
#Conhecimento
Nova startup quer juntar IA e conhecimento humano nos processos de decisão das empresas
A consultora internacional Roland Berger anunciou o investimento e apoio ativo na criação de uma nova startup de Inteligência Artificial fundada por Jonas Andrulis, num projeto que ultrapassa os 9 milhões de euros.
A ambição é clara: desenvolver uma nova geração de aplicações de IA capazes de integrar, de forma estruturada, o conhecimento humano e o contexto real das empresas nos processos de decisão.
A ideia surge num momento em que muitas organizações investem em Inteligência Artificial sem obter os resultados esperados. Segundo o fundador e CEO da Roland Berger, “muitas empresas estão a implementar inteligência artificial sem conseguirem alcançar os ganhos de produtividade esperados”. O problema, explica Jonas Andrulis, não está necessariamente na tecnologia, mas no facto de as soluções de IA não estarem suficientemente ligadas às operações reais e à tomada de decisão das empresas. A proposta passa por criar uma “IA colaborativa”, desenhada para ambientes empresariais complexos, onde o julgamento humano não é um complemento, mas parte integrante do sistema.
A startup irá operar de forma independente e manter-se agnóstica em relação às tecnologias e plataformas existentes, o que significa que poderá ser integrada em diferentes infraestruturas sem depender de um único fornecedor. A Roland Berger não será apenas investidora: o Managing Partner Global, Stefan Schaible, assume funções de COO e sublinha que o objetivo é compreender profundamente os processos internos, as lógicas de decisão e as responsabilidades das empresas, para criar tecnologia com impacto real.
O lançamento acontece num contexto de forte crescimento do investimento global em IA, que sextuplicou num ano, mas também de resultados aquém das expectativas: apenas uma em cada quatro empresas integrou totalmente a IA nos seus processos e 95% dos projetos-piloto de IA generativa não geram benefícios mensuráveis, segundo dados citados no comunicado. A nova empresa quer inverter esta tendência, criando sistemas que sabem quando envolver equipas humanas na revisão e execução de tarefas. Em vez de substituir decisões, a tecnologia pretende aprender com quem já as toma todos os dias.

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Nova startup quer juntar IA e conhecimento humano nos processos de decisão das empresas
A consultora internacional Roland Berger anunciou o investimento e apoio ativo na criação de uma nova startup de Inteligência Artificial fundada por Jonas Andrulis, num projeto que ultrapassa os 9 milhões de euros.
A ambição é clara: desenvolver uma nova geração de aplicações de IA capazes de integrar, de forma estruturada, o conhecimento humano e o contexto real das empresas nos processos de decisão.
A ideia surge num momento em que muitas organizações investem em Inteligência Artificial sem obter os resultados esperados. Segundo o fundador e CEO da Roland Berger, “muitas empresas estão a implementar inteligência artificial sem conseguirem alcançar os ganhos de produtividade esperados”. O problema, explica Jonas Andrulis, não está necessariamente na tecnologia, mas no facto de as soluções de IA não estarem suficientemente ligadas às operações reais e à tomada de decisão das empresas. A proposta passa por criar uma “IA colaborativa”, desenhada para ambientes empresariais complexos, onde o julgamento humano não é um complemento, mas parte integrante do sistema.
A startup irá operar de forma independente e manter-se agnóstica em relação às tecnologias e plataformas existentes, o que significa que poderá ser integrada em diferentes infraestruturas sem depender de um único fornecedor. A Roland Berger não será apenas investidora: o Managing Partner Global, Stefan Schaible, assume funções de COO e sublinha que o objetivo é compreender profundamente os processos internos, as lógicas de decisão e as responsabilidades das empresas, para criar tecnologia com impacto real.
O lançamento acontece num contexto de forte crescimento do investimento global em IA, que sextuplicou num ano, mas também de resultados aquém das expectativas: apenas uma em cada quatro empresas integrou totalmente a IA nos seus processos e 95% dos projetos-piloto de IA generativa não geram benefícios mensuráveis, segundo dados citados no comunicado. A nova empresa quer inverter esta tendência, criando sistemas que sabem quando envolver equipas humanas na revisão e execução de tarefas. Em vez de substituir decisões, a tecnologia pretende aprender com quem já as toma todos os dias.

