
#Protagonistas
ISABEL SILVA: "Os meus negócios vão sempre ao ritmo da minha saúde”
Comunicadora, desportista e empreendedora. Isabel Silva está numa fase de transformação. Depois de construir uma comunidade fiel em torno do bem-estar, trabalha agora para consolidar a DoBem como um projeto sustentável financeiramente e com ambição de crescimento. Nesta conversa, fala sobre liderança pessoal, empreendedorismo e o desafio de construir um ecossistema com impacto real.
Qual é o teu motivo?
ISABEL SILVA — O meu motivo é comunicar para inspirar e capacitar. Para mim, há uma diferença entre inspirar e capacitar. Inspirar pode ser momentâneo; capacitar implica que a pessoa absorva a informação e consiga aplicá-la no dia a dia. É isso que me move: sentir que alguém viu um conteúdo meu e aprendeu algo útil, seja na alimentação, nos hábitos ou no bem-estar. Gosto de pensar que a minha comunicação assenta em três pilares: informar, inspirar e capacitar. Tudo com a intenção de contribuir para um mundo melhor. E acredito que esse mundo melhor começa quando cada pessoa decide ser melhor consigo própria. Quando estamos bem connosco, naturalmente estamos melhor com os outros.

Quando percebeste que esse era o caminho?
I.S. — Comecei a ter essa consciência quando fui para a faculdade. Estudei Ciências da Comunicação, mas não tinha uma profissão definida na cabeça. Nunca fui aquela pessoa que dizia que queria ser médica ou advogada. Eu sabia, sobretudo, como queria sentir-me: entusiasmada, curiosa, em constante aprendizagem. Escolhi Ciências da Comunicação porque gostava de escrever, de ouvir histórias e de comunicar. Com o tempo, fui percebendo que queria inspirar pessoas e mostrar que, através de pequenos hábitos diários, é possível conquistar saúde, longevidade e uma maior liderança pessoal.
Em que fase está agora o projeto da DoBem?
I.S. — Está numa fase desafiante e muito exigente. A intenção está clara, mas estou numa transição entre um projeto movido pela paixão e um negócio sustentável. A DoBem já é uma love brand, com comunidade, eventos e conteúdos, mas agora estou a trabalhar para o tornar financeiramente viável. Isso implica sair da zona de conforto e aprender áreas que não domino, como logística, produção, estratégia ou finanças. Não significa que vá fazer tudo, mas preciso compreender esses universos para tomar melhores decisões e trabalhar com as pessoas certas. Estou numa fase de crescimento que implica alguma dor, mas também muita aprendizagem. Eu era empreendedora, tinha a visão e a criatividade, agora estou a aprender a ser empresária e gestora.

E nesse trabalho, que tipo de líder és tu?
I.S. — Tenho uma liderança completamente humanizada e muito horizontal. Não funciono sem a minha equipa. Somos sempre melhores com os outros. Neste momento, tenho quatro ou cinco pessoas a trabalhar comigo na DoBem e aquilo que tento fazer é perceber onde está a motivação de cada pessoa e o que é que cada uma faz melhor, colocando-as nesse lugar. Procuro encontrar as pessoas certas para fazer aquilo que eu não faço tão bem.
Qual é a visão para o projeto DoBem?
I.S. — A DoBem é um ecossistema de saúde e bem-estar. Já temos uma comunidade ativa, mentores e parceiros, com médicos, nutricionistas, personal trainers, terapeutas, e estamos a estruturar o projeto em três vertentes. Há uma componente de conteúdos e subscrição, com episódios, crónicas, artigos, lives e podcasts; existem os eventos, chamados DoBem em Mobimento, que tem passado por várias cidades do país; e há também uma área de produtos e merchandising. Esta é a visão macro. Agora estou numa fase de implementação, passo a passo, com consistência e foco.
O que tens aprendido neste processo?
I.S. — Sempre fui muito perfecionista e, neste momento, estou a aprender que tentar é essencial. Se algo não corre bem, não significa que tenha falhado, significa apenas que não era o caminho certo. O empreendedorismo exige resiliência, consistência e capacidade de aprendizagem constante. Em Portugal, muitas vezes, existe pouca tolerância ao erro. Parece que temos de acertar à primeira, mas a realidade é que muitos grandes empresários falharam várias vezes antes de terem sucesso. Estou a aprender a lidar melhor com essa ideia e a aceitar que o erro faz parte do processo.

