#Protagonistas

Pedro Bento: como um café de família se tornou uma marca com identidade própria em Lisboa

A Lanchonete nasceu da experiência dos pais de Pedro Bento no Brasil e tornou-se, ao longo de quatro décadas, um espaço de referência em quatro bairros lisboetas. O negócio familiar mantém a aposta na comida de conforto, no fabrico próprio e numa relação próxima com as comunidades onde se insere. Entre tradição e inovação, a marca cresceu de forma sustentada sem perder a identidade que a liga ao começo de tudo.

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3 de fev. de 2026, 11:15

Fundada em 1986, em Lisboa, A Lanchonete é hoje uma marca com quatro moradas na cidade, construída sobre a ideia de "comida afetiva", produção própria e uma relação próxima com a comunidade. Aos 36 anos, Pedro Bento, atual proprietário, assumiu o projeto familiar depois de alguns anos a trabalhar em gestão e marketing, e imprimiu no negócio uma nova visão sem quebrar o fio que liga o presente à origem.


Depois de alguns anos a trabalhar para grandes empresas, na área de gestão e marketing, Pedro Bento assumiu os comandos do negócio familiar e é, atualmente, o proprietário d'A Lanchonete


A história começa muito antes da primeira loja. O pai de Pedro emigrou para o Brasil aos 12 anos, onde trabalhou em padarias de São Paulo durante 25 anos. “Habituados à gigante oferta que já existia nas lanchonetes de São Paulo, naquela altura, a ideia de negócio foi replicar aquilo que vendiam lá e que, aqui, acabou por ser novidade”, recorda. Pizzas, hambúrgueres, pastelaria, pão e salgados feitos no próprio espaço tornaram-se, em meados dos anos 80, uma proposta inesperada em Portugal. “Hoje, a forma de operar é totalmente diferente, mas o gosto por servir bem, rápido, com muita oferta e produção própria continua a marcar o negócio”.

Esse ADN ajudou a criar uma ligação emocional duradoura com os clientes. Pedro Bento acredita que a força da marca está no que não se vê à primeira vista. “A comida transporta memórias. É o gosto, o cheiro, o sorriso de quem serve”, explica. Ao longo dos anos, acumulam-se histórias de clientes que se emocionam com um pastel ou recordam a casa da avó ao provar um bolo de milho. “Essa ligação existe sobretudo pela comida, mas também pela forma como gostamos de receber e tratar os clientes e as equipas”.


"Comida afetiva com sotaque brasileiro" é o lema d'A Lanchonete, onde não faltam pastéis, brigadeiro, bolo de cenoura ou pão de queijo


A transição de café de família para marca urbana aconteceu quando Pedro decidiu deixar a carreira corporativa e regressar ao negócio onde cresceu. A decisão foi recebida com entusiasmo e receio. “Foi uma alegria gigante, mas também uma preocupação de ‘onde me estou a meter’”, admite. Trabalhar em família exigiu equilíbrio, embora tenha encontrado nos pais abertura e confiança para mudar. “Aceitaram de peito aberto todas as sugestões do miúdo de 29 anos cheio de ideias”. Um episódio resume esse processo: a decisão de tornar a loja pet friendly. “No dia seguinte, quando cheguei, o meu pai já tinha tirado a placa de proibição de animais. Até hoje isso emociona-me”.

A relação com os bairros onde A Lanchonete está presente tornou-se central para o crescimento da marca. “Um negócio de restauração é muito mais do que servir comida”, defende. Em Belém, Benfica, Parede e Restelo, A Lanchonete procura criar proximidade através de eventos, trocas de livros, iniciativas solidárias e até um clube de corrida. “Essa relação com a comunidade local é uma prioridade e algo que procuramos desenvolver sempre”.


A Lanchonete serve refeições como hambúrgueres ou feijoada à brasileira


A formação em gestão e a experiência em marketing trouxeram ferramentas importantes para estruturar o crescimento. “Trabalhar em empresas grandes deu-me uma visão mais organizada sobre processos e formas de profissionalizar o negócio”, explica. Ainda assim, Pedro nunca se desligou do espaço onde cresceu. “Desde pequeno que as férias eram passadas atrás do balcão”. Essa combinação entre conhecimento académico e aprendizagem prática revelou-se decisiva.

