#Motivação

Beatriz Narciso apresenta a exposição individual “Sótão” na SNBA após vencer bolsa WAF

Um sótão raramente é apenas um lugar de arrumação. É onde ficam as caixas que já ninguém abre, os objetos que sobreviveram às casas, os vestígios de vidas que continuam presentes sem fazer ruído. Em Sótão, a nova exposição individual de Beatriz Narciso, esse espaço íntimo e marginal transforma-se em pintura, instalação e território de memória.

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15 de mai. de 2026, 10:00

A mostra está patente até 13 de junho, na Galeria de Arte Moderna da Sociedade Nacional de Belas-Artes, em Lisboa, e assinala a primeira exposição individual resultante da WAF – Women in Art Fellowship, bolsa criada em 2025 para apoiar mulheres artistas emergentes. A entrada é gratuita.



No centro da exposição está o tríptico monumental Sótão I–III (2026), uma instalação imersiva em acrílico sobre tela que ocupa a galeria e recria esse lugar doméstico onde se acumulam objetos, memórias e pequenas pistas de histórias maiores. Entre latas, ferramentas e fragmentos do quotidiano, surgem referências a invenções e figuras femininas que ficaram muitas vezes fora das narrativas dominantes.

A artista descreve o projeto como “uma abordagem simbólica da importância do contributo feminino em objetos, descobertas e invenções”, recuperando “um legado algo esquecido ao longo da história”. A ideia passa por reunir essas marcas num espaço quotidiano, capaz de refletir formas coletivas e individuais de estar e de ser.

A exposição cruza, por isso, uma dimensão íntima com uma leitura política. O sótão surge como metáfora: um lugar onde aquilo que foi empurrado para fora da vista pode voltar a ser encontrado. A própria artista integra a composição, não como protagonista absoluta, mas como presença vulnerável, aproximando o espectador da experiência representada.



A apresentação na SNBA dá também maior peso institucional ao projeto. Fundada em 1901 e sediada no Palácio das Belas-Artes, a Sociedade Nacional de Belas-Artes assinala 125 anos como uma das instituições de referência no panorama artístico português. A escolha do espaço reforça a ambição da WAF de criar oportunidades reais de produção, apresentação e visibilidade para mulheres artistas emergentes.



Beatriz Narciso nasceu em Lisboa, em 2001, formou-se em Realização Plástica do Espetáculo na Escola Artística António Arroio e licenciou-se em Artes Plásticas na ESAD Caldas da Rainha. Trabalha atualmente no espaço multidisciplinar Safra, no Lumiar, e já apresentou exposições individuais como Deixemos que a Noite nos Abrace e Ilumine o Nosso Olhar e Mnemis Nostos, além de ter participado em mostras coletivas.

Sótão pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 12h às 19h, e aos sábados, das 14h às 19h, na Galeria de Arte Moderna da SNBA, no 1.º piso.

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Beatriz Narciso apresenta a exposição individual “Sótão” na SNBA após vencer bolsa WAF

Um sótão raramente é apenas um lugar de arrumação. É onde ficam as caixas que já ninguém abre, os objetos que sobreviveram às casas, os vestígios de vidas que continuam presentes sem fazer ruído. Em Sótão, a nova exposição individual de Beatriz Narciso, esse espaço íntimo e marginal transforma-se em pintura, instalação e território de memória.

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15 de mai. de 2026, 10:00

A mostra está patente até 13 de junho, na Galeria de Arte Moderna da Sociedade Nacional de Belas-Artes, em Lisboa, e assinala a primeira exposição individual resultante da WAF – Women in Art Fellowship, bolsa criada em 2025 para apoiar mulheres artistas emergentes. A entrada é gratuita.



No centro da exposição está o tríptico monumental Sótão I–III (2026), uma instalação imersiva em acrílico sobre tela que ocupa a galeria e recria esse lugar doméstico onde se acumulam objetos, memórias e pequenas pistas de histórias maiores. Entre latas, ferramentas e fragmentos do quotidiano, surgem referências a invenções e figuras femininas que ficaram muitas vezes fora das narrativas dominantes.

A artista descreve o projeto como “uma abordagem simbólica da importância do contributo feminino em objetos, descobertas e invenções”, recuperando “um legado algo esquecido ao longo da história”. A ideia passa por reunir essas marcas num espaço quotidiano, capaz de refletir formas coletivas e individuais de estar e de ser.

A exposição cruza, por isso, uma dimensão íntima com uma leitura política. O sótão surge como metáfora: um lugar onde aquilo que foi empurrado para fora da vista pode voltar a ser encontrado. A própria artista integra a composição, não como protagonista absoluta, mas como presença vulnerável, aproximando o espectador da experiência representada.



A apresentação na SNBA dá também maior peso institucional ao projeto. Fundada em 1901 e sediada no Palácio das Belas-Artes, a Sociedade Nacional de Belas-Artes assinala 125 anos como uma das instituições de referência no panorama artístico português. A escolha do espaço reforça a ambição da WAF de criar oportunidades reais de produção, apresentação e visibilidade para mulheres artistas emergentes.



Beatriz Narciso nasceu em Lisboa, em 2001, formou-se em Realização Plástica do Espetáculo na Escola Artística António Arroio e licenciou-se em Artes Plásticas na ESAD Caldas da Rainha. Trabalha atualmente no espaço multidisciplinar Safra, no Lumiar, e já apresentou exposições individuais como Deixemos que a Noite nos Abrace e Ilumine o Nosso Olhar e Mnemis Nostos, além de ter participado em mostras coletivas.

