
#Protagonistas
As marcas do Rock in Rio Lisboa 2026: Redken
Na edição deste ano do Rock in Rio Lisboa, quem entra na área VIP encontra quase de imediato a presença da Redken. Antes disso, no percurso pelo recinto, já se terá cruzado com promotores da marca, produtos para experimentar, Mister Leave-In (a mascote da marca) e a sensação de que a ativação não ficou limitada a um stand. A marca ocupou o festival como quem entende que, num evento desta dimensão, a experiência começa muitas vezes antes de alguém se sentar numa cadeira.
A presença da Redken no Rock in Rio Lisboa 2026 partiu de uma ideia clara: num festival, o cabelo também faz parte da experiência. Há calor, humidade, horas ao ar livre, fotografias, vídeos, concertos, encontros, danças, filas, viagens de carro ou transportes e momentos em que todos querem parecer bem sem deixar de viver o dia com toda a intensidade. É entre essa necessidade prática e vontade de uma imagem cuidada e arrojada que a marca encontrou o seu lugar neste mega evento.

A agenda de marcações no espaço Redken depressa ficou completa e o espaço esteve sempre cheio
No espaço da Redken, a ativação aproximou-se de um backstage profissional. Havia espelhos, produtos, cabeleireiros profissionais, cadeiras de styling e uma estética claramente inspirada no universo nova-iorquino da marca: preto, branco, metal, lettering editorial e referências a uma cultura de salão urbana. O imaginário do espaço é o metro de NY. A presença do “Redken News”, um jornal da marca com Sabrina Carpenter em destaque, reforçava essa ligação entre cabelo, tendências e o universo pop.
A diferença estava na intervenção dos profissionais. A marca colocou os seus PROs no centro da experiência, transformando a ativação num momento de diagnóstico, styling e aconselhamento. Mais do que entregar amostras ou criar um ponto fotogénico, a Redken levou para o festival uma lógica de serviço: perceber o cabelo, responder a um problema concreto e mostrar como o produto funciona em contexto real. Sempre com boa vibe, proximidade e competência técnica.

Inês Teixeira, influencer da Squad Redekn passou pelo espaço da marca e usufruiu dos cuidados do hairstylist Aramis Rombaldi, um dos Redken Artists presentes
Num recinto onde tantas marcas disputam atenção, a Redken trabalhou uma presença mais próxima da utilidade. A promessa era: entra, senta-te, experimenta, deixa que alguém olhe para o teu cabelo e sai diferente.
A marca quis ir mais longe e levar o entusiasmo do Rock in Rio Lisboa para fora do recinto, com uma dinâmica para os consumidores, com a oferta de um ano de produtos Redken. É possível concorrer aqui.

Além do espaço na área VIP do festival, a marca esteve presente no recinto do evento com promotoras e teste de produto
O racional da Redken para a presença no Rock in Rio Lisboa 2026 ajuda a explicar uma tendência maior no marketing de eventos: as marcas já não procuram apenas ser vistas, procuram ser usadas, sentidas, fotografadas, partilhadas e lembradas. Querem fazer parte da experiência. No caso da Redken, a transformação era visível: um penteado, uma finalização, um produto aplicado, uma fotografia ao espelho, um vídeo para redes sociais. O resultado no cabelo tornava-se também prova de presença e envolvimento no evento.
A própria marca assume esta lógica como uma estratégia “phygital”: a experiência física no recinto prolonga-se no digital através de conteúdo gerado pelos participantes. O cabelo acabado de arranjar, a ida ao stand, o produto experimentado ou o detalhe da mola com o logótipo Redken deixam de ser apenas momentos de festival e passam a ser matéria de partilha. Cada pessoa pode sair dali como consumidora, embora também como veículo espontâneo de comunicação. E o objetivo da marca cumpre-se: awareness.

Inês Nogueira, animadora de rádio na Renascença, passou pelo espaço Redken e pelos cuidados da Redken Artist Catarina Rodrigues
Para a Redken, a presença no Rock in Rio Lisboa não se reduz a uma ação de verão. A marca posiciona-a como parte de uma estratégia mais longa, ligada ao lifestyle, à cultura urbana e ao contacto com gerações mais jovens. O festival funciona como montra, embora o objetivo seja mais ambicioso: criar relação, recrutar novos consumidores, reforçar a ligação com profissionais e fazer com que a experiência vivida no recinto continue depois, na rotina de cuidado capilar.
A Redken entrou no Rock in Rio Lisboa pela via da beleza, embora a leitura seja mais ampla. A marca percebeu que, num festival, uma ativação funciona melhor quando resolve alguma questão, acrescenta algum gesto ao dia e oferece uma memória que não depende apenas do logótipo. No meio da música, do calor e da circulação constante, o cabelo tornou-se ponto de contacto e a marca responsável foi só uma: a Redken.

