#Protagonistas

Seis perguntas a Iolanda

Ao sábado, fazemos seis perguntas. Um novo single, o álbum que há de lançar, as memórias da Eurovisão e o Coliseu de Lisboa com um concerto 360º. Foi sobre tudo isso que a cantora conversou com o MOTIVO. Eis as suas seis respostas.

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4 de jul. de 2026, 12:08

Noite Inteira fala de uma relação intensa, física e emocional, onde há desejo, medo e incapacidade de ficar. Partiste de uma experiência concreta ou de uma personagem?

IOLANDA — Eu parto quase sempre de histórias pessoais. Escrever sobre o que eu vivo é uma forma de catarse e uso muito essa ferramenta para resolver coisas que ainda não resolvi cá dentro. 

A cama surge como símbolo central da canção. O que é que esse espaço representa para ti?

I. — A cama, para mim, é um dos espaços mais íntimos onde duas pessoas se podem encontrar. Escrevi o verso “A tua cama não me cura, só incendeia” porque, por muito que partilhar a cama com essa pessoa seja algo apetecível, não chega para curar o que dói, por ser só tensão e não amor verdadeiro. 



Depois de Olha P’ra Ela e Responso, este tema mostra uma dimensão mais impulsiva e contraditória. Que parte de ti aparece aqui pela primeira vez?

I. — Acho que esta música vem desvendar um lado meu mais carnal, de falha, do proibido, impulsivo sem dúvida, que é algo que também exploro neste disco. Vivi parte da minha vida a fugir a compromissos mais sérios e não podia não abordar esse assunto num disco que vai ser tão pessoal. 

O álbum Quebranto parece estar a construir um universo muito emocional, feito de fragilidades, relações e camadas internas. Como descreverias esse mundo que tens vindo a construir?

I. — Intenso, duro, verdadeiro. Acho que nunca tinha sido tão verdadeira a escrever. Voltei a sentir o mesmo em muitas canções como o que senti quando escrevi o Grito

A canção foi criada com Luar, Extrazen, Carolina Deslandes e Matheus Paraizo. O que procuras numa equipa criativa, quando estás a escrever temas tão íntimos?

I. — Sempre gostei de colaborar. Acho muito mais prazeroso trabalhar assim. Ao mesmo tempo, e querendo ser o mais honesta possível, parte de mim procura sempre alguma garantia de que o que eu escrevo faz sentido. Sou uma pessoa insegura e rodear-me dos meus traz-me tranquilidade. 

Depois da Eurovisão, da digressão pelo país e com um Coliseu dos Recreios em formato 360º, marcado para dezembro, como tens vivido esta fase da tua carreira?

I. — Estou feliz e muito grata por tudo o que já aconteceu. Tem sido bonito visitar cidades onde nunca tinha estado, e poder fazer isso enquanto canto é a cereja no topo do bolo. Sobre o Coliseu, sou muito apaixonada por performance e pela magia que se pode criar em palco por isso, mal posso esperar.

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Seis perguntas a Iolanda

Ao sábado, fazemos seis perguntas. Um novo single, o álbum que há de lançar, as memórias da Eurovisão e o Coliseu de Lisboa com um concerto 360º. Foi sobre tudo isso que a cantora conversou com o MOTIVO. Eis as suas seis respostas.

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4 de jul. de 2026, 12:08

Noite Inteira fala de uma relação intensa, física e emocional, onde há desejo, medo e incapacidade de ficar. Partiste de uma experiência concreta ou de uma personagem?

IOLANDA — Eu parto quase sempre de histórias pessoais. Escrever sobre o que eu vivo é uma forma de catarse e uso muito essa ferramenta para resolver coisas que ainda não resolvi cá dentro. 

A cama surge como símbolo central da canção. O que é que esse espaço representa para ti?

I. — A cama, para mim, é um dos espaços mais íntimos onde duas pessoas se podem encontrar. Escrevi o verso “A tua cama não me cura, só incendeia” porque, por muito que partilhar a cama com essa pessoa seja algo apetecível, não chega para curar o que dói, por ser só tensão e não amor verdadeiro. 



Depois de Olha P’ra Ela e Responso, este tema mostra uma dimensão mais impulsiva e contraditória. Que parte de ti aparece aqui pela primeira vez?

I. — Acho que esta música vem desvendar um lado meu mais carnal, de falha, do proibido, impulsivo sem dúvida, que é algo que também exploro neste disco. Vivi parte da minha vida a fugir a compromissos mais sérios e não podia não abordar esse assunto num disco que vai ser tão pessoal. 

O álbum Quebranto parece estar a construir um universo muito emocional, feito de fragilidades, relações e camadas internas. Como descreverias esse mundo que tens vindo a construir?

I. — Intenso, duro, verdadeiro. Acho que nunca tinha sido tão verdadeira a escrever. Voltei a sentir o mesmo em muitas canções como o que senti quando escrevi o Grito

A canção foi criada com Luar, Extrazen, Carolina Deslandes e Matheus Paraizo. O que procuras numa equipa criativa, quando estás a escrever temas tão íntimos?

I. — Sempre gostei de colaborar. Acho muito mais prazeroso trabalhar assim. Ao mesmo tempo, e querendo ser o mais honesta possível, parte de mim procura sempre alguma garantia de que o que eu escrevo faz sentido. Sou uma pessoa insegura e rodear-me dos meus traz-me tranquilidade. 

Depois da Eurovisão, da digressão pelo país e com um Coliseu dos Recreios em formato 360º, marcado para dezembro, como tens vivido esta fase da tua carreira?

