#Conhecimento

72% dos portugueses já usam Inteligência Artificial em casa, mas exigem controlo humano

Portugal está entre os países europeus com maior adoção de IA em ambiente doméstico. No entanto, 93% expressam, pelo menos, uma reserva relativamente à adoção de tecnologia inteligente.

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18 de fev. de 2026, 20:01

A informação é avançada pelo estudo AI Home, da Samsung Electronics e indica que Portugal está bem posicionado entre os países europeus no que diz respeito à maior adoção de tecnologia baseada em Inteligência Artificial no lar: 72% dos portugueses já utilizam algum tipo de solução inteligente em casa. Apesar do crescimento, a adesão é marcada por pragmatismo e cautela, com os consumidores a privilegiarem funcionalidades claras e benefícios concretos no dia a dia.

A maioria dos utilizadores adota a tecnologia de forma gradual. Cerca de 42% usam apenas um ou dois dispositivos conectados, enquanto 29% são considerados utilizadores médios (três a quatro equipamentos) e outros 29% utilizadores avançados, com cinco ou mais dispositivos. Entre os equipamentos mais populares estão aspiradores robôs, iluminação inteligente e máquinas de lavar roupa conectadas, refletindo uma lógica essencialmente funcional.

O principal motor de adoção é a eficiência energética. A monitorização do consumo de energia (47%), a segurança (46%) e o controlo da temperatura (25%) surgem como os benefícios mais valorizados. O estudo indica que a poupança na fatura da eletricidade e a redução do desperdício energético são fatores particularmente relevantes para os consumidores portugueses, tanto por razões económicas como ambientais.

Ainda assim, a privacidade é a maior barreira à automação total. Cerca de 66% dos inquiridos manifestam preocupação com a segurança dos dados, o valor mais elevado entre os países analisados, e 93% expressam, pelo menos, uma reserva relativamente à adoção de tecnologia inteligente. Apenas 25% aceitariam que decisões importantes fossem tomadas exclusivamente por sistemas de Inteligência Artificial, reforçando a preferência por manter o controlo humano, sobretudo através de aplicações móveis. O estudo conclui que a confiança, a transparência e a simplicidade serão determinantes para a consolidação das chamadas “AI Homes” em Portugal.

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72% dos portugueses já usam Inteligência Artificial em casa, mas exigem controlo humano

Portugal está entre os países europeus com maior adoção de IA em ambiente doméstico. No entanto, 93% expressam, pelo menos, uma reserva relativamente à adoção de tecnologia inteligente.

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18 de fev. de 2026, 20:01

A informação é avançada pelo estudo AI Home, da Samsung Electronics e indica que Portugal está bem posicionado entre os países europeus no que diz respeito à maior adoção de tecnologia baseada em Inteligência Artificial no lar: 72% dos portugueses já utilizam algum tipo de solução inteligente em casa. Apesar do crescimento, a adesão é marcada por pragmatismo e cautela, com os consumidores a privilegiarem funcionalidades claras e benefícios concretos no dia a dia.

A maioria dos utilizadores adota a tecnologia de forma gradual. Cerca de 42% usam apenas um ou dois dispositivos conectados, enquanto 29% são considerados utilizadores médios (três a quatro equipamentos) e outros 29% utilizadores avançados, com cinco ou mais dispositivos. Entre os equipamentos mais populares estão aspiradores robôs, iluminação inteligente e máquinas de lavar roupa conectadas, refletindo uma lógica essencialmente funcional.

O principal motor de adoção é a eficiência energética. A monitorização do consumo de energia (47%), a segurança (46%) e o controlo da temperatura (25%) surgem como os benefícios mais valorizados. O estudo indica que a poupança na fatura da eletricidade e a redução do desperdício energético são fatores particularmente relevantes para os consumidores portugueses, tanto por razões económicas como ambientais.

