
#Conhecimento
A sustentabilidade também se decide pela economia. E a Nova SBE pôs o tema em debate
A sustentabilidade discute-se com números, incentivos, regulação, financiamento, mercados e políticas públicas. Foi esse o ponto de partida do World Congress of Environmental and Resource Economists, que decorreu esta semana no campus de Carcavelos da Nova SBE.
Considerado o principal congresso mundial em economia do ambiente e dos recursos, o WCERE 2026 trouxe a Portugal mais de 1.500 investigadores, decisores políticos, representantes de organizações internacionais, líderes empresariais e jovens cientistas de 65 países. Ao longo de cinco dias, o encontro reuniu mais de 272 sessões, entre conferências plenárias, debates temáticos, workshops e momentos de diálogo entre ciência, política e empresas.
A agenda ajudou a perceber como a sustentabilidade entrou no centro das decisões económicas. Alterações climáticas, adaptação, perda de biodiversidade, transição energética, descarbonização, preço do carbono, economia circular, justiça ambiental, economia dos oceanos, mercados de energias renováveis e finanças sustentáveis foram alguns dos temas em debate. O programa incluiu ainda uma área emergente: o papel da inteligência artificial na economia do ambiente.
Entre os conferencistas estiveram nomes de referência internacional, como Rashid Sumaila, da University of British Columbia, distinguido com o Tyler Prize e especialista em economia dos oceanos e das pescas; Juan-Pablo Montero, da Pontificia Universidad Católica de Chile, autoridade em mercados de energia e regulação ambiental; Natalia Fabra, fundadora do EnergyEconLab; e Lint Barrage, da ETH Zurique, especialista em impactos macroeconómicos e orçamentais das políticas climáticas.
Para Pedro Oliveira, Dean da Nova SBE, receber em Carcavelos “a maior comunidade mundial da economia do ambiente” é motivo de orgulho. “Quando os melhores investigadores do mundo se sentam à mesma mesa que decisores políticos e líderes empresariais, é a sociedade que ganha”, afirma, defendendo que é desse diálogo que nascem respostas para os desafios climáticos e ambientais. O responsável acrescenta que o congresso reforçou o papel de Portugal como "destino das grandes discussões internacionais sobre política climática”.
Coorganizado pelo Nova SBE Environmental Economics Knowledge Center e pelo Nova Forum, em conjunto com as cinco associações regionais que representam a disciplina a nível mundial, o congresso pôs Portugal no centro de uma discussão que ultrapassa a academia. Atualmente, a questão é como financiar a transição, como atribuir valor económico à natureza, como regular mercados, como envolver empresas e como transformar conhecimento científico em decisões concretas. E do debate surgem sempre novos caminhos.
(C) Foto de Zac Wolff na Unsplash

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A sustentabilidade também se decide pela economia. E a Nova SBE pôs o tema em debate
A sustentabilidade discute-se com números, incentivos, regulação, financiamento, mercados e políticas públicas. Foi esse o ponto de partida do World Congress of Environmental and Resource Economists, que decorreu esta semana no campus de Carcavelos da Nova SBE.
Considerado o principal congresso mundial em economia do ambiente e dos recursos, o WCERE 2026 trouxe a Portugal mais de 1.500 investigadores, decisores políticos, representantes de organizações internacionais, líderes empresariais e jovens cientistas de 65 países. Ao longo de cinco dias, o encontro reuniu mais de 272 sessões, entre conferências plenárias, debates temáticos, workshops e momentos de diálogo entre ciência, política e empresas.
A agenda ajudou a perceber como a sustentabilidade entrou no centro das decisões económicas. Alterações climáticas, adaptação, perda de biodiversidade, transição energética, descarbonização, preço do carbono, economia circular, justiça ambiental, economia dos oceanos, mercados de energias renováveis e finanças sustentáveis foram alguns dos temas em debate. O programa incluiu ainda uma área emergente: o papel da inteligência artificial na economia do ambiente.
Entre os conferencistas estiveram nomes de referência internacional, como Rashid Sumaila, da University of British Columbia, distinguido com o Tyler Prize e especialista em economia dos oceanos e das pescas; Juan-Pablo Montero, da Pontificia Universidad Católica de Chile, autoridade em mercados de energia e regulação ambiental; Natalia Fabra, fundadora do EnergyEconLab; e Lint Barrage, da ETH Zurique, especialista em impactos macroeconómicos e orçamentais das políticas climáticas.
Para Pedro Oliveira, Dean da Nova SBE, receber em Carcavelos “a maior comunidade mundial da economia do ambiente” é motivo de orgulho. “Quando os melhores investigadores do mundo se sentam à mesma mesa que decisores políticos e líderes empresariais, é a sociedade que ganha”, afirma, defendendo que é desse diálogo que nascem respostas para os desafios climáticos e ambientais. O responsável acrescenta que o congresso reforçou o papel de Portugal como "destino das grandes discussões internacionais sobre política climática”.
Coorganizado pelo Nova SBE Environmental Economics Knowledge Center e pelo Nova Forum, em conjunto com as cinco associações regionais que representam a disciplina a nível mundial, o congresso pôs Portugal no centro de uma discussão que ultrapassa a academia. Atualmente, a questão é como financiar a transição, como atribuir valor económico à natureza, como regular mercados, como envolver empresas e como transformar conhecimento científico em decisões concretas. E do debate surgem sempre novos caminhos.
(C) Foto de Zac Wolff na Unsplash