Expandir sem diluir a identidade familiar foi um dos maiores desafios. “Quando assumi a empresa, em 2019, já vinha com a ambição de criar um conceito replicável”, diz. A primeira nova loja, em Benfica, obrigou a sistematizar tudo o que existia apenas na prática. “Foi talvez a mais desafiante”. Ainda assim, acredita que a essência se mantém. “A família cresceu, mas a vontade de continuar a oferecer o melhor mantém-se. Há alguém que receba melhor do que a nossa família?”.

Num mercado dominado por grandes cadeias, Pedro Bento defende o valor da independência. “A opção de vir à Lanchonete não é pelo preço ou pela publicidade, mas pelo conforto e pela experiência autêntica”. Para o empresário, a diferença está na forma de estar: “Consistência, respeito, personalização e inovação”. Quatro pilares que, diz, servem tanto para os negócios como para a vida.

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Pedro Bento: como um café de família se tornou uma marca com identidade própria em Lisboa

A Lanchonete nasceu da experiência dos pais de Pedro Bento no Brasil e tornou-se, ao longo de quatro décadas, um espaço de referência em quatro bairros lisboetas. O negócio familiar mantém a aposta na comida de conforto, no fabrico próprio e numa relação próxima com as comunidades onde se insere. Entre tradição e inovação, a marca cresceu de forma sustentada sem perder a identidade que a liga ao começo de tudo.

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3 de fev. de 2026, 11:15

Fundada em 1986, em Lisboa, A Lanchonete é hoje uma marca com quatro moradas na cidade, construída sobre a ideia de "comida afetiva", produção própria e uma relação próxima com a comunidade. Aos 36 anos, Pedro Bento, atual proprietário, assumiu o projeto familiar depois de alguns anos a trabalhar em gestão e marketing, e imprimiu no negócio uma nova visão sem quebrar o fio que liga o presente à origem.


Depois de alguns anos a trabalhar para grandes empresas, na área de gestão e marketing, Pedro Bento assumiu os comandos do negócio familiar e é, atualmente, o proprietário d'A Lanchonete


A história começa muito antes da primeira loja. O pai de Pedro emigrou para o Brasil aos 12 anos, onde trabalhou em padarias de São Paulo durante 25 anos. “Habituados à gigante oferta que já existia nas lanchonetes de São Paulo, naquela altura, a ideia de negócio foi replicar aquilo que vendiam lá e que, aqui, acabou por ser novidade”, recorda. Pizzas, hambúrgueres, pastelaria, pão e salgados feitos no próprio espaço tornaram-se, em meados dos anos 80, uma proposta inesperada em Portugal. “Hoje, a forma de operar é totalmente diferente, mas o gosto por servir bem, rápido, com muita oferta e produção própria continua a marcar o negócio”.

Esse ADN ajudou a criar uma ligação emocional duradoura com os clientes. Pedro Bento acredita que a força da marca está no que não se vê à primeira vista. “A comida transporta memórias. É o gosto, o cheiro, o sorriso de quem serve”, explica. Ao longo dos anos, acumulam-se histórias de clientes que se emocionam com um pastel ou recordam a casa da avó ao provar um bolo de milho. “Essa ligação existe sobretudo pela comida, mas também pela forma como gostamos de receber e tratar os clientes e as equipas”.


"Comida afetiva com sotaque brasileiro" é o lema d'A Lanchonete, onde não faltam pastéis, brigadeiro, bolo de cenoura ou pão de queijo


A transição de café de família para marca urbana aconteceu quando Pedro decidiu deixar a carreira corporativa e regressar ao negócio onde cresceu. A decisão foi recebida com entusiasmo e receio. “Foi uma alegria gigante, mas também uma preocupação de ‘onde me estou a meter’”, admite. Trabalhar em família exigiu equilíbrio, embora tenha encontrado nos pais abertura e confiança para mudar. “Aceitaram de peito aberto todas as sugestões do miúdo de 29 anos cheio de ideias”. Um episódio resume esse processo: a decisão de tornar a loja pet friendly. “No dia seguinte, quando cheguei, o meu pai já tinha tirado a placa de proibição de animais. Até hoje isso emociona-me”.

