
#Motivação
Portugal tem 11 empresas no ranking europeu de líderes climáticos do Financial Times
A EDP é a primeira empresa portuguesa a surgir na lista global, na 19.ª posição, seguida da REN, em 28.º lugar, e da NOS, em 47.º. As três empresas portuguesas entram, assim, no top 50 europeu do ranking Europe’s Climate Leaders 2026, elaborado pelo Financial Times em parceria com a Statista.
Ao todo, Portugal tem 11 empresas no ranking Europe’s Climate Leaders 2026, que distingue as empresas europeias que têm feito progressos na redução de emissões de gases com efeito de estufa, sobretudo nas emissões diretas e indiretas associadas à operação e à energia consumida.
Na listagem divulgada esta quinta-feira, as empresas portuguesas identificadas são: EDP, REN, NOS, Caixa Geral de Depósitos, Novobanco, CTT, Altri, Corticeira Amorim, The Navigator Company, Sonae e Toyota Caetano. Juntas, representam setores como energia, telecomunicações, serviços financeiros, transportes, indústria, materiais, serviços empresariais e automóvel.
A empresa portuguesa mais bem classificada é a EDP
Conseguiu uma pontuação de 81,0, estando integrada no setor de energia e utilities. Segue-se a REN, com 78,8 pontos, também na área da energia. A NOS surge como a terceira empresa portuguesa mais bem pontuada, com 74,6 pontos, destacando-se no setor das telecomunicações.
Depois surgem a Caixa Geral de Depósitos, com 70,3 pontos, e o Novobanco, com 65,7 pontos, ambos no setor financeiro. A lista inclui ainda os CTT, com 64,8 pontos; a Altri, com 60,3; a Corticeira Amorim, com 60,1; a The Navigator Company, com 56,7; a Sonae, com 47,8; e a Toyota Caetano, com 47,2.
O ranking não mede apenas a dimensão absoluta das emissões. Avalia, também, a capacidade de as empresas reduzirem a intensidade carbónica, ou seja, as emissões associadas à atividade económica gerada. Na prática, procura perceber se as empresas estão a conseguir produzir, operar ou crescer com menor impacto climático.
O caso da NOS
Em comunicado, a empresa refere que, no âmbito da sua estratégia de sustentabilidade, assumiu metas de descarbonização para reduzir 90% das emissões de âmbito 1 e 2 e 30% das emissões de âmbito 3 até 2030, face a 2019. Em 2025, ano analisado no ranking, a NOS indica que o total de emissões de âmbito 1 e 2 caiu 76% face a 2024 e 81% face a 2019, cumprindo a meta intermédia definida para esse ano.
(O âmbito 1 inclui emissões resultantes das próprias operações, como frotas ou instalações. O âmbito 2 está associado à energia comprada e consumida. Já o âmbito 3, mais difícil de medir, inclui emissões da cadeia de valor, como fornecedores, transporte, utilização de produtos ou deslocações).
O ranking do Financial Times analisou 600 empresas europeias
Teve como parceiros de dados o CDP e a Science Based Targets initiative, duas referências internacionais na avaliação e validação de compromissos climáticos.
A presença de empresas portuguesas neste ranking mostra que a transição climática está a atravessar setores muito diferentes da economia. Energia e utilities continuam em destaque, pela natureza da sua atividade e pelo peso que têm na descarbonização. Ao mesmo tempo, a presença de bancos, telecomunicações, indústria, transportes, retalho e automóvel mostra que a pressão para reduzir emissões já não está concentrada apenas nos setores tradicionalmente mais poluentes.
A lista funciona, por isso, como um retrato de empresas que estão a ser avaliadas pela forma como reduzem emissões, assumem metas e dão transparência aos seus compromissos. Mais do que uma distinção simbólica, é um sinal de que a sustentabilidade empresarial está cada vez mais dependente de dados, metas mensuráveis e resultados comparáveis.