I. — Estou feliz e muito grata por tudo o que já aconteceu. Tem sido bonito visitar cidades onde nunca tinha estado, e poder fazer isso enquanto canto é a cereja no topo do bolo. Sobre o Coliseu, sou muito apaixonada por performance e pela magia que se pode criar em palco por isso, mal posso esperar.

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Seis perguntas a Iolanda

Ao sábado, fazemos seis perguntas. Um novo single, o álbum que há de lançar, as memórias da Eurovisão e o Coliseu de Lisboa com um concerto 360º. Foi sobre tudo isso que a cantora conversou com o MOTIVO. Eis as suas seis respostas.

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4 de jul. de 2026, 12:08

Noite Inteira fala de uma relação intensa, física e emocional, onde há desejo, medo e incapacidade de ficar. Partiste de uma experiência concreta ou de uma personagem?

IOLANDA — Eu parto quase sempre de histórias pessoais. Escrever sobre o que eu vivo é uma forma de catarse e uso muito essa ferramenta para resolver coisas que ainda não resolvi cá dentro. 

A cama surge como símbolo central da canção. O que é que esse espaço representa para ti?

I. — A cama, para mim, é um dos espaços mais íntimos onde duas pessoas se podem encontrar. Escrevi o verso “A tua cama não me cura, só incendeia” porque, por muito que partilhar a cama com essa pessoa seja algo apetecível, não chega para curar o que dói, por ser só tensão e não amor verdadeiro. 



Depois de Olha P’ra Ela e Responso, este tema mostra uma dimensão mais impulsiva e contraditória. Que parte de ti aparece aqui pela primeira vez?

I. — Acho que esta música vem desvendar um lado meu mais carnal, de falha, do proibido, impulsivo sem dúvida, que é algo que também exploro neste disco. Vivi parte da minha vida a fugir a compromissos mais sérios e não podia não abordar esse assunto num disco que vai ser tão pessoal. 

O álbum Quebranto parece estar a construir um universo muito emocional, feito de fragilidades, relações e camadas internas. Como descreverias esse mundo que tens vindo a construir?

I. — Intenso, duro, verdadeiro. Acho que nunca tinha sido tão verdadeira a escrever. Voltei a sentir o mesmo em muitas canções como o que senti quando escrevi o Grito

A canção foi criada com Luar, Extrazen, Carolina Deslandes e Matheus Paraizo. O que procuras numa equipa criativa, quando estás a escrever temas tão íntimos?

I. — Sempre gostei de colaborar. Acho muito mais prazeroso trabalhar assim. Ao mesmo tempo, e querendo ser o mais honesta possível, parte de mim procura sempre alguma garantia de que o que eu escrevo faz sentido. Sou uma pessoa insegura e rodear-me dos meus traz-me tranquilidade. 

Depois da Eurovisão, da digressão pelo país e com um Coliseu dos Recreios em formato 360º, marcado para dezembro, como tens vivido esta fase da tua carreira?

I. — Estou feliz e muito grata por tudo o que já aconteceu. Tem sido bonito visitar cidades onde nunca tinha estado, e poder fazer isso enquanto canto é a cereja no topo do bolo. Sobre o Coliseu, sou muito apaixonada por performance e pela magia que se pode criar em palco por isso, mal posso esperar.

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Seis perguntas a Iolanda

Ao sábado, fazemos seis perguntas. Um novo single, o álbum que há de lançar, as memórias da Eurovisão e o Coliseu de Lisboa com um concerto 360º. Foi sobre tudo isso que a cantora conversou com o MOTIVO. Eis as suas seis respostas.

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4 de jul. de 2026, 12:08

Noite Inteira fala de uma relação intensa, física e emocional, onde há desejo, medo e incapacidade de ficar. Partiste de uma experiência concreta ou de uma personagem?

IOLANDA — Eu parto quase sempre de histórias pessoais. Escrever sobre o que eu vivo é uma forma de catarse e uso muito essa ferramenta para resolver coisas que ainda não resolvi cá dentro. 

A cama surge como símbolo central da canção. O que é que esse espaço representa para ti?

I. — A cama, para mim, é um dos espaços mais íntimos onde duas pessoas se podem encontrar. Escrevi o verso “A tua cama não me cura, só incendeia” porque, por muito que partilhar a cama com essa pessoa seja algo apetecível, não chega para curar o que dói, por ser só tensão e não amor verdadeiro. 



Depois de Olha P’ra Ela e Responso, este tema mostra uma dimensão mais impulsiva e contraditória. Que parte de ti aparece aqui pela primeira vez?

I. — Acho que esta música vem desvendar um lado meu mais carnal, de falha, do proibido, impulsivo sem dúvida, que é algo que também exploro neste disco. Vivi parte da minha vida a fugir a compromissos mais sérios e não podia não abordar esse assunto num disco que vai ser tão pessoal. 

O álbum Quebranto parece estar a construir um universo muito emocional, feito de fragilidades, relações e camadas internas. Como descreverias esse mundo que tens vindo a construir?

I. — Intenso, duro, verdadeiro. Acho que nunca tinha sido tão verdadeira a escrever. Voltei a sentir o mesmo em muitas canções como o que senti quando escrevi o Grito

A canção foi criada com Luar, Extrazen, Carolina Deslandes e Matheus Paraizo. O que procuras numa equipa criativa, quando estás a escrever temas tão íntimos?

I. — Sempre gostei de colaborar. Acho muito mais prazeroso trabalhar assim. Ao mesmo tempo, e querendo ser o mais honesta possível, parte de mim procura sempre alguma garantia de que o que eu escrevo faz sentido. Sou uma pessoa insegura e rodear-me dos meus traz-me tranquilidade. 

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