#Protagonistas

As marcas do Rock in Rio Lisboa 2026: El Corte Inglés

Na Cidade do Rock, o El Corte Inglés conseguiu estar quase sempre à vista. Ao longe, e entre o movimento do recinto, o saco da marca aumentou consideravelmente de escala até se tornar impossível de ignorar. Trata-se de uma imagem eficaz: o objeto mais reconhecível do universo El Corte Inglés deixou de ser uma simples embalagem e passou a ser o ponto de encontro de muitos festivaleiros e convidados.

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29 de jun. de 2026, 16:18

A presença do El Corte Inglés no Rock in Rio Lisboa deste ano partiu de um objetivo claro: aproximar-se de novos públicos, sobretudo dos mais jovens. A marca diz ter desenhado o espaço para oferecer experiências diversas aos festivaleiros e criar memórias. Para isso, contou com uma zona de fotografias instantâneas, uma Claw Machine, tatuagens néon temporárias, ofertas de brindes e prémios, num conjunto de ativações pensadas para gerar circulação, permanência e muitas partilhas nas redes sociais.



O detalhe mais interessante esteve no ponto de partida criativo. “Foi um exercício de adaptação estratégica da identidade El Corte Inglés. Não quisemos replicar o ambiente de loja, como já fizemos no passado, mas sim reinterpretar o ADN da marca num registo moderno e ousado”, explica fonte oficial da empresa.

Essa decisão mudou o tipo de presença e experiência. O stand quis traduzir visual: o saco, o verde, o branco, o logótipo, a escala, a luz. No exterior, funcionava como landmark dentro do recinto; no interior, transforma-se num espaço mais sensorial, com corredores metálicos, néon, reflexos, cor e frases luminosas como “I’m all night to get lucky!” ou “Ink the moment, get a neon tattoo”.



O racional estratégico da ativação foi, então, pegar num código reconhecível e deslocá-lo para um território onde a marca quer ganhar outra energia. O foco esteve na atualização de perceção. A marca quis dizer que também pertence a momentos de lazer, de cultura pop, de criação de memórias, de grupo e de festival. Um movimento particularmente relevante para uma marca com forte presença e memória.

Estar no Rock in Rio Lisboa permitiu ao El Corte Inglés sair do contexto de espaço comercial, consumo planeado e visita funcional, entrando num ambiente emocional, espontâneo e partilhável.

O balanço, segundo a marca, foi positivo, com grande adesão às ativações e forte propensão para partilha de conteúdos nas redes sociais. O espaço recebeu, também, dezenas de influencers e figuras públicas, ajudando a amplificar a presença digital da marca.



A ativação do El Corte Inglés mostrou como uma marca histórica pode usar um festival de massas para ensaiar uma linguagem mais leve sem perder os seus códigos. O saco icónico continuou lá. A diferença é que, no Rock in Rio Lisboa, deixou de carregar compras. Passou a carregar memórias, fotografias, tatuagens neón e uma tentativa clara de aproximação a uma geração que talvez conheça a marca, embora precise de a sentir de outra forma.

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As marcas do Rock in Rio Lisboa 2026: El Corte Inglés

Na Cidade do Rock, o El Corte Inglés conseguiu estar quase sempre à vista. Ao longe, e entre o movimento do recinto, o saco da marca aumentou consideravelmente de escala até se tornar impossível de ignorar. Trata-se de uma imagem eficaz: o objeto mais reconhecível do universo El Corte Inglés deixou de ser uma simples embalagem e passou a ser o ponto de encontro de muitos festivaleiros e convidados.

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29 de jun. de 2026, 16:18

A presença do El Corte Inglés no Rock in Rio Lisboa deste ano partiu de um objetivo claro: aproximar-se de novos públicos, sobretudo dos mais jovens. A marca diz ter desenhado o espaço para oferecer experiências diversas aos festivaleiros e criar memórias. Para isso, contou com uma zona de fotografias instantâneas, uma Claw Machine, tatuagens néon temporárias, ofertas de brindes e prémios, num conjunto de ativações pensadas para gerar circulação, permanência e muitas partilhas nas redes sociais.



O detalhe mais interessante esteve no ponto de partida criativo. “Foi um exercício de adaptação estratégica da identidade El Corte Inglés. Não quisemos replicar o ambiente de loja, como já fizemos no passado, mas sim reinterpretar o ADN da marca num registo moderno e ousado”, explica fonte oficial da empresa.

Essa decisão mudou o tipo de presença e experiência. O stand quis traduzir visual: o saco, o verde, o branco, o logótipo, a escala, a luz. No exterior, funcionava como landmark dentro do recinto; no interior, transforma-se num espaço mais sensorial, com corredores metálicos, néon, reflexos, cor e frases luminosas como “I’m all night to get lucky!” ou “Ink the moment, get a neon tattoo”.



O racional estratégico da ativação foi, então, pegar num código reconhecível e deslocá-lo para um território onde a marca quer ganhar outra energia. O foco esteve na atualização de perceção. A marca quis dizer que também pertence a momentos de lazer, de cultura pop, de criação de memórias, de grupo e de festival. Um movimento particularmente relevante para uma marca com forte presença e memória.

Estar no Rock in Rio Lisboa permitiu ao El Corte Inglés sair do contexto de espaço comercial, consumo planeado e visita funcional, entrando num ambiente emocional, espontâneo e partilhável.

O balanço, segundo a marca, foi positivo, com grande adesão às ativações e forte propensão para partilha de conteúdos nas redes sociais. O espaço recebeu, também, dezenas de influencers e figuras públicas, ajudando a amplificar a presença digital da marca.