(C) Foto de Noah Buscher na Unsplash

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Portugal tem 11 empresas no ranking europeu de líderes climáticos do Financial Times
A EDP é a primeira empresa portuguesa a surgir na lista global, na 19.ª posição, seguida da REN, em 28.º lugar, e da NOS, em 47.º. As três empresas portuguesas entram, assim, no top 50 europeu do ranking Europe’s Climate Leaders 2026, elaborado pelo Financial Times em parceria com a Statista.
Ao todo, Portugal tem 11 empresas no ranking Europe’s Climate Leaders 2026, que distingue as empresas europeias que têm feito progressos na redução de emissões de gases com efeito de estufa, sobretudo nas emissões diretas e indiretas associadas à operação e à energia consumida.
Na listagem divulgada esta quinta-feira, as empresas portuguesas identificadas são: EDP, REN, NOS, Caixa Geral de Depósitos, Novobanco, CTT, Altri, Corticeira Amorim, The Navigator Company, Sonae e Toyota Caetano. Juntas, representam setores como energia, telecomunicações, serviços financeiros, transportes, indústria, materiais, serviços empresariais e automóvel.
A empresa portuguesa mais bem classificada é a EDP
Conseguiu uma pontuação de 81,0, estando integrada no setor de energia e utilities. Segue-se a REN, com 78,8 pontos, também na área da energia. A NOS surge como a terceira empresa portuguesa mais bem pontuada, com 74,6 pontos, destacando-se no setor das telecomunicações.
Depois surgem a Caixa Geral de Depósitos, com 70,3 pontos, e o Novobanco, com 65,7 pontos, ambos no setor financeiro. A lista inclui ainda os CTT, com 64,8 pontos; a Altri, com 60,3; a Corticeira Amorim, com 60,1; a The Navigator Company, com 56,7; a Sonae, com 47,8; e a Toyota Caetano, com 47,2.
O ranking não mede apenas a dimensão absoluta das emissões. Avalia, também, a capacidade de as empresas reduzirem a intensidade carbónica, ou seja, as emissões associadas à atividade económica gerada. Na prática, procura perceber se as empresas estão a conseguir produzir, operar ou crescer com menor impacto climático.
O caso da NOS
Em comunicado, a empresa refere que, no âmbito da sua estratégia de sustentabilidade, assumiu metas de descarbonização para reduzir 90% das emissões de âmbito 1 e 2 e 30% das emissões de âmbito 3 até 2030, face a 2019. Em 2025, ano analisado no ranking, a NOS indica que o total de emissões de âmbito 1 e 2 caiu 76% face a 2024 e 81% face a 2019, cumprindo a meta intermédia definida para esse ano.
(O âmbito 1 inclui emissões resultantes das próprias operações, como frotas ou instalações. O âmbito 2 está associado à energia comprada e consumida. Já o âmbito 3, mais difícil de medir, inclui emissões da cadeia de valor, como fornecedores, transporte, utilização de produtos ou deslocações).
O ranking do Financial Times analisou 600 empresas europeias
Teve como parceiros de dados o CDP e a Science Based Targets initiative, duas referências internacionais na avaliação e validação de compromissos climáticos.
A presença de empresas portuguesas neste ranking mostra que a transição climática está a atravessar setores muito diferentes da economia. Energia e utilities continuam em destaque, pela natureza da sua atividade e pelo peso que têm na descarbonização. Ao mesmo tempo, a presença de bancos, telecomunicações, indústria, transportes, retalho e automóvel mostra que a pressão para reduzir emissões já não está concentrada apenas nos setores tradicionalmente mais poluentes.
A lista funciona, por isso, como um retrato de empresas que estão a ser avaliadas pela forma como reduzem emissões, assumem metas e dão transparência aos seus compromissos. Mais do que uma distinção simbólica, é um sinal de que a sustentabilidade empresarial está cada vez mais dependente de dados, metas mensuráveis e resultados comparáveis.
