Empatia Alive
#Protagonistas
Opinião

Estamos na era da inclusão, dentro das suas mais variadas formas. Para uns, ela é um modo de ser e fazer. Para outros, é uma moda que fica bem comunicar nos relatórios de sustentabilidade. Como “dinossaura” sobre rodas, tenho de louvar e aplaudir as empresas, as marcas e os profissionais que têm mergulhado a fundo, e bem, com intenção de melhoria contínua, para tornarem a acessibilidade aos espaços uma realidade e a representatividade das pessoas com deficiência (PCD) uma força viva que tem saído do papel. Muito se tem feito nos últimos anos, muito há ainda a fazer, mas em pleno Verão de 2026 chego à conclusão de que a empatia não se aprende em powerpoints. As pessoas não mudam porque assistiram a uma formação de duas horas. As leis podem abrir portas, mas a inclusão não se faz por decreto, pois são as pessoas que a constroem. E essa está no dia-a-dia, nas atitudes, nas oportunidades e no respeito que damos a cada pessoa, independentemente da sua condição.
Sempre fui uma pessoa que se rodeou de cultura, de música, músicos, concertos, teatro, espectáculos e arte.
A literatura, para mim, é um exercício individual que me transporta para vários mundos e me injeta de empatia, colocando-me em pé de igualdade com quem lê, sem me preocupar com barreiras arquitetónicas. Sair de casa para assistir a uma experiência artística é um exercício de comunhão, alimento para alma, uma mesa diversa onde me sento para praticar a tal empatia que todos devíamos transbordar naturalmente. Mas é quase sempre desafiante, repleto de surpresas pouco agradáveis, frustrações e impotência de poder viver em pleno o que a cabeça e o coração pedem, mas o corpo não acompanha, porque a tão apregoada acessibilidade não devia estar reduzida à engenharia. Falo de tempo, comunicação, linguagem, atitude, humor, paciência e imaginação.
Fui ontem ao meu primeiro NOS Alive e, se os acessos para as pessoas com deficiência por parte da organização Everything is New não defraudaram, eu ia preparada para ser apenas público na assistência, ver os concertos e as sessões que queria ver e aproveitar o máximo que conseguisse. A experiência ensinou-me a não levar como outfit festivaleiro demasiadas expectativas porque a história da representatividade ainda não chegou a todos, ou como quem diz, a todas as esferas públicas da comunicação, no que toca a ativações das marcas, funções em determinado tipo de profissões, ou nas possibilidades de encontros, haja networking intencional ou não, com pessoas diferentes em cada canto. Porquê? Porque ninguém lhe passa pela cabeça sequer que uma pessoa com deficiência pode ser um ativo nestas coisas, que acontecem num ambiente de festival, em vez de um sujeito passivo que vai para assistir a um concerto numa plataforma acessível, adaptada e elevada sim, mas limitada à presença de um único acompanhante. Portanto, quando vou para este tipo de eventos sei que tenho de escolher: ou sou a Mafalda PCD apenas ou sou a Mafalda pessoa e profissional que se quer ligar aos outros. A NOS Portugal, patrocinadora do Alive, pensou nisto, correu a milha extra e, literalmente, “ligou tudo aquilo a que eu ligo” sobre estar num festival. Não tive de escolher entre ser só uma Mafalda e anular as outras, porque fui surpreendida com uma plataforma elevatória no stand da NOS, que me fez subir as escadas para a varanda comum e usufruir da experiência em pleno, com as pessoas com as quais estou ligada ou passei a estar, a partir de ontem, porque houve a possibilidade do encontro equitativo.
Parabenizar a NOS Portugal por algo tão “básico” não deveria ter de acontecer ainda nos dias de hoje?
