
#Conhecimento
SILA: a peça que leva a crise climática do Ártico ao palco, em Portugal
As alterações climáticas continuam a ser, muitas vezes, discutidas em relatórios, conferências e números, mas, e se essa urgência fosse sentida, e não apenas compreendida, através da arte? É isso que propõe SILA, a peça de teatro de marionetas que estreou ontem, na Casa de Teatro de Sintra, e que trouxe o Ártico para o centro do palco.
Com encenação de Nuno Correia Pinto e texto da autora canadiana Chantal Bilodeau, a peça, apresentada pela primeira vez em Portugal, parte do território de Nunavut, no Canadá, para explorar as consequências do degelo, da exploração de recursos e da pressão sobre comunidades indígenas. O espetáculo cruza atores, marionetas, máscaras e multimédia, criando uma linguagem visual e sensorial que procura aproximar o público de uma realidade frequentemente distante.

Segundo dados do Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC), o Ártico está a aquecer quase quatro vezes mais rápido do que o resto do planeta, acelerando o degelo e alterando ecossistemas inteiros. É precisamente essa urgência que SILA transforma em narrativa, propondo uma reflexão sobre a responsabilidade coletiva num contexto em que, como sugere a própria peça, “enquanto os seres humanos vivem as suas vidas, o mundo continua a degradar-se”.
Para o encenador, o teatro tem um papel específico neste tipo de debate: criar uma ligação emocional. “Permite que os espectadores sintam a intensidade do tema através das histórias e personagens”, explica, sublinhando que a experiência ao vivo pode tornar mais concreta uma crise que, muitas vezes, é percebida como distante. As marionetas, em particular as ursas polares, funcionam como um espelho emocional da narrativa, dando corpo a uma ameaça invisível.
Integrada no ciclo Ecogeografias do Chão de Oliva, SILA não é apenas uma peça sobre o Ártico. É uma proposta de reflexão sobre o presente, e sobre o papel de cada um num mundo em transformação. Num tempo em que a informação é constante, mas a ação nem sempre acompanha, o teatro surge aqui como um espaço raro: um lugar onde parar, sentir e, talvez, repensar.

Para ver até 3 de maio, na Casa de Teatro de Sintra. Bilhetes aqui.

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SILA: a peça que leva a crise climática do Ártico ao palco, em Portugal
As alterações climáticas continuam a ser, muitas vezes, discutidas em relatórios, conferências e números, mas, e se essa urgência fosse sentida, e não apenas compreendida, através da arte? É isso que propõe SILA, a peça de teatro de marionetas que estreou ontem, na Casa de Teatro de Sintra, e que trouxe o Ártico para o centro do palco.
Com encenação de Nuno Correia Pinto e texto da autora canadiana Chantal Bilodeau, a peça, apresentada pela primeira vez em Portugal, parte do território de Nunavut, no Canadá, para explorar as consequências do degelo, da exploração de recursos e da pressão sobre comunidades indígenas. O espetáculo cruza atores, marionetas, máscaras e multimédia, criando uma linguagem visual e sensorial que procura aproximar o público de uma realidade frequentemente distante.

Segundo dados do Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC), o Ártico está a aquecer quase quatro vezes mais rápido do que o resto do planeta, acelerando o degelo e alterando ecossistemas inteiros. É precisamente essa urgência que SILA transforma em narrativa, propondo uma reflexão sobre a responsabilidade coletiva num contexto em que, como sugere a própria peça, “enquanto os seres humanos vivem as suas vidas, o mundo continua a degradar-se”.
Para o encenador, o teatro tem um papel específico neste tipo de debate: criar uma ligação emocional. “Permite que os espectadores sintam a intensidade do tema através das histórias e personagens”, explica, sublinhando que a experiência ao vivo pode tornar mais concreta uma crise que, muitas vezes, é percebida como distante. As marionetas, em particular as ursas polares, funcionam como um espelho emocional da narrativa, dando corpo a uma ameaça invisível.
Integrada no ciclo Ecogeografias do Chão de Oliva, SILA não é apenas uma peça sobre o Ártico. É uma proposta de reflexão sobre o presente, e sobre o papel de cada um num mundo em transformação. Num tempo em que a informação é constante, mas a ação nem sempre acompanha, o teatro surge aqui como um espaço raro: um lugar onde parar, sentir e, talvez, repensar.

Para ver até 3 de maio, na Casa de Teatro de Sintra. Bilhetes aqui.