A relação com os bairros onde A Lanchonete está presente tornou-se central para o crescimento da marca. “Um negócio de restauração é muito mais do que servir comida”, defende. Em Belém, Benfica, Parede e Restelo, A Lanchonete procura criar proximidade através de eventos, trocas de livros, iniciativas solidárias e até um clube de corrida. “Essa relação com a comunidade local é uma prioridade e algo que procuramos desenvolver sempre”.


A Lanchonete serve refeições como hambúrgueres ou feijoada à brasileira


A formação em gestão e a experiência em marketing trouxeram ferramentas importantes para estruturar o crescimento. “Trabalhar em empresas grandes deu-me uma visão mais organizada sobre processos e formas de profissionalizar o negócio”, explica. Ainda assim, Pedro nunca se desligou do espaço onde cresceu. “Desde pequeno que as férias eram passadas atrás do balcão”. Essa combinação entre conhecimento académico e aprendizagem prática revelou-se decisiva.

Expandir sem diluir a identidade familiar foi um dos maiores desafios. “Quando assumi a empresa, em 2019, já vinha com a ambição de criar um conceito replicável”, diz. A primeira nova loja, em Benfica, obrigou a sistematizar tudo o que existia apenas na prática. “Foi talvez a mais desafiante”. Ainda assim, acredita que a essência se mantém. “A família cresceu, mas a vontade de continuar a oferecer o melhor mantém-se. Há alguém que receba melhor do que a nossa família?”.

Num mercado dominado por grandes cadeias, Pedro Bento defende o valor da independência. “A opção de vir à Lanchonete não é pelo preço ou pela publicidade, mas pelo conforto e pela experiência autêntica”. Para o empresário, a diferença está na forma de estar: “Consistência, respeito, personalização e inovação”. Quatro pilares que, diz, servem tanto para os negócios como para a vida.

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Pedro Bento: como um café de família se tornou uma marca com identidade própria em Lisboa

A Lanchonete nasceu da experiência dos pais de Pedro Bento no Brasil e tornou-se, ao longo de quatro décadas, um espaço de referência em quatro bairros lisboetas. O negócio familiar mantém a aposta na comida de conforto, no fabrico próprio e numa relação próxima com as comunidades onde se insere. Entre tradição e inovação, a marca cresceu de forma sustentada sem perder a identidade que a liga ao começo de tudo.

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3 de fev. de 2026, 11:15

Fundada em 1986, em Lisboa, A Lanchonete é hoje uma marca com quatro moradas na cidade, construída sobre a ideia de "comida afetiva", produção própria e uma relação próxima com a comunidade. Aos 36 anos, Pedro Bento, atual proprietário, assumiu o projeto familiar depois de alguns anos a trabalhar em gestão e marketing, e imprimiu no negócio uma nova visão sem quebrar o fio que liga o presente à origem.


Depois de alguns anos a trabalhar para grandes empresas, na área de gestão e marketing, Pedro Bento assumiu os comandos do negócio familiar e é, atualmente, o proprietário d'A Lanchonete


A história começa muito antes da primeira loja. O pai de Pedro emigrou para o Brasil aos 12 anos, onde trabalhou em padarias de São Paulo durante 25 anos. “Habituados à gigante oferta que já existia nas lanchonetes de São Paulo, naquela altura, a ideia de negócio foi replicar aquilo que vendiam lá e que, aqui, acabou por ser novidade”, recorda. Pizzas, hambúrgueres, pastelaria, pão e salgados feitos no próprio espaço tornaram-se, em meados dos anos 80, uma proposta inesperada em Portugal. “Hoje, a forma de operar é totalmente diferente, mas o gosto por servir bem, rápido, com muita oferta e produção própria continua a marcar o negócio”.