(C) Foto de Noah Buscher na Unsplash

#Motivação
Portugal tem 11 empresas no ranking europeu de líderes climáticos do Financial Times
A EDP é a primeira empresa portuguesa a surgir na lista global, na 19.ª posição, seguida da REN, em 28.º lugar, e da NOS, em 47.º. As três empresas portuguesas entram, assim, no top 50 europeu do ranking Europe’s Climate Leaders 2026, elaborado pelo Financial Times em parceria com a Statista.
Ao todo, Portugal tem 11 empresas no ranking Europe’s Climate Leaders 2026, que distingue as empresas europeias que têm feito progressos na redução de emissões de gases com efeito de estufa, sobretudo nas emissões diretas e indiretas associadas à operação e à energia consumida.
Na listagem divulgada esta quinta-feira, as empresas portuguesas identificadas são: EDP, REN, NOS, Caixa Geral de Depósitos, Novobanco, CTT, Altri, Corticeira Amorim, The Navigator Company, Sonae e Toyota Caetano. Juntas, representam setores como energia, telecomunicações, serviços financeiros, transportes, indústria, materiais, serviços empresariais e automóvel.
A empresa portuguesa mais bem classificada é a EDP
Conseguiu uma pontuação de 81,0, estando integrada no setor de energia e utilities. Segue-se a REN, com 78,8 pontos, também na área da energia. A NOS surge como a terceira empresa portuguesa mais bem pontuada, com 74,6 pontos, destacando-se no setor das telecomunicações.
Depois surgem a Caixa Geral de Depósitos, com 70,3 pontos, e o Novobanco, com 65,7 pontos, ambos no setor financeiro. A lista inclui ainda os CTT, com 64,8 pontos; a Altri, com 60,3; a Corticeira Amorim, com 60,1; a The Navigator Company, com 56,7; a Sonae, com 47,8; e a Toyota Caetano, com 47,2.
O ranking não mede apenas a dimensão absoluta das emissões. Avalia, também, a capacidade de as empresas reduzirem a intensidade carbónica, ou seja, as emissões associadas à atividade económica gerada. Na prática, procura perceber se as empresas estão a conseguir produzir, operar ou crescer com menor impacto climático.
O caso da NOS
Em comunicado, a empresa refere que, no âmbito da sua estratégia de sustentabilidade, assumiu metas de descarbonização para reduzir 90% das emissões de âmbito 1 e 2 e 30% das emissões de âmbito 3 até 2030, face a 2019. Em 2025, ano analisado no ranking, a NOS indica que o total de emissões de âmbito 1 e 2 caiu 76% face a 2024 e 81% face a 2019, cumprindo a meta intermédia definida para esse ano.
(O âmbito 1 inclui emissões resultantes das próprias operações, como frotas ou instalações. O âmbito 2 está associado à energia comprada e consumida. Já o âmbito 3, mais difícil de medir, inclui emissões da cadeia de valor, como fornecedores, transporte, utilização de produtos ou deslocações).
O ranking do Financial Times analisou 600 empresas europeias
Teve como parceiros de dados o CDP e a Science Based Targets initiative, duas referências internacionais na avaliação e validação de compromissos climáticos.
A presença de empresas portuguesas neste ranking mostra que a transição climática está a atravessar setores muito diferentes da economia. Energia e utilities continuam em destaque, pela natureza da sua atividade e pelo peso que têm na descarbonização. Ao mesmo tempo, a presença de bancos, telecomunicações, indústria, transportes, retalho e automóvel mostra que a pressão para reduzir emissões já não está concentrada apenas nos setores tradicionalmente mais poluentes.
A lista funciona, por isso, como um retrato de empresas que estão a ser avaliadas pela forma como reduzem emissões, assumem metas e dão transparência aos seus compromissos. Mais do que uma distinção simbólica, é um sinal de que a sustentabilidade empresarial está cada vez mais dependente de dados, metas mensuráveis e resultados comparáveis.