A ativação do El Corte Inglés mostrou como uma marca histórica pode usar um festival de massas para ensaiar uma linguagem mais leve sem perder os seus códigos. O saco icónico continuou lá. A diferença é que, no Rock in Rio Lisboa, deixou de carregar compras. Passou a carregar memórias, fotografias, tatuagens neón e uma tentativa clara de aproximação a uma geração que talvez conheça a marca, embora precise de a sentir de outra forma.

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As marcas do Rock in Rio Lisboa 2026: El Corte Inglés

Na Cidade do Rock, o El Corte Inglés conseguiu estar quase sempre à vista. Ao longe, e entre o movimento do recinto, o saco da marca aumentou consideravelmente de escala até se tornar impossível de ignorar. Trata-se de uma imagem eficaz: o objeto mais reconhecível do universo El Corte Inglés deixou de ser uma simples embalagem e passou a ser o ponto de encontro de muitos festivaleiros e convidados.

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29 de jun. de 2026, 16:18

A presença do El Corte Inglés no Rock in Rio Lisboa deste ano partiu de um objetivo claro: aproximar-se de novos públicos, sobretudo dos mais jovens. A marca diz ter desenhado o espaço para oferecer experiências diversas aos festivaleiros e criar memórias. Para isso, contou com uma zona de fotografias instantâneas, uma Claw Machine, tatuagens néon temporárias, ofertas de brindes e prémios, num conjunto de ativações pensadas para gerar circulação, permanência e muitas partilhas nas redes sociais.



O detalhe mais interessante esteve no ponto de partida criativo. “Foi um exercício de adaptação estratégica da identidade El Corte Inglés. Não quisemos replicar o ambiente de loja, como já fizemos no passado, mas sim reinterpretar o ADN da marca num registo moderno e ousado”, explica fonte oficial da empresa.

Essa decisão mudou o tipo de presença e experiência. O stand quis traduzir visual: o saco, o verde, o branco, o logótipo, a escala, a luz. No exterior, funcionava como landmark dentro do recinto; no interior, transforma-se num espaço mais sensorial, com corredores metálicos, néon, reflexos, cor e frases luminosas como “I’m all night to get lucky!” ou “Ink the moment, get a neon tattoo”.



O racional estratégico da ativação foi, então, pegar num código reconhecível e deslocá-lo para um território onde a marca quer ganhar outra energia. O foco esteve na atualização de perceção. A marca quis dizer que também pertence a momentos de lazer, de cultura pop, de criação de memórias, de grupo e de festival. Um movimento particularmente relevante para uma marca com forte presença e memória.

Estar no Rock in Rio Lisboa permitiu ao El Corte Inglés sair do contexto de espaço comercial, consumo planeado e visita funcional, entrando num ambiente emocional, espontâneo e partilhável.

O balanço, segundo a marca, foi positivo, com grande adesão às ativações e forte propensão para partilha de conteúdos nas redes sociais. O espaço recebeu, também, dezenas de influencers e figuras públicas, ajudando a amplificar a presença digital da marca.



A ativação do El Corte Inglés mostrou como uma marca histórica pode usar um festival de massas para ensaiar uma linguagem mais leve sem perder os seus códigos. O saco icónico continuou lá. A diferença é que, no Rock in Rio Lisboa, deixou de carregar compras. Passou a carregar memórias, fotografias, tatuagens neón e uma tentativa clara de aproximação a uma geração que talvez conheça a marca, embora precise de a sentir de outra forma.

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As marcas do Rock in Rio Lisboa 2026: El Corte Inglés

Na Cidade do Rock, o El Corte Inglés conseguiu estar quase sempre à vista. Ao longe, e entre o movimento do recinto, o saco da marca aumentou consideravelmente de escala até se tornar impossível de ignorar. Trata-se de uma imagem eficaz: o objeto mais reconhecível do universo El Corte Inglés deixou de ser uma simples embalagem e passou a ser o ponto de encontro de muitos festivaleiros e convidados.

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29 de jun. de 2026, 16:18

A presença do El Corte Inglés no Rock in Rio Lisboa deste ano partiu de um objetivo claro: aproximar-se de novos públicos, sobretudo dos mais jovens. A marca diz ter desenhado o espaço para oferecer experiências diversas aos festivaleiros e criar memórias. Para isso, contou com uma zona de fotografias instantâneas, uma Claw Machine, tatuagens néon temporárias, ofertas de brindes e prémios, num conjunto de ativações pensadas para gerar circulação, permanência e muitas partilhas nas redes sociais.



O detalhe mais interessante esteve no ponto de partida criativo. “Foi um exercício de adaptação estratégica da identidade El Corte Inglés. Não quisemos replicar o ambiente de loja, como já fizemos no passado, mas sim reinterpretar o ADN da marca num registo moderno e ousado”, explica fonte oficial da empresa.

Essa decisão mudou o tipo de presença e experiência. O stand quis traduzir visual: o saco, o verde, o branco, o logótipo, a escala, a luz. No exterior, funcionava como landmark dentro do recinto; no interior, transforma-se num espaço mais sensorial, com corredores metálicos, néon, reflexos, cor e frases luminosas como “I’m all night to get lucky!” ou “Ink the moment, get a neon tattoo”.



O racional estratégico da ativação foi, então, pegar num código reconhecível e deslocá-lo para um território onde a marca quer ganhar outra energia. O foco esteve na atualização de perceção. A marca quis dizer que também pertence a momentos de lazer, de cultura pop, de criação de memórias, de grupo e de festival. Um movimento particularmente relevante para uma marca com forte presença e memória.

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