#Protagonistas

Seis perguntas a Sara Correia

É um dos maiores nomes da música portuguesa da atualidade. Lançou ontem o seu novo disco, Tempestade, e está a dias de subir ao palco de uma MEO Arena esgotada. Antes disso, respondeu a seis perguntas do MOTIVO.

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28 de fev. de 2026, 08:57

Como apresenta este novo trabalho, Tempestade?

SARA CORREIA — Este disco é uma reflexão pessoal. Fala de tudo o que fui ultrapassando, ao longo da vida, e das vezes em que me consegui reerguer. Fala, também, do processo da minha operação às cordas vocais, que fiz no ano passado. De um momento para o outro, percebi que a voz não era minha, que, por algum motivo, poderia não voltar a ser a mesma. Creio que saí desse episódio ainda com mais força. Reergui-me, mais uma vez, com mais capacidade do que tinha. Este álbum é o reflexo de toda a minha vida até agora, muito centrado, também, na força que a mulher traz consigo, uma força muito importante.


Tempestade foi editado ontem e está disponível nas plataformas digitais


Neste disco, optou por trabalhar apenas com mulheres na escrita. Como surgiu essa decisão?

S.C. — Foi uma decisão que fomos tomando ao longo do ano, ainda antes de o álbum começar verdadeiramente a ser construído. Surgiu numa conversa com o meu produtor, o Diogo Clemente, que é o grande braço direito deste álbum, é o pintor deste disco. Chegámos à conclusão de que hoje me sinto uma mulher completamente diferente, a melhor versão de mim mesma. E quem melhor do que as mulheres para falar sobre força?

Depois do enorme sucesso de Liberdade, o disco anterior, sentiu pressão na construção deste novo trabalho?

S.C. — Depois de gravar o Liberdade, senti-me ainda mais livre para gravar este disco. (Risos) O Liberdade deu-me uma forma de olhar para a vida completamente desprendida, livre para ser quem eu sou. Este novo trabalho, Tempestade, reforça ainda mais todas as dificuldades por que passei, e que vamos passando. Não falo só por mim, mas por tantas outras mulheres. Não senti pressão alguma. Senti alívio por poder dizer tantas coisas que ainda tinha para dizer. E espero que a vida ainda me traga mais histórias para cantar.

O que podemos esperar do espetáculo na MEO Arena?

S.C. — Sem dúvida que será o espetáculo mais intenso que fiz até hoje. Vou apresentar o meu novo álbum, cantar pela primeira vez muitas das músicas naquele palco. Também vou trazer temas dos discos anteriores. Será contar a história do início ao fim, desde a Sara mais pequena até à Sara de hoje.

O que significa para si pisar o palco da MEO Arena?

S.C. — Pisar a MEO Arena torna-me ainda mais humilde. Quanto mais se aproxima o momento, mais me lembro de onde vim e para onde estou a ir. Isso faz-me manter os pés bem assentes na terra, ser grata pela força que consegui ter ao longo destes anos e pela família que tenho, que fez de mim a mulher que sou hoje. Pisar aquele palco é isso: gratidão, bênção e humildade acima de tudo.

E depois da MEO Arena, o que vem a seguir?

S.C. — Depois, vou tirar umas férias, merecidas férias, para repousar um pouco e ganhar energias para o próximo ano. Vai ser um ano repleto de concertos, com muitas coisas a acontecer, incluindo concertos internacionais e outros projetos. Será um ano muito preenchido.


(C) Fotos Maria Rita
#Protagonistas

Seis perguntas a Sara Correia

É um dos maiores nomes da música portuguesa da atualidade. Lançou ontem o seu novo disco, Tempestade, e está a dias de subir ao palco de uma MEO Arena esgotada. Antes disso, respondeu a seis perguntas do MOTIVO.

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28 de fev. de 2026, 08:57

Como apresenta este novo trabalho, Tempestade?

SARA CORREIA — Este disco é uma reflexão pessoal. Fala de tudo o que fui ultrapassando, ao longo da vida, e das vezes em que me consegui reerguer. Fala, também, do processo da minha operação às cordas vocais, que fiz no ano passado. De um momento para o outro, percebi que a voz não era minha, que, por algum motivo, poderia não voltar a ser a mesma. Creio que saí desse episódio ainda com mais força. Reergui-me, mais uma vez, com mais capacidade do que tinha. Este álbum é o reflexo de toda a minha vida até agora, muito centrado, também, na força que a mulher traz consigo, uma força muito importante.


Tempestade foi editado ontem e está disponível nas plataformas digitais


Neste disco, optou por trabalhar apenas com mulheres na escrita. Como surgiu essa decisão?

