
#Conhecimento
Black Friday 2026: 51% dos consumidores inquiridos dizem que vão usar IA nas compras
A inteligência artificial está a ganhar espaço no percurso de compra, embora ainda não tenha conquistado o lugar da confiança. Um estudo que antecipa o consumo na Black Friday diz que, para a maioria que vai usar IA, a sugestão estará pendente de confirmação.
Na Black Friday de 2026, 51,1% dos consumidores inquiridos pelo Portal da Queixa dizem que pretendem recorrer a ferramentas de IA para apoiar as suas decisões. Entre esses potenciais utilizadores, apenas 9,6% comprariam diretamente com base numa recomendação da tecnologia.
A maioria prefere confirmar antes de comprar. Entre quem admite usar IA, 37,8% dizem que validariam a informação noutras fontes e 30,3% pesquisariam primeiro a reputação da marca ou da loja. Quando questionados sobre aquilo que mais os faria confiar numa recomendação gerada por IA, 54,1% apontam precisamente a reputação da empresa, acima da comparação de preços, referida por 45,6%, e das avaliações de outros consumidores, com 39,6%.
A diferença torna-se ainda mais clara quando preço e confiança entram em confronto. Perante duas lojas com o mesmo produto, mas níveis de reputação diferentes, 65,8% dos participantes afirmam que procurariam mais informação ou tenderiam a escolher a opção com melhor reputação, mesmo pagando mais. Em sentido contrário, 35,3% dizem que escolheriam sempre ou provavelmente a loja mais barata, apesar de apresentar uma reputação significativamente pior.
A IA parece, para já, ocupar sobretudo o papel de assistente de pesquisa
Comparar preços é a utilização mais referida pelos potenciais utilizadores, com 49,8%, seguida da verificação de se uma promoção representa realmente uma vantagem, com 41,4%, e da comparação entre produtos, com 35,7%. Encontrar opções dentro de determinado orçamento surge em 33,3% das respostas, enquanto 32,1% admitem usar estas ferramentas para avaliar a confiança numa marca ou loja.
Essa cautela ajuda também a explicar os principais receios associados à Black Friday. O aumento artificial dos preços antes da campanha preocupa 38,8% dos inquiridos, enquanto 29,4% apontam a existência de sites ou lojas fraudulentas. No total, estes dois riscos são identificados por 68,2% dos participantes. Já na decisão de compra propriamente dita, o preço final continua a liderar, mencionado por 48,6%, seguido da confiança e reputação da marca ou loja, com 21,3%. A percentagem de desconto pesa para apenas 10,9%.
“A Inteligência Artificial está a transformar a forma como os consumidores pesquisam, comparam e avaliam as oportunidades de compra, mas não substitui um fator essencial: a confiança”, afirma Pedro Lourenço, fundador do Portal da Queixa by Consumers Trust. Para o responsável, os resultados mostram um consumidor disponível para usar novas ferramentas, mas também interessado em validar recomendações e confirmar o histórico das empresas antes de decidir.
A tecnologia lidera as intenções de compra desta Black Friday, indicada por 39,1% dos participantes, seguida da moda, com 35,1%, beleza e cuidado pessoal, com 28,7%, e eletrodomésticos e utilidades para o lar, com 27%. Entre quem já definiu um orçamento, a despesa média prevista ronda os 255 euros.
Os resultados devem, contudo, ser lidos à luz da composição da amostra. O inquérito contou com 652 participantes e está particularmente concentrado nas faixas etárias mais elevadas: 26,1% têm 65 ou mais anos e 23,6% têm entre 55 e 64. Os participantes entre os 18 e os 34 anos representam menos de 12% do total. Por isso, os dados ajudam a perceber comportamentos dentro desta amostra, mas não devem ser tomados automaticamente como um retrato representativo de todos os consumidores portugueses.
O sinal mais interessante talvez esteja, ainda assim, na combinação entre adoção e desconfiança. A IA já começa a participar na escolha, a comparar preços e a filtrar opções. A decisão final continua, porém, a depender de algo muito menos automático: acreditar que a marca ou a loja merece confiança.