#Protagonistas
As marcas do Rock in Rio Lisboa 2026: Redken
Na edição deste ano do Rock in Rio Lisboa, quem entra na área VIP encontra quase de imediato a presença da Redken. Antes disso, no percurso pelo recinto, já se terá cruzado com promotores da marca, produtos para experimentar, Mister Leave-In (a mascote da marca) e a sensação de que a ativação não ficou limitada a um stand. A marca ocupou o festival como quem entende que, num evento desta dimensão, a experiência começa muitas vezes antes de alguém se sentar numa cadeira.
A presença da Redken no Rock in Rio Lisboa 2026 partiu de uma ideia clara: num festival, o cabelo também faz parte da experiência. Há calor, humidade, horas ao ar livre, fotografias, vídeos, concertos, encontros, danças, filas, viagens de carro ou transportes e momentos em que todos querem parecer bem sem deixar de viver o dia com toda a intensidade. É entre essa necessidade prática e vontade de uma imagem cuidada e arrojada que a marca encontrou o seu lugar neste mega evento.

A agenda de marcações no espaço Redken depressa ficou completa e o espaço esteve sempre cheio
No espaço da Redken, a ativação aproximou-se de um backstage profissional. Havia espelhos, produtos, cabeleireiros profissionais, cadeiras de styling e uma estética claramente inspirada no universo nova-iorquino da marca: preto, branco, metal, lettering editorial e referências a uma cultura de salão urbana. O imaginário do espaço é o metro de NY. A presença do “Redken News”, um jornal da marca com Sabrina Carpenter em destaque, reforçava essa ligação entre cabelo, tendências e o universo pop.
A diferença estava na intervenção dos profissionais. A marca colocou os seus PROs no centro da experiência, transformando a ativação num momento de diagnóstico, styling e aconselhamento. Mais do que entregar amostras ou criar um ponto fotogénico, a Redken levou para o festival uma lógica de serviço: perceber o cabelo, responder a um problema concreto e mostrar como o produto funciona em contexto real. Sempre com boa vibe, proximidade e competência técnica.

Inês Teixeira, influencer da Squad Redekn passou pelo espaço da marca e usufruiu dos cuidados do hairstylist Aramis Rombaldi, um dos Redken Artists presentes
Num recinto onde tantas marcas disputam atenção, a Redken trabalhou uma presença mais próxima da utilidade. A promessa era: entra, senta-te, experimenta, deixa que alguém olhe para o teu cabelo e sai diferente.
A marca quis ir mais longe e levar o entusiasmo do Rock in Rio Lisboa para fora do recinto, com uma dinâmica para os consumidores, com a oferta de um ano de produtos Redken. É possível concorrer aqui.

Além do espaço na área VIP do festival, a marca esteve presente no recinto do evento com promotoras e teste de produto
O racional da Redken para a presença no Rock in Rio Lisboa 2026 ajuda a explicar uma tendência maior no marketing de eventos: as marcas já não procuram apenas ser vistas, procuram ser usadas, sentidas, fotografadas, partilhadas e lembradas. Querem fazer parte da experiência. No caso da Redken, a transformação era visível: um penteado, uma finalização, um produto aplicado, uma fotografia ao espelho, um vídeo para redes sociais. O resultado no cabelo tornava-se também prova de presença e envolvimento no evento.
A própria marca assume esta lógica como uma estratégia “phygital”: a experiência física no recinto prolonga-se no digital através de conteúdo gerado pelos participantes. O cabelo acabado de arranjar, a ida ao stand, o produto experimentado ou o detalhe da mola com o logótipo Redken deixam de ser apenas momentos de festival e passam a ser matéria de partilha. Cada pessoa pode sair dali como consumidora, embora também como veículo espontâneo de comunicação. E o objetivo da marca cumpre-se: awareness.

Inês Nogueira, animadora de rádio na Renascença, passou pelo espaço Redken e pelos cuidados da Redken Artist Catarina Rodrigues
Para a Redken, a presença no Rock in Rio Lisboa não se reduz a uma ação de verão. A marca posiciona-a como parte de uma estratégia mais longa, ligada ao lifestyle, à cultura urbana e ao contacto com gerações mais jovens. O festival funciona como montra, embora o objetivo seja mais ambicioso: criar relação, recrutar novos consumidores, reforçar a ligação com profissionais e fazer com que a experiência vivida no recinto continue depois, na rotina de cuidado capilar.
A Redken entrou no Rock in Rio Lisboa pela via da beleza, embora a leitura seja mais ampla. A marca percebeu que, num festival, uma ativação funciona melhor quando resolve alguma questão, acrescenta algum gesto ao dia e oferece uma memória que não depende apenas do logótipo. No meio da música, do calor e da circulação constante, o cabelo tornou-se ponto de contacto e a marca responsável foi só uma: a Redken.

