#Conhecimento

Cibersegurança: utilizadores falham metade das perguntas sobre privacidade online

Criar uma palavra-passe segura parece já fazer parte dos conhecimentos básicos de quem navega na Internet. No entanto, perceber como proteger efetivamente os próprios dados continua a ser bastante mais difícil. O Teste Nacional de Privacidade 2026, promovido pela NordVPN, registou uma pontuação média global de 46 em 100, o que significa que o participante médio errou aproximadamente metade das 24 perguntas colocadas.

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22 de set. de 2026, 10:19

Os resultados mostram uma diferença clara entre ameaças já conhecidas e riscos mais recentes. 96% dos participantes sabem criar uma palavra-passe segura e 58% compreendem a importância de atualizar as aplicações, enquanto apenas metade consegue reconhecer os principais sinais de um deepfake. Nos esquemas fraudulentos relacionados com inteligência artificial, 74% identificaram corretamente os casos mais comuns.

A dificuldade aumenta quando a questão deixa de ser reconhecer um perigo e passa a ser saber como agir. Apenas 3% responderam corretamente à pergunta sobre utilização segura de redes Wi-Fi públicas, 8% demonstraram saber gerir os dados partilhados através das permissões das aplicações e 5% reconheceram os riscos de privacidade associados à utilização de IA no trabalho. Ao mesmo tempo, 91% sabem que publicações nas redes sociais podem ser usadas para treinar modelos de inteligência artificial.

As ameaças menos visíveis revelam outras lacunas. Só 33% dos participantes sabem que tipo de informação pode ser roubada por um “infostealer”, um tipo de malware capaz de recolher palavras-passe, cookies e outros dados confidenciais armazenados em navegadores e aplicações. Mais de quatro em cada dez pessoas também desconhecem que informações devem evitar partilhar com ferramentas de IA.

A segurança digital já não se resume a conhecer as regras”, afirma Marijus Briedis, diretor de tecnologia da NordVPN. Para o responsável, a evolução dos esquemas apoiados por IA e a recolha cada vez menos percetível de dados tornam necessário desenvolver uma capacidade mais prática de avaliação: perceber que informação um serviço realmente precisa, se determinado conteúdo é credível e até que ponto uma ferramenta protege efetivamente a privacidade.

O teste foi respondido por 23.181 participantes de 167 países, mas os resultados devem ser lidos com alguma cautela: trata-se de um questionário de acesso livre, pelo que a amostra resulta de participação voluntária e não é apresentada como representativa da população mundial. As pontuações de 2026 também não podem ser comparadas diretamente com anos anteriores, uma vez que várias perguntas foram alteradas para incluir temas emergentes como IA, deepfakes, fraudes com códigos QR e riscos associados ao carregamento público por USB.


(C) Foto de Jefferson Santos na Unsplash
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Cibersegurança: utilizadores falham metade das perguntas sobre privacidade online

Criar uma palavra-passe segura parece já fazer parte dos conhecimentos básicos de quem navega na Internet. No entanto, perceber como proteger efetivamente os próprios dados continua a ser bastante mais difícil. O Teste Nacional de Privacidade 2026, promovido pela NordVPN, registou uma pontuação média global de 46 em 100, o que significa que o participante médio errou aproximadamente metade das 24 perguntas colocadas.

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22 de set. de 2026, 10:19

Os resultados mostram uma diferença clara entre ameaças já conhecidas e riscos mais recentes. 96% dos participantes sabem criar uma palavra-passe segura e 58% compreendem a importância de atualizar as aplicações, enquanto apenas metade consegue reconhecer os principais sinais de um deepfake. Nos esquemas fraudulentos relacionados com inteligência artificial, 74% identificaram corretamente os casos mais comuns.

A dificuldade aumenta quando a questão deixa de ser reconhecer um perigo e passa a ser saber como agir. Apenas 3% responderam corretamente à pergunta sobre utilização segura de redes Wi-Fi públicas, 8% demonstraram saber gerir os dados partilhados através das permissões das aplicações e 5% reconheceram os riscos de privacidade associados à utilização de IA no trabalho. Ao mesmo tempo, 91% sabem que publicações nas redes sociais podem ser usadas para treinar modelos de inteligência artificial.

As ameaças menos visíveis revelam outras lacunas. Só 33% dos participantes sabem que tipo de informação pode ser roubada por um “infostealer”, um tipo de malware capaz de recolher palavras-passe, cookies e outros dados confidenciais armazenados em navegadores e aplicações. Mais de quatro em cada dez pessoas também desconhecem que informações devem evitar partilhar com ferramentas de IA.

A segurança digital já não se resume a conhecer as regras”, afirma Marijus Briedis, diretor de tecnologia da NordVPN. Para o responsável, a evolução dos esquemas apoiados por IA e a recolha cada vez menos percetível de dados tornam necessário desenvolver uma capacidade mais prática de avaliação: perceber que informação um serviço realmente precisa, se determinado conteúdo é credível e até que ponto uma ferramenta protege efetivamente a privacidade.

O teste foi respondido por 23.181 participantes de 167 países, mas os resultados devem ser lidos com alguma cautela: trata-se de um questionário de acesso livre, pelo que a amostra resulta de participação voluntária e não é apresentada como representativa da população mundial. As pontuações de 2026 também não podem ser comparadas diretamente com anos anteriores, uma vez que várias perguntas foram alteradas para incluir temas emergentes como IA, deepfakes, fraudes com códigos QR e riscos associados ao carregamento público por USB.


