#Conhecimento

Saúde mental das mulheres nas organizações torna-se prioridade estratégica

O tema está a sair do campo da diversidade e inclusão para entrar no centro da estratégia empresarial. Essa foi uma das principais conclusões do encontro One Size Does Not Fit All: A Saúde Mental das Mulheres como Ativo Estratégico nas Organizações, que reuniu, em Lisboa, líderes empresariais e especialistas para refletir sobre tendências para 2026.

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26 de mar. de 2026, 08:09

Numa sala composta maioritariamente por mulheres, num sinal revelador do momento atual, surgiu também uma ideia transversal ao longo da manhã de ontem: esta é uma conversa que precisa, cada vez mais, de incluir os homens. Porque, como foi sublinhado durante o debate, a saúde mental das mulheres não é apenas uma questão de equidade, é uma questão de sustentabilidade organizacional.


O evento decorreu na sede da AON Portugal, em Lisboa


A abertura do encontro reforçou precisamente essa dimensão estratégica. Carlos Robalo Freire, CEO da AON Portugal, destacou a importância de colocar a saúde mental no centro das organizações, como uma dimensão estrutural do desempenho e da sustentabilidade, munindo-se de dados recentes que fizeram o retrato da problemática.

Uma das co-organizadoras do evento, a keynote speaker Marta Rebelo, defendeu que as organizações continuam a aplicar soluções padronizadas a realidades profundamente diferentes. A especialista sublinhou que a saúde mental das mulheres exige abordagens ajustadas aos diferentes momentos de vida, contextos e responsabilidades, alertando para o risco de políticas genéricas que ignoram essa diversidade. A consultora em matérias de saúde mental vincou que “One size does not fit all” deixou de ser apenas um conceito para se afirmar como uma necessidade estratégica.


Marta Rebelo e Carlos Robalo Freire, CEO da AON Portugal deram início ao encontro


Na mesa-redonda que se seguiu, Joana Tavares, responsável de RH da AON Portugal, trouxe a perspetiva corporativa, sublinhando que a discussão sobre saúde mental está a evoluir dentro das organizações, passando de uma abordagem reativa para uma lógica mais preventiva e integrada. A responsável destacou a importância de criar culturas organizacionais que reconheçam a diversidade de experiências e necessidades.

Cláudia Ricardo, da Roche, reforçou a ideia de que a saúde mental não pode ser tratada como uma iniciativa isolada, defendendo que deve estar integrada nas políticas e na estratégia das empresas. Ao longo da sua intervenção, destacou a necessidade de olhar para a saúde mental como um fator de impacto real nos resultados, produtividade e retenção de talento.

Por fim, Rita Roque Figueiredo, da Fidelidade, trouxe a dimensão da responsabilidade organizacional, sublinhando que a saúde mental exige compromisso continuado e liderança. A especialista destacou que não basta reconhecer o problema: é necessário criar condições concretas que permitam às pessoas trabalhar de forma sustentável ao longo do tempo.


Da esquerda para a direita: Rita Roque Figueiredo (Fidelidade), Joana Tavares (AON Portugal), Cláudia Ricardo (Roche) e Raquel Sampaio (Direito Mental), que co-organizou o evento e fez a moderação da mesa.


A moderação de Raquel Sampaio, diretora da Direito Mental, ajudou a estruturar o debate em torno de uma ideia comum: a necessidade de evoluir da sensibilização para a ação. Ao longo da conversa, tornou-se claro que as organizações começam a reconhecer que a saúde mental das mulheres não é um tema periférico e que envolve demasiadas questões (menopausa, fertilidade, endometriose, o papel de cuidadora, entre muitos outros).

No final, ficou uma conclusão transversal: o debate sobre a saúde mental das mulheres nas organizações tem de deixar definitivamente de ser uma questão de diversidade e inclusão para se afirmar como uma questão de sustentabilidade do negócio.

O MOTIVO foi media partner deste encontro e continuará a acompanhar este tema, que está a tornar-se central na forma como as organizações pensam o futuro do trabalho.

#Conhecimento

Saúde mental das mulheres nas organizações torna-se prioridade estratégica

O tema está a sair do campo da diversidade e inclusão para entrar no centro da estratégia empresarial. Essa foi uma das principais conclusões do encontro One Size Does Not Fit All: A Saúde Mental das Mulheres como Ativo Estratégico nas Organizações, que reuniu, em Lisboa, líderes empresariais e especialistas para refletir sobre tendências para 2026.

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26 de mar. de 2026, 08:09

Numa sala composta maioritariamente por mulheres, num sinal revelador do momento atual, surgiu também uma ideia transversal ao longo da manhã de ontem: esta é uma conversa que precisa, cada vez mais, de incluir os homens. Porque, como foi sublinhado durante o debate, a saúde mental das mulheres não é apenas uma questão de equidade, é uma questão de sustentabilidade organizacional.


