#Protagonistas

LIMBO: esta marca portuguesa é feita de memórias

Depois de anos fora de Portugal, entre cidades, projetos e experiências internacionais, Inês e João voltaram com a vontade de criar algo próprio. Durante um tempo, imaginaram que esse projeto passaria pela arquitetura, a área em que se formaram, mas acabaram por perceber que queriam outra liberdade. É assim que nasce a LIMBO.

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3 de jul. de 2026, 12:12

Fundada no início deste ano, em Peso da Régua, no coração do Douro, a LIMBO apresenta-se como uma marca portuguesa de objetos para a casa. A primeira coleção, Back Home, lançada em abril, parte de uma ideia de casa. De voltar a Portugal. De voltar ao campo. De voltar às receitas de família, aos ritmos mais lentos, às mesas compridas e à noção muito portuguesa de que a comida é, também, uma forma de cuidado.



Queríamos que a nossa primeira coleção girasse muito em torno do regresso”, explicam os fundadores ao MOTIVO. Esse regresso é biográfico, mas é também cultural. Para quem viveu fora, voltar a Portugal significa, muitas vezes, regressar a um conjunto de gestos: o pão partido à mesa, a travessa que passa de mão em mão, o café no fim da refeição, o sal que circula, a mesa onde cabe sempre mais um prato.

O território da LIMBO é a casa, e mais concretamente a mesa enquanto lugar de encontro. A marca trabalha objetos, embora esteja a construir um imaginário de uma Portugalidade rural, afetiva e contemporânea, que olha para a tradição sem a transformar numa peça de museu. E escolhe fazê-lo nas peças que produz, mas também em toda a estética da comunicação, design e marketing.


João e Inês, os antigos arquitetos que se tornaram artesões


A coleção Back Home inspira-se em Trás-os-Montes e nos objetos que sempre fizeram parte da mesa portuguesa: travessas, assadores de chouriço, azeitoneiras, manteigueiras, canecas, pratos, castiçais, saleiros e pimenteiros. Nas peças aparecem andorinhas, lavradores em traje, árvores, padrões geométricos e cores que procuram atualizar uma memória popular. O objetivo é reinterpretar o passado.

A LIMBO trabalha a partir de referências tradicionais, embora a marca exista num tempo em que a casa voltou a ser território de identidade, consumo e expressão pessoal. Os objetos já não servem apenas para cumprir uma função. Têm de contar algo sobre quem os escolhe, sobre o modo como se vive, sobre a relação com o tempo, com a origem e com aquilo que se quer guardar. A LIMBO percebe isso e constrói-se nesse cruzamento entre uso, memória e narrativa.



A formação em arquitetura ajuda a explicar a forma como Inês e João pensam a marca. Antes de lançarem uma coleção, há procura e observação. “Na arquitetura, o processo começa sempre com muita pesquisa, história e contexto”, dizem. Esse método passou para a LIMBO: olhar para soluções que já existiram e encontrar uma forma de as trazer para o presente.

Também da arquitetura vem a capacidade de resolver imprevistos. Quem já acompanhou uma obra sabe que há sempre uma parede que revela outra coisa, um detalhe que falha, um caminho que precisa de ser contornado. Os fundadores dizem que essa aprendizagem lhes deu “jogo de cintura” para lidar com as surpresas da execução das peças e da própria construção da marca. No fundo, a LIMBO também nasce dessa adaptação: mudar de escala, mudar de material, mudar de vida.



Estar em Peso da Régua faz parte da proposta e identidade da marca. Para os fundadores, criar no interior sobre algo que pertence ao interior é uma forma de coerência. A investigação não acontece apenas nos livros. Acontece no contacto com o território, com as casas, com as pessoas, com os ritmos e com os objetos que continuam a existir fora dos centros urbanos. Ao mesmo tempo, a localização é declaração de posição: é possível fazer design com ambição e identidade fora dos circuitos criativos mais previsíveis.

A LIMBO valoriza o trabalho manual, as pequenas variações e a ideia de que não há duas peças exatamente iguais. Esse lado artesanal limita a produção, mas também define o valor da marca. O desafio será crescer sem perder aquilo que a torna reconhecível: a relação com o saber-fazer, a escala humana, a intenção por trás de cada objeto.

Os próprios fundadores admitem que esse equilíbrio será uma das questões centrais. A ambição passa por encontrar um público que reconheça o valor do trabalho manual e o significado por trás das peças, podendo também vir a explorar outros produtos e colaborações com artesãos. A cerâmica abriu caminho, embora a marca olhe já para outros territórios da casa, como os têxteis e a marcenaria.