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Black Friday 2026: 51% dos consumidores inquiridos dizem que vão usar IA nas compras
A inteligência artificial está a ganhar espaço no percurso de compra, embora ainda não tenha conquistado o lugar da confiança. Um estudo que antecipa o consumo na Black Friday diz que, para a maioria que vai usar IA, a sugestão estará pendente de confirmação.
Na Black Friday de 2026, 51,1% dos consumidores inquiridos pelo Portal da Queixa dizem que pretendem recorrer a ferramentas de IA para apoiar as suas decisões. Entre esses potenciais utilizadores, apenas 9,6% comprariam diretamente com base numa recomendação da tecnologia.
A maioria prefere confirmar antes de comprar. Entre quem admite usar IA, 37,8% dizem que validariam a informação noutras fontes e 30,3% pesquisariam primeiro a reputação da marca ou da loja. Quando questionados sobre aquilo que mais os faria confiar numa recomendação gerada por IA, 54,1% apontam precisamente a reputação da empresa, acima da comparação de preços, referida por 45,6%, e das avaliações de outros consumidores, com 39,6%.
A diferença torna-se ainda mais clara quando preço e confiança entram em confronto. Perante duas lojas com o mesmo produto, mas níveis de reputação diferentes, 65,8% dos participantes afirmam que procurariam mais informação ou tenderiam a escolher a opção com melhor reputação, mesmo pagando mais. Em sentido contrário, 35,3% dizem que escolheriam sempre ou provavelmente a loja mais barata, apesar de apresentar uma reputação significativamente pior.
A IA parece, para já, ocupar sobretudo o papel de assistente de pesquisa
Comparar preços é a utilização mais referida pelos potenciais utilizadores, com 49,8%, seguida da verificação de se uma promoção representa realmente uma vantagem, com 41,4%, e da comparação entre produtos, com 35,7%. Encontrar opções dentro de determinado orçamento surge em 33,3% das respostas, enquanto 32,1% admitem usar estas ferramentas para avaliar a confiança numa marca ou loja.
Essa cautela ajuda também a explicar os principais receios associados à Black Friday. O aumento artificial dos preços antes da campanha preocupa 38,8% dos inquiridos, enquanto 29,4% apontam a existência de sites ou lojas fraudulentas. No total, estes dois riscos são identificados por 68,2% dos participantes. Já na decisão de compra propriamente dita, o preço final continua a liderar, mencionado por 48,6%, seguido da confiança e reputação da marca ou loja, com 21,3%. A percentagem de desconto pesa para apenas 10,9%.
“A Inteligência Artificial está a transformar a forma como os consumidores pesquisam, comparam e avaliam as oportunidades de compra, mas não substitui um fator essencial: a confiança”, afirma Pedro Lourenço, fundador do Portal da Queixa by Consumers Trust. Para o responsável, os resultados mostram um consumidor disponível para usar novas ferramentas, mas também interessado em validar recomendações e confirmar o histórico das empresas antes de decidir.
A tecnologia lidera as intenções de compra desta Black Friday, indicada por 39,1% dos participantes, seguida da moda, com 35,1%, beleza e cuidado pessoal, com 28,7%, e eletrodomésticos e utilidades para o lar, com 27%. Entre quem já definiu um orçamento, a despesa média prevista ronda os 255 euros.
Os resultados devem, contudo, ser lidos à luz da composição da amostra. O inquérito contou com 652 participantes e está particularmente concentrado nas faixas etárias mais elevadas: 26,1% têm 65 ou mais anos e 23,6% têm entre 55 e 64. Os participantes entre os 18 e os 34 anos representam menos de 12% do total. Por isso, os dados ajudam a perceber comportamentos dentro desta amostra, mas não devem ser tomados automaticamente como um retrato representativo de todos os consumidores portugueses.
O sinal mais interessante talvez esteja, ainda assim, na combinação entre adoção e desconfiança. A IA já começa a participar na escolha, a comparar preços e a filtrar opções. A decisão final continua, porém, a depender de algo muito menos automático: acreditar que a marca ou a loja merece confiança.