Talvez não, mas eu prefiro elogiar como exemplo e testemunho para que outras empresas pensem no que a NOS pensou. Ser inclusivo não é só contratar, fazer campanhas bonitas ou colocar a pessoa com deficiência em determinado local, em nome da visibilidade, quando dá jeito e de preferência pouco trabalho. Eu não preciso de ser vista calada e quieta como se estivesse numa montra, eu quero ser pessoa antes da minha deficiência. E isso só pode acontecer quando as marcas encararem que quem está numa cadeira de rodas, por exemplo, pode ser produtor, maquilhador, jornalista, promotor, ator, relações públicas, artista, manager, empreendedor, estilista, escritor, agente, músico e até… pasmem, um CEO! Portanto, os equipamentos criados num festival para que estas áreas se movam, entre trabalho e lazer, precisam também de ser acessíveis. Para que este raciocínio seja feito só há dois caminhos: o da identificação e da experiência, que é quando quem decide adquire algum tipo de deficiência, ou o da empatia. Sermos todos embaixadores da verdadeira inclusão das pessoas com deficiência não se trata de ser, ou até de ter um amigo que é, trata-se de nós e do que, no coletivo, fomos criados para ser.
A Empatia esteve viva neste Alive e eu comprovei-a. Que ela se torne contagiosa…
LER TAMBÉM:
Empatia Alive
#Protagonistas
Opinião

Estamos na era da inclusão, dentro das suas mais variadas formas. Para uns, ela é um modo de ser e fazer. Para outros, é uma moda que fica bem comunicar nos relatórios de sustentabilidade. Como “dinossaura” sobre rodas, tenho de louvar e aplaudir as empresas, as marcas e os profissionais que têm mergulhado a fundo, e bem, com intenção de melhoria contínua, para tornarem a acessibilidade aos espaços uma realidade e a representatividade das pessoas com deficiência (PCD) uma força viva que tem saído do papel. Muito se tem feito nos últimos anos, muito há ainda a fazer, mas em pleno Verão de 2026 chego à conclusão de que a empatia não se aprende em powerpoints. As pessoas não mudam porque assistiram a uma formação de duas horas. As leis podem abrir portas, mas a inclusão não se faz por decreto, pois são as pessoas que a constroem. E essa está no dia-a-dia, nas atitudes, nas oportunidades e no respeito que damos a cada pessoa, independentemente da sua condição.
Sempre fui uma pessoa que se rodeou de cultura, de música, músicos, concertos, teatro, espectáculos e arte.
A literatura, para mim, é um exercício individual que me transporta para vários mundos e me injeta de empatia, colocando-me em pé de igualdade com quem lê, sem me preocupar com barreiras arquitetónicas. Sair de casa para assistir a uma experiência artística é um exercício de comunhão, alimento para alma, uma mesa diversa onde me sento para praticar a tal empatia que todos devíamos transbordar naturalmente. Mas é quase sempre desafiante, repleto de surpresas pouco agradáveis, frustrações e impotência de poder viver em pleno o que a cabeça e o coração pedem, mas o corpo não acompanha, porque a tão apregoada acessibilidade não devia estar reduzida à engenharia. Falo de tempo, comunicação, linguagem, atitude, humor, paciência e imaginação.
Fui ontem ao meu primeiro NOS Alive e, se os acessos para as pessoas com deficiência por parte da organização Everything is New não defraudaram, eu ia preparada para ser apenas público na assistência, ver os concertos e as sessões que queria ver e aproveitar o máximo que conseguisse. A experiência ensinou-me a não levar como outfit festivaleiro demasiadas expectativas porque a história da representatividade ainda não chegou a todos, ou como quem diz, a todas as esferas públicas da comunicação, no que toca a ativações das marcas, funções em determinado tipo de profissões, ou nas possibilidades de encontros, haja networking intencional ou não, com pessoas diferentes em cada canto. Porquê? Porque ninguém lhe passa pela cabeça sequer que uma pessoa com deficiência pode ser um ativo nestas coisas, que acontecem num ambiente de festival, em vez de um sujeito passivo que vai para assistir a um concerto numa plataforma acessível, adaptada e elevada sim, mas limitada à presença de um único acompanhante. Portanto, quando vou para este tipo de eventos sei que tenho de escolher: ou sou a Mafalda PCD apenas ou sou a Mafalda pessoa e profissional que se quer ligar aos outros. A NOS Portugal, patrocinadora do Alive, pensou nisto, correu a milha extra e, literalmente, “ligou tudo aquilo a que eu ligo” sobre estar num festival. Não tive de escolher entre ser só uma Mafalda e anular as outras, porque fui surpreendida com uma plataforma elevatória no stand da NOS, que me fez subir as escadas para a varanda comum e usufruir da experiência em pleno, com as pessoas com as quais estou ligada ou passei a estar, a partir de ontem, porque houve a possibilidade do encontro equitativo.