Esse ADN ajudou a criar uma ligação emocional duradoura com os clientes. Pedro Bento acredita que a força da marca está no que não se vê à primeira vista. “A comida transporta memórias. É o gosto, o cheiro, o sorriso de quem serve”, explica. Ao longo dos anos, acumulam-se histórias de clientes que se emocionam com um pastel ou recordam a casa da avó ao provar um bolo de milho. “Essa ligação existe sobretudo pela comida, mas também pela forma como gostamos de receber e tratar os clientes e as equipas”.


"Comida afetiva com sotaque brasileiro" é o lema d'A Lanchonete, onde não faltam pastéis, brigadeiro, bolo de cenoura ou pão de queijo


A transição de café de família para marca urbana aconteceu quando Pedro decidiu deixar a carreira corporativa e regressar ao negócio onde cresceu. A decisão foi recebida com entusiasmo e receio. “Foi uma alegria gigante, mas também uma preocupação de ‘onde me estou a meter’”, admite. Trabalhar em família exigiu equilíbrio, embora tenha encontrado nos pais abertura e confiança para mudar. “Aceitaram de peito aberto todas as sugestões do miúdo de 29 anos cheio de ideias”. Um episódio resume esse processo: a decisão de tornar a loja pet friendly. “No dia seguinte, quando cheguei, o meu pai já tinha tirado a placa de proibição de animais. Até hoje isso emociona-me”.

A relação com os bairros onde A Lanchonete está presente tornou-se central para o crescimento da marca. “Um negócio de restauração é muito mais do que servir comida”, defende. Em Belém, Benfica, Parede e Restelo, A Lanchonete procura criar proximidade através de eventos, trocas de livros, iniciativas solidárias e até um clube de corrida. “Essa relação com a comunidade local é uma prioridade e algo que procuramos desenvolver sempre”.


A Lanchonete serve refeições como hambúrgueres ou feijoada à brasileira


A formação em gestão e a experiência em marketing trouxeram ferramentas importantes para estruturar o crescimento. “Trabalhar em empresas grandes deu-me uma visão mais organizada sobre processos e formas de profissionalizar o negócio”, explica. Ainda assim, Pedro nunca se desligou do espaço onde cresceu. “Desde pequeno que as férias eram passadas atrás do balcão”. Essa combinação entre conhecimento académico e aprendizagem prática revelou-se decisiva.

Expandir sem diluir a identidade familiar foi um dos maiores desafios. “Quando assumi a empresa, em 2019, já vinha com a ambição de criar um conceito replicável”, diz. A primeira nova loja, em Benfica, obrigou a sistematizar tudo o que existia apenas na prática. “Foi talvez a mais desafiante”. Ainda assim, acredita que a essência se mantém. “A família cresceu, mas a vontade de continuar a oferecer o melhor mantém-se. Há alguém que receba melhor do que a nossa família?”.

Num mercado dominado por grandes cadeias, Pedro Bento defende o valor da independência. “A opção de vir à Lanchonete não é pelo preço ou pela publicidade, mas pelo conforto e pela experiência autêntica”. Para o empresário, a diferença está na forma de estar: “Consistência, respeito, personalização e inovação”. Quatro pilares que, diz, servem tanto para os negócios como para a vida.

#Protagonistas

Pedro Bento: como um café de família se tornou uma marca com identidade própria em Lisboa

A Lanchonete nasceu da experiência dos pais de Pedro Bento no Brasil e tornou-se, ao longo de quatro décadas, um espaço de referência em quatro bairros lisboetas. O negócio familiar mantém a aposta na comida de conforto, no fabrico próprio e numa relação próxima com as comunidades onde se insere. Entre tradição e inovação, a marca cresceu de forma sustentada sem perder a identidade que a liga ao começo de tudo.

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3 de fev. de 2026, 11:15

Fundada em 1986, em Lisboa, A Lanchonete é hoje uma marca com quatro moradas na cidade, construída sobre a ideia de "comida afetiva", produção própria e uma relação próxima com a comunidade. Aos 36 anos, Pedro Bento, atual proprietário, assumiu o projeto familiar depois de alguns anos a trabalhar em gestão e marketing, e imprimiu no negócio uma nova visão sem quebrar o fio que liga o presente à origem.