O que é sucesso para ti?
I.S. — Para mim, sucesso é crescer com qualidade. A parte financeira é importante, mas tem de caminhar lado a lado com o impacto e a consistência do projeto. Não faz sentido crescer rapidamente se isso comprometer a qualidade. Prefiro crescer de forma sustentada, com uma base sólida, mantendo coerência com aquilo em que acredito.
Qual é o papel da saúde no teu percurso empreendedor?
I.S. — A saúde é central. Os meus negócios e projetos vão sempre ao ritmo da minha saúde. Quando sinto que estou a perder criatividade ou energia, sei que tenho de parar. Já aconteceu cancelar trabalhos financeiramente muito interessantes porque não me sentia capaz de entregar com qualidade. Houve momentos em que precisei de parar, descansar e recuperar, e isso faz parte do processo. Prefiro tomar essa decisão do que comprometer aquilo que entrego.
VER TAMBÉM:

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Comunicadora, desportista e empreendedora. Isabel Silva está numa fase de transformação. Depois de construir uma comunidade fiel em torno do bem-estar, trabalha agora para consolidar a DoBem como um projeto sustentável financeiramente e com ambição de crescimento. Nesta conversa, fala sobre liderança pessoal, empreendedorismo e o desafio de construir um ecossistema com impacto real.
Qual é o teu motivo?
ISABEL SILVA — O meu motivo é comunicar para inspirar e capacitar. Para mim, há uma diferença entre inspirar e capacitar. Inspirar pode ser momentâneo; capacitar implica que a pessoa absorva a informação e consiga aplicá-la no dia a dia. É isso que me move: sentir que alguém viu um conteúdo meu e aprendeu algo útil, seja na alimentação, nos hábitos ou no bem-estar. Gosto de pensar que a minha comunicação assenta em três pilares: informar, inspirar e capacitar. Tudo com a intenção de contribuir para um mundo melhor. E acredito que esse mundo melhor começa quando cada pessoa decide ser melhor consigo própria. Quando estamos bem connosco, naturalmente estamos melhor com os outros.

Quando percebeste que esse era o caminho?
I.S. — Comecei a ter essa consciência quando fui para a faculdade. Estudei Ciências da Comunicação, mas não tinha uma profissão definida na cabeça. Nunca fui aquela pessoa que dizia que queria ser médica ou advogada. Eu sabia, sobretudo, como queria sentir-me: entusiasmada, curiosa, em constante aprendizagem. Escolhi Ciências da Comunicação porque gostava de escrever, de ouvir histórias e de comunicar. Com o tempo, fui percebendo que queria inspirar pessoas e mostrar que, através de pequenos hábitos diários, é possível conquistar saúde, longevidade e uma maior liderança pessoal.
Em que fase está agora o projeto da DoBem?
I.S. — Está numa fase desafiante e muito exigente. A intenção está clara, mas estou numa transição entre um projeto movido pela paixão e um negócio sustentável. A DoBem já é uma love brand, com comunidade, eventos e conteúdos, mas agora estou a trabalhar para o tornar financeiramente viável. Isso implica sair da zona de conforto e aprender áreas que não domino, como logística, produção, estratégia ou finanças. Não significa que vá fazer tudo, mas preciso compreender esses universos para tomar melhores decisões e trabalhar com as pessoas certas. Estou numa fase de crescimento que implica alguma dor, mas também muita aprendizagem. Eu era empreendedora, tinha a visão e a criatividade, agora estou a aprender a ser empresária e gestora.

