#Protagonistas

5 ilustradores portugueses para projetos de marcas e comunicação — #SpotlightMOTIVO

Uma ilustração pode transformar uma embalagem, dar identidade a um evento, ocupar uma montra, contar uma história nas redes sociais ou fazer uma campanha parecer imediatamente menos genérica. A pensar nisso, nesta edição do #SpotlightMOTIVO, reunimos cinco perfis com linguagens muito diferentes entre si. Do desenho de viagem ao lettering, da ilustração narrativa à pintura, há opções para todo o tipo de trabalhos.

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2 de out. de 2026, 15:27

#SpotlightMOTIVO é uma série de artigos em que destacamos profissionais e espaços ideais para marcas


A escolha que se segue é meramente editorial. Há muitos outros profissionais possíveis de aqui serem incluídos, num setor onde talento não falta. Os cinco artistas que se seguem são autores com estéticas suficientemente reconhecíveis para uma marca perceber depressa o que cada um pode acrescentar a um projeto. Esta é a escolha do MOTIVO.


Carolina Maria

Natureza, botânica, território e cor ocupam grande parte do trabalho de Carolina Maria, ilustradora sediada em Lisboa e com formação em Desenho e Arquitetura. Trabalha entre campanhas publicitárias, branding, packaging, revistas e livros, e o seu portefólio inclui projetos para marcas e entidades como Compal, Aldi, Continente, Frize, Leroy Merlin, Disney e vários municípios. Em 2025, os seus desenhos deram também forma ao roteiro Fontes, Montes e Pontes, dedicado ao território da Sertã. É uma linguagem particularmente forte para projetos ligados a alimentação, sustentabilidade, natureza, turismo e território, embora a versatilidade do portefólio permita levá-la bastante além dessas áreas.



Teresa Sacramento

Lisboa, praias, ruas, viagens e pequenos momentos observados com atenção fazem parte do universo de Teresa Sacramento, que podemos encontrar no Instagram como What Teresa Drew. A ilustradora e pintora trabalha sobretudo a partir do desenho e da cor, com um registo que oscila entre a memória de viagem e o urban sketching. O resultado tem uma dimensão muito humana e pouco artificial, interessante para marcas ligadas a turismo, hotelaria, restauração, território ou projetos que procurem uma representação mais emocional de um lugar. O trabalho de Teresa inclui também pintura e mural, e pode ser acompanhado através do seu portefólio online.



Rodrigo Prazeres Saias

O desenho de Rodrigo Prazeres Saias vive muito da personagem, da narrativa e do detalhe. O ilustrador tem trabalho publicado em livros, imprensa e projetos institucionais, incluindo Noite no Museu, para a Ciência Viva/Pavilhão do Conhecimento, e trabalhos editoriais para publicações como a Egoísta e o Jornal i. A capacidade de construir cenas e personagens torna-o particularmente interessante para projetos que precisem de contar uma história, de uma publicação de marca a uma campanha editorial, passando por livros, conteúdos institucionais ou universos ilustrados com continuidade.



Kevin Cruz

Encontramo-lo no Instagra como Kevin Types e depressa percebemos que cruza design gráfico, lettering, tipografia e ilustração. Formado em Design, começou a aproximar-se do lettering ainda durante a universidade e foi desenvolvendo um trabalho muito marcado pela relação entre palavras, composição e cor. Essa combinação torna-o especialmente adequado para marcas que querem que a mensagem escrita seja também a própria imagem: cartazes, identidades, embalagens, ativações, merchandising ou conteúdos digitais. O seu portefólio inclui ainda projetos de branding, mostrando como o desenho de letras pode passar de exercício gráfico a elemento central de uma identidade.



Joana Inês-Soares

Por detrás do projeto e marca Violeta Cor de Rosa está Joana Inês-Soares, artista formada em Arquitetura cujo trabalho atravessa pintura, ilustração, escultura e objetos. A linguagem é livre, orgânica e autoral, o que tem permitido levar o seu universo para colaborações comerciais sem perder identidade. Já desenvolveu, por exemplo, uma coleção com a Zilian e foi convidada pela Triumph para criar uma obra para o conceito My Atelier. É um perfil especialmente interessante quando a marca procura mais do que uma ilustração aplicada: procura uma artista capaz de criar um universo visual próprio para uma campanha, instalação ou produto.



A ilustração pode ser precisamente aquilo que distingue uma campanha num momento em que tantas marcas recorrem às mesmas fotografias, aos mesmos bancos de imagem e, cada vez mais, às mesmas estéticas geradas por inteligência artificial. Estes cinco trabalhos mostram caminhos muito diferentes para fazer o contrário: escolher uma linguagem, um traço, uma pessoa por detrás da imagem, e dessa forma construir ou reforçar uma identidade.


