
#Protagonistas
Seis perguntas a Edmundo Inácio
Do The Voice Portugal ao Festival da Canção, passando pelo disco de estreia ao que se prepara para lançar em março, Edmundo Inácio já provou o seu talento e o amor que tem pela música, sobretudo pelas raízes tradicionais portuguesas. Nestas seis perguntas fala-nos dos novos temas e da tour que se prepara para fazer.
Como descreves os teus singles mais recentes?
Terra e Relento representam dois lados do próximo álbum. O primeiro é uma canção muito luminosa, ligada à emoção, à família e à ideia de casa. Explora memórias de infância e tem um som que remete para diferentes décadas, criando uma sensação de familiaridade imediata. O que mais me emociona é perceber que a minha verdade acabou por se tornar a verdade de muitas pessoas, de diferentes idades. Já a música Relento, por outro lado, é mais festiva e dançável, embora fale de realidades duras e de pessoas muitas vezes invisíveis. Gosto da ideia de podermos dançar ao som de uma canção que conta histórias reais. Musicalmente, cruza influências portuguesas e latino-americanas, sempre com respeito pelas suas origens. São músicas diferentes, mas complementares dentro da narrativa do disco, que sai a 13 de março.
Como foi o processo de criação destas canções?
As músicas nasceram em casa, a partir de ideias simples, quase como um diário. Terra surgiu depois de uma despedida dos meus avós, num momento muito emocional, que me fez pensar no peso das ausências e na dificuldade de partir. Relento nasceu de uma colaboração com o Peculiar, depois de nos conhecermos no Festival da Canção. A música começou com uma melodia de guitarra e foi crescendo em conjunto, até surgir a ideia de escrever sobre trabalhadores noturnos. Em ambos os casos, houve um trabalho cuidado de produção, com o apoio do Ivo Costa, do Quim Albergaria e de outros colaboradores.

Edmundo Inácio e Peculiar nas gravações do vídeo de Relento
O que podemos esperar da nova tour?
A “Tour Pelos Clubes Cá da Terra” é um formato mais exigente e mais próximo. Estarei em palco como intérprete e multi-instrumentista, num espetáculo muito físico e participativo. O palco está dividido em duas ilhas de instrumentos, misturando percussão tradicional, eletrónica, guitarras e cavaquinhos. O alinhamento passa sobretudo pelo novo disco, sem esquecer canções do primeiro álbum, agora com novos arranjos pensados para envolver o público.
Quem és hoje, depois deste percurso?
Sinto-me mais confiante e mais consciente do meu trabalho, sem perder a humildade nem a ligação às minhas raízes. Cresci muito enquanto artista e pessoa, e isso reflete-se neste segundo disco, que é mais livre e mais maduro. Continuo a querer contar histórias através da música e a acreditar que é possível construir este caminho, mesmo sabendo que é instável.
Mesmo assim, o sonho da música, hoje, já te parece real?
Sim, mesmo sabendo que é uma vida imprevisível. Só posso viver o presente, dar o meu melhor, trabalhar muito e aproveitar tudo o que de bom vier. Para mim, o mais importante é aprender constantemente e, se possível, inspirar novas gerações. Acredito que será possível viver da música, mas também sei que isso implica reinventar-me, adaptar-me e aceitar que esta profissão tem, inevitavelmente, altos e baixos.
A que personalidade darias a ouvir o teu novo single?
Sinceramente, não consigo pensar numa única personalidade em específico, porque gostava que estas canções chegassem a todo o tipo de pessoas. São músicas para quem gosta de se divertir, dançar e cantar em voz alta, mas também para quem escuta com atenção, para quem valoriza letras, histórias e mensagens. Para quem se emociona com uma melodia simples, mas também para quem gosta de descobrir camadas escondidas numa canção.

#Protagonistas
Seis perguntas a Edmundo Inácio
Do The Voice Portugal ao Festival da Canção, passando pelo disco de estreia ao que se prepara para lançar em março, Edmundo Inácio já provou o seu talento e o amor que tem pela música, sobretudo pelas raízes tradicionais portuguesas. Nestas seis perguntas fala-nos dos novos temas e da tour que se prepara para fazer.
Como descreves os teus singles mais recentes?
Terra e Relento representam dois lados do próximo álbum. O primeiro é uma canção muito luminosa, ligada à emoção, à família e à ideia de casa. Explora memórias de infância e tem um som que remete para diferentes décadas, criando uma sensação de familiaridade imediata. O que mais me emociona é perceber que a minha verdade acabou por se tornar a verdade de muitas pessoas, de diferentes idades. Já a música Relento, por outro lado, é mais festiva e dançável, embora fale de realidades duras e de pessoas muitas vezes invisíveis. Gosto da ideia de podermos dançar ao som de uma canção que conta histórias reais. Musicalmente, cruza influências portuguesas e latino-americanas, sempre com respeito pelas suas origens. São músicas diferentes, mas complementares dentro da narrativa do disco, que sai a 13 de março.
Como foi o processo de criação destas canções?
As músicas nasceram em casa, a partir de ideias simples, quase como um diário. Terra surgiu depois de uma despedida dos meus avós, num momento muito emocional, que me fez pensar no peso das ausências e na dificuldade de partir. Relento nasceu de uma colaboração com o Peculiar, depois de nos conhecermos no Festival da Canção. A música começou com uma melodia de guitarra e foi crescendo em conjunto, até surgir a ideia de escrever sobre trabalhadores noturnos. Em ambos os casos, houve um trabalho cuidado de produção, com o apoio do Ivo Costa, do Quim Albergaria e de outros colaboradores.