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A sustentabilidade também se decide pela economia. E a Nova SBE pôs o tema em debate
A sustentabilidade discute-se com números, incentivos, regulação, financiamento, mercados e políticas públicas. Foi esse o ponto de partida do World Congress of Environmental and Resource Economists, que decorreu esta semana no campus de Carcavelos da Nova SBE.
Considerado o principal congresso mundial em economia do ambiente e dos recursos, o WCERE 2026 trouxe a Portugal mais de 1.500 investigadores, decisores políticos, representantes de organizações internacionais, líderes empresariais e jovens cientistas de 65 países. Ao longo de cinco dias, o encontro reuniu mais de 272 sessões, entre conferências plenárias, debates temáticos, workshops e momentos de diálogo entre ciência, política e empresas.
A agenda ajudou a perceber como a sustentabilidade entrou no centro das decisões económicas. Alterações climáticas, adaptação, perda de biodiversidade, transição energética, descarbonização, preço do carbono, economia circular, justiça ambiental, economia dos oceanos, mercados de energias renováveis e finanças sustentáveis foram alguns dos temas em debate. O programa incluiu ainda uma área emergente: o papel da inteligência artificial na economia do ambiente.
Entre os conferencistas estiveram nomes de referência internacional, como Rashid Sumaila, da University of British Columbia, distinguido com o Tyler Prize e especialista em economia dos oceanos e das pescas; Juan-Pablo Montero, da Pontificia Universidad Católica de Chile, autoridade em mercados de energia e regulação ambiental; Natalia Fabra, fundadora do EnergyEconLab; e Lint Barrage, da ETH Zurique, especialista em impactos macroeconómicos e orçamentais das políticas climáticas.
Para Pedro Oliveira, Dean da Nova SBE, receber em Carcavelos “a maior comunidade mundial da economia do ambiente” é motivo de orgulho. “Quando os melhores investigadores do mundo se sentam à mesma mesa que decisores políticos e líderes empresariais, é a sociedade que ganha”, afirma, defendendo que é desse diálogo que nascem respostas para os desafios climáticos e ambientais. O responsável acrescenta que o congresso reforçou o papel de Portugal como "destino das grandes discussões internacionais sobre política climática”.
Coorganizado pelo Nova SBE Environmental Economics Knowledge Center e pelo Nova Forum, em conjunto com as cinco associações regionais que representam a disciplina a nível mundial, o congresso pôs Portugal no centro de uma discussão que ultrapassa a academia. Atualmente, a questão é como financiar a transição, como atribuir valor económico à natureza, como regular mercados, como envolver empresas e como transformar conhecimento científico em decisões concretas. E do debate surgem sempre novos caminhos.
(C) Foto de Zac Wolff na Unsplash

#Conhecimento
A sustentabilidade também se decide pela economia. E a Nova SBE pôs o tema em debate
A sustentabilidade discute-se com números, incentivos, regulação, financiamento, mercados e políticas públicas. Foi esse o ponto de partida do World Congress of Environmental and Resource Economists, que decorreu esta semana no campus de Carcavelos da Nova SBE.
Considerado o principal congresso mundial em economia do ambiente e dos recursos, o WCERE 2026 trouxe a Portugal mais de 1.500 investigadores, decisores políticos, representantes de organizações internacionais, líderes empresariais e jovens cientistas de 65 países. Ao longo de cinco dias, o encontro reuniu mais de 272 sessões, entre conferências plenárias, debates temáticos, workshops e momentos de diálogo entre ciência, política e empresas.
A agenda ajudou a perceber como a sustentabilidade entrou no centro das decisões económicas. Alterações climáticas, adaptação, perda de biodiversidade, transição energética, descarbonização, preço do carbono, economia circular, justiça ambiental, economia dos oceanos, mercados de energias renováveis e finanças sustentáveis foram alguns dos temas em debate. O programa incluiu ainda uma área emergente: o papel da inteligência artificial na economia do ambiente.
Entre os conferencistas estiveram nomes de referência internacional, como Rashid Sumaila, da University of British Columbia, distinguido com o Tyler Prize e especialista em economia dos oceanos e das pescas; Juan-Pablo Montero, da Pontificia Universidad Católica de Chile, autoridade em mercados de energia e regulação ambiental; Natalia Fabra, fundadora do EnergyEconLab; e Lint Barrage, da ETH Zurique, especialista em impactos macroeconómicos e orçamentais das políticas climáticas.
Para Pedro Oliveira, Dean da Nova SBE, receber em Carcavelos “a maior comunidade mundial da economia do ambiente” é motivo de orgulho. “Quando os melhores investigadores do mundo se sentam à mesma mesa que decisores políticos e líderes empresariais, é a sociedade que ganha”, afirma, defendendo que é desse diálogo que nascem respostas para os desafios climáticos e ambientais. O responsável acrescenta que o congresso reforçou o papel de Portugal como "destino das grandes discussões internacionais sobre política climática”.
Coorganizado pelo Nova SBE Environmental Economics Knowledge Center e pelo Nova Forum, em conjunto com as cinco associações regionais que representam a disciplina a nível mundial, o congresso pôs Portugal no centro de uma discussão que ultrapassa a academia. Atualmente, a questão é como financiar a transição, como atribuir valor económico à natureza, como regular mercados, como envolver empresas e como transformar conhecimento científico em decisões concretas. E do debate surgem sempre novos caminhos.