Parabenizar a NOS Portugal por algo tão “básico” não deveria ter de acontecer ainda nos dias de hoje?
Talvez não, mas eu prefiro elogiar como exemplo e testemunho para que outras empresas pensem no que a NOS pensou. Ser inclusivo não é só contratar, fazer campanhas bonitas ou colocar a pessoa com deficiência em determinado local, em nome da visibilidade, quando dá jeito e de preferência pouco trabalho. Eu não preciso de ser vista calada e quieta como se estivesse numa montra, eu quero ser pessoa antes da minha deficiência. E isso só pode acontecer quando as marcas encararem que quem está numa cadeira de rodas, por exemplo, pode ser produtor, maquilhador, jornalista, promotor, ator, relações públicas, artista, manager, empreendedor, estilista, escritor, agente, músico e até… pasmem, um CEO! Portanto, os equipamentos criados num festival para que estas áreas se movam, entre trabalho e lazer, precisam também de ser acessíveis. Para que este raciocínio seja feito só há dois caminhos: o da identificação e da experiência, que é quando quem decide adquire algum tipo de deficiência, ou o da empatia. Sermos todos embaixadores da verdadeira inclusão das pessoas com deficiência não se trata de ser, ou até de ter um amigo que é, trata-se de nós e do que, no coletivo, fomos criados para ser.
A Empatia esteve viva neste Alive e eu comprovei-a. Que ela se torne contagiosa…
LER TAMBÉM:
Empatia Alive
#Protagonistas
Opinião

Estamos na era da inclusão, dentro das suas mais variadas formas. Para uns, ela é um modo de ser e fazer. Para outros, é uma moda que fica bem comunicar nos relatórios de sustentabilidade. Como “dinossaura” sobre rodas, tenho de louvar e aplaudir as empresas, as marcas e os profissionais que têm mergulhado a fundo, e bem, com intenção de melhoria contínua, para tornarem a acessibilidade aos espaços uma realidade e a representatividade das pessoas com deficiência (PCD) uma força viva que tem saído do papel. Muito se tem feito nos últimos anos, muito há ainda a fazer, mas em pleno Verão de 2026 chego à conclusão de que a empatia não se aprende em powerpoints. As pessoas não mudam porque assistiram a uma formação de duas horas. As leis podem abrir portas, mas a inclusão não se faz por decreto, pois são as pessoas que a constroem. E essa está no dia-a-dia, nas atitudes, nas oportunidades e no respeito que damos a cada pessoa, independentemente da sua condição.
Sempre fui uma pessoa que se rodeou de cultura, de música, músicos, concertos, teatro, espectáculos e arte.
A literatura, para mim, é um exercício individual que me transporta para vários mundos e me injeta de empatia, colocando-me em pé de igualdade com quem lê, sem me preocupar com barreiras arquitetónicas. Sair de casa para assistir a uma experiência artística é um exercício de comunhão, alimento para alma, uma mesa diversa onde me sento para praticar a tal empatia que todos devíamos transbordar naturalmente. Mas é quase sempre desafiante, repleto de surpresas pouco agradáveis, frustrações e impotência de poder viver em pleno o que a cabeça e o coração pedem, mas o corpo não acompanha, porque a tão apregoada acessibilidade não devia estar reduzida à engenharia. Falo de tempo, comunicação, linguagem, atitude, humor, paciência e imaginação.