Edmundo Inácio e Peculiar nas gravações do vídeo de Relento
O que podemos esperar da nova tour?
A “Tour Pelos Clubes Cá da Terra” é um formato mais exigente e mais próximo. Estarei em palco como intérprete e multi-instrumentista, num espetáculo muito físico e participativo. O palco está dividido em duas ilhas de instrumentos, misturando percussão tradicional, eletrónica, guitarras e cavaquinhos. O alinhamento passa sobretudo pelo novo disco, sem esquecer canções do primeiro álbum, agora com novos arranjos pensados para envolver o público.
Quem és hoje, depois deste percurso?
Sinto-me mais confiante e mais consciente do meu trabalho, sem perder a humildade nem a ligação às minhas raízes. Cresci muito enquanto artista e pessoa, e isso reflete-se neste segundo disco, que é mais livre e mais maduro. Continuo a querer contar histórias através da música e a acreditar que é possível construir este caminho, mesmo sabendo que é instável.
Mesmo assim, o sonho da música, hoje, já te parece real?
Sim, mesmo sabendo que é uma vida imprevisível. Só posso viver o presente, dar o meu melhor, trabalhar muito e aproveitar tudo o que de bom vier. Para mim, o mais importante é aprender constantemente e, se possível, inspirar novas gerações. Acredito que será possível viver da música, mas também sei que isso implica reinventar-me, adaptar-me e aceitar que esta profissão tem, inevitavelmente, altos e baixos.
A que personalidade darias a ouvir o teu novo single?
Sinceramente, não consigo pensar numa única personalidade em específico, porque gostava que estas canções chegassem a todo o tipo de pessoas. São músicas para quem gosta de se divertir, dançar e cantar em voz alta, mas também para quem escuta com atenção, para quem valoriza letras, histórias e mensagens. Para quem se emociona com uma melodia simples, mas também para quem gosta de descobrir camadas escondidas numa canção.

#Protagonistas
Seis perguntas a Edmundo Inácio
Do The Voice Portugal ao Festival da Canção, passando pelo disco de estreia ao que se prepara para lançar em março, Edmundo Inácio já provou o seu talento e o amor que tem pela música, sobretudo pelas raízes tradicionais portuguesas. Nestas seis perguntas fala-nos dos novos temas e da tour que se prepara para fazer.
Como descreves os teus singles mais recentes?
Terra e Relento representam dois lados do próximo álbum. O primeiro é uma canção muito luminosa, ligada à emoção, à família e à ideia de casa. Explora memórias de infância e tem um som que remete para diferentes décadas, criando uma sensação de familiaridade imediata. O que mais me emociona é perceber que a minha verdade acabou por se tornar a verdade de muitas pessoas, de diferentes idades. Já a música Relento, por outro lado, é mais festiva e dançável, embora fale de realidades duras e de pessoas muitas vezes invisíveis. Gosto da ideia de podermos dançar ao som de uma canção que conta histórias reais. Musicalmente, cruza influências portuguesas e latino-americanas, sempre com respeito pelas suas origens. São músicas diferentes, mas complementares dentro da narrativa do disco, que sai a 13 de março.
Como foi o processo de criação destas canções?
As músicas nasceram em casa, a partir de ideias simples, quase como um diário. Terra surgiu depois de uma despedida dos meus avós, num momento muito emocional, que me fez pensar no peso das ausências e na dificuldade de partir. Relento nasceu de uma colaboração com o Peculiar, depois de nos conhecermos no Festival da Canção. A música começou com uma melodia de guitarra e foi crescendo em conjunto, até surgir a ideia de escrever sobre trabalhadores noturnos. Em ambos os casos, houve um trabalho cuidado de produção, com o apoio do Ivo Costa, do Quim Albergaria e de outros colaboradores.

