#Motivação

CARAVANSERÁ, o tributo à herança

No ano que marca 30 anos de carreira, o multi-artista Gustavo Ciríaco preparou um carnaval sensorial que apresenta hoje no Centro de Arte Moderna da Gulbenkian. A entrada é livre.

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14 de fev. de 2026, 10:32

É coreógrafo, encenador e artista transdisciplinar. No ano que assinala os 30 anos de carreira, Gustavo Ciríaco, operário articulante entre dança, artes visuais e performance, apresenta, neste sábado, 14, CARAVANSERÁ, um carnaval sensorial inspirado na obra da sua mãe. O encontro está marcado para as 15h30, na entrada do Centro de Arte Moderna, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, e todos estão convidados para uma experiência de celebração da imaginação, colaboração e comunidade através de um cortejo de Carnaval. 

É lá que se vão fundir semanas de residência artística do criador natural do Rio de Janeiro, no Brasil, que desde 28 de janeiro tem pontilhado o legado da arte da sua mãe, quer no espaço, quer no diálogo, através de oficinas de dança, música, costura e cenografia, onde foi possível participar de conversas e ativações de obras. 

Todos esses momentos vão culminar em CARAVANSERÁ, uma ode às tantas vidas de Maria José Figueiredo Ciríaco, artista carioca e Rainha dos Bons-Ecos que via nos Caravanserás o lugar de descanso na arte, postos de repouso seculares, comuns na Rota da Seda, na travessia dos desertos entre o médio Oriente e a Ásia que ofereciam proteção aos viajantes de longo curso. 

Maria José, mãe de Gustavo, foi poeta, trovadora, escritora de autocarro, educadora, voluntária da Cruz Vermelha e correspondente do escritor Drummond de Andrade. Foi nos subúrbios cariocas da Pavuna e de Campo Grande, como moradora, que fundou o seu Quintal das Artes, um lugar aberto às crianças da comunidade. Desde móbis feitos com espelhos e lenços coloridos até às bonecas de papel, o propósito de Maria José era homenagear a vida como a grande referência, quer enredada na espuma dos dias, quer na natureza invisível do quotidiano, oculta nos nichos de vida animal e vegetal sob o cimento urbano das grandes periferias. O seu papel era o de testemunha-trovadora. A sua missão, como ela própria definia, era DETER-GENTE. 

No dia 21 de fevereiro terá lugar uma conversa informal com a coreógrafa Vera Mantero. A residência de Gustavo Círiaco segue até 2 de março. Este projeto faz parte da programação complementar da exposição Complexo Brasil.

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No ano que marca 30 anos de carreira, o multi-artista Gustavo Ciríaco preparou um carnaval sensorial que apresenta hoje no Centro de Arte Moderna da Gulbenkian. A entrada é livre.

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14 de fev. de 2026, 10:32

É coreógrafo, encenador e artista transdisciplinar. No ano que assinala os 30 anos de carreira, Gustavo Ciríaco, operário articulante entre dança, artes visuais e performance, apresenta, neste sábado, 14, CARAVANSERÁ, um carnaval sensorial inspirado na obra da sua mãe. O encontro está marcado para as 15h30, na entrada do Centro de Arte Moderna, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, e todos estão convidados para uma experiência de celebração da imaginação, colaboração e comunidade através de um cortejo de Carnaval. 

É lá que se vão fundir semanas de residência artística do criador natural do Rio de Janeiro, no Brasil, que desde 28 de janeiro tem pontilhado o legado da arte da sua mãe, quer no espaço, quer no diálogo, através de oficinas de dança, música, costura e cenografia, onde foi possível participar de conversas e ativações de obras. 

Todos esses momentos vão culminar em CARAVANSERÁ, uma ode às tantas vidas de Maria José Figueiredo Ciríaco, artista carioca e Rainha dos Bons-Ecos que via nos Caravanserás o lugar de descanso na arte, postos de repouso seculares, comuns na Rota da Seda, na travessia dos desertos entre o médio Oriente e a Ásia que ofereciam proteção aos viajantes de longo curso. 

Maria José, mãe de Gustavo, foi poeta, trovadora, escritora de autocarro, educadora, voluntária da Cruz Vermelha e correspondente do escritor Drummond de Andrade. Foi nos subúrbios cariocas da Pavuna e de Campo Grande, como moradora, que fundou o seu Quintal das Artes, um lugar aberto às crianças da comunidade. Desde móbis feitos com espelhos e lenços coloridos até às bonecas de papel, o propósito de Maria José era homenagear a vida como a grande referência, quer enredada na espuma dos dias, quer na natureza invisível do quotidiano, oculta nos nichos de vida animal e vegetal sob o cimento urbano das grandes periferias. O seu papel era o de testemunha-trovadora. A sua missão, como ela própria definia, era DETER-GENTE. 