Depois de alguns anos a trabalhar para grandes empresas, na área de gestão e marketing, Pedro Bento assumiu os comandos do negócio familiar e é, atualmente, o proprietário d'A Lanchonete


A história começa muito antes da primeira loja. O pai de Pedro emigrou para o Brasil aos 12 anos, onde trabalhou em padarias de São Paulo durante 25 anos. “Habituados à gigante oferta que já existia nas lanchonetes de São Paulo, naquela altura, a ideia de negócio foi replicar aquilo que vendiam lá e que, aqui, acabou por ser novidade”, recorda. Pizzas, hambúrgueres, pastelaria, pão e salgados feitos no próprio espaço tornaram-se, em meados dos anos 80, uma proposta inesperada em Portugal. “Hoje, a forma de operar é totalmente diferente, mas o gosto por servir bem, rápido, com muita oferta e produção própria continua a marcar o negócio”.

Esse ADN ajudou a criar uma ligação emocional duradoura com os clientes. Pedro Bento acredita que a força da marca está no que não se vê à primeira vista. “A comida transporta memórias. É o gosto, o cheiro, o sorriso de quem serve”, explica. Ao longo dos anos, acumulam-se histórias de clientes que se emocionam com um pastel ou recordam a casa da avó ao provar um bolo de milho. “Essa ligação existe sobretudo pela comida, mas também pela forma como gostamos de receber e tratar os clientes e as equipas”.


"Comida afetiva com sotaque brasileiro" é o lema d'A Lanchonete, onde não faltam pastéis, brigadeiro, bolo de cenoura ou pão de queijo


A transição de café de família para marca urbana aconteceu quando Pedro decidiu deixar a carreira corporativa e regressar ao negócio onde cresceu. A decisão foi recebida com entusiasmo e receio. “Foi uma alegria gigante, mas também uma preocupação de ‘onde me estou a meter’”, admite. Trabalhar em família exigiu equilíbrio, embora tenha encontrado nos pais abertura e confiança para mudar. “Aceitaram de peito aberto todas as sugestões do miúdo de 29 anos cheio de ideias”. Um episódio resume esse processo: a decisão de tornar a loja pet friendly. “No dia seguinte, quando cheguei, o meu pai já tinha tirado a placa de proibição de animais. Até hoje isso emociona-me”.

A relação com os bairros onde A Lanchonete está presente tornou-se central para o crescimento da marca. “Um negócio de restauração é muito mais do que servir comida”, defende. Em Belém, Benfica, Parede e Restelo, A Lanchonete procura criar proximidade através de eventos, trocas de livros, iniciativas solidárias e até um clube de corrida. “Essa relação com a comunidade local é uma prioridade e algo que procuramos desenvolver sempre”.


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A formação em gestão e a experiência em marketing trouxeram ferramentas importantes para estruturar o crescimento. “Trabalhar em empresas grandes deu-me uma visão mais organizada sobre processos e formas de profissionalizar o negócio”, explica. Ainda assim, Pedro nunca se desligou do espaço onde cresceu. “Desde pequeno que as férias eram passadas atrás do balcão”. Essa combinação entre conhecimento académico e aprendizagem prática revelou-se decisiva.

Expandir sem diluir a identidade familiar foi um dos maiores desafios. “Quando assumi a empresa, em 2019, já vinha com a ambição de criar um conceito replicável”, diz. A primeira nova loja, em Benfica, obrigou a sistematizar tudo o que existia apenas na prática. “Foi talvez a mais desafiante”. Ainda assim, acredita que a essência se mantém. “A família cresceu, mas a vontade de continuar a oferecer o melhor mantém-se. Há alguém que receba melhor do que a nossa família?”.

Num mercado dominado por grandes cadeias, Pedro Bento defende o valor da independência. “A opção de vir à Lanchonete não é pelo preço ou pela publicidade, mas pelo conforto e pela experiência autêntica”. Para o empresário, a diferença está na forma de estar: “Consistência, respeito, personalização e inovação”. Quatro pilares que, diz, servem tanto para os negócios como para a vida.

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