A LIMBO, enquanto marca, merece a nossa atenção porque recupera autenticidade, território e memória a partir de dentro, com uma linguagem própria e sem transformar a tradição num cenário vazio. É uma marca para manter debaixo de olho.

#Protagonistas

LIMBO: esta marca portuguesa é feita de memórias

Depois de anos fora de Portugal, entre cidades, projetos e experiências internacionais, Inês e João voltaram com a vontade de criar algo próprio. Durante um tempo, imaginaram que esse projeto passaria pela arquitetura, a área em que se formaram, mas acabaram por perceber que queriam outra liberdade. É assim que nasce a LIMBO.

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3 de jul. de 2026, 12:12

Fundada no início deste ano, em Peso da Régua, no coração do Douro, a LIMBO apresenta-se como uma marca portuguesa de objetos para a casa. A primeira coleção, Back Home, lançada em abril, parte de uma ideia de casa. De voltar a Portugal. De voltar ao campo. De voltar às receitas de família, aos ritmos mais lentos, às mesas compridas e à noção muito portuguesa de que a comida é, também, uma forma de cuidado.



Queríamos que a nossa primeira coleção girasse muito em torno do regresso”, explicam os fundadores ao MOTIVO. Esse regresso é biográfico, mas é também cultural. Para quem viveu fora, voltar a Portugal significa, muitas vezes, regressar a um conjunto de gestos: o pão partido à mesa, a travessa que passa de mão em mão, o café no fim da refeição, o sal que circula, a mesa onde cabe sempre mais um prato.

O território da LIMBO é a casa, e mais concretamente a mesa enquanto lugar de encontro. A marca trabalha objetos, embora esteja a construir um imaginário de uma Portugalidade rural, afetiva e contemporânea, que olha para a tradição sem a transformar numa peça de museu. E escolhe fazê-lo nas peças que produz, mas também em toda a estética da comunicação, design e marketing.


João e Inês, os antigos arquitetos que se tornaram artesões


A coleção Back Home inspira-se em Trás-os-Montes e nos objetos que sempre fizeram parte da mesa portuguesa: travessas, assadores de chouriço, azeitoneiras, manteigueiras, canecas, pratos, castiçais, saleiros e pimenteiros. Nas peças aparecem andorinhas, lavradores em traje, árvores, padrões geométricos e cores que procuram atualizar uma memória popular. O objetivo é reinterpretar o passado.

A LIMBO trabalha a partir de referências tradicionais, embora a marca exista num tempo em que a casa voltou a ser território de identidade, consumo e expressão pessoal. Os objetos já não servem apenas para cumprir uma função. Têm de contar algo sobre quem os escolhe, sobre o modo como se vive, sobre a relação com o tempo, com a origem e com aquilo que se quer guardar. A LIMBO percebe isso e constrói-se nesse cruzamento entre uso, memória e narrativa.



A formação em arquitetura ajuda a explicar a forma como Inês e João pensam a marca. Antes de lançarem uma coleção, há procura e observação. “Na arquitetura, o processo começa sempre com muita pesquisa, história e contexto”, dizem. Esse método passou para a LIMBO: olhar para soluções que já existiram e encontrar uma forma de as trazer para o presente.

Também da arquitetura vem a capacidade de resolver imprevistos. Quem já acompanhou uma obra sabe que há sempre uma parede que revela outra coisa, um detalhe que falha, um caminho que precisa de ser contornado. Os fundadores dizem que essa aprendizagem lhes deu “jogo de cintura” para lidar com as surpresas da execução das peças e da própria construção da marca. No fundo, a LIMBO também nasce dessa adaptação: mudar de escala, mudar de material, mudar de vida.



Estar em Peso da Régua faz parte da proposta e identidade da marca. Para os fundadores, criar no interior sobre algo que pertence ao interior é uma forma de coerência. A investigação não acontece apenas nos livros. Acontece no contacto com o território, com as casas, com as pessoas, com os ritmos e com os objetos que continuam a existir fora dos centros urbanos. Ao mesmo tempo, a localização é declaração de posição: é possível fazer design com ambição e identidade fora dos circuitos criativos mais previsíveis.

A LIMBO valoriza o trabalho manual, as pequenas variações e a ideia de que não há duas peças exatamente iguais. Esse lado artesanal limita a produção, mas também define o valor da marca. O desafio será crescer sem perder aquilo que a torna reconhecível: a relação com o saber-fazer, a escala humana, a intenção por trás de cada objeto.