Sótão pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 12h às 19h, e aos sábados, das 14h às 19h, na Galeria de Arte Moderna da SNBA, no 1.º piso.

#Motivação

Beatriz Narciso apresenta a exposição individual “Sótão” na SNBA após vencer bolsa WAF

Um sótão raramente é apenas um lugar de arrumação. É onde ficam as caixas que já ninguém abre, os objetos que sobreviveram às casas, os vestígios de vidas que continuam presentes sem fazer ruído. Em Sótão, a nova exposição individual de Beatriz Narciso, esse espaço íntimo e marginal transforma-se em pintura, instalação e território de memória.

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15 de mai. de 2026, 10:00

A mostra está patente até 13 de junho, na Galeria de Arte Moderna da Sociedade Nacional de Belas-Artes, em Lisboa, e assinala a primeira exposição individual resultante da WAF – Women in Art Fellowship, bolsa criada em 2025 para apoiar mulheres artistas emergentes. A entrada é gratuita.



No centro da exposição está o tríptico monumental Sótão I–III (2026), uma instalação imersiva em acrílico sobre tela que ocupa a galeria e recria esse lugar doméstico onde se acumulam objetos, memórias e pequenas pistas de histórias maiores. Entre latas, ferramentas e fragmentos do quotidiano, surgem referências a invenções e figuras femininas que ficaram muitas vezes fora das narrativas dominantes.

A artista descreve o projeto como “uma abordagem simbólica da importância do contributo feminino em objetos, descobertas e invenções”, recuperando “um legado algo esquecido ao longo da história”. A ideia passa por reunir essas marcas num espaço quotidiano, capaz de refletir formas coletivas e individuais de estar e de ser.

A exposição cruza, por isso, uma dimensão íntima com uma leitura política. O sótão surge como metáfora: um lugar onde aquilo que foi empurrado para fora da vista pode voltar a ser encontrado. A própria artista integra a composição, não como protagonista absoluta, mas como presença vulnerável, aproximando o espectador da experiência representada.



A apresentação na SNBA dá também maior peso institucional ao projeto. Fundada em 1901 e sediada no Palácio das Belas-Artes, a Sociedade Nacional de Belas-Artes assinala 125 anos como uma das instituições de referência no panorama artístico português. A escolha do espaço reforça a ambição da WAF de criar oportunidades reais de produção, apresentação e visibilidade para mulheres artistas emergentes.



Beatriz Narciso nasceu em Lisboa, em 2001, formou-se em Realização Plástica do Espetáculo na Escola Artística António Arroio e licenciou-se em Artes Plásticas na ESAD Caldas da Rainha. Trabalha atualmente no espaço multidisciplinar Safra, no Lumiar, e já apresentou exposições individuais como Deixemos que a Noite nos Abrace e Ilumine o Nosso Olhar e Mnemis Nostos, além de ter participado em mostras coletivas.

Sótão pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 12h às 19h, e aos sábados, das 14h às 19h, na Galeria de Arte Moderna da SNBA, no 1.º piso.

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Beatriz Narciso apresenta a exposição individual “Sótão” na SNBA após vencer bolsa WAF

Um sótão raramente é apenas um lugar de arrumação. É onde ficam as caixas que já ninguém abre, os objetos que sobreviveram às casas, os vestígios de vidas que continuam presentes sem fazer ruído. Em Sótão, a nova exposição individual de Beatriz Narciso, esse espaço íntimo e marginal transforma-se em pintura, instalação e território de memória.

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15 de mai. de 2026, 10:00

A mostra está patente até 13 de junho, na Galeria de Arte Moderna da Sociedade Nacional de Belas-Artes, em Lisboa, e assinala a primeira exposição individual resultante da WAF – Women in Art Fellowship, bolsa criada em 2025 para apoiar mulheres artistas emergentes. A entrada é gratuita.



No centro da exposição está o tríptico monumental Sótão I–III (2026), uma instalação imersiva em acrílico sobre tela que ocupa a galeria e recria esse lugar doméstico onde se acumulam objetos, memórias e pequenas pistas de histórias maiores. Entre latas, ferramentas e fragmentos do quotidiano, surgem referências a invenções e figuras femininas que ficaram muitas vezes fora das narrativas dominantes.

A artista descreve o projeto como “uma abordagem simbólica da importância do contributo feminino em objetos, descobertas e invenções”, recuperando “um legado algo esquecido ao longo da história”. A ideia passa por reunir essas marcas num espaço quotidiano, capaz de refletir formas coletivas e individuais de estar e de ser.

A exposição cruza, por isso, uma dimensão íntima com uma leitura política. O sótão surge como metáfora: um lugar onde aquilo que foi empurrado para fora da vista pode voltar a ser encontrado. A própria artista integra a composição, não como protagonista absoluta, mas como presença vulnerável, aproximando o espectador da experiência representada.



A apresentação na SNBA dá também maior peso institucional ao projeto. Fundada em 1901 e sediada no Palácio das Belas-Artes, a Sociedade Nacional de Belas-Artes assinala 125 anos como uma das instituições de referência no panorama artístico português. A escolha do espaço reforça a ambição da WAF de criar oportunidades reais de produção, apresentação e visibilidade para mulheres artistas emergentes.



Beatriz Narciso nasceu em Lisboa, em 2001, formou-se em Realização Plástica do Espetáculo na Escola Artística António Arroio e licenciou-se em Artes Plásticas na ESAD Caldas da Rainha. Trabalha atualmente no espaço multidisciplinar Safra, no Lumiar, e já apresentou exposições individuais como Deixemos que a Noite nos Abrace e Ilumine o Nosso Olhar e Mnemis Nostos, além de ter participado em mostras coletivas.

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