Conheça também:


(C) Foto de YongGuang Tian na Unsplash
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5 ilustradores portugueses para projetos de marcas e comunicação — #SpotlightMOTIVO

Uma ilustração pode transformar uma embalagem, dar identidade a um evento, ocupar uma montra, contar uma história nas redes sociais ou fazer uma campanha parecer imediatamente menos genérica. A pensar nisso, nesta edição do #SpotlightMOTIVO, reunimos cinco perfis com linguagens muito diferentes entre si. Do desenho de viagem ao lettering, da ilustração narrativa à pintura, há opções para todo o tipo de trabalhos.

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2 de out. de 2026, 15:27

#SpotlightMOTIVO é uma série de artigos em que destacamos profissionais e espaços ideais para marcas


A escolha que se segue é meramente editorial. Há muitos outros profissionais possíveis de aqui serem incluídos, num setor onde talento não falta. Os cinco artistas que se seguem são autores com estéticas suficientemente reconhecíveis para uma marca perceber depressa o que cada um pode acrescentar a um projeto. Esta é a escolha do MOTIVO.


Carolina Maria

Natureza, botânica, território e cor ocupam grande parte do trabalho de Carolina Maria, ilustradora sediada em Lisboa e com formação em Desenho e Arquitetura. Trabalha entre campanhas publicitárias, branding, packaging, revistas e livros, e o seu portefólio inclui projetos para marcas e entidades como Compal, Aldi, Continente, Frize, Leroy Merlin, Disney e vários municípios. Em 2025, os seus desenhos deram também forma ao roteiro Fontes, Montes e Pontes, dedicado ao território da Sertã. É uma linguagem particularmente forte para projetos ligados a alimentação, sustentabilidade, natureza, turismo e território, embora a versatilidade do portefólio permita levá-la bastante além dessas áreas.



Teresa Sacramento

Lisboa, praias, ruas, viagens e pequenos momentos observados com atenção fazem parte do universo de Teresa Sacramento, que podemos encontrar no Instagram como What Teresa Drew. A ilustradora e pintora trabalha sobretudo a partir do desenho e da cor, com um registo que oscila entre a memória de viagem e o urban sketching. O resultado tem uma dimensão muito humana e pouco artificial, interessante para marcas ligadas a turismo, hotelaria, restauração, território ou projetos que procurem uma representação mais emocional de um lugar. O trabalho de Teresa inclui também pintura e mural, e pode ser acompanhado através do seu portefólio online.



Rodrigo Prazeres Saias

O desenho de Rodrigo Prazeres Saias vive muito da personagem, da narrativa e do detalhe. O ilustrador tem trabalho publicado em livros, imprensa e projetos institucionais, incluindo Noite no Museu, para a Ciência Viva/Pavilhão do Conhecimento, e trabalhos editoriais para publicações como a Egoísta e o Jornal i. A capacidade de construir cenas e personagens torna-o particularmente interessante para projetos que precisem de contar uma história, de uma publicação de marca a uma campanha editorial, passando por livros, conteúdos institucionais ou universos ilustrados com continuidade.



Kevin Cruz

Encontramo-lo no Instagra como Kevin Types e depressa percebemos que cruza design gráfico, lettering, tipografia e ilustração. Formado em Design, começou a aproximar-se do lettering ainda durante a universidade e foi desenvolvendo um trabalho muito marcado pela relação entre palavras, composição e cor. Essa combinação torna-o especialmente adequado para marcas que querem que a mensagem escrita seja também a própria imagem: cartazes, identidades, embalagens, ativações, merchandising ou conteúdos digitais. O seu portefólio inclui ainda projetos de branding, mostrando como o desenho de letras pode passar de exercício gráfico a elemento central de uma identidade.



Joana Inês-Soares

Por detrás do projeto e marca Violeta Cor de Rosa está Joana Inês-Soares, artista formada em Arquitetura cujo trabalho atravessa pintura, ilustração, escultura e objetos. A linguagem é livre, orgânica e autoral, o que tem permitido levar o seu universo para colaborações comerciais sem perder identidade. Já desenvolveu, por exemplo, uma coleção com a Zilian e foi convidada pela Triumph para criar uma obra para o conceito My Atelier. É um perfil especialmente interessante quando a marca procura mais do que uma ilustração aplicada: procura uma artista capaz de criar um universo visual próprio para uma campanha, instalação ou produto.



A ilustração pode ser precisamente aquilo que distingue uma campanha num momento em que tantas marcas recorrem às mesmas fotografias, aos mesmos bancos de imagem e, cada vez mais, às mesmas estéticas geradas por inteligência artificial. Estes cinco trabalhos mostram caminhos muito diferentes para fazer o contrário: escolher uma linguagem, um traço, uma pessoa por detrás da imagem, e dessa forma construir ou reforçar uma identidade.