No dia 21 de fevereiro terá lugar uma conversa informal com a coreógrafa Vera Mantero. A residência de Gustavo Círiaco segue até 2 de março. Este projeto faz parte da programação complementar da exposição Complexo Brasil.

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No ano que marca 30 anos de carreira, o multi-artista Gustavo Ciríaco preparou um carnaval sensorial que apresenta hoje no Centro de Arte Moderna da Gulbenkian. A entrada é livre.

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14 de fev. de 2026, 10:32

É coreógrafo, encenador e artista transdisciplinar. No ano que assinala os 30 anos de carreira, Gustavo Ciríaco, operário articulante entre dança, artes visuais e performance, apresenta, neste sábado, 14, CARAVANSERÁ, um carnaval sensorial inspirado na obra da sua mãe. O encontro está marcado para as 15h30, na entrada do Centro de Arte Moderna, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, e todos estão convidados para uma experiência de celebração da imaginação, colaboração e comunidade através de um cortejo de Carnaval. 

É lá que se vão fundir semanas de residência artística do criador natural do Rio de Janeiro, no Brasil, que desde 28 de janeiro tem pontilhado o legado da arte da sua mãe, quer no espaço, quer no diálogo, através de oficinas de dança, música, costura e cenografia, onde foi possível participar de conversas e ativações de obras. 

Todos esses momentos vão culminar em CARAVANSERÁ, uma ode às tantas vidas de Maria José Figueiredo Ciríaco, artista carioca e Rainha dos Bons-Ecos que via nos Caravanserás o lugar de descanso na arte, postos de repouso seculares, comuns na Rota da Seda, na travessia dos desertos entre o médio Oriente e a Ásia que ofereciam proteção aos viajantes de longo curso. 

Maria José, mãe de Gustavo, foi poeta, trovadora, escritora de autocarro, educadora, voluntária da Cruz Vermelha e correspondente do escritor Drummond de Andrade. Foi nos subúrbios cariocas da Pavuna e de Campo Grande, como moradora, que fundou o seu Quintal das Artes, um lugar aberto às crianças da comunidade. Desde móbis feitos com espelhos e lenços coloridos até às bonecas de papel, o propósito de Maria José era homenagear a vida como a grande referência, quer enredada na espuma dos dias, quer na natureza invisível do quotidiano, oculta nos nichos de vida animal e vegetal sob o cimento urbano das grandes periferias. O seu papel era o de testemunha-trovadora. A sua missão, como ela própria definia, era DETER-GENTE. 

No dia 21 de fevereiro terá lugar uma conversa informal com a coreógrafa Vera Mantero. A residência de Gustavo Círiaco segue até 2 de março. Este projeto faz parte da programação complementar da exposição Complexo Brasil.

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No ano que marca 30 anos de carreira, o multi-artista Gustavo Ciríaco preparou um carnaval sensorial que apresenta hoje no Centro de Arte Moderna da Gulbenkian. A entrada é livre.

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É coreógrafo, encenador e artista transdisciplinar. No ano que assinala os 30 anos de carreira, Gustavo Ciríaco, operário articulante entre dança, artes visuais e performance, apresenta, neste sábado, 14, CARAVANSERÁ, um carnaval sensorial inspirado na obra da sua mãe. O encontro está marcado para as 15h30, na entrada do Centro de Arte Moderna, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, e todos estão convidados para uma experiência de celebração da imaginação, colaboração e comunidade através de um cortejo de Carnaval. 

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Maria José, mãe de Gustavo, foi poeta, trovadora, escritora de autocarro, educadora, voluntária da Cruz Vermelha e correspondente do escritor Drummond de Andrade. Foi nos subúrbios cariocas da Pavuna e de Campo Grande, como moradora, que fundou o seu Quintal das Artes, um lugar aberto às crianças da comunidade. Desde móbis feitos com espelhos e lenços coloridos até às bonecas de papel, o propósito de Maria José era homenagear a vida como a grande referência, quer enredada na espuma dos dias, quer na natureza invisível do quotidiano, oculta nos nichos de vida animal e vegetal sob o cimento urbano das grandes periferias. O seu papel era o de testemunha-trovadora. A sua missão, como ela própria definia, era DETER-GENTE. 

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