#Protagonistas

Seis perguntas a Manel Moreira

Conhecemo-lo na pele de ator, mas é enquanto DJ que vai subir ao palco do Ageas Cooljazz, que começou esta semana, em Cascais. Quisemos saber o que esperar da sua atuação e quem gostava de ver na pista. Eis as seis respostas de Manel Moreira.

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11 de jul. de 2026, 09:09

Como foi receber a chamada com o convite para ires tocar ao Ageas Cooljazz? 

MANEL MOREIRA — Foi um convite inesperado mas que recebi com bastante entusiasmo. Conheço bem o festival e o recinto. É, provavelmente, um dos festivais mais descontraídos e confortáveis que conheço, e tenho a certeza que me vou sentir em casa.

O que podemos esperar do teu set dia 29 de julho? 

M.M. — Um set divertido, pop, muito animado e com uma energia queer que eu acho que vai casar bem com o concerto dos Scissor Sisters e aquela cor toda que os espetáculos deles têm sempre.



Conhecemos-te sobretudo como ator. Quem és, enquanto DJ? 

M.M. — Sou muito mais descontraído e divertido como DJ do que como ator. Como ator sou um intérprete ao serviço de uma visão artística coletiva, ou de uma terceira pessoa, e como DJ, estou em nome próprio a recriar o ambiente onde eu e os meus amigos nos sentimos bem e nos sentimos nós próprios. O meu trabalho de ator é a minha realidade do dia-a-dia e os meus momentos como DJ são um momento de liberdade, diversão e escapismo.

O que é que a interceção da representação e da música te traz enquanto artista? 

M.M. — Algumas das minhas escolhas artísticas mais intuitivas como ator são informadas pela cultura pop, da qual sempre fui muito consumidor. A música está sempre muito presente no meu imaginário criativo, não só a música pop mas também a música dos filmes e peças musicais que me formaram como espectador.



A cabine era um lugar que ambicionavas ocupar? 

M.M. — Sempre tive à minha volta pessoas que gostavam muito de dançar, a começar pela minha mãe e passando por muitos dos meus amigos mais próximos. E comecei a sair à noite ligeiramente mais tarde que muitos dos miúdos da minha altura, e, talvez por isso, quando finalmente comecei a ir, fui com uma energia e uma curiosidade que depois nunca me largou. Sair à noite para dançar é, provavelmente, o meu grande hobbie e o meu desporto. Nunca me imaginei a ser DJ, e agora que aconteceu, continuo a encarar como uma coisa que faço de vez em quando, pela alegria que me traz, e apenas em ambientes onde acho que o mood das pessoas poderá ser muito semelhante ao meu. Continuo, e continuarei, a ser muito mais público do que DJ.

Quem gostavas que estivesse na plateia transformada em pista do Ageas Cooljazz na noite de 29 de julho? 

M.M. — Todos os que gostem de música pop e de dançar como se estivessem em casa em frente ao espelho. Os que gostam de perder a vergonha e dançar em grupo sem julgar ninguém.

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Seis perguntas a Manel Moreira

Conhecemo-lo na pele de ator, mas é enquanto DJ que vai subir ao palco do Ageas Cooljazz, que começou esta semana, em Cascais. Quisemos saber o que esperar da sua atuação e quem gostava de ver na pista. Eis as seis respostas de Manel Moreira.

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11 de jul. de 2026, 09:09

Como foi receber a chamada com o convite para ires tocar ao Ageas Cooljazz? 

MANEL MOREIRA — Foi um convite inesperado mas que recebi com bastante entusiasmo. Conheço bem o festival e o recinto. É, provavelmente, um dos festivais mais descontraídos e confortáveis que conheço, e tenho a certeza que me vou sentir em casa.

O que podemos esperar do teu set dia 29 de julho? 

M.M. — Um set divertido, pop, muito animado e com uma energia queer que eu acho que vai casar bem com o concerto dos Scissor Sisters e aquela cor toda que os espetáculos deles têm sempre.



Conhecemos-te sobretudo como ator. Quem és, enquanto DJ? 

M.M. — Sou muito mais descontraído e divertido como DJ do que como ator. Como ator sou um intérprete ao serviço de uma visão artística coletiva, ou de uma terceira pessoa, e como DJ, estou em nome próprio a recriar o ambiente onde eu e os meus amigos nos sentimos bem e nos sentimos nós próprios. O meu trabalho de ator é a minha realidade do dia-a-dia e os meus momentos como DJ são um momento de liberdade, diversão e escapismo.

O que é que a interceção da representação e da música te traz enquanto artista? 

M.M. — Algumas das minhas escolhas artísticas mais intuitivas como ator são informadas pela cultura pop, da qual sempre fui muito consumidor. A música está sempre muito presente no meu imaginário criativo, não só a música pop mas também a música dos filmes e peças musicais que me formaram como espectador.



A cabine era um lugar que ambicionavas ocupar? 

M.M. — Sempre tive à minha volta pessoas que gostavam muito de dançar, a começar pela minha mãe e passando por muitos dos meus amigos mais próximos. E comecei a sair à noite ligeiramente mais tarde que muitos dos miúdos da minha altura, e, talvez por isso, quando finalmente comecei a ir, fui com uma energia e uma curiosidade que depois nunca me largou. Sair à noite para dançar é, provavelmente, o meu grande hobbie e o meu desporto. Nunca me imaginei a ser DJ, e agora que aconteceu, continuo a encarar como uma coisa que faço de vez em quando, pela alegria que me traz, e apenas em ambientes onde acho que o mood das pessoas poderá ser muito semelhante ao meu. Continuo, e continuarei, a ser muito mais público do que DJ.

Quem gostavas que estivesse na plateia transformada em pista do Ageas Cooljazz na noite de 29 de julho? 