Edmundo Inácio e Peculiar nas gravações do vídeo de Relento
O que podemos esperar da nova tour?
A “Tour Pelos Clubes Cá da Terra” é um formato mais exigente e mais próximo. Estarei em palco como intérprete e multi-instrumentista, num espetáculo muito físico e participativo. O palco está dividido em duas ilhas de instrumentos, misturando percussão tradicional, eletrónica, guitarras e cavaquinhos. O alinhamento passa sobretudo pelo novo disco, sem esquecer canções do primeiro álbum, agora com novos arranjos pensados para envolver o público.
Quem és hoje, depois deste percurso?
Sinto-me mais confiante e mais consciente do meu trabalho, sem perder a humildade nem a ligação às minhas raízes. Cresci muito enquanto artista e pessoa, e isso reflete-se neste segundo disco, que é mais livre e mais maduro. Continuo a querer contar histórias através da música e a acreditar que é possível construir este caminho, mesmo sabendo que é instável.
Mesmo assim, o sonho da música, hoje, já te parece real?
Sim, mesmo sabendo que é uma vida imprevisível. Só posso viver o presente, dar o meu melhor, trabalhar muito e aproveitar tudo o que de bom vier. Para mim, o mais importante é aprender constantemente e, se possível, inspirar novas gerações. Acredito que será possível viver da música, mas também sei que isso implica reinventar-me, adaptar-me e aceitar que esta profissão tem, inevitavelmente, altos e baixos.
A que personalidade darias a ouvir o teu novo single?
Sinceramente, não consigo pensar numa única personalidade em específico, porque gostava que estas canções chegassem a todo o tipo de pessoas. São músicas para quem gosta de se divertir, dançar e cantar em voz alta, mas também para quem escuta com atenção, para quem valoriza letras, histórias e mensagens. Para quem se emociona com uma melodia simples, mas também para quem gosta de descobrir camadas escondidas numa canção.

#Protagonistas
Seis perguntas a Edmundo Inácio
Do The Voice Portugal ao Festival da Canção, passando pelo disco de estreia ao que se prepara para lançar em março, Edmundo Inácio já provou o seu talento e o amor que tem pela música, sobretudo pelas raízes tradicionais portuguesas. Nestas seis perguntas fala-nos dos novos temas e da tour que se prepara para fazer.
Como descreves os teus singles mais recentes?
Terra e Relento representam dois lados do próximo álbum. O primeiro é uma canção muito luminosa, ligada à emoção, à família e à ideia de casa. Explora memórias de infância e tem um som que remete para diferentes décadas, criando uma sensação de familiaridade imediata. O que mais me emociona é perceber que a minha verdade acabou por se tornar a verdade de muitas pessoas, de diferentes idades. Já a música Relento, por outro lado, é mais festiva e dançável, embora fale de realidades duras e de pessoas muitas vezes invisíveis. Gosto da ideia de podermos dançar ao som de uma canção que conta histórias reais. Musicalmente, cruza influências portuguesas e latino-americanas, sempre com respeito pelas suas origens. São músicas diferentes, mas complementares dentro da narrativa do disco, que sai a 13 de março.
Como foi o processo de criação destas canções?
As músicas nasceram em casa, a partir de ideias simples, quase como um diário. Terra surgiu depois de uma despedida dos meus avós, num momento muito emocional, que me fez pensar no peso das ausências e na dificuldade de partir. Relento nasceu de uma colaboração com o Peculiar, depois de nos conhecermos no Festival da Canção. A música começou com uma melodia de guitarra e foi crescendo em conjunto, até surgir a ideia de escrever sobre trabalhadores noturnos. Em ambos os casos, houve um trabalho cuidado de produção, com o apoio do Ivo Costa, do Quim Albergaria e de outros colaboradores.

Edmundo Inácio e Peculiar nas gravações do vídeo de Relento
O que podemos esperar da nova tour?
A “Tour Pelos Clubes Cá da Terra” é um formato mais exigente e mais próximo. Estarei em palco como intérprete e multi-instrumentista, num espetáculo muito físico e participativo. O palco está dividido em duas ilhas de instrumentos, misturando percussão tradicional, eletrónica, guitarras e cavaquinhos. O alinhamento passa sobretudo pelo novo disco, sem esquecer canções do primeiro álbum, agora com novos arranjos pensados para envolver o público.
Quem és hoje, depois deste percurso?
Sinto-me mais confiante e mais consciente do meu trabalho, sem perder a humildade nem a ligação às minhas raízes. Cresci muito enquanto artista e pessoa, e isso reflete-se neste segundo disco, que é mais livre e mais maduro. Continuo a querer contar histórias através da música e a acreditar que é possível construir este caminho, mesmo sabendo que é instável.
Mesmo assim, o sonho da música, hoje, já te parece real?
Sim, mesmo sabendo que é uma vida imprevisível. Só posso viver o presente, dar o meu melhor, trabalhar muito e aproveitar tudo o que de bom vier. Para mim, o mais importante é aprender constantemente e, se possível, inspirar novas gerações. Acredito que será possível viver da música, mas também sei que isso implica reinventar-me, adaptar-me e aceitar que esta profissão tem, inevitavelmente, altos e baixos.
A que personalidade darias a ouvir o teu novo single?
Sinceramente, não consigo pensar numa única personalidade em específico, porque gostava que estas canções chegassem a todo o tipo de pessoas. São músicas para quem gosta de se divertir, dançar e cantar em voz alta, mas também para quem escuta com atenção, para quem valoriza letras, histórias e mensagens. Para quem se emociona com uma melodia simples, mas também para quem gosta de descobrir camadas escondidas numa canção.