O evento decorreu na sede da AON Portugal, em Lisboa


A abertura do encontro reforçou precisamente essa dimensão estratégica. Carlos Robalo Freire, CEO da AON Portugal, destacou a importância de colocar a saúde mental no centro das organizações, como uma dimensão estrutural do desempenho e da sustentabilidade, munindo-se de dados recentes que fizeram o retrato da problemática.

Uma das co-organizadoras do evento, a keynote speaker Marta Rebelo, defendeu que as organizações continuam a aplicar soluções padronizadas a realidades profundamente diferentes. A especialista sublinhou que a saúde mental das mulheres exige abordagens ajustadas aos diferentes momentos de vida, contextos e responsabilidades, alertando para o risco de políticas genéricas que ignoram essa diversidade. A consultora em matérias de saúde mental vincou que “One size does not fit all” deixou de ser apenas um conceito para se afirmar como uma necessidade estratégica.


Marta Rebelo e Carlos Robalo Freire, CEO da AON Portugal deram início ao encontro


Na mesa-redonda que se seguiu, Joana Tavares, responsável de RH da AON Portugal, trouxe a perspetiva corporativa, sublinhando que a discussão sobre saúde mental está a evoluir dentro das organizações, passando de uma abordagem reativa para uma lógica mais preventiva e integrada. A responsável destacou a importância de criar culturas organizacionais que reconheçam a diversidade de experiências e necessidades.

Cláudia Ricardo, da Roche, reforçou a ideia de que a saúde mental não pode ser tratada como uma iniciativa isolada, defendendo que deve estar integrada nas políticas e na estratégia das empresas. Ao longo da sua intervenção, destacou a necessidade de olhar para a saúde mental como um fator de impacto real nos resultados, produtividade e retenção de talento.

Por fim, Rita Roque Figueiredo, da Fidelidade, trouxe a dimensão da responsabilidade organizacional, sublinhando que a saúde mental exige compromisso continuado e liderança. A especialista destacou que não basta reconhecer o problema: é necessário criar condições concretas que permitam às pessoas trabalhar de forma sustentável ao longo do tempo.


Da esquerda para a direita: Rita Roque Figueiredo (Fidelidade), Joana Tavares (AON Portugal), Cláudia Ricardo (Roche) e Raquel Sampaio (Direito Mental), que co-organizou o evento e fez a moderação da mesa.


A moderação de Raquel Sampaio, diretora da Direito Mental, ajudou a estruturar o debate em torno de uma ideia comum: a necessidade de evoluir da sensibilização para a ação. Ao longo da conversa, tornou-se claro que as organizações começam a reconhecer que a saúde mental das mulheres não é um tema periférico e que envolve demasiadas questões (menopausa, fertilidade, endometriose, o papel de cuidadora, entre muitos outros).

No final, ficou uma conclusão transversal: o debate sobre a saúde mental das mulheres nas organizações tem de deixar definitivamente de ser uma questão de diversidade e inclusão para se afirmar como uma questão de sustentabilidade do negócio.

O MOTIVO foi media partner deste encontro e continuará a acompanhar este tema, que está a tornar-se central na forma como as organizações pensam o futuro do trabalho.

#Conhecimento

Saúde mental das mulheres nas organizações torna-se prioridade estratégica

O tema está a sair do campo da diversidade e inclusão para entrar no centro da estratégia empresarial. Essa foi uma das principais conclusões do encontro One Size Does Not Fit All: A Saúde Mental das Mulheres como Ativo Estratégico nas Organizações, que reuniu, em Lisboa, líderes empresariais e especialistas para refletir sobre tendências para 2026.

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26 de mar. de 2026, 08:09

Numa sala composta maioritariamente por mulheres, num sinal revelador do momento atual, surgiu também uma ideia transversal ao longo da manhã de ontem: esta é uma conversa que precisa, cada vez mais, de incluir os homens. Porque, como foi sublinhado durante o debate, a saúde mental das mulheres não é apenas uma questão de equidade, é uma questão de sustentabilidade organizacional.


O evento decorreu na sede da AON Portugal, em Lisboa


A abertura do encontro reforçou precisamente essa dimensão estratégica. Carlos Robalo Freire, CEO da AON Portugal, destacou a importância de colocar a saúde mental no centro das organizações, como uma dimensão estrutural do desempenho e da sustentabilidade, munindo-se de dados recentes que fizeram o retrato da problemática.

Uma das co-organizadoras do evento, a keynote speaker Marta Rebelo, defendeu que as organizações continuam a aplicar soluções padronizadas a realidades profundamente diferentes. A especialista sublinhou que a saúde mental das mulheres exige abordagens ajustadas aos diferentes momentos de vida, contextos e responsabilidades, alertando para o risco de políticas genéricas que ignoram essa diversidade. A consultora em matérias de saúde mental vincou que “One size does not fit all” deixou de ser apenas um conceito para se afirmar como uma necessidade estratégica.


