcelos, representada pela galeria Baró, de Palma de Maiorca. A artista portuguesa é uma das figuras mais reconhecidas da arte contemporânea nacional, com um percurso internacional que inclui exposições em Versalhes, no Guggenheim Bilbao, nas Gallerie degli Uffizi e no Palácio Pitti, entre outros espaços.
A segunda montra recebe Home Sweet Home, projeto apresentado pela galeria portuguesa dialogue, com trabalhos de Hugo de Almeida Pinho, Diogo Bolota e José Taborda. A proposta parte de Philosophy of the Home, de Emanuele Coccia, e olha para a casa como um espaço onde objetos, emoções e modos de habitar se cruzam.

Neste projeto, o espaço doméstico é apresentado como uma espécie de teatro de sombras, composto por elementos que remetem para ferramentas, símbolos, divisórias, acessórios e adereços. A exposição convoca também o imaginário de Jacques Tati, com o seu humor visual e a sua leitura crítica da modernidade.
Entre as obras apresentadas surgem referências como as pantufas voadoras de Artaud, uma máquina de spremuta, o biombo solar Cage D’Orée, uma motosserra cartoon e um amuleto oráculo alado. A proposta procura criar uma identidade partilhada entre os objetos expostos e quem os observa.
O trabalho dos quatro artistas estará também presente na ARCOlisboa, através das respetivas galerias. A iniciativa nas montras funciona, assim, como uma antecipação de algumas das linguagens e propostas que poderão ser encontradas na feira.
A ARCOlisboa, organizada pela IFEMA MADRID, reúne anualmente galerias, artistas, curadores e colecionadores, afirmando-se como uma das plataformas relevantes da arte contemporânea em Lisboa. Com esta intervenção no espaço urbano, o El Corte Inglés reforça a ligação à programação cultural da cidade e leva parte da experiência da feira para fora do recinto expositivo.

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Montras do El Corte Inglés recebem obras de arte durante a ARCOlisboa
Joana Vasconcelos, Hugo de Almeida Pinho, Diogo Bolota e José Taborda são os artistas cujas obras já podem ser vistas nas montras do El Corte Inglés, na Avenida António Augusto de Aguiar, em Lisboa.
São montras, mas, até dia 31 de maio, também são espaços de arte contemporânea. A iniciativa surge no âmbito da associação à ARCOlisboa 2026, que irá decorrer entre 27 e 31 deste mês, na Cordoaria Nacional.
O projeto ocupa duas montras de rua do El Corte Inglés e funciona como uma extensão da feira no centro da cidade. Segundo o comunicado de imprensa, a intenção é criar um “diálogo entre o espaço urbano, o público e a criação artística atual”, aproximando a arte contemporânea de quem passa pela zona durante os dias da ARCOlisboa.

Numa das montras, estarão obras de Joana Vasconcelos, representada pela galeria Baró, de Palma de Maiorca. A artista portuguesa é uma das figuras mais reconhecidas da arte contemporânea nacional, com um percurso internacional que inclui exposições em Versalhes, no Guggenheim Bilbao, nas Gallerie degli Uffizi e no Palácio Pitti, entre outros espaços.
A segunda montra recebe Home Sweet Home, projeto apresentado pela galeria portuguesa dialogue, com trabalhos de Hugo de Almeida Pinho, Diogo Bolota e José Taborda. A proposta parte de Philosophy of the Home, de Emanuele Coccia, e olha para a casa como um espaço onde objetos, emoções e modos de habitar se cruzam.

Neste projeto, o espaço doméstico é apresentado como uma espécie de teatro de sombras, composto por elementos que remetem para ferramentas, símbolos, divisórias, acessórios e adereços. A exposição convoca também o imaginário de Jacques Tati, com o seu humor visual e a sua leitura crítica da modernidade.
Entre as obras apresentadas surgem referências como as pantufas voadoras de Artaud, uma máquina de spremuta, o biombo solar Cage D’Orée, uma motosserra cartoon e um amuleto oráculo alado. A proposta procura criar uma identidade partilhada entre os objetos expostos e quem os observa.
O trabalho dos quatro artistas estará também presente na ARCOlisboa, através das respetivas galerias. A iniciativa nas montras funciona, assim, como uma antecipação de algumas das linguagens e propostas que poderão ser encontradas na feira.
A ARCOlisboa, organizada pela IFEMA MADRID, reúne anualmente galerias, artistas, curadores e colecionadores, afirmando-se como uma das plataformas relevantes da arte contemporânea em Lisboa. Com esta intervenção no espaço urbano, o El Corte Inglés reforça a ligação à programação cultural da cidade e leva parte da experiência da feira para fora do recinto expositivo.

#Motivação
Montras do El Corte Inglés recebem obras de arte durante a ARCOlisboa
Joana Vasconcelos, Hugo de Almeida Pinho, Diogo Bolota e José Taborda são os artistas cujas obras já podem ser vistas nas montras do El Corte Inglés, na Avenida António Augusto de Aguiar, em Lisboa.
São montras, mas, até dia 31 de maio, também são espaços de arte contemporânea. A iniciativa surge no âmbito da associação à ARCOlisboa 2026, que irá decorrer entre 27 e 31 deste mês, na Cordoaria Nacional.
O projeto ocupa duas montras de rua do El Corte Inglés e funciona como uma extensão da feira no centro da cidade. Segundo o comunicado de imprensa, a intenção é criar um “diálogo entre o espaço urbano, o público e a criação artística atual”, aproximando a arte contemporânea de quem passa pela zona durante os dias da ARCOlisboa.

Numa das montras, estarão obras de Joana Vasconcelos, representada pela galeria Baró, de Palma de Maiorca. A artista portuguesa é uma das figuras mais reconhecidas da arte contemporânea nacional, com um percurso internacional que inclui exposições em Versalhes, no Guggenheim Bilbao, nas Gallerie degli Uffizi e no Palácio Pitti, entre outros espaços.
A segunda montra recebe Home Sweet Home, projeto apresentado pela galeria portuguesa dialogue, com trabalhos de Hugo de Almeida Pinho, Diogo Bolota e José Taborda. A proposta parte de Philosophy of the Home, de Emanuele Coccia, e olha para a casa como um espaço onde objetos, emoções e modos de habitar se cruzam.

Neste projeto, o espaço doméstico é apresentado como uma espécie de teatro de sombras, composto por elementos que remetem para ferramentas, símbolos, divisórias, acessórios e adereços. A exposição convoca também o imaginário de Jacques Tati, com o seu humor visual e a sua leitura crítica da modernidade.
Entre as obras apresentadas surgem referências como as pantufas voadoras de Artaud, uma máquina de spremuta, o biombo solar Cage D’Orée, uma motosserra cartoon e um amuleto oráculo alado. A proposta procura criar uma identidade partilhada entre os objetos expostos e quem os observa.
O trabalho dos quatro artistas estará também presente na ARCOlisboa, através das respetivas galerias. A iniciativa nas montras funciona, assim, como uma antecipação de algumas das linguagens e propostas que poderão ser encontradas na feira.
A ARCOlisboa, organizada pela IFEMA MADRID, reúne anualmente galerias, artistas, curadores e colecionadores, afirmando-se como uma das plataformas relevantes da arte contemporânea em Lisboa. Com esta intervenção no espaço urbano, o El Corte Inglés reforça a ligação à programação cultural da cidade e leva parte da experiência da feira para fora do recinto expositivo.




