#Motivação

Amarante tem um novo espaço de coworking e trabalho flexível da IWG

A International Workplace Group (IWG) acaba de abrir o primeiro espaço Open Office em Portugal, e não foi em Lisboa nem no Porto. A escolha recaiu sobre Amarante, num movimento que diz tanto sobre o crescimento do trabalho flexível como sobre a transformação do território.

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30 de abr. de 2026, 08:09

O novo centro, com 650 m² e 89 postos de trabalho, combina escritórios privados, coworking e áreas criativas, numa lógica pensada para empresas que procuram maior flexibilidade e descentralização. Mais do que um novo espaço, trata-se de uma resposta direta a uma mudança concreta: o trabalho já não acontece num único lugar.

A abertura do novo centro em Amarante […] representa um passo relevante na estratégia de expansão da IWG no país, ao levar soluções de trabalho flexível a cidades com elevado potencial de crescimento”, afirma Jorge Valdeira, diretor-geral da empresa em Portugal. A leitura é clara: o futuro do trabalho não passa apenas pelos grandes centros urbanos.



Do centro das cidades para o centro das decisões

A escolha de Amarante reflete uma tendência crescente: a valorização de cidades intermédias como polos de atração de talento e investimento. Com melhor qualidade de vida, menor pressão urbana e boas ligações, estes territórios começam a competir por empresas e profissionais.

O espaço agora inaugurado insere-se nessa lógica. Localizado junto ao centro da cidade e com acesso facilitado às principais vias rodoviárias, foi pensado para aproximar o trabalho da vida e não o contrário.

Para o presidente da Câmara Municipal de Amarante, Jorge Ricardo, este tipo de investimento contribui diretamente para a dinamização económica local: “Este espaço vem reforçar o nosso compromisso de proximidade e de apoio a quem acrescenta valor ao território”.



Flexibilidade como novo padrão

A expansão da IWG acontece num contexto de forte crescimento do trabalho híbrido. Estudos citados pela empresa indicam que este modelo pode aumentar a produtividade em 11% e reduzir custos operacionais de forma significativa. Ao mesmo tempo, as previsões apontam para uma mudança estrutural no mercado imobiliário: até 2030, cerca de 30% do espaço comercial poderá ser dedicado a soluções flexíveis.

Este cenário está a redefinir a forma como as empresas pensam os escritórios. De espaço fixo e centralizado, passa a ser uma rede distribuída. Mais próxima dos colaboradores, mais adaptável às necessidades do negócio.



Uma rede global, uma lógica local

A abertura do novo centro em Amarante faz parte de uma estratégia mais ampla da IWG, que opera em mais de 120 países e conta com milhares de localizações. Em 2025, a empresa registou resultados recorde, impulsionados precisamente pela procura por soluções de trabalho mais flexíveis e descentralizadas.

No entanto, o sinal mais relevante pode estar na escolha do local. Ao apostar fora dos grandes centros, a IWG não está apenas a expandir a sua rede, está a alinhar-se com uma mudança mais profunda na forma como trabalhamos, vivemos e escolhemos onde estar. E isso, para muitas empresas, pode ser o verdadeiro ponto de partida.


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30 de abr. de 2026, 08:09

O novo centro, com 650 m² e 89 postos de trabalho, combina escritórios privados, coworking e áreas criativas, numa lógica pensada para empresas que procuram maior flexibilidade e descentralização. Mais do que um novo espaço, trata-se de uma resposta direta a uma mudança concreta: o trabalho já não acontece num único lugar.

A abertura do novo centro em Amarante […] representa um passo relevante na estratégia de expansão da IWG no país, ao levar soluções de trabalho flexível a cidades com elevado potencial de crescimento”, afirma Jorge Valdeira, diretor-geral da empresa em Portugal. A leitura é clara: o futuro do trabalho não passa apenas pelos grandes centros urbanos.



Do centro das cidades para o centro das decisões

A escolha de Amarante reflete uma tendência crescente: a valorização de cidades intermédias como polos de atração de talento e investimento. Com melhor qualidade de vida, menor pressão urbana e boas ligações, estes territórios começam a competir por empresas e profissionais.

O espaço agora inaugurado insere-se nessa lógica. Localizado junto ao centro da cidade e com acesso facilitado às principais vias rodoviárias, foi pensado para aproximar o trabalho da vida e não o contrário.

Para o presidente da Câmara Municipal de Amarante, Jorge Ricardo, este tipo de investimento contribui diretamente para a dinamização económica local: “Este espaço vem reforçar o nosso compromisso de proximidade e de apoio a quem acrescenta valor ao território”.



Flexibilidade como novo padrão

A expansão da IWG acontece num contexto de forte crescimento do trabalho híbrido. Estudos citados pela empresa indicam que este modelo pode aumentar a produtividade em 11% e reduzir custos operacionais de forma significativa. Ao mesmo tempo, as previsões apontam para uma mudança estrutural no mercado imobiliário: até 2030, cerca de 30% do espaço comercial poderá ser dedicado a soluções flexíveis.

Este cenário está a redefinir a forma como as empresas pensam os escritórios. De espaço fixo e centralizado, passa a ser uma rede distribuída. Mais próxima dos colaboradores, mais adaptável às necessidades do negócio.



Uma rede global, uma lógica local

A abertura do novo centro em Amarante faz parte de uma estratégia mais ampla da IWG, que opera em mais de 120 países e conta com milhares de localizações. Em 2025, a empresa registou resultados recorde, impulsionados precisamente pela procura por soluções de trabalho mais flexíveis e descentralizadas.