Marta Rebelo e Carlos Robalo Freire, CEO da AON Portugal deram início ao encontro


Na mesa-redonda que se seguiu, Joana Tavares, responsável de RH da AON Portugal, trouxe a perspetiva corporativa, sublinhando que a discussão sobre saúde mental está a evoluir dentro das organizações, passando de uma abordagem reativa para uma lógica mais preventiva e integrada. A responsável destacou a importância de criar culturas organizacionais que reconheçam a diversidade de experiências e necessidades.

Cláudia Ricardo, da Roche, reforçou a ideia de que a saúde mental não pode ser tratada como uma iniciativa isolada, defendendo que deve estar integrada nas políticas e na estratégia das empresas. Ao longo da sua intervenção, destacou a necessidade de olhar para a saúde mental como um fator de impacto real nos resultados, produtividade e retenção de talento.

Por fim, Rita Roque Figueiredo, da Fidelidade, trouxe a dimensão da responsabilidade organizacional, sublinhando que a saúde mental exige compromisso continuado e liderança. A especialista destacou que não basta reconhecer o problema: é necessário criar condições concretas que permitam às pessoas trabalhar de forma sustentável ao longo do tempo.


Da esquerda para a direita: Rita Roque Figueiredo (Fidelidade), Joana Tavares (AON Portugal), Cláudia Ricardo (Roche) e Raquel Sampaio (Direito Mental), que co-organizou o evento e fez a moderação da mesa.


A moderação de Raquel Sampaio, diretora da Direito Mental, ajudou a estruturar o debate em torno de uma ideia comum: a necessidade de evoluir da sensibilização para a ação. Ao longo da conversa, tornou-se claro que as organizações começam a reconhecer que a saúde mental das mulheres não é um tema periférico e que envolve demasiadas questões (menopausa, fertilidade, endometriose, o papel de cuidadora, entre muitos outros).

No final, ficou uma conclusão transversal: o debate sobre a saúde mental das mulheres nas organizações tem de deixar definitivamente de ser uma questão de diversidade e inclusão para se afirmar como uma questão de sustentabilidade do negócio.

O MOTIVO foi media partner deste encontro e continuará a acompanhar este tema, que está a tornar-se central na forma como as organizações pensam o futuro do trabalho.

#Conhecimento

Saúde mental das mulheres nas organizações torna-se prioridade estratégica

O tema está a sair do campo da diversidade e inclusão para entrar no centro da estratégia empresarial. Essa foi uma das principais conclusões do encontro One Size Does Not Fit All: A Saúde Mental das Mulheres como Ativo Estratégico nas Organizações, que reuniu, em Lisboa, líderes empresariais e especialistas para refletir sobre tendências para 2026.

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26 de mar. de 2026, 08:09

Numa sala composta maioritariamente por mulheres, num sinal revelador do momento atual, surgiu também uma ideia transversal ao longo da manhã de ontem: esta é uma conversa que precisa, cada vez mais, de incluir os homens. Porque, como foi sublinhado durante o debate, a saúde mental das mulheres não é apenas uma questão de equidade, é uma questão de sustentabilidade organizacional.


O evento decorreu na sede da AON Portugal, em Lisboa


A abertura do encontro reforçou precisamente essa dimensão estratégica. Carlos Robalo Freire, CEO da AON Portugal, destacou a importância de colocar a saúde mental no centro das organizações, como uma dimensão estrutural do desempenho e da sustentabilidade, munindo-se de dados recentes que fizeram o retrato da problemática.

Uma das co-organizadoras do evento, a keynote speaker Marta Rebelo, defendeu que as organizações continuam a aplicar soluções padronizadas a realidades profundamente diferentes. A especialista sublinhou que a saúde mental das mulheres exige abordagens ajustadas aos diferentes momentos de vida, contextos e responsabilidades, alertando para o risco de políticas genéricas que ignoram essa diversidade. A consultora em matérias de saúde mental vincou que “One size does not fit all” deixou de ser apenas um conceito para se afirmar como uma necessidade estratégica.


Marta Rebelo e Carlos Robalo Freire, CEO da AON Portugal deram início ao encontro


Na mesa-redonda que se seguiu, Joana Tavares, responsável de RH da AON Portugal, trouxe a perspetiva corporativa, sublinhando que a discussão sobre saúde mental está a evoluir dentro das organizações, passando de uma abordagem reativa para uma lógica mais preventiva e integrada. A responsável destacou a importância de criar culturas organizacionais que reconheçam a diversidade de experiências e necessidades.

Cláudia Ricardo, da Roche, reforçou a ideia de que a saúde mental não pode ser tratada como uma iniciativa isolada, defendendo que deve estar integrada nas políticas e na estratégia das empresas. Ao longo da sua intervenção, destacou a necessidade de olhar para a saúde mental como um fator de impacto real nos resultados, produtividade e retenção de talento.

Por fim, Rita Roque Figueiredo, da Fidelidade, trouxe a dimensão da responsabilidade organizacional, sublinhando que a saúde mental exige compromisso continuado e liderança. A especialista destacou que não basta reconhecer o problema: é necessário criar condições concretas que permitam às pessoas trabalhar de forma sustentável ao longo do tempo.


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