Fui ontem ao meu primeiro NOS Alive e, se os acessos para as pessoas com deficiência por parte da organização Everything is New não defraudaram, eu ia preparada para ser apenas público na assistência, ver os concertos e as sessões que queria ver e aproveitar o máximo que conseguisse. A experiência ensinou-me a não levar como outfit festivaleiro demasiadas expectativas porque a história da representatividade ainda não chegou a todos, ou como quem diz, a todas as esferas públicas da comunicação, no que toca a ativações das marcas, funções em determinado tipo de profissões, ou nas possibilidades de encontros, haja networking intencional ou não, com pessoas diferentes em cada canto. Porquê? Porque ninguém lhe passa pela cabeça sequer que uma pessoa com deficiência pode ser um ativo nestas coisas, que acontecem num ambiente de festival, em vez de um sujeito passivo que vai para assistir a um concerto numa plataforma acessível, adaptada e elevada sim, mas limitada à presença de um único acompanhante. Portanto, quando vou para este tipo de eventos sei que tenho de escolher: ou sou a Mafalda PCD apenas ou sou a Mafalda pessoa e profissional que se quer ligar aos outros. A NOS Portugal, patrocinadora do Alive, pensou nisto, correu a milha extra e, literalmente, “ligou tudo aquilo a que eu ligo” sobre estar num festival. Não tive de escolher entre ser só uma Mafalda e anular as outras, porque fui surpreendida com uma plataforma elevatória no stand da NOS, que me fez subir as escadas para a varanda comum e usufruir da experiência em pleno, com as pessoas com as quais estou ligada ou passei a estar, a partir de ontem, porque houve a possibilidade do encontro equitativo.
Parabenizar a NOS Portugal por algo tão “básico” não deveria ter de acontecer ainda nos dias de hoje?
Talvez não, mas eu prefiro elogiar como exemplo e testemunho para que outras empresas pensem no que a NOS pensou. Ser inclusivo não é só contratar, fazer campanhas bonitas ou colocar a pessoa com deficiência em determinado local, em nome da visibilidade, quando dá jeito e de preferência pouco trabalho. Eu não preciso de ser vista calada e quieta como se estivesse numa montra, eu quero ser pessoa antes da minha deficiência. E isso só pode acontecer quando as marcas encararem que quem está numa cadeira de rodas, por exemplo, pode ser produtor, maquilhador, jornalista, promotor, ator, relações públicas, artista, manager, empreendedor, estilista, escritor, agente, músico e até… pasmem, um CEO! Portanto, os equipamentos criados num festival para que estas áreas se movam, entre trabalho e lazer, precisam também de ser acessíveis. Para que este raciocínio seja feito só há dois caminhos: o da identificação e da experiência, que é quando quem decide adquire algum tipo de deficiência, ou o da empatia. Sermos todos embaixadores da verdadeira inclusão das pessoas com deficiência não se trata de ser, ou até de ter um amigo que é, trata-se de nós e do que, no coletivo, fomos criados para ser.
A Empatia esteve viva neste Alive e eu comprovei-a. Que ela se torne contagiosa…
LER TAMBÉM:
Empatia Alive
#Protagonistas
Opinião

Estamos na era da inclusão, dentro das suas mais variadas formas. Para uns, ela é um modo de ser e fazer. Para outros, é uma moda que fica bem comunicar nos relatórios de sustentabilidade. Como “dinossaura” sobre rodas, tenho de louvar e aplaudir as empresas, as marcas e os profissionais que têm mergulhado a fundo, e bem, com intenção de melhoria contínua, para tornarem a acessibilidade aos espaços uma realidade e a representatividade das pessoas com deficiência (PCD) uma força viva que tem saído do papel. Muito se tem feito nos últimos anos, muito há ainda a fazer, mas em pleno Verão de 2026 chego à conclusão de que a empatia não se aprende em powerpoints. As pessoas não mudam porque assistiram a uma formação de duas horas. As leis podem abrir portas, mas a inclusão não se faz por decreto, pois são as pessoas que a constroem. E essa está no dia-a-dia, nas atitudes, nas oportunidades e no respeito que damos a cada pessoa, independentemente da sua condição.