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(C) Foto de YongGuang Tian na Unsplash

#Protagonistas

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Uma ilustração pode transformar uma embalagem, dar identidade a um evento, ocupar uma montra, contar uma história nas redes sociais ou fazer uma campanha parecer imediatamente menos genérica. A pensar nisso, nesta edição do #SpotlightMOTIVO, reunimos cinco perfis com linguagens muito diferentes entre si. Do desenho de viagem ao lettering, da ilustração narrativa à pintura, há opções para todo o tipo de trabalhos.

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2 de out. de 2026, 15:27

#SpotlightMOTIVO é uma série de artigos em que destacamos profissionais e espaços ideais para marcas


A escolha que se segue é meramente editorial. Há muitos outros profissionais possíveis de aqui serem incluídos, num setor onde talento não falta. Os cinco artistas que se seguem são autores com estéticas suficientemente reconhecíveis para uma marca perceber depressa o que cada um pode acrescentar a um projeto. Esta é a escolha do MOTIVO.


Carolina Maria

Natureza, botânica, território e cor ocupam grande parte do trabalho de Carolina Maria, ilustradora sediada em Lisboa e com formação em Desenho e Arquitetura. Trabalha entre campanhas publicitárias, branding, packaging, revistas e livros, e o seu portefólio inclui projetos para marcas e entidades como Compal, Aldi, Continente, Frize, Leroy Merlin, Disney e vários municípios. Em 2025, os seus desenhos deram também forma ao roteiro Fontes, Montes e Pontes, dedicado ao território da Sertã. É uma linguagem particularmente forte para projetos ligados a alimentação, sustentabilidade, natureza, turismo e território, embora a versatilidade do portefólio permita levá-la bastante além dessas áreas.



Teresa Sacramento

Lisboa, praias, ruas, viagens e pequenos momentos observados com atenção fazem parte do universo de Teresa Sacramento, que podemos encontrar no Instagram como What Teresa Drew. A ilustradora e pintora trabalha sobretudo a partir do desenho e da cor, com um registo que oscila entre a memória de viagem e o urban sketching. O resultado tem uma dimensão muito humana e pouco artificial, interessante para marcas ligadas a turismo, hotelaria, restauração, território ou projetos que procurem uma representação mais emocional de um lugar. O trabalho de Teresa inclui também pintura e mural, e pode ser acompanhado através do seu portefólio online.



Rodrigo Prazeres Saias

O desenho de Rodrigo Prazeres Saias vive muito da personagem, da narrativa e do detalhe. O ilustrador tem trabalho publicado em livros, imprensa e projetos institucionais, incluindo Noite no Museu, para a Ciência Viva/Pavilhão do Conhecimento, e trabalhos editoriais para publicações como a Egoísta e o Jornal i. A capacidade de construir cenas e personagens torna-o particularmente interessante para projetos que precisem de contar uma história, de uma publicação de marca a uma campanha editorial, passando por livros, conteúdos institucionais ou universos ilustrados com continuidade.



Kevin Cruz

Encontramo-lo no Instagra como Kevin Types e depressa percebemos que cruza design gráfico, lettering, tipografia e ilustração. Formado em Design, começou a aproximar-se do lettering ainda durante a universidade e foi desenvolvendo um trabalho muito marcado pela relação entre palavras, composição e cor. Essa combinação torna-o especialmente adequado para marcas que querem que a mensagem escrita seja também a própria imagem: cartazes, identidades, embalagens, ativações, merchandising ou conteúdos digitais. O seu portefólio inclui ainda projetos de branding, mostrando como o desenho de letras pode passar de exercício gráfico a elemento central de uma identidade.



Joana Inês-Soares

Por detrás do projeto e marca Violeta Cor de Rosa está Joana Inês-Soares, artista formada em Arquitetura cujo trabalho atravessa pintura, ilustração, escultura e objetos. A linguagem é livre, orgânica e autoral, o que tem permitido levar o seu universo para colaborações comerciais sem perder identidade. Já desenvolveu, por exemplo, uma coleção com a Zilian e foi convidada pela Triumph para criar uma obra para o conceito My Atelier. É um perfil especialmente interessante quando a marca procura mais do que uma ilustração aplicada: procura uma artista capaz de criar um universo visual próprio para uma campanha, instalação ou produto.



A ilustração pode ser precisamente aquilo que distingue uma campanha num momento em que tantas marcas recorrem às mesmas fotografias, aos mesmos bancos de imagem e, cada vez mais, às mesmas estéticas geradas por inteligência artificial. Estes cinco trabalhos mostram caminhos muito diferentes para fazer o contrário: escolher uma linguagem, um traço, uma pessoa por detrás da imagem, e dessa forma construir ou reforçar uma identidade.


