#Conhecimento

Microsoft diz que agentes de IA já estão a assumir processos completos nas empresas

A inteligência artificial está a deixar de ser usada apenas para escrever textos, resumir reuniões ou responder a perguntas. Segundo novos dados da Microsoft, as empresas começam a entregar aos chamados agentes de IA tarefas com várias etapas, desde a análise de informação até à execução de processos completos.

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31 de jul. de 2026, 15:04

A gigante tecnológica revelou que o Microsoft 365 Copilot ultrapassou os 30 milhões de licenças pagas, enquanto o número de clientes com mais de 50 mil licenças cresceu mais de sete vezes num ano.

A principal mudança está no grau de autonomia destas ferramentas. Em vez de esperar por instruções sucessivas, os novos sistemas conseguem planear uma tarefa, executá-la, testar o resultado e fazer correções. É o caso do Copilot Cowork, que recebe um pedido e desenvolve o trabalho de princípio a fim, e do Microsoft Scout, um agente que pode permanecer ativo em segundo plano e continuar a avançar enquanto o utilizador se dedica a outras prioridades.

Os dados da empresa indicam que o uso da IA também se está a tornar mais frequente e complexo. O número de conversas por utilizador quase duplicou no último ano e os pedidos que envolvem várias etapas estão a ganhar peso. Setores como a indústria, a banca e a tecnologia continuam entre os principais utilizadores, embora a adoção esteja a crescer rapidamente no automóvel e nos cuidados de saúde.

Os exemplos apresentados mostram ganhos significativos de tempo. A Premera Blue Cross criou mais de 900 agentes internos e reduziu de até 45 minutos para cerca de três o tratamento de determinados documentos contratuais. Na Kantar, uma carta de verificação de emprego que demorava três dias passou a ser produzida em 120 segundos. Já a Levi Strauss utilizou um agente para analisar 1100 procedimentos financeiros e catalogar 18 mil tarefas num único dia.

A Microsoft alerta, contudo, que colocar agentes sobre processos desorganizados não garante melhores resultados. Na sua área de cadeia de abastecimento, a empresa começou por simplificar seis fluxos de trabalho e organizar os dados antes de implementar mais de 70 agentes especializados. A abordagem permitiu reduzir em 75% o tempo necessário para concluir alguns processos.

A próxima fase da adoção deverá, assim, concentrar-se menos no número de ferramentas disponíveis e mais na forma como estas alteram funções, equipas e decisões. Os ganhos anunciados pela Microsoft mostram potencial para aumentar a produtividade, embora levantem também questões sobre supervisão, competências e distribuição de responsabilidades. À medida que os agentes assumem mais trabalho operacional, o desafio será garantir que a automatização liberta as pessoas para tarefas de maior valor, em vez de se limitar a acelerar processos existentes.


(C) Foto de Sam Torres na Unsplash
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Microsoft diz que agentes de IA já estão a assumir processos completos nas empresas

A inteligência artificial está a deixar de ser usada apenas para escrever textos, resumir reuniões ou responder a perguntas. Segundo novos dados da Microsoft, as empresas começam a entregar aos chamados agentes de IA tarefas com várias etapas, desde a análise de informação até à execução de processos completos.

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31 de jul. de 2026, 15:04

A gigante tecnológica revelou que o Microsoft 365 Copilot ultrapassou os 30 milhões de licenças pagas, enquanto o número de clientes com mais de 50 mil licenças cresceu mais de sete vezes num ano.

A principal mudança está no grau de autonomia destas ferramentas. Em vez de esperar por instruções sucessivas, os novos sistemas conseguem planear uma tarefa, executá-la, testar o resultado e fazer correções. É o caso do Copilot Cowork, que recebe um pedido e desenvolve o trabalho de princípio a fim, e do Microsoft Scout, um agente que pode permanecer ativo em segundo plano e continuar a avançar enquanto o utilizador se dedica a outras prioridades.

Os dados da empresa indicam que o uso da IA também se está a tornar mais frequente e complexo. O número de conversas por utilizador quase duplicou no último ano e os pedidos que envolvem várias etapas estão a ganhar peso. Setores como a indústria, a banca e a tecnologia continuam entre os principais utilizadores, embora a adoção esteja a crescer rapidamente no automóvel e nos cuidados de saúde.

Os exemplos apresentados mostram ganhos significativos de tempo. A Premera Blue Cross criou mais de 900 agentes internos e reduziu de até 45 minutos para cerca de três o tratamento de determinados documentos contratuais. Na Kantar, uma carta de verificação de emprego que demorava três dias passou a ser produzida em 120 segundos. Já a Levi Strauss utilizou um agente para analisar 1100 procedimentos financeiros e catalogar 18 mil tarefas num único dia.

A Microsoft alerta, contudo, que colocar agentes sobre processos desorganizados não garante melhores resultados. Na sua área de cadeia de abastecimento, a empresa começou por simplificar seis fluxos de trabalho e organizar os dados antes de implementar mais de 70 agentes especializados. A abordagem permitiu reduzir em 75% o tempo necessário para concluir alguns processos.

A próxima fase da adoção deverá, assim, concentrar-se menos no número de ferramentas disponíveis e mais na forma como estas alteram funções, equipas e decisões. Os ganhos anunciados pela Microsoft mostram potencial para aumentar a produtividade, embora levantem também questões sobre supervisão, competências e distribuição de responsabilidades. À medida que os agentes assumem mais trabalho operacional, o desafio será garantir que a automatização liberta as pessoas para tarefas de maior valor, em vez de se limitar a acelerar processos existentes.