Ainda assim, a privacidade é a maior barreira à automação total. Cerca de 66% dos inquiridos manifestam preocupação com a segurança dos dados, o valor mais elevado entre os países analisados, e 93% expressam, pelo menos, uma reserva relativamente à adoção de tecnologia inteligente. Apenas 25% aceitariam que decisões importantes fossem tomadas exclusivamente por sistemas de Inteligência Artificial, reforçando a preferência por manter o controlo humano, sobretudo através de aplicações móveis. O estudo conclui que a confiança, a transparência e a simplicidade serão determinantes para a consolidação das chamadas “AI Homes” em Portugal.

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72% dos portugueses já usam Inteligência Artificial em casa, mas exigem controlo humano

Portugal está entre os países europeus com maior adoção de IA em ambiente doméstico. No entanto, 93% expressam, pelo menos, uma reserva relativamente à adoção de tecnologia inteligente.

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18 de fev. de 2026, 20:01

A informação é avançada pelo estudo AI Home, da Samsung Electronics e indica que Portugal está bem posicionado entre os países europeus no que diz respeito à maior adoção de tecnologia baseada em Inteligência Artificial no lar: 72% dos portugueses já utilizam algum tipo de solução inteligente em casa. Apesar do crescimento, a adesão é marcada por pragmatismo e cautela, com os consumidores a privilegiarem funcionalidades claras e benefícios concretos no dia a dia.

A maioria dos utilizadores adota a tecnologia de forma gradual. Cerca de 42% usam apenas um ou dois dispositivos conectados, enquanto 29% são considerados utilizadores médios (três a quatro equipamentos) e outros 29% utilizadores avançados, com cinco ou mais dispositivos. Entre os equipamentos mais populares estão aspiradores robôs, iluminação inteligente e máquinas de lavar roupa conectadas, refletindo uma lógica essencialmente funcional.

O principal motor de adoção é a eficiência energética. A monitorização do consumo de energia (47%), a segurança (46%) e o controlo da temperatura (25%) surgem como os benefícios mais valorizados. O estudo indica que a poupança na fatura da eletricidade e a redução do desperdício energético são fatores particularmente relevantes para os consumidores portugueses, tanto por razões económicas como ambientais.

Ainda assim, a privacidade é a maior barreira à automação total. Cerca de 66% dos inquiridos manifestam preocupação com a segurança dos dados, o valor mais elevado entre os países analisados, e 93% expressam, pelo menos, uma reserva relativamente à adoção de tecnologia inteligente. Apenas 25% aceitariam que decisões importantes fossem tomadas exclusivamente por sistemas de Inteligência Artificial, reforçando a preferência por manter o controlo humano, sobretudo através de aplicações móveis. O estudo conclui que a confiança, a transparência e a simplicidade serão determinantes para a consolidação das chamadas “AI Homes” em Portugal.

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72% dos portugueses já usam Inteligência Artificial em casa, mas exigem controlo humano

Portugal está entre os países europeus com maior adoção de IA em ambiente doméstico. No entanto, 93% expressam, pelo menos, uma reserva relativamente à adoção de tecnologia inteligente.

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18 de fev. de 2026, 20:01

A informação é avançada pelo estudo AI Home, da Samsung Electronics e indica que Portugal está bem posicionado entre os países europeus no que diz respeito à maior adoção de tecnologia baseada em Inteligência Artificial no lar: 72% dos portugueses já utilizam algum tipo de solução inteligente em casa. Apesar do crescimento, a adesão é marcada por pragmatismo e cautela, com os consumidores a privilegiarem funcionalidades claras e benefícios concretos no dia a dia.

A maioria dos utilizadores adota a tecnologia de forma gradual. Cerca de 42% usam apenas um ou dois dispositivos conectados, enquanto 29% são considerados utilizadores médios (três a quatro equipamentos) e outros 29% utilizadores avançados, com cinco ou mais dispositivos. Entre os equipamentos mais populares estão aspiradores robôs, iluminação inteligente e máquinas de lavar roupa conectadas, refletindo uma lógica essencialmente funcional.

O principal motor de adoção é a eficiência energética. A monitorização do consumo de energia (47%), a segurança (46%) e o controlo da temperatura (25%) surgem como os benefícios mais valorizados. O estudo indica que a poupança na fatura da eletricidade e a redução do desperdício energético são fatores particularmente relevantes para os consumidores portugueses, tanto por razões económicas como ambientais.

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