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Nova startup quer juntar IA e conhecimento humano nos processos de decisão das empresas
A consultora internacional Roland Berger anunciou o investimento e apoio ativo na criação de uma nova startup de Inteligência Artificial fundada por Jonas Andrulis, num projeto que ultrapassa os 9 milhões de euros.
A ambição é clara: desenvolver uma nova geração de aplicações de IA capazes de integrar, de forma estruturada, o conhecimento humano e o contexto real das empresas nos processos de decisão.
A ideia surge num momento em que muitas organizações investem em Inteligência Artificial sem obter os resultados esperados. Segundo o fundador e CEO da Roland Berger, “muitas empresas estão a implementar inteligência artificial sem conseguirem alcançar os ganhos de produtividade esperados”. O problema, explica Jonas Andrulis, não está necessariamente na tecnologia, mas no facto de as soluções de IA não estarem suficientemente ligadas às operações reais e à tomada de decisão das empresas. A proposta passa por criar uma “IA colaborativa”, desenhada para ambientes empresariais complexos, onde o julgamento humano não é um complemento, mas parte integrante do sistema.
A startup irá operar de forma independente e manter-se agnóstica em relação às tecnologias e plataformas existentes, o que significa que poderá ser integrada em diferentes infraestruturas sem depender de um único fornecedor. A Roland Berger não será apenas investidora: o Managing Partner Global, Stefan Schaible, assume funções de COO e sublinha que o objetivo é compreender profundamente os processos internos, as lógicas de decisão e as responsabilidades das empresas, para criar tecnologia com impacto real.
O lançamento acontece num contexto de forte crescimento do investimento global em IA, que sextuplicou num ano, mas também de resultados aquém das expectativas: apenas uma em cada quatro empresas integrou totalmente a IA nos seus processos e 95% dos projetos-piloto de IA generativa não geram benefícios mensuráveis, segundo dados citados no comunicado. A nova empresa quer inverter esta tendência, criando sistemas que sabem quando envolver equipas humanas na revisão e execução de tarefas. Em vez de substituir decisões, a tecnologia pretende aprender com quem já as toma todos os dias.

#Conhecimento
Nova startup quer juntar IA e conhecimento humano nos processos de decisão das empresas
A consultora internacional Roland Berger anunciou o investimento e apoio ativo na criação de uma nova startup de Inteligência Artificial fundada por Jonas Andrulis, num projeto que ultrapassa os 9 milhões de euros.
A ambição é clara: desenvolver uma nova geração de aplicações de IA capazes de integrar, de forma estruturada, o conhecimento humano e o contexto real das empresas nos processos de decisão.
A ideia surge num momento em que muitas organizações investem em Inteligência Artificial sem obter os resultados esperados. Segundo o fundador e CEO da Roland Berger, “muitas empresas estão a implementar inteligência artificial sem conseguirem alcançar os ganhos de produtividade esperados”. O problema, explica Jonas Andrulis, não está necessariamente na tecnologia, mas no facto de as soluções de IA não estarem suficientemente ligadas às operações reais e à tomada de decisão das empresas. A proposta passa por criar uma “IA colaborativa”, desenhada para ambientes empresariais complexos, onde o julgamento humano não é um complemento, mas parte integrante do sistema.
A startup irá operar de forma independente e manter-se agnóstica em relação às tecnologias e plataformas existentes, o que significa que poderá ser integrada em diferentes infraestruturas sem depender de um único fornecedor. A Roland Berger não será apenas investidora: o Managing Partner Global, Stefan Schaible, assume funções de COO e sublinha que o objetivo é compreender profundamente os processos internos, as lógicas de decisão e as responsabilidades das empresas, para criar tecnologia com impacto real.
O lançamento acontece num contexto de forte crescimento do investimento global em IA, que sextuplicou num ano, mas também de resultados aquém das expectativas: apenas uma em cada quatro empresas integrou totalmente a IA nos seus processos e 95% dos projetos-piloto de IA generativa não geram benefícios mensuráveis, segundo dados citados no comunicado. A nova empresa quer inverter esta tendência, criando sistemas que sabem quando envolver equipas humanas na revisão e execução de tarefas. Em vez de substituir decisões, a tecnologia pretende aprender com quem já as toma todos os dias.