#Protagonistas
As marcas do Rock in Rio Lisboa 2026: Redken
Na edição deste ano do Rock in Rio Lisboa, quem entra na área VIP encontra quase de imediato a presença da Redken. Antes disso, no percurso pelo recinto, já se terá cruzado com promotores da marca, produtos para experimentar, Mister Leave-In (a mascote da marca) e a sensação de que a ativação não ficou limitada a um stand. A marca ocupou o festival como quem entende que, num evento desta dimensão, a experiência começa muitas vezes antes de alguém se sentar numa cadeira.
A presença da Redken no Rock in Rio Lisboa 2026 partiu de uma ideia clara: num festival, o cabelo também faz parte da experiência. Há calor, humidade, horas ao ar livre, fotografias, vídeos, concertos, encontros, danças, filas, viagens de carro ou transportes e momentos em que todos querem parecer bem sem deixar de viver o dia com toda a intensidade. É entre essa necessidade prática e vontade de uma imagem cuidada e arrojada que a marca encontrou o seu lugar neste mega evento.

A agenda de marcações no espaço Redken depressa ficou completa e o espaço esteve sempre cheio
No espaço da Redken, a ativação aproximou-se de um backstage profissional. Havia espelhos, produtos, cabeleireiros profissionais, cadeiras de styling e uma estética claramente inspirada no universo nova-iorquino da marca: preto, branco, metal, lettering editorial e referências a uma cultura de salão urbana. O imaginário do espaço é o metro de NY. A presença do “Redken News”, um jornal da marca com Sabrina Carpenter em destaque, reforçava essa ligação entre cabelo, tendências e o universo pop.
A diferença estava na intervenção dos profissionais. A marca colocou os seus PROs no centro da experiência, transformando a ativação num momento de diagnóstico, styling e aconselhamento. Mais do que entregar amostras ou criar um ponto fotogénico, a Redken levou para o festival uma lógica de serviço: perceber o cabelo, responder a um problema concreto e mostrar como o produto funciona em contexto real. Sempre com boa vibe, proximidade e competência técnica.

Inês Teixeira, influencer da Squad Redekn passou pelo espaço da marca e usufruiu dos cuidados do hairstylist Aramis Rombaldi, um dos Redken Artists presentes
Num recinto onde tantas marcas disputam atenção, a Redken trabalhou uma presença mais próxima da utilidade. A promessa era: entra, senta-te, experimenta, deixa que alguém olhe para o teu cabelo e sai diferente.
A marca quis ir mais longe e levar o entusiasmo do Rock in Rio Lisboa para fora do recinto, com uma dinâmica para os consumidores, com a oferta de um ano de produtos Redken. É possível concorrer aqui.

Além do espaço na área VIP do festival, a marca esteve presente no recinto do evento com promotoras e teste de produto
O racional da Redken para a presença no Rock in Rio Lisboa 2026 ajuda a explicar uma tendência maior no marketing de eventos: as marcas já não procuram apenas ser vistas, procuram ser usadas, sentidas, fotografadas, partilhadas e lembradas. Querem fazer parte da experiência. No caso da Redken, a transformação era visível: um penteado, uma finalização, um produto aplicado, uma fotografia ao espelho, um vídeo para redes sociais. O resultado no cabelo tornava-se também prova de presença e envolvimento no evento.
A própria marca assume esta lógica como uma estratégia “phygital”: a experiência física no recinto prolonga-se no digital através de conteúdo gerado pelos participantes. O cabelo acabado de arranjar, a ida ao stand, o produto experimentado ou o detalhe da mola com o logótipo Redken deixam de ser apenas momentos de festival e passam a ser matéria de partilha. Cada pessoa pode sair dali como consumidora, embora também como veículo espontâneo de comunicação. E o objetivo da marca cumpre-se: awareness.

Inês Nogueira, animadora de rádio na Renascença, passou pelo espaço Redken e pelos cuidados da Redken Artist Catarina Rodrigues
Para a Redken, a presença no Rock in Rio Lisboa não se reduz a uma ação de verão. A marca posiciona-a como parte de uma estratégia mais longa, ligada ao lifestyle, à cultura urbana e ao contacto com gerações mais jovens. O festival funciona como montra, embora o objetivo seja mais ambicioso: criar relação, recrutar novos consumidores, reforçar a ligação com profissionais e fazer com que a experiência vivida no recinto continue depois, na rotina de cuidado capilar.
A Redken entrou no Rock in Rio Lisboa pela via da beleza, embora a leitura seja mais ampla. A marca percebeu que, num festival, uma ativação funciona melhor quando resolve alguma questão, acrescenta algum gesto ao dia e oferece uma memória que não depende apenas do logótipo. No meio da música, do calor e da circulação constante, o cabelo tornou-se ponto de contacto e a marca responsável foi só uma: a Redken.