(C) Foto de Noah Buscher na Unsplash

#Motivação
Portugal tem 11 empresas no ranking europeu de líderes climáticos do Financial Times
A EDP é a primeira empresa portuguesa a surgir na lista global, na 19.ª posição, seguida da REN, em 28.º lugar, e da NOS, em 47.º. As três empresas portuguesas entram, assim, no top 50 europeu do ranking Europe’s Climate Leaders 2026, elaborado pelo Financial Times em parceria com a Statista.
Ao todo, Portugal tem 11 empresas no ranking Europe’s Climate Leaders 2026, que distingue as empresas europeias que têm feito progressos na redução de emissões de gases com efeito de estufa, sobretudo nas emissões diretas e indiretas associadas à operação e à energia consumida.
Na listagem divulgada esta quinta-feira, as empresas portuguesas identificadas são: EDP, REN, NOS, Caixa Geral de Depósitos, Novobanco, CTT, Altri, Corticeira Amorim, The Navigator Company, Sonae e Toyota Caetano. Juntas, representam setores como energia, telecomunicações, serviços financeiros, transportes, indústria, materiais, serviços empresariais e automóvel.
A empresa portuguesa mais bem classificada é a EDP
Conseguiu uma pontuação de 81,0, estando integrada no setor de energia e utilities. Segue-se a REN, com 78,8 pontos, também na área da energia. A NOS surge como a terceira empresa portuguesa mais bem pontuada, com 74,6 pontos, destacando-se no setor das telecomunicações.
Depois surgem a Caixa Geral de Depósitos, com 70,3 pontos, e o Novobanco, com 65,7 pontos, ambos no setor financeiro. A lista inclui ainda os CTT, com 64,8 pontos; a Altri, com 60,3; a Corticeira Amorim, com 60,1; a The Navigator Company, com 56,7; a Sonae, com 47,8; e a Toyota Caetano, com 47,2.
O ranking não mede apenas a dimensão absoluta das emissões. Avalia, também, a capacidade de as empresas reduzirem a intensidade carbónica, ou seja, as emissões associadas à atividade económica gerada. Na prática, procura perceber se as empresas estão a conseguir produzir, operar ou crescer com menor impacto climático.
O caso da NOS
Em comunicado, a empresa refere que, no âmbito da sua estratégia de sustentabilidade, assumiu metas de descarbonização para reduzir 90% das emissões de âmbito 1 e 2 e 30% das emissões de âmbito 3 até 2030, face a 2019. Em 2025, ano analisado no ranking, a NOS indica que o total de emissões de âmbito 1 e 2 caiu 76% face a 2024 e 81% face a 2019, cumprindo a meta intermédia definida para esse ano.
(O âmbito 1 inclui emissões resultantes das próprias operações, como frotas ou instalações. O âmbito 2 está associado à energia comprada e consumida. Já o âmbito 3, mais difícil de medir, inclui emissões da cadeia de valor, como fornecedores, transporte, utilização de produtos ou deslocações).
O ranking do Financial Times analisou 600 empresas europeias
Teve como parceiros de dados o CDP e a Science Based Targets initiative, duas referências internacionais na avaliação e validação de compromissos climáticos.
A presença de empresas portuguesas neste ranking mostra que a transição climática está a atravessar setores muito diferentes da economia. Energia e utilities continuam em destaque, pela natureza da sua atividade e pelo peso que têm na descarbonização. Ao mesmo tempo, a presença de bancos, telecomunicações, indústria, transportes, retalho e automóvel mostra que a pressão para reduzir emissões já não está concentrada apenas nos setores tradicionalmente mais poluentes.
A lista funciona, por isso, como um retrato de empresas que estão a ser avaliadas pela forma como reduzem emissões, assumem metas e dão transparência aos seus compromissos. Mais do que uma distinção simbólica, é um sinal de que a sustentabilidade empresarial está cada vez mais dependente de dados, metas mensuráveis e resultados comparáveis.