Sempre fui uma pessoa que se rodeou de cultura, de música, músicos, concertos, teatro, espectáculos e arte.
A literatura, para mim, é um exercício individual que me transporta para vários mundos e me injeta de empatia, colocando-me em pé de igualdade com quem lê, sem me preocupar com barreiras arquitetónicas. Sair de casa para assistir a uma experiência artística é um exercício de comunhão, alimento para alma, uma mesa diversa onde me sento para praticar a tal empatia que todos devíamos transbordar naturalmente. Mas é quase sempre desafiante, repleto de surpresas pouco agradáveis, frustrações e impotência de poder viver em pleno o que a cabeça e o coração pedem, mas o corpo não acompanha, porque a tão apregoada acessibilidade não devia estar reduzida à engenharia. Falo de tempo, comunicação, linguagem, atitude, humor, paciência e imaginação.
Fui ontem ao meu primeiro NOS Alive e, se os acessos para as pessoas com deficiência por parte da organização Everything is New não defraudaram, eu ia preparada para ser apenas público na assistência, ver os concertos e as sessões que queria ver e aproveitar o máximo que conseguisse. A experiência ensinou-me a não levar como outfit festivaleiro demasiadas expectativas porque a história da representatividade ainda não chegou a todos, ou como quem diz, a todas as esferas públicas da comunicação, no que toca a ativações das marcas, funções em determinado tipo de profissões, ou nas possibilidades de encontros, haja networking intencional ou não, com pessoas diferentes em cada canto. Porquê? Porque ninguém lhe passa pela cabeça sequer que uma pessoa com deficiência pode ser um ativo nestas coisas, que acontecem num ambiente de festival, em vez de um sujeito passivo que vai para assistir a um concerto numa plataforma acessível, adaptada e elevada sim, mas limitada à presença de um único acompanhante. Portanto, quando vou para este tipo de eventos sei que tenho de escolher: ou sou a Mafalda PCD apenas ou sou a Mafalda pessoa e profissional que se quer ligar aos outros. A NOS Portugal, patrocinadora do Alive, pensou nisto, correu a milha extra e, literalmente, “ligou tudo aquilo a que eu ligo” sobre estar num festival. Não tive de escolher entre ser só uma Mafalda e anular as outras, porque fui surpreendida com uma plataforma elevatória no stand da NOS, que me fez subir as escadas para a varanda comum e usufruir da experiência em pleno, com as pessoas com as quais estou ligada ou passei a estar, a partir de ontem, porque houve a possibilidade do encontro equitativo.
Parabenizar a NOS Portugal por algo tão “básico” não deveria ter de acontecer ainda nos dias de hoje?
Talvez não, mas eu prefiro elogiar como exemplo e testemunho para que outras empresas pensem no que a NOS pensou. Ser inclusivo não é só contratar, fazer campanhas bonitas ou colocar a pessoa com deficiência em determinado local, em nome da visibilidade, quando dá jeito e de preferência pouco trabalho. Eu não preciso de ser vista calada e quieta como se estivesse numa montra, eu quero ser pessoa antes da minha deficiência. E isso só pode acontecer quando as marcas encararem que quem está numa cadeira de rodas, por exemplo, pode ser produtor, maquilhador, jornalista, promotor, ator, relações públicas, artista, manager, empreendedor, estilista, escritor, agente, músico e até… pasmem, um CEO! Portanto, os equipamentos criados num festival para que estas áreas se movam, entre trabalho e lazer, precisam também de ser acessíveis. Para que este raciocínio seja feito só há dois caminhos: o da identificação e da experiência, que é quando quem decide adquire algum tipo de deficiência, ou o da empatia. Sermos todos embaixadores da verdadeira inclusão das pessoas com deficiência não se trata de ser, ou até de ter um amigo que é, trata-se de nós e do que, no coletivo, fomos criados para ser.
A Empatia esteve viva neste Alive e eu comprovei-a. Que ela se torne contagiosa…

