#Conhecimento

Projeto "Colégio da Água" quer acelerar respostas à escassez hídrica

A água é, hoje, uma questão económica, tecnológica, política e social. Num contexto de maior pressão sobre os recursos hídricos, alterações climáticas, poluição e necessidade de adaptação, a Universidade de Lisboa lançou o Colégio da Água, uma nova plataforma interdisciplinar dedicada a desenvolver soluções para estes desafios.

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7 de jul. de 2026, 12:20

A iniciativa nasce no âmbito do projeto WISE — Water Innovation, Science and Education —, financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian com um investimento de cerca de 900 mil euros até 2029. O objetivo é aproximar investigação científica, inovação, empreendedorismo e formação avançada, acelerando a passagem do conhecimento académico para soluções aplicáveis.

O Colégio da Água vai reunir investigadores, docentes, estudantes, empresas, entidades públicas e organizações da sociedade civil. A proposta é mobilizar competências de várias Escolas da Universidade de Lisboa para responder a uma das questões centrais da sustentabilidade: como garantir segurança hídrica num cenário de maior escassez, maior imprevisibilidade climática e maior pressão sobre ecossistemas?

O projeto organiza-se em três áreas de atuação. A primeira passa pelo desenvolvimento de provas de conceito, para testar soluções inovadoras em contexto real. A segunda aposta na incubação e aceleração de tecnologias e startups ligadas ao setor da água. A terceira centra-se na formação de estudantes, profissionais e organizações.

Entre as áreas científicas mobilizadas estão a inteligência artificial aplicada à monitorização preditiva, a gestão inteligente dos recursos hídricos, a robótica autónoma e a resiliência dos ecossistemas. A presença destas áreas mostra como a sustentabilidade depende cada vez mais da ligação entre ciência, tecnologia e capacidade de implementação.

Mais do que um novo projeto académico, o Colégio da Água posiciona-se como uma plataforma de colaboração entre universidade, empresas e setor público. Essa articulação é particularmente relevante num momento em que a transição climática exige soluções concretas, financiamento, talento especializado e capacidade de transformar investigação em impacto económico, ambiental e social.

A iniciativa está alinhada com a estratégia nacional Água que Une, com a Estratégia Europeia para a Resiliência da Água, com a missão da União Europeia Restore Our Ocean and Waters by 2030 e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. No fundo, parte de uma ideia clara: proteger a água implica tratá-la como um recurso estratégico para o ambiente, para as cidades, para as empresas e para o futuro.


(C) Foto de Nathan Dumlao na Unsplash
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Projeto "Colégio da Água" quer acelerar respostas à escassez hídrica

A água é, hoje, uma questão económica, tecnológica, política e social. Num contexto de maior pressão sobre os recursos hídricos, alterações climáticas, poluição e necessidade de adaptação, a Universidade de Lisboa lançou o Colégio da Água, uma nova plataforma interdisciplinar dedicada a desenvolver soluções para estes desafios.

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7 de jul. de 2026, 12:20

A iniciativa nasce no âmbito do projeto WISE — Water Innovation, Science and Education —, financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian com um investimento de cerca de 900 mil euros até 2029. O objetivo é aproximar investigação científica, inovação, empreendedorismo e formação avançada, acelerando a passagem do conhecimento académico para soluções aplicáveis.

O Colégio da Água vai reunir investigadores, docentes, estudantes, empresas, entidades públicas e organizações da sociedade civil. A proposta é mobilizar competências de várias Escolas da Universidade de Lisboa para responder a uma das questões centrais da sustentabilidade: como garantir segurança hídrica num cenário de maior escassez, maior imprevisibilidade climática e maior pressão sobre ecossistemas?

O projeto organiza-se em três áreas de atuação. A primeira passa pelo desenvolvimento de provas de conceito, para testar soluções inovadoras em contexto real. A segunda aposta na incubação e aceleração de tecnologias e startups ligadas ao setor da água. A terceira centra-se na formação de estudantes, profissionais e organizações.

Entre as áreas científicas mobilizadas estão a inteligência artificial aplicada à monitorização preditiva, a gestão inteligente dos recursos hídricos, a robótica autónoma e a resiliência dos ecossistemas. A presença destas áreas mostra como a sustentabilidade depende cada vez mais da ligação entre ciência, tecnologia e capacidade de implementação.