S.C. — Foi uma decisão que fomos tomando ao longo do ano, ainda antes de o álbum começar verdadeiramente a ser construído. Surgiu numa conversa com o meu produtor, o Diogo Clemente, que é o grande braço direito deste álbum, é o pintor deste disco. Chegámos à conclusão de que hoje me sinto uma mulher completamente diferente, a melhor versão de mim mesma. E quem melhor do que as mulheres para falar sobre força?

Depois do enorme sucesso de Liberdade, o disco anterior, sentiu pressão na construção deste novo trabalho?

S.C. — Depois de gravar o Liberdade, senti-me ainda mais livre para gravar este disco. (Risos) O Liberdade deu-me uma forma de olhar para a vida completamente desprendida, livre para ser quem eu sou. Este novo trabalho, Tempestade, reforça ainda mais todas as dificuldades por que passei, e que vamos passando. Não falo só por mim, mas por tantas outras mulheres. Não senti pressão alguma. Senti alívio por poder dizer tantas coisas que ainda tinha para dizer. E espero que a vida ainda me traga mais histórias para cantar.

O que podemos esperar do espetáculo na MEO Arena?

S.C. — Sem dúvida que será o espetáculo mais intenso que fiz até hoje. Vou apresentar o meu novo álbum, cantar pela primeira vez muitas das músicas naquele palco. Também vou trazer temas dos discos anteriores. Será contar a história do início ao fim, desde a Sara mais pequena até à Sara de hoje.

O que significa para si pisar o palco da MEO Arena?

S.C. — Pisar a MEO Arena torna-me ainda mais humilde. Quanto mais se aproxima o momento, mais me lembro de onde vim e para onde estou a ir. Isso faz-me manter os pés bem assentes na terra, ser grata pela força que consegui ter ao longo destes anos e pela família que tenho, que fez de mim a mulher que sou hoje. Pisar aquele palco é isso: gratidão, bênção e humildade acima de tudo.

E depois da MEO Arena, o que vem a seguir?

S.C. — Depois, vou tirar umas férias, merecidas férias, para repousar um pouco e ganhar energias para o próximo ano. Vai ser um ano repleto de concertos, com muitas coisas a acontecer, incluindo concertos internacionais e outros projetos. Será um ano muito preenchido.


(C) Fotos Maria Rita

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É um dos maiores nomes da música portuguesa da atualidade. Lançou ontem o seu novo disco, Tempestade, e está a dias de subir ao palco de uma MEO Arena esgotada. Antes disso, respondeu a seis perguntas do MOTIVO.

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28 de fev. de 2026, 08:57

Como apresenta este novo trabalho, Tempestade?

SARA CORREIA — Este disco é uma reflexão pessoal. Fala de tudo o que fui ultrapassando, ao longo da vida, e das vezes em que me consegui reerguer. Fala, também, do processo da minha operação às cordas vocais, que fiz no ano passado. De um momento para o outro, percebi que a voz não era minha, que, por algum motivo, poderia não voltar a ser a mesma. Creio que saí desse episódio ainda com mais força. Reergui-me, mais uma vez, com mais capacidade do que tinha. Este álbum é o reflexo de toda a minha vida até agora, muito centrado, também, na força que a mulher traz consigo, uma força muito importante.


Tempestade foi editado ontem e está disponível nas plataformas digitais


Neste disco, optou por trabalhar apenas com mulheres na escrita. Como surgiu essa decisão?

S.C. — Foi uma decisão que fomos tomando ao longo do ano, ainda antes de o álbum começar verdadeiramente a ser construído. Surgiu numa conversa com o meu produtor, o Diogo Clemente, que é o grande braço direito deste álbum, é o pintor deste disco. Chegámos à conclusão de que hoje me sinto uma mulher completamente diferente, a melhor versão de mim mesma. E quem melhor do que as mulheres para falar sobre força?

Depois do enorme sucesso de Liberdade, o disco anterior, sentiu pressão na construção deste novo trabalho?

S.C. — Depois de gravar o Liberdade, senti-me ainda mais livre para gravar este disco. (Risos) O Liberdade deu-me uma forma de olhar para a vida completamente desprendida, livre para ser quem eu sou. Este novo trabalho, Tempestade, reforça ainda mais todas as dificuldades por que passei, e que vamos passando. Não falo só por mim, mas por tantas outras mulheres. Não senti pressão alguma. Senti alívio por poder dizer tantas coisas que ainda tinha para dizer. E espero que a vida ainda me traga mais histórias para cantar.

O que podemos esperar do espetáculo na MEO Arena?