No entanto, o sinal mais relevante pode estar na escolha do local. Ao apostar fora dos grandes centros, a IWG não está apenas a expandir a sua rede, está a alinhar-se com uma mudança mais profunda na forma como trabalhamos, vivemos e escolhemos onde estar. E isso, para muitas empresas, pode ser o verdadeiro ponto de partida.


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30 de abr. de 2026, 08:09

O novo centro, com 650 m² e 89 postos de trabalho, combina escritórios privados, coworking e áreas criativas, numa lógica pensada para empresas que procuram maior flexibilidade e descentralização. Mais do que um novo espaço, trata-se de uma resposta direta a uma mudança concreta: o trabalho já não acontece num único lugar.

A abertura do novo centro em Amarante […] representa um passo relevante na estratégia de expansão da IWG no país, ao levar soluções de trabalho flexível a cidades com elevado potencial de crescimento”, afirma Jorge Valdeira, diretor-geral da empresa em Portugal. A leitura é clara: o futuro do trabalho não passa apenas pelos grandes centros urbanos.



Do centro das cidades para o centro das decisões

A escolha de Amarante reflete uma tendência crescente: a valorização de cidades intermédias como polos de atração de talento e investimento. Com melhor qualidade de vida, menor pressão urbana e boas ligações, estes territórios começam a competir por empresas e profissionais.

O espaço agora inaugurado insere-se nessa lógica. Localizado junto ao centro da cidade e com acesso facilitado às principais vias rodoviárias, foi pensado para aproximar o trabalho da vida e não o contrário.

Para o presidente da Câmara Municipal de Amarante, Jorge Ricardo, este tipo de investimento contribui diretamente para a dinamização económica local: “Este espaço vem reforçar o nosso compromisso de proximidade e de apoio a quem acrescenta valor ao território”.



Flexibilidade como novo padrão

A expansão da IWG acontece num contexto de forte crescimento do trabalho híbrido. Estudos citados pela empresa indicam que este modelo pode aumentar a produtividade em 11% e reduzir custos operacionais de forma significativa. Ao mesmo tempo, as previsões apontam para uma mudança estrutural no mercado imobiliário: até 2030, cerca de 30% do espaço comercial poderá ser dedicado a soluções flexíveis.

Este cenário está a redefinir a forma como as empresas pensam os escritórios. De espaço fixo e centralizado, passa a ser uma rede distribuída. Mais próxima dos colaboradores, mais adaptável às necessidades do negócio.



Uma rede global, uma lógica local

A abertura do novo centro em Amarante faz parte de uma estratégia mais ampla da IWG, que opera em mais de 120 países e conta com milhares de localizações. Em 2025, a empresa registou resultados recorde, impulsionados precisamente pela procura por soluções de trabalho mais flexíveis e descentralizadas.

No entanto, o sinal mais relevante pode estar na escolha do local. Ao apostar fora dos grandes centros, a IWG não está apenas a expandir a sua rede, está a alinhar-se com uma mudança mais profunda na forma como trabalhamos, vivemos e escolhemos onde estar. E isso, para muitas empresas, pode ser o verdadeiro ponto de partida.


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30 de abr. de 2026, 08:09

O novo centro, com 650 m² e 89 postos de trabalho, combina escritórios privados, coworking e áreas criativas, numa lógica pensada para empresas que procuram maior flexibilidade e descentralização. Mais do que um novo espaço, trata-se de uma resposta direta a uma mudança concreta: o trabalho já não acontece num único lugar.

A abertura do novo centro em Amarante […] representa um passo relevante na estratégia de expansão da IWG no país, ao levar soluções de trabalho flexível a cidades com elevado potencial de crescimento”, afirma Jorge Valdeira, diretor-geral da empresa em Portugal. A leitura é clara: o futuro do trabalho não passa apenas pelos grandes centros urbanos.



Do centro das cidades para o centro das decisões

A escolha de Amarante reflete uma tendência crescente: a valorização de cidades intermédias como polos de atração de talento e investimento. Com melhor qualidade de vida, menor pressão urbana e boas ligações, estes territórios começam a competir por empresas e profissionais.

O espaço agora inaugurado insere-se nessa lógica. Localizado junto ao centro da cidade e com acesso facilitado às principais vias rodoviárias, foi pensado para aproximar o trabalho da vida e não o contrário.

Para o presidente da Câmara Municipal de Amarante, Jorge Ricardo, este tipo de investimento contribui diretamente para a dinamização económica local: “Este espaço vem reforçar o nosso compromisso de proximidade e de apoio a quem acrescenta valor ao território”.



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A expansão da IWG acontece num contexto de forte crescimento do trabalho híbrido. Estudos citados pela empresa indicam que este modelo pode aumentar a produtividade em 11% e reduzir custos operacionais de forma significativa. Ao mesmo tempo, as previsões apontam para uma mudança estrutural no mercado imobiliário: até 2030, cerca de 30% do espaço comercial poderá ser dedicado a soluções flexíveis.

Este cenário está a redefinir a forma como as empresas pensam os escritórios. De espaço fixo e centralizado, passa a ser uma rede distribuída. Mais próxima dos colaboradores, mais adaptável às necessidades do negócio.



Uma rede global, uma lógica local

A abertura do novo centro em Amarante faz parte de uma estratégia mais ampla da IWG, que opera em mais de 120 países e conta com milhares de localizações. Em 2025, a empresa registou resultados recorde, impulsionados precisamente pela procura por soluções de trabalho mais flexíveis e descentralizadas.

No entanto, o sinal mais relevante pode estar na escolha do local. Ao apostar fora dos grandes centros, a IWG não está apenas a expandir a sua rede, está a alinhar-se com uma mudança mais profunda na forma como trabalhamos, vivemos e escolhemos onde estar. E isso, para muitas empresas, pode ser o verdadeiro ponto de partida.


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