Mais do que um novo projeto académico, o Colégio da Água posiciona-se como uma plataforma de colaboração entre universidade, empresas e setor público. Essa articulação é particularmente relevante num momento em que a transição climática exige soluções concretas, financiamento, talento especializado e capacidade de transformar investigação em impacto económico, ambiental e social.

A iniciativa está alinhada com a estratégia nacional Água que Une, com a Estratégia Europeia para a Resiliência da Água, com a missão da União Europeia Restore Our Ocean and Waters by 2030 e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. No fundo, parte de uma ideia clara: proteger a água implica tratá-la como um recurso estratégico para o ambiente, para as cidades, para as empresas e para o futuro.


(C) Foto de Nathan Dumlao na Unsplash

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Projeto "Colégio da Água" quer acelerar respostas à escassez hídrica

A água é, hoje, uma questão económica, tecnológica, política e social. Num contexto de maior pressão sobre os recursos hídricos, alterações climáticas, poluição e necessidade de adaptação, a Universidade de Lisboa lançou o Colégio da Água, uma nova plataforma interdisciplinar dedicada a desenvolver soluções para estes desafios.

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7 de jul. de 2026, 12:20

A iniciativa nasce no âmbito do projeto WISE — Water Innovation, Science and Education —, financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian com um investimento de cerca de 900 mil euros até 2029. O objetivo é aproximar investigação científica, inovação, empreendedorismo e formação avançada, acelerando a passagem do conhecimento académico para soluções aplicáveis.

O Colégio da Água vai reunir investigadores, docentes, estudantes, empresas, entidades públicas e organizações da sociedade civil. A proposta é mobilizar competências de várias Escolas da Universidade de Lisboa para responder a uma das questões centrais da sustentabilidade: como garantir segurança hídrica num cenário de maior escassez, maior imprevisibilidade climática e maior pressão sobre ecossistemas?

O projeto organiza-se em três áreas de atuação. A primeira passa pelo desenvolvimento de provas de conceito, para testar soluções inovadoras em contexto real. A segunda aposta na incubação e aceleração de tecnologias e startups ligadas ao setor da água. A terceira centra-se na formação de estudantes, profissionais e organizações.

Entre as áreas científicas mobilizadas estão a inteligência artificial aplicada à monitorização preditiva, a gestão inteligente dos recursos hídricos, a robótica autónoma e a resiliência dos ecossistemas. A presença destas áreas mostra como a sustentabilidade depende cada vez mais da ligação entre ciência, tecnologia e capacidade de implementação.

Mais do que um novo projeto académico, o Colégio da Água posiciona-se como uma plataforma de colaboração entre universidade, empresas e setor público. Essa articulação é particularmente relevante num momento em que a transição climática exige soluções concretas, financiamento, talento especializado e capacidade de transformar investigação em impacto económico, ambiental e social.

A iniciativa está alinhada com a estratégia nacional Água que Une, com a Estratégia Europeia para a Resiliência da Água, com a missão da União Europeia Restore Our Ocean and Waters by 2030 e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. No fundo, parte de uma ideia clara: proteger a água implica tratá-la como um recurso estratégico para o ambiente, para as cidades, para as empresas e para o futuro.


(C) Foto de Nathan Dumlao na Unsplash
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Projeto "Colégio da Água" quer acelerar respostas à escassez hídrica

A água é, hoje, uma questão económica, tecnológica, política e social. Num contexto de maior pressão sobre os recursos hídricos, alterações climáticas, poluição e necessidade de adaptação, a Universidade de Lisboa lançou o Colégio da Água, uma nova plataforma interdisciplinar dedicada a desenvolver soluções para estes desafios.

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7 de jul. de 2026, 12:20

A iniciativa nasce no âmbito do projeto WISE — Water Innovation, Science and Education —, financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian com um investimento de cerca de 900 mil euros até 2029. O objetivo é aproximar investigação científica, inovação, empreendedorismo e formação avançada, acelerando a passagem do conhecimento académico para soluções aplicáveis.

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