E nesse trabalho, que tipo de líder és tu?
I.S. — Tenho uma liderança completamente humanizada e muito horizontal. Não funciono sem a minha equipa. Somos sempre melhores com os outros. Neste momento, tenho quatro ou cinco pessoas a trabalhar comigo na DoBem e aquilo que tento fazer é perceber onde está a motivação de cada pessoa e o que é que cada uma faz melhor, colocando-as nesse lugar. Procuro encontrar as pessoas certas para fazer aquilo que eu não faço tão bem.
Qual é a visão para o projeto DoBem?
I.S. — A DoBem é um ecossistema de saúde e bem-estar. Já temos uma comunidade ativa, mentores e parceiros, com médicos, nutricionistas, personal trainers, terapeutas, e estamos a estruturar o projeto em três vertentes. Há uma componente de conteúdos e subscrição, com episódios, crónicas, artigos, lives e podcasts; existem os eventos, chamados DoBem em Mobimento, que tem passado por várias cidades do país; e há também uma área de produtos e merchandising. Esta é a visão macro. Agora estou numa fase de implementação, passo a passo, com consistência e foco.
O que tens aprendido neste processo?
I.S. — Sempre fui muito perfecionista e, neste momento, estou a aprender que tentar é essencial. Se algo não corre bem, não significa que tenha falhado, significa apenas que não era o caminho certo. O empreendedorismo exige resiliência, consistência e capacidade de aprendizagem constante. Em Portugal, muitas vezes, existe pouca tolerância ao erro. Parece que temos de acertar à primeira, mas a realidade é que muitos grandes empresários falharam várias vezes antes de terem sucesso. Estou a aprender a lidar melhor com essa ideia e a aceitar que o erro faz parte do processo.

O que é sucesso para ti?
I.S. — Para mim, sucesso é crescer com qualidade. A parte financeira é importante, mas tem de caminhar lado a lado com o impacto e a consistência do projeto. Não faz sentido crescer rapidamente se isso comprometer a qualidade. Prefiro crescer de forma sustentada, com uma base sólida, mantendo coerência com aquilo em que acredito.
Qual é o papel da saúde no teu percurso empreendedor?
I.S. — A saúde é central. Os meus negócios e projetos vão sempre ao ritmo da minha saúde. Quando sinto que estou a perder criatividade ou energia, sei que tenho de parar. Já aconteceu cancelar trabalhos financeiramente muito interessantes porque não me sentia capaz de entregar com qualidade. Houve momentos em que precisei de parar, descansar e recuperar, e isso faz parte do processo. Prefiro tomar essa decisão do que comprometer aquilo que entrego.
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ISABEL SILVA: "Os meus negócios vão sempre ao ritmo da minha saúde”
Comunicadora, desportista e empreendedora. Isabel Silva está numa fase de transformação. Depois de construir uma comunidade fiel em torno do bem-estar, trabalha agora para consolidar a DoBem como um projeto sustentável financeiramente e com ambição de crescimento. Nesta conversa, fala sobre liderança pessoal, empreendedorismo e o desafio de construir um ecossistema com impacto real.
Qual é o teu motivo?
ISABEL SILVA — O meu motivo é comunicar para inspirar e capacitar. Para mim, há uma diferença entre inspirar e capacitar. Inspirar pode ser momentâneo; capacitar implica que a pessoa absorva a informação e consiga aplicá-la no dia a dia. É isso que me move: sentir que alguém viu um conteúdo meu e aprendeu algo útil, seja na alimentação, nos hábitos ou no bem-estar. Gosto de pensar que a minha comunicação assenta em três pilares: informar, inspirar e capacitar. Tudo com a intenção de contribuir para um mundo melhor. E acredito que esse mundo melhor começa quando cada pessoa decide ser melhor consigo própria. Quando estamos bem connosco, naturalmente estamos melhor com os outros.

Quando percebeste que esse era o caminho?
I.S. — Comecei a ter essa consciência quando fui para a faculdade. Estudei Ciências da Comunicação, mas não tinha uma profissão definida na cabeça. Nunca fui aquela pessoa que dizia que queria ser médica ou advogada. Eu sabia, sobretudo, como queria sentir-me: entusiasmada, curiosa, em constante aprendizagem. Escolhi Ciências da Comunicação porque gostava de escrever, de ouvir histórias e de comunicar. Com o tempo, fui percebendo que queria inspirar pessoas e mostrar que, através de pequenos hábitos diários, é possível conquistar saúde, longevidade e uma maior liderança pessoal.
Em que fase está agora o projeto da DoBem?
I.S. — Está numa fase desafiante e muito exigente. A intenção está clara, mas estou numa transição entre um projeto movido pela paixão e um negócio sustentável. A DoBem já é uma love brand, com comunidade, eventos e conteúdos, mas agora estou a trabalhar para o tornar financeiramente viável. Isso implica sair da zona de conforto e aprender áreas que não domino, como logística, produção, estratégia ou finanças. Não significa que vá fazer tudo, mas preciso compreender esses universos para tomar melhores decisões e trabalhar com as pessoas certas. Estou numa fase de crescimento que implica alguma dor, mas também muita aprendizagem. Eu era empreendedora, tinha a visão e a criatividade, agora estou a aprender a ser empresária e gestora.