S.C. — Sem dúvida que será o espetáculo mais intenso que fiz até hoje. Vou apresentar o meu novo álbum, cantar pela primeira vez muitas das músicas naquele palco. Também vou trazer temas dos discos anteriores. Será contar a história do início ao fim, desde a Sara mais pequena até à Sara de hoje.

O que significa para si pisar o palco da MEO Arena?

S.C. — Pisar a MEO Arena torna-me ainda mais humilde. Quanto mais se aproxima o momento, mais me lembro de onde vim e para onde estou a ir. Isso faz-me manter os pés bem assentes na terra, ser grata pela força que consegui ter ao longo destes anos e pela família que tenho, que fez de mim a mulher que sou hoje. Pisar aquele palco é isso: gratidão, bênção e humildade acima de tudo.

E depois da MEO Arena, o que vem a seguir?

S.C. — Depois, vou tirar umas férias, merecidas férias, para repousar um pouco e ganhar energias para o próximo ano. Vai ser um ano repleto de concertos, com muitas coisas a acontecer, incluindo concertos internacionais e outros projetos. Será um ano muito preenchido.


(C) Fotos Maria Rita
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Seis perguntas a Sara Correia

É um dos maiores nomes da música portuguesa da atualidade. Lançou ontem o seu novo disco, Tempestade, e está a dias de subir ao palco de uma MEO Arena esgotada. Antes disso, respondeu a seis perguntas do MOTIVO.

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28 de fev. de 2026, 08:57

Como apresenta este novo trabalho, Tempestade?

SARA CORREIA — Este disco é uma reflexão pessoal. Fala de tudo o que fui ultrapassando, ao longo da vida, e das vezes em que me consegui reerguer. Fala, também, do processo da minha operação às cordas vocais, que fiz no ano passado. De um momento para o outro, percebi que a voz não era minha, que, por algum motivo, poderia não voltar a ser a mesma. Creio que saí desse episódio ainda com mais força. Reergui-me, mais uma vez, com mais capacidade do que tinha. Este álbum é o reflexo de toda a minha vida até agora, muito centrado, também, na força que a mulher traz consigo, uma força muito importante.


Tempestade foi editado ontem e está disponível nas plataformas digitais


Neste disco, optou por trabalhar apenas com mulheres na escrita. Como surgiu essa decisão?

S.C. — Foi uma decisão que fomos tomando ao longo do ano, ainda antes de o álbum começar verdadeiramente a ser construído. Surgiu numa conversa com o meu produtor, o Diogo Clemente, que é o grande braço direito deste álbum, é o pintor deste disco. Chegámos à conclusão de que hoje me sinto uma mulher completamente diferente, a melhor versão de mim mesma. E quem melhor do que as mulheres para falar sobre força?

Depois do enorme sucesso de Liberdade, o disco anterior, sentiu pressão na construção deste novo trabalho?

S.C. — Depois de gravar o Liberdade, senti-me ainda mais livre para gravar este disco. (Risos) O Liberdade deu-me uma forma de olhar para a vida completamente desprendida, livre para ser quem eu sou. Este novo trabalho, Tempestade, reforça ainda mais todas as dificuldades por que passei, e que vamos passando. Não falo só por mim, mas por tantas outras mulheres. Não senti pressão alguma. Senti alívio por poder dizer tantas coisas que ainda tinha para dizer. E espero que a vida ainda me traga mais histórias para cantar.

O que podemos esperar do espetáculo na MEO Arena?

S.C. — Sem dúvida que será o espetáculo mais intenso que fiz até hoje. Vou apresentar o meu novo álbum, cantar pela primeira vez muitas das músicas naquele palco. Também vou trazer temas dos discos anteriores. Será contar a história do início ao fim, desde a Sara mais pequena até à Sara de hoje.

O que significa para si pisar o palco da MEO Arena?

S.C. — Pisar a MEO Arena torna-me ainda mais humilde. Quanto mais se aproxima o momento, mais me lembro de onde vim e para onde estou a ir. Isso faz-me manter os pés bem assentes na terra, ser grata pela força que consegui ter ao longo destes anos e pela família que tenho, que fez de mim a mulher que sou hoje. Pisar aquele palco é isso: gratidão, bênção e humildade acima de tudo.

E depois da MEO Arena, o que vem a seguir?

S.C. — Depois, vou tirar umas férias, merecidas férias, para repousar um pouco e ganhar energias para o próximo ano. Vai ser um ano repleto de concertos, com muitas coisas a acontecer, incluindo concertos internacionais e outros projetos. Será um ano muito preenchido.


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