(C) Foto de Sam Torres na Unsplash

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Microsoft diz que agentes de IA já estão a assumir processos completos nas empresas

A inteligência artificial está a deixar de ser usada apenas para escrever textos, resumir reuniões ou responder a perguntas. Segundo novos dados da Microsoft, as empresas começam a entregar aos chamados agentes de IA tarefas com várias etapas, desde a análise de informação até à execução de processos completos.

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31 de jul. de 2026, 15:04

A gigante tecnológica revelou que o Microsoft 365 Copilot ultrapassou os 30 milhões de licenças pagas, enquanto o número de clientes com mais de 50 mil licenças cresceu mais de sete vezes num ano.

A principal mudança está no grau de autonomia destas ferramentas. Em vez de esperar por instruções sucessivas, os novos sistemas conseguem planear uma tarefa, executá-la, testar o resultado e fazer correções. É o caso do Copilot Cowork, que recebe um pedido e desenvolve o trabalho de princípio a fim, e do Microsoft Scout, um agente que pode permanecer ativo em segundo plano e continuar a avançar enquanto o utilizador se dedica a outras prioridades.

Os dados da empresa indicam que o uso da IA também se está a tornar mais frequente e complexo. O número de conversas por utilizador quase duplicou no último ano e os pedidos que envolvem várias etapas estão a ganhar peso. Setores como a indústria, a banca e a tecnologia continuam entre os principais utilizadores, embora a adoção esteja a crescer rapidamente no automóvel e nos cuidados de saúde.

Os exemplos apresentados mostram ganhos significativos de tempo. A Premera Blue Cross criou mais de 900 agentes internos e reduziu de até 45 minutos para cerca de três o tratamento de determinados documentos contratuais. Na Kantar, uma carta de verificação de emprego que demorava três dias passou a ser produzida em 120 segundos. Já a Levi Strauss utilizou um agente para analisar 1100 procedimentos financeiros e catalogar 18 mil tarefas num único dia.

A Microsoft alerta, contudo, que colocar agentes sobre processos desorganizados não garante melhores resultados. Na sua área de cadeia de abastecimento, a empresa começou por simplificar seis fluxos de trabalho e organizar os dados antes de implementar mais de 70 agentes especializados. A abordagem permitiu reduzir em 75% o tempo necessário para concluir alguns processos.

A próxima fase da adoção deverá, assim, concentrar-se menos no número de ferramentas disponíveis e mais na forma como estas alteram funções, equipas e decisões. Os ganhos anunciados pela Microsoft mostram potencial para aumentar a produtividade, embora levantem também questões sobre supervisão, competências e distribuição de responsabilidades. À medida que os agentes assumem mais trabalho operacional, o desafio será garantir que a automatização liberta as pessoas para tarefas de maior valor, em vez de se limitar a acelerar processos existentes.


(C) Foto de Sam Torres na Unsplash
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Microsoft diz que agentes de IA já estão a assumir processos completos nas empresas

A inteligência artificial está a deixar de ser usada apenas para escrever textos, resumir reuniões ou responder a perguntas. Segundo novos dados da Microsoft, as empresas começam a entregar aos chamados agentes de IA tarefas com várias etapas, desde a análise de informação até à execução de processos completos.

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31 de jul. de 2026, 15:04

A gigante tecnológica revelou que o Microsoft 365 Copilot ultrapassou os 30 milhões de licenças pagas, enquanto o número de clientes com mais de 50 mil licenças cresceu mais de sete vezes num ano.

A principal mudança está no grau de autonomia destas ferramentas. Em vez de esperar por instruções sucessivas, os novos sistemas conseguem planear uma tarefa, executá-la, testar o resultado e fazer correções. É o caso do Copilot Cowork, que recebe um pedido e desenvolve o trabalho de princípio a fim, e do Microsoft Scout, um agente que pode permanecer ativo em segundo plano e continuar a avançar enquanto o utilizador se dedica a outras prioridades.

Os dados da empresa indicam que o uso da IA também se está a tornar mais frequente e complexo. O número de conversas por utilizador quase duplicou no último ano e os pedidos que envolvem várias etapas estão a ganhar peso. Setores como a indústria, a banca e a tecnologia continuam entre os principais utilizadores, embora a adoção esteja a crescer rapidamente no automóvel e nos cuidados de saúde.

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A Microsoft alerta, contudo, que colocar agentes sobre processos desorganizados não garante melhores resultados. Na sua área de cadeia de abastecimento, a empresa começou por simplificar seis fluxos de trabalho e organizar os dados antes de implementar mais de 70 agentes especializados. A abordagem permitiu reduzir em 75% o tempo necessário para concluir alguns processos.

A próxima fase da adoção deverá, assim, concentrar-se menos no número de ferramentas disponíveis e mais na forma como estas alteram funções, equipas e decisões. Os ganhos anunciados pela Microsoft mostram potencial para aumentar a produtividade, embora levantem também questões sobre supervisão, competências e distribuição de responsabilidades. À medida que os agentes assumem mais trabalho operacional, o desafio será garantir que a automatização liberta as pessoas para tarefas de maior valor, em vez de se limitar a acelerar processos existentes.


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