E nesse trabalho, que tipo de líder és tu?
I.S. — Tenho uma liderança completamente humanizada e muito horizontal. Não funciono sem a minha equipa. Somos sempre melhores com os outros. Neste momento, tenho quatro ou cinco pessoas a trabalhar comigo na DoBem e aquilo que tento fazer é perceber onde está a motivação de cada pessoa e o que é que cada uma faz melhor, colocando-as nesse lugar. Procuro encontrar as pessoas certas para fazer aquilo que eu não faço tão bem.
Qual é a visão para o projeto DoBem?
I.S. — A DoBem é um ecossistema de saúde e bem-estar. Já temos uma comunidade ativa, mentores e parceiros, com médicos, nutricionistas, personal trainers, terapeutas, e estamos a estruturar o projeto em três vertentes. Há uma componente de conteúdos e subscrição, com episódios, crónicas, artigos, lives e podcasts; existem os eventos, chamados DoBem em Mobimento, que tem passado por várias cidades do país; e há também uma área de produtos e merchandising. Esta é a visão macro. Agora estou numa fase de implementação, passo a passo, com consistência e foco.
O que tens aprendido neste processo?
I.S. — Sempre fui muito perfecionista e, neste momento, estou a aprender que tentar é essencial. Se algo não corre bem, não significa que tenha falhado, significa apenas que não era o caminho certo. O empreendedorismo exige resiliência, consistência e capacidade de aprendizagem constante. Em Portugal, muitas vezes, existe pouca tolerância ao erro. Parece que temos de acertar à primeira, mas a realidade é que muitos grandes empresários falharam várias vezes antes de terem sucesso. Estou a aprender a lidar melhor com essa ideia e a aceitar que o erro faz parte do processo.

O que é sucesso para ti?
I.S. — Para mim, sucesso é crescer com qualidade. A parte financeira é importante, mas tem de caminhar lado a lado com o impacto e a consistência do projeto. Não faz sentido crescer rapidamente se isso comprometer a qualidade. Prefiro crescer de forma sustentada, com uma base sólida, mantendo coerência com aquilo em que acredito.
Qual é o papel da saúde no teu percurso empreendedor?
I.S. — A saúde é central. Os meus negócios e projetos vão sempre ao ritmo da minha saúde. Quando sinto que estou a perder criatividade ou energia, sei que tenho de parar. Já aconteceu cancelar trabalhos financeiramente muito interessantes porque não me sentia capaz de entregar com qualidade. Houve momentos em que precisei de parar, descansar e recuperar, e isso faz parte do processo. Prefiro tomar essa decisão do que comprometer aquilo que entrego.
VER TAMBÉM:

#Protagonistas
ISABEL SILVA: "Os meus negócios vão sempre ao ritmo da minha saúde”
Comunicadora, desportista e empreendedora. Isabel Silva está numa fase de transformação. Depois de construir uma comunidade fiel em torno do bem-estar, trabalha agora para consolidar a DoBem como um projeto sustentável financeiramente e com ambição de crescimento. Nesta conversa, fala sobre liderança pessoal, empreendedorismo e o desafio de construir um ecossistema com impacto real.
Qual é o teu motivo?
ISABEL SILVA — O meu motivo é comunicar para inspirar e capacitar. Para mim, há uma diferença entre inspirar e capacitar. Inspirar pode ser momentâneo; capacitar implica que a pessoa absorva a informação e consiga aplicá-la no dia a dia. É isso que me move: sentir que alguém viu um conteúdo meu e aprendeu algo útil, seja na alimentação, nos hábitos ou no bem-estar. Gosto de pensar que a minha comunicação assenta em três pilares: informar, inspirar e capacitar. Tudo com a intenção de contribuir para um mundo melhor. E acredito que esse mundo melhor começa quando cada pessoa decide ser melhor consigo própria. Quando estamos bem connosco, naturalmente estamos melhor com os outros.