#Conhecimento
Black Friday 2026: 51% dos consumidores inquiridos dizem que vão usar IA nas compras
A inteligência artificial está a ganhar espaço no percurso de compra, embora ainda não tenha conquistado o lugar da confiança. Um estudo que antecipa o consumo na Black Friday diz que, para a maioria que vai usar IA, a sugestão estará pendente de confirmação.
Na Black Friday de 2026, 51,1% dos consumidores inquiridos pelo Portal da Queixa dizem que pretendem recorrer a ferramentas de IA para apoiar as suas decisões. Entre esses potenciais utilizadores, apenas 9,6% comprariam diretamente com base numa recomendação da tecnologia.
A maioria prefere confirmar antes de comprar. Entre quem admite usar IA, 37,8% dizem que validariam a informação noutras fontes e 30,3% pesquisariam primeiro a reputação da marca ou da loja. Quando questionados sobre aquilo que mais os faria confiar numa recomendação gerada por IA, 54,1% apontam precisamente a reputação da empresa, acima da comparação de preços, referida por 45,6%, e das avaliações de outros consumidores, com 39,6%.
A diferença torna-se ainda mais clara quando preço e confiança entram em confronto. Perante duas lojas com o mesmo produto, mas níveis de reputação diferentes, 65,8% dos participantes afirmam que procurariam mais informação ou tenderiam a escolher a opção com melhor reputação, mesmo pagando mais. Em sentido contrário, 35,3% dizem que escolheriam sempre ou provavelmente a loja mais barata, apesar de apresentar uma reputação significativamente pior.
A IA parece, para já, ocupar sobretudo o papel de assistente de pesquisa
Comparar preços é a utilização mais referida pelos potenciais utilizadores, com 49,8%, seguida da verificação de se uma promoção representa realmente uma vantagem, com 41,4%, e da comparação entre produtos, com 35,7%. Encontrar opções dentro de determinado orçamento surge em 33,3% das respostas, enquanto 32,1% admitem usar estas ferramentas para avaliar a confiança numa marca ou loja.
Essa cautela ajuda também a explicar os principais receios associados à Black Friday. O aumento artificial dos preços antes da campanha preocupa 38,8% dos inquiridos, enquanto 29,4% apontam a existência de sites ou lojas fraudulentas. No total, estes dois riscos são identificados por 68,2% dos participantes. Já na decisão de compra propriamente dita, o preço final continua a liderar, mencionado por 48,6%, seguido da confiança e reputação da marca ou loja, com 21,3%. A percentagem de desconto pesa para apenas 10,9%.
“A Inteligência Artificial está a transformar a forma como os consumidores pesquisam, comparam e avaliam as oportunidades de compra, mas não substitui um fator essencial: a confiança”, afirma Pedro Lourenço, fundador do Portal da Queixa by Consumers Trust. Para o responsável, os resultados mostram um consumidor disponível para usar novas ferramentas, mas também interessado em validar recomendações e confirmar o histórico das empresas antes de decidir.
A tecnologia lidera as intenções de compra desta Black Friday, indicada por 39,1% dos participantes, seguida da moda, com 35,1%, beleza e cuidado pessoal, com 28,7%, e eletrodomésticos e utilidades para o lar, com 27%. Entre quem já definiu um orçamento, a despesa média prevista ronda os 255 euros.
Os resultados devem, contudo, ser lidos à luz da composição da amostra. O inquérito contou com 652 participantes e está particularmente concentrado nas faixas etárias mais elevadas: 26,1% têm 65 ou mais anos e 23,6% têm entre 55 e 64. Os participantes entre os 18 e os 34 anos representam menos de 12% do total. Por isso, os dados ajudam a perceber comportamentos dentro desta amostra, mas não devem ser tomados automaticamente como um retrato representativo de todos os consumidores portugueses.
O sinal mais interessante talvez esteja, ainda assim, na combinação entre adoção e desconfiança. A IA já começa a participar na escolha, a comparar preços e a filtrar opções. A decisão final continua, porém, a depender de algo muito menos automático: acreditar que a marca ou a loja merece confiança.