(C) Foto de Jefferson Santos na Unsplash

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Cibersegurança: utilizadores falham metade das perguntas sobre privacidade online

Criar uma palavra-passe segura parece já fazer parte dos conhecimentos básicos de quem navega na Internet. No entanto, perceber como proteger efetivamente os próprios dados continua a ser bastante mais difícil. O Teste Nacional de Privacidade 2026, promovido pela NordVPN, registou uma pontuação média global de 46 em 100, o que significa que o participante médio errou aproximadamente metade das 24 perguntas colocadas.

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22 de set. de 2026, 10:19

Os resultados mostram uma diferença clara entre ameaças já conhecidas e riscos mais recentes. 96% dos participantes sabem criar uma palavra-passe segura e 58% compreendem a importância de atualizar as aplicações, enquanto apenas metade consegue reconhecer os principais sinais de um deepfake. Nos esquemas fraudulentos relacionados com inteligência artificial, 74% identificaram corretamente os casos mais comuns.

A dificuldade aumenta quando a questão deixa de ser reconhecer um perigo e passa a ser saber como agir. Apenas 3% responderam corretamente à pergunta sobre utilização segura de redes Wi-Fi públicas, 8% demonstraram saber gerir os dados partilhados através das permissões das aplicações e 5% reconheceram os riscos de privacidade associados à utilização de IA no trabalho. Ao mesmo tempo, 91% sabem que publicações nas redes sociais podem ser usadas para treinar modelos de inteligência artificial.

As ameaças menos visíveis revelam outras lacunas. Só 33% dos participantes sabem que tipo de informação pode ser roubada por um “infostealer”, um tipo de malware capaz de recolher palavras-passe, cookies e outros dados confidenciais armazenados em navegadores e aplicações. Mais de quatro em cada dez pessoas também desconhecem que informações devem evitar partilhar com ferramentas de IA.

A segurança digital já não se resume a conhecer as regras”, afirma Marijus Briedis, diretor de tecnologia da NordVPN. Para o responsável, a evolução dos esquemas apoiados por IA e a recolha cada vez menos percetível de dados tornam necessário desenvolver uma capacidade mais prática de avaliação: perceber que informação um serviço realmente precisa, se determinado conteúdo é credível e até que ponto uma ferramenta protege efetivamente a privacidade.

O teste foi respondido por 23.181 participantes de 167 países, mas os resultados devem ser lidos com alguma cautela: trata-se de um questionário de acesso livre, pelo que a amostra resulta de participação voluntária e não é apresentada como representativa da população mundial. As pontuações de 2026 também não podem ser comparadas diretamente com anos anteriores, uma vez que várias perguntas foram alteradas para incluir temas emergentes como IA, deepfakes, fraudes com códigos QR e riscos associados ao carregamento público por USB.


(C) Foto de Jefferson Santos na Unsplash
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Cibersegurança: utilizadores falham metade das perguntas sobre privacidade online

Criar uma palavra-passe segura parece já fazer parte dos conhecimentos básicos de quem navega na Internet. No entanto, perceber como proteger efetivamente os próprios dados continua a ser bastante mais difícil. O Teste Nacional de Privacidade 2026, promovido pela NordVPN, registou uma pontuação média global de 46 em 100, o que significa que o participante médio errou aproximadamente metade das 24 perguntas colocadas.

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22 de set. de 2026, 10:19

Os resultados mostram uma diferença clara entre ameaças já conhecidas e riscos mais recentes. 96% dos participantes sabem criar uma palavra-passe segura e 58% compreendem a importância de atualizar as aplicações, enquanto apenas metade consegue reconhecer os principais sinais de um deepfake. Nos esquemas fraudulentos relacionados com inteligência artificial, 74% identificaram corretamente os casos mais comuns.

A dificuldade aumenta quando a questão deixa de ser reconhecer um perigo e passa a ser saber como agir. Apenas 3% responderam corretamente à pergunta sobre utilização segura de redes Wi-Fi públicas, 8% demonstraram saber gerir os dados partilhados através das permissões das aplicações e 5% reconheceram os riscos de privacidade associados à utilização de IA no trabalho. Ao mesmo tempo, 91% sabem que publicações nas redes sociais podem ser usadas para treinar modelos de inteligência artificial.

As ameaças menos visíveis revelam outras lacunas. Só 33% dos participantes sabem que tipo de informação pode ser roubada por um “infostealer”, um tipo de malware capaz de recolher palavras-passe, cookies e outros dados confidenciais armazenados em navegadores e aplicações. Mais de quatro em cada dez pessoas também desconhecem que informações devem evitar partilhar com ferramentas de IA.

A segurança digital já não se resume a conhecer as regras”, afirma Marijus Briedis, diretor de tecnologia da NordVPN. Para o responsável, a evolução dos esquemas apoiados por IA e a recolha cada vez menos percetível de dados tornam necessário desenvolver uma capacidade mais prática de avaliação: perceber que informação um serviço realmente precisa, se determinado conteúdo é credível e até que ponto uma ferramenta protege efetivamente a privacidade.

O teste foi respondido por 23.181 participantes de 167 países, mas os resultados devem ser lidos com alguma cautela: trata-se de um questionário de acesso livre, pelo que a amostra resulta de participação voluntária e não é apresentada como representativa da população mundial. As pontuações de 2026 também não podem ser comparadas diretamente com anos anteriores, uma vez que várias perguntas foram alteradas para incluir temas emergentes como IA, deepfakes, fraudes com códigos QR e riscos associados ao carregamento público por USB.


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