#Protagonistas
As marcas do Rock in Rio Lisboa 2026: Redken
Na edição deste ano do Rock in Rio Lisboa, quem entra na área VIP encontra quase de imediato a presença da Redken. Antes disso, no percurso pelo recinto, já se terá cruzado com promotores da marca, produtos para experimentar, Mister Leave-In (a mascote da marca) e a sensação de que a ativação não ficou limitada a um stand. A marca ocupou o festival como quem entende que, num evento desta dimensão, a experiência começa muitas vezes antes de alguém se sentar numa cadeira.
A presença da Redken no Rock in Rio Lisboa 2026 partiu de uma ideia clara: num festival, o cabelo também faz parte da experiência. Há calor, humidade, horas ao ar livre, fotografias, vídeos, concertos, encontros, danças, filas, viagens de carro ou transportes e momentos em que todos querem parecer bem sem deixar de viver o dia com toda a intensidade. É entre essa necessidade prática e vontade de uma imagem cuidada e arrojada que a marca encontrou o seu lugar neste mega evento.

A agenda de marcações no espaço Redken depressa ficou completa e o espaço esteve sempre cheio
No espaço da Redken, a ativação aproximou-se de um backstage profissional. Havia espelhos, produtos, cabeleireiros profissionais, cadeiras de styling e uma estética claramente inspirada no universo nova-iorquino da marca: preto, branco, metal, lettering editorial e referências a uma cultura de salão urbana. O imaginário do espaço é o metro de NY. A presença do “Redken News”, um jornal da marca com Sabrina Carpenter em destaque, reforçava essa ligação entre cabelo, tendências e o universo pop.
A diferença estava na intervenção dos profissionais. A marca colocou os seus PROs no centro da experiência, transformando a ativação num momento de diagnóstico, styling e aconselhamento. Mais do que entregar amostras ou criar um ponto fotogénico, a Redken levou para o festival uma lógica de serviço: perceber o cabelo, responder a um problema concreto e mostrar como o produto funciona em contexto real. Sempre com boa vibe, proximidade e competência técnica.

Inês Teixeira, influencer da Squad Redekn passou pelo espaço da marca e usufruiu dos cuidados do hairstylist Aramis Rombaldi, um dos Redken Artists presentes
Num recinto onde tantas marcas disputam atenção, a Redken trabalhou uma presença mais próxima da utilidade. A promessa era: entra, senta-te, experimenta, deixa que alguém olhe para o teu cabelo e sai diferente.
A marca quis ir mais longe e levar o entusiasmo do Rock in Rio Lisboa para fora do recinto, com uma dinâmica para os consumidores, com a oferta de um ano de produtos Redken. É possível concorrer aqui.

Além do espaço na área VIP do festival, a marca esteve presente no recinto do evento com promotoras e teste de produto
O racional da Redken para a presença no Rock in Rio Lisboa 2026 ajuda a explicar uma tendência maior no marketing de eventos: as marcas já não procuram apenas ser vistas, procuram ser usadas, sentidas, fotografadas, partilhadas e lembradas. Querem fazer parte da experiência. No caso da Redken, a transformação era visível: um penteado, uma finalização, um produto aplicado, uma fotografia ao espelho, um vídeo para redes sociais. O resultado no cabelo tornava-se também prova de presença e envolvimento no evento.
A própria marca assume esta lógica como uma estratégia “phygital”: a experiência física no recinto prolonga-se no digital através de conteúdo gerado pelos participantes. O cabelo acabado de arranjar, a ida ao stand, o produto experimentado ou o detalhe da mola com o logótipo Redken deixam de ser apenas momentos de festival e passam a ser matéria de partilha. Cada pessoa pode sair dali como consumidora, embora também como veículo espontâneo de comunicação. E o objetivo da marca cumpre-se: awareness.

Inês Nogueira, animadora de rádio na Renascença, passou pelo espaço Redken e pelos cuidados da Redken Artist Catarina Rodrigues
Para a Redken, a presença no Rock in Rio Lisboa não se reduz a uma ação de verão. A marca posiciona-a como parte de uma estratégia mais longa, ligada ao lifestyle, à cultura urbana e ao contacto com gerações mais jovens. O festival funciona como montra, embora o objetivo seja mais ambicioso: criar relação, recrutar novos consumidores, reforçar a ligação com profissionais e fazer com que a experiência vivida no recinto continue depois, na rotina de cuidado capilar.
A Redken entrou no Rock in Rio Lisboa pela via da beleza, embora a leitura seja mais ampla. A marca percebeu que, num festival, uma ativação funciona melhor quando resolve alguma questão, acrescenta algum gesto ao dia e oferece uma memória que não depende apenas do logótipo. No meio da música, do calor e da circulação constante, o cabelo tornou-se ponto de contacto e a marca responsável foi só uma: a Redken.