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SILA: a peça que leva a crise climática do Ártico ao palco, em Portugal
As alterações climáticas continuam a ser, muitas vezes, discutidas em relatórios, conferências e números, mas, e se essa urgência fosse sentida, e não apenas compreendida, através da arte? É isso que propõe SILA, a peça de teatro de marionetas que estreou ontem, na Casa de Teatro de Sintra, e que trouxe o Ártico para o centro do palco.
Com encenação de Nuno Correia Pinto e texto da autora canadiana Chantal Bilodeau, a peça, apresentada pela primeira vez em Portugal, parte do território de Nunavut, no Canadá, para explorar as consequências do degelo, da exploração de recursos e da pressão sobre comunidades indígenas. O espetáculo cruza atores, marionetas, máscaras e multimédia, criando uma linguagem visual e sensorial que procura aproximar o público de uma realidade frequentemente distante.

Segundo dados do Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC), o Ártico está a aquecer quase quatro vezes mais rápido do que o resto do planeta, acelerando o degelo e alterando ecossistemas inteiros. É precisamente essa urgência que SILA transforma em narrativa, propondo uma reflexão sobre a responsabilidade coletiva num contexto em que, como sugere a própria peça, “enquanto os seres humanos vivem as suas vidas, o mundo continua a degradar-se”.
Para o encenador, o teatro tem um papel específico neste tipo de debate: criar uma ligação emocional. “Permite que os espectadores sintam a intensidade do tema através das histórias e personagens”, explica, sublinhando que a experiência ao vivo pode tornar mais concreta uma crise que, muitas vezes, é percebida como distante. As marionetas, em particular as ursas polares, funcionam como um espelho emocional da narrativa, dando corpo a uma ameaça invisível.
Integrada no ciclo Ecogeografias do Chão de Oliva, SILA não é apenas uma peça sobre o Ártico. É uma proposta de reflexão sobre o presente, e sobre o papel de cada um num mundo em transformação. Num tempo em que a informação é constante, mas a ação nem sempre acompanha, o teatro surge aqui como um espaço raro: um lugar onde parar, sentir e, talvez, repensar.

Para ver até 3 de maio, na Casa de Teatro de Sintra. Bilhetes aqui.

#Conhecimento
SILA: a peça que leva a crise climática do Ártico ao palco, em Portugal
As alterações climáticas continuam a ser, muitas vezes, discutidas em relatórios, conferências e números, mas, e se essa urgência fosse sentida, e não apenas compreendida, através da arte? É isso que propõe SILA, a peça de teatro de marionetas que estreou ontem, na Casa de Teatro de Sintra, e que trouxe o Ártico para o centro do palco.
Com encenação de Nuno Correia Pinto e texto da autora canadiana Chantal Bilodeau, a peça, apresentada pela primeira vez em Portugal, parte do território de Nunavut, no Canadá, para explorar as consequências do degelo, da exploração de recursos e da pressão sobre comunidades indígenas. O espetáculo cruza atores, marionetas, máscaras e multimédia, criando uma linguagem visual e sensorial que procura aproximar o público de uma realidade frequentemente distante.

Segundo dados do Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC), o Ártico está a aquecer quase quatro vezes mais rápido do que o resto do planeta, acelerando o degelo e alterando ecossistemas inteiros. É precisamente essa urgência que SILA transforma em narrativa, propondo uma reflexão sobre a responsabilidade coletiva num contexto em que, como sugere a própria peça, “enquanto os seres humanos vivem as suas vidas, o mundo continua a degradar-se”.
Para o encenador, o teatro tem um papel específico neste tipo de debate: criar uma ligação emocional. “Permite que os espectadores sintam a intensidade do tema através das histórias e personagens”, explica, sublinhando que a experiência ao vivo pode tornar mais concreta uma crise que, muitas vezes, é percebida como distante. As marionetas, em particular as ursas polares, funcionam como um espelho emocional da narrativa, dando corpo a uma ameaça invisível.
Integrada no ciclo Ecogeografias do Chão de Oliva, SILA não é apenas uma peça sobre o Ártico. É uma proposta de reflexão sobre o presente, e sobre o papel de cada um num mundo em transformação. Num tempo em que a informação é constante, mas a ação nem sempre acompanha, o teatro surge aqui como um espaço raro: um lugar onde parar, sentir e, talvez, repensar.

Para ver até 3 de maio, na Casa de Teatro de Sintra. Bilhetes aqui.