#Conhecimento
Black Friday 2026: 51% dos consumidores inquiridos dizem que vão usar IA nas compras
A inteligência artificial está a ganhar espaço no percurso de compra, embora ainda não tenha conquistado o lugar da confiança. Um estudo que antecipa o consumo na Black Friday diz que, para a maioria que vai usar IA, a sugestão estará pendente de confirmação.
Na Black Friday de 2026, 51,1% dos consumidores inquiridos pelo Portal da Queixa dizem que pretendem recorrer a ferramentas de IA para apoiar as suas decisões. Entre esses potenciais utilizadores, apenas 9,6% comprariam diretamente com base numa recomendação da tecnologia.
A maioria prefere confirmar antes de comprar. Entre quem admite usar IA, 37,8% dizem que validariam a informação noutras fontes e 30,3% pesquisariam primeiro a reputação da marca ou da loja. Quando questionados sobre aquilo que mais os faria confiar numa recomendação gerada por IA, 54,1% apontam precisamente a reputação da empresa, acima da comparação de preços, referida por 45,6%, e das avaliações de outros consumidores, com 39,6%.
A diferença torna-se ainda mais clara quando preço e confiança entram em confronto. Perante duas lojas com o mesmo produto, mas níveis de reputação diferentes, 65,8% dos participantes afirmam que procurariam mais informação ou tenderiam a escolher a opção com melhor reputação, mesmo pagando mais. Em sentido contrário, 35,3% dizem que escolheriam sempre ou provavelmente a loja mais barata, apesar de apresentar uma reputação significativamente pior.
A IA parece, para já, ocupar sobretudo o papel de assistente de pesquisa
Comparar preços é a utilização mais referida pelos potenciais utilizadores, com 49,8%, seguida da verificação de se uma promoção representa realmente uma vantagem, com 41,4%, e da comparação entre produtos, com 35,7%. Encontrar opções dentro de determinado orçamento surge em 33,3% das respostas, enquanto 32,1% admitem usar estas ferramentas para avaliar a confiança numa marca ou loja.
Essa cautela ajuda também a explicar os principais receios associados à Black Friday. O aumento artificial dos preços antes da campanha preocupa 38,8% dos inquiridos, enquanto 29,4% apontam a existência de sites ou lojas fraudulentas. No total, estes dois riscos são identificados por 68,2% dos participantes. Já na decisão de compra propriamente dita, o preço final continua a liderar, mencionado por 48,6%, seguido da confiança e reputação da marca ou loja, com 21,3%. A percentagem de desconto pesa para apenas 10,9%.
“A Inteligência Artificial está a transformar a forma como os consumidores pesquisam, comparam e avaliam as oportunidades de compra, mas não substitui um fator essencial: a confiança”, afirma Pedro Lourenço, fundador do Portal da Queixa by Consumers Trust. Para o responsável, os resultados mostram um consumidor disponível para usar novas ferramentas, mas também interessado em validar recomendações e confirmar o histórico das empresas antes de decidir.
A tecnologia lidera as intenções de compra desta Black Friday, indicada por 39,1% dos participantes, seguida da moda, com 35,1%, beleza e cuidado pessoal, com 28,7%, e eletrodomésticos e utilidades para o lar, com 27%. Entre quem já definiu um orçamento, a despesa média prevista ronda os 255 euros.
Os resultados devem, contudo, ser lidos à luz da composição da amostra. O inquérito contou com 652 participantes e está particularmente concentrado nas faixas etárias mais elevadas: 26,1% têm 65 ou mais anos e 23,6% têm entre 55 e 64. Os participantes entre os 18 e os 34 anos representam menos de 12% do total. Por isso, os dados ajudam a perceber comportamentos dentro desta amostra, mas não devem ser tomados automaticamente como um retrato representativo de todos os consumidores portugueses.
O sinal mais interessante talvez esteja, ainda assim, na combinação entre adoção e desconfiança. A IA já começa a participar na escolha, a comparar preços e a filtrar opções. A decisão final continua, porém, a depender de algo muito menos automático: acreditar que a marca ou a loja merece confiança.