Quando percebeste que esse era o caminho?
I.S. — Comecei a ter essa consciência quando fui para a faculdade. Estudei Ciências da Comunicação, mas não tinha uma profissão definida na cabeça. Nunca fui aquela pessoa que dizia que queria ser médica ou advogada. Eu sabia, sobretudo, como queria sentir-me: entusiasmada, curiosa, em constante aprendizagem. Escolhi Ciências da Comunicação porque gostava de escrever, de ouvir histórias e de comunicar. Com o tempo, fui percebendo que queria inspirar pessoas e mostrar que, através de pequenos hábitos diários, é possível conquistar saúde, longevidade e uma maior liderança pessoal.
Em que fase está agora o projeto da DoBem?
I.S. — Está numa fase desafiante e muito exigente. A intenção está clara, mas estou numa transição entre um projeto movido pela paixão e um negócio sustentável. A DoBem já é uma love brand, com comunidade, eventos e conteúdos, mas agora estou a trabalhar para o tornar financeiramente viável. Isso implica sair da zona de conforto e aprender áreas que não domino, como logística, produção, estratégia ou finanças. Não significa que vá fazer tudo, mas preciso compreender esses universos para tomar melhores decisões e trabalhar com as pessoas certas. Estou numa fase de crescimento que implica alguma dor, mas também muita aprendizagem. Eu era empreendedora, tinha a visão e a criatividade, agora estou a aprender a ser empresária e gestora.

E nesse trabalho, que tipo de líder és tu?
I.S. — Tenho uma liderança completamente humanizada e muito horizontal. Não funciono sem a minha equipa. Somos sempre melhores com os outros. Neste momento, tenho quatro ou cinco pessoas a trabalhar comigo na DoBem e aquilo que tento fazer é perceber onde está a motivação de cada pessoa e o que é que cada uma faz melhor, colocando-as nesse lugar. Procuro encontrar as pessoas certas para fazer aquilo que eu não faço tão bem.
Qual é a visão para o projeto DoBem?
I.S. — A DoBem é um ecossistema de saúde e bem-estar. Já temos uma comunidade ativa, mentores e parceiros, com médicos, nutricionistas, personal trainers, terapeutas, e estamos a estruturar o projeto em três vertentes. Há uma componente de conteúdos e subscrição, com episódios, crónicas, artigos, lives e podcasts; existem os eventos, chamados DoBem em Mobimento, que tem passado por várias cidades do país; e há também uma área de produtos e merchandising. Esta é a visão macro. Agora estou numa fase de implementação, passo a passo, com consistência e foco.
O que tens aprendido neste processo?
I.S. — Sempre fui muito perfecionista e, neste momento, estou a aprender que tentar é essencial. Se algo não corre bem, não significa que tenha falhado, significa apenas que não era o caminho certo. O empreendedorismo exige resiliência, consistência e capacidade de aprendizagem constante. Em Portugal, muitas vezes, existe pouca tolerância ao erro. Parece que temos de acertar à primeira, mas a realidade é que muitos grandes empresários falharam várias vezes antes de terem sucesso. Estou a aprender a lidar melhor com essa ideia e a aceitar que o erro faz parte do processo.

O que é sucesso para ti?
I.S. — Para mim, sucesso é crescer com qualidade. A parte financeira é importante, mas tem de caminhar lado a lado com o impacto e a consistência do projeto. Não faz sentido crescer rapidamente se isso comprometer a qualidade. Prefiro crescer de forma sustentada, com uma base sólida, mantendo coerência com aquilo em que acredito.
Qual é o papel da saúde no teu percurso empreendedor?
I.S. — A saúde é central. Os meus negócios e projetos vão sempre ao ritmo da minha saúde. Quando sinto que estou a perder criatividade ou energia, sei que tenho de parar. Já aconteceu cancelar trabalhos financeiramente muito interessantes porque não me sentia capaz de entregar com qualidade. Houve momentos em que precisei de parar, descansar e recuperar, e isso faz parte do processo. Prefiro tomar essa decisão do que comprometer aquilo que entrego.