M.M. — Todos os que gostem de música pop e de dançar como se estivessem em casa em frente ao espelho. Os que gostam de perder a vergonha e dançar em grupo sem julgar ninguém.

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Seis perguntas a Manel Moreira

Conhecemo-lo na pele de ator, mas é enquanto DJ que vai subir ao palco do Ageas Cooljazz, que começou esta semana, em Cascais. Quisemos saber o que esperar da sua atuação e quem gostava de ver na pista. Eis as seis respostas de Manel Moreira.

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11 de jul. de 2026, 09:09

Como foi receber a chamada com o convite para ires tocar ao Ageas Cooljazz? 

MANEL MOREIRA — Foi um convite inesperado mas que recebi com bastante entusiasmo. Conheço bem o festival e o recinto. É, provavelmente, um dos festivais mais descontraídos e confortáveis que conheço, e tenho a certeza que me vou sentir em casa.

O que podemos esperar do teu set dia 29 de julho? 

M.M. — Um set divertido, pop, muito animado e com uma energia queer que eu acho que vai casar bem com o concerto dos Scissor Sisters e aquela cor toda que os espetáculos deles têm sempre.



Conhecemos-te sobretudo como ator. Quem és, enquanto DJ? 

M.M. — Sou muito mais descontraído e divertido como DJ do que como ator. Como ator sou um intérprete ao serviço de uma visão artística coletiva, ou de uma terceira pessoa, e como DJ, estou em nome próprio a recriar o ambiente onde eu e os meus amigos nos sentimos bem e nos sentimos nós próprios. O meu trabalho de ator é a minha realidade do dia-a-dia e os meus momentos como DJ são um momento de liberdade, diversão e escapismo.

O que é que a interceção da representação e da música te traz enquanto artista? 

M.M. — Algumas das minhas escolhas artísticas mais intuitivas como ator são informadas pela cultura pop, da qual sempre fui muito consumidor. A música está sempre muito presente no meu imaginário criativo, não só a música pop mas também a música dos filmes e peças musicais que me formaram como espectador.



A cabine era um lugar que ambicionavas ocupar? 

M.M. — Sempre tive à minha volta pessoas que gostavam muito de dançar, a começar pela minha mãe e passando por muitos dos meus amigos mais próximos. E comecei a sair à noite ligeiramente mais tarde que muitos dos miúdos da minha altura, e, talvez por isso, quando finalmente comecei a ir, fui com uma energia e uma curiosidade que depois nunca me largou. Sair à noite para dançar é, provavelmente, o meu grande hobbie e o meu desporto. Nunca me imaginei a ser DJ, e agora que aconteceu, continuo a encarar como uma coisa que faço de vez em quando, pela alegria que me traz, e apenas em ambientes onde acho que o mood das pessoas poderá ser muito semelhante ao meu. Continuo, e continuarei, a ser muito mais público do que DJ.

Quem gostavas que estivesse na plateia transformada em pista do Ageas Cooljazz na noite de 29 de julho? 

M.M. — Todos os que gostem de música pop e de dançar como se estivessem em casa em frente ao espelho. Os que gostam de perder a vergonha e dançar em grupo sem julgar ninguém.

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Seis perguntas a Manel Moreira

Conhecemo-lo na pele de ator, mas é enquanto DJ que vai subir ao palco do Ageas Cooljazz, que começou esta semana, em Cascais. Quisemos saber o que esperar da sua atuação e quem gostava de ver na pista. Eis as seis respostas de Manel Moreira.

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11 de jul. de 2026, 09:09

Como foi receber a chamada com o convite para ires tocar ao Ageas Cooljazz? 

MANEL MOREIRA — Foi um convite inesperado mas que recebi com bastante entusiasmo. Conheço bem o festival e o recinto. É, provavelmente, um dos festivais mais descontraídos e confortáveis que conheço, e tenho a certeza que me vou sentir em casa.

O que podemos esperar do teu set dia 29 de julho? 

M.M. — Um set divertido, pop, muito animado e com uma energia queer que eu acho que vai casar bem com o concerto dos Scissor Sisters e aquela cor toda que os espetáculos deles têm sempre.



Conhecemos-te sobretudo como ator. Quem és, enquanto DJ? 

M.M. — Sou muito mais descontraído e divertido como DJ do que como ator. Como ator sou um intérprete ao serviço de uma visão artística coletiva, ou de uma terceira pessoa, e como DJ, estou em nome próprio a recriar o ambiente onde eu e os meus amigos nos sentimos bem e nos sentimos nós próprios. O meu trabalho de ator é a minha realidade do dia-a-dia e os meus momentos como DJ são um momento de liberdade, diversão e escapismo.

O que é que a interceção da representação e da música te traz enquanto artista? 

M.M. — Algumas das minhas escolhas artísticas mais intuitivas como ator são informadas pela cultura pop, da qual sempre fui muito consumidor. A música está sempre muito presente no meu imaginário criativo, não só a música pop mas também a música dos filmes e peças musicais que me formaram como espectador.



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M.M. — Sempre tive à minha volta pessoas que gostavam muito de dançar, a começar pela minha mãe e passando por muitos dos meus amigos mais próximos. E comecei a sair à noite ligeiramente mais tarde que muitos dos miúdos da minha altura, e, talvez por isso, quando finalmente comecei a ir, fui com uma energia e uma curiosidade que depois nunca me largou. Sair à noite para dançar é, provavelmente, o meu grande hobbie e o meu desporto. Nunca me imaginei a ser DJ, e agora que aconteceu, continuo a encarar como uma coisa que faço de vez em quando, pela alegria que me traz, e apenas em ambientes onde acho que o mood das pessoas poderá ser muito semelhante ao meu. Continuo, e continuarei, a ser muito mais público do que DJ.

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