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(C) Foto de YongGuang Tian na Unsplash
#Protagonistas

5 ilustradores portugueses para projetos de marcas e comunicação — #SpotlightMOTIVO

Uma ilustração pode transformar uma embalagem, dar identidade a um evento, ocupar uma montra, contar uma história nas redes sociais ou fazer uma campanha parecer imediatamente menos genérica. A pensar nisso, nesta edição do #SpotlightMOTIVO, reunimos cinco perfis com linguagens muito diferentes entre si. Do desenho de viagem ao lettering, da ilustração narrativa à pintura, há opções para todo o tipo de trabalhos.

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2 de out. de 2026, 15:27

#SpotlightMOTIVO é uma série de artigos em que destacamos profissionais e espaços ideais para marcas


A escolha que se segue é meramente editorial. Há muitos outros profissionais possíveis de aqui serem incluídos, num setor onde talento não falta. Os cinco artistas que se seguem são autores com estéticas suficientemente reconhecíveis para uma marca perceber depressa o que cada um pode acrescentar a um projeto. Esta é a escolha do MOTIVO.


Carolina Maria

Natureza, botânica, território e cor ocupam grande parte do trabalho de Carolina Maria, ilustradora sediada em Lisboa e com formação em Desenho e Arquitetura. Trabalha entre campanhas publicitárias, branding, packaging, revistas e livros, e o seu portefólio inclui projetos para marcas e entidades como Compal, Aldi, Continente, Frize, Leroy Merlin, Disney e vários municípios. Em 2025, os seus desenhos deram também forma ao roteiro Fontes, Montes e Pontes, dedicado ao território da Sertã. É uma linguagem particularmente forte para projetos ligados a alimentação, sustentabilidade, natureza, turismo e território, embora a versatilidade do portefólio permita levá-la bastante além dessas áreas.



Teresa Sacramento

Lisboa, praias, ruas, viagens e pequenos momentos observados com atenção fazem parte do universo de Teresa Sacramento, que podemos encontrar no Instagram como What Teresa Drew. A ilustradora e pintora trabalha sobretudo a partir do desenho e da cor, com um registo que oscila entre a memória de viagem e o urban sketching. O resultado tem uma dimensão muito humana e pouco artificial, interessante para marcas ligadas a turismo, hotelaria, restauração, território ou projetos que procurem uma representação mais emocional de um lugar. O trabalho de Teresa inclui também pintura e mural, e pode ser acompanhado através do seu portefólio online.



Rodrigo Prazeres Saias

O desenho de Rodrigo Prazeres Saias vive muito da personagem, da narrativa e do detalhe. O ilustrador tem trabalho publicado em livros, imprensa e projetos institucionais, incluindo Noite no Museu, para a Ciência Viva/Pavilhão do Conhecimento, e trabalhos editoriais para publicações como a Egoísta e o Jornal i. A capacidade de construir cenas e personagens torna-o particularmente interessante para projetos que precisem de contar uma história, de uma publicação de marca a uma campanha editorial, passando por livros, conteúdos institucionais ou universos ilustrados com continuidade.



Kevin Cruz

Encontramo-lo no Instagra como Kevin Types e depressa percebemos que cruza design gráfico, lettering, tipografia e ilustração. Formado em Design, começou a aproximar-se do lettering ainda durante a universidade e foi desenvolvendo um trabalho muito marcado pela relação entre palavras, composição e cor. Essa combinação torna-o especialmente adequado para marcas que querem que a mensagem escrita seja também a própria imagem: cartazes, identidades, embalagens, ativações, merchandising ou conteúdos digitais. O seu portefólio inclui ainda projetos de branding, mostrando como o desenho de letras pode passar de exercício gráfico a elemento central de uma identidade.



Joana Inês-Soares

Por detrás do projeto e marca Violeta Cor de Rosa está Joana Inês-Soares, artista formada em Arquitetura cujo trabalho atravessa pintura, ilustração, escultura e objetos. A linguagem é livre, orgânica e autoral, o que tem permitido levar o seu universo para colaborações comerciais sem perder identidade. Já desenvolveu, por exemplo, uma coleção com a Zilian e foi convidada pela Triumph para criar uma obra para o conceito My Atelier. É um perfil especialmente interessante quando a marca procura mais do que uma ilustração aplicada: procura uma artista capaz de criar um universo visual próprio para uma campanha, instalação ou produto.



A ilustração pode ser precisamente aquilo que distingue uma campanha num momento em que tantas marcas recorrem às mesmas fotografias, aos mesmos bancos de imagem e, cada vez mais, às mesmas estéticas geradas por inteligência artificial. Estes cinco trabalhos mostram caminhos muito diferentes para fazer o contrário: escolher uma linguagem, um traço, uma pessoa por detrás da imagem, e dessa forma construir ou reforçar uma identidade.


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