Os próprios fundadores admitem que esse equilíbrio será uma das questões centrais. A ambição passa por encontrar um público que reconheça o valor do trabalho manual e o significado por trás das peças, podendo também vir a explorar outros produtos e colaborações com artesãos. A cerâmica abriu caminho, embora a marca olhe já para outros territórios da casa, como os têxteis e a marcenaria.



A LIMBO, enquanto marca, merece a nossa atenção porque recupera autenticidade, território e memória a partir de dentro, com uma linguagem própria e sem transformar a tradição num cenário vazio. É uma marca para manter debaixo de olho.

#Protagonistas

LIMBO: esta marca portuguesa é feita de memórias

Depois de anos fora de Portugal, entre cidades, projetos e experiências internacionais, Inês e João voltaram com a vontade de criar algo próprio. Durante um tempo, imaginaram que esse projeto passaria pela arquitetura, a área em que se formaram, mas acabaram por perceber que queriam outra liberdade. É assim que nasce a LIMBO.

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3 de jul. de 2026, 12:12

Fundada no início deste ano, em Peso da Régua, no coração do Douro, a LIMBO apresenta-se como uma marca portuguesa de objetos para a casa. A primeira coleção, Back Home, lançada em abril, parte de uma ideia de casa. De voltar a Portugal. De voltar ao campo. De voltar às receitas de família, aos ritmos mais lentos, às mesas compridas e à noção muito portuguesa de que a comida é, também, uma forma de cuidado.



Queríamos que a nossa primeira coleção girasse muito em torno do regresso”, explicam os fundadores ao MOTIVO. Esse regresso é biográfico, mas é também cultural. Para quem viveu fora, voltar a Portugal significa, muitas vezes, regressar a um conjunto de gestos: o pão partido à mesa, a travessa que passa de mão em mão, o café no fim da refeição, o sal que circula, a mesa onde cabe sempre mais um prato.

O território da LIMBO é a casa, e mais concretamente a mesa enquanto lugar de encontro. A marca trabalha objetos, embora esteja a construir um imaginário de uma Portugalidade rural, afetiva e contemporânea, que olha para a tradição sem a transformar numa peça de museu. E escolhe fazê-lo nas peças que produz, mas também em toda a estética da comunicação, design e marketing.


João e Inês, os antigos arquitetos que se tornaram artesões


A coleção Back Home inspira-se em Trás-os-Montes e nos objetos que sempre fizeram parte da mesa portuguesa: travessas, assadores de chouriço, azeitoneiras, manteigueiras, canecas, pratos, castiçais, saleiros e pimenteiros. Nas peças aparecem andorinhas, lavradores em traje, árvores, padrões geométricos e cores que procuram atualizar uma memória popular. O objetivo é reinterpretar o passado.

A LIMBO trabalha a partir de referências tradicionais, embora a marca exista num tempo em que a casa voltou a ser território de identidade, consumo e expressão pessoal. Os objetos já não servem apenas para cumprir uma função. Têm de contar algo sobre quem os escolhe, sobre o modo como se vive, sobre a relação com o tempo, com a origem e com aquilo que se quer guardar. A LIMBO percebe isso e constrói-se nesse cruzamento entre uso, memória e narrativa.



A formação em arquitetura ajuda a explicar a forma como Inês e João pensam a marca. Antes de lançarem uma coleção, há procura e observação. “Na arquitetura, o processo começa sempre com muita pesquisa, história e contexto”, dizem. Esse método passou para a LIMBO: olhar para soluções que já existiram e encontrar uma forma de as trazer para o presente.

Também da arquitetura vem a capacidade de resolver imprevistos. Quem já acompanhou uma obra sabe que há sempre uma parede que revela outra coisa, um detalhe que falha, um caminho que precisa de ser contornado. Os fundadores dizem que essa aprendizagem lhes deu “jogo de cintura” para lidar com as surpresas da execução das peças e da própria construção da marca. No fundo, a LIMBO também nasce dessa adaptação: mudar de escala, mudar de material, mudar de vida.



Estar em Peso da Régua faz parte da proposta e identidade da marca. Para os fundadores, criar no interior sobre algo que pertence ao interior é uma forma de coerência. A investigação não acontece apenas nos livros. Acontece no contacto com o território, com as casas, com as pessoas, com os ritmos e com os objetos que continuam a existir fora dos centros urbanos. Ao mesmo tempo, a localização é declaração de posição: é possível fazer design com ambição e identidade fora dos circuitos criativos mais previsíveis.

A LIMBO valoriza o trabalho manual, as pequenas variações e a ideia de que não há duas peças exatamente iguais. Esse lado artesanal limita a produção, mas também define o valor da marca. O desafio será crescer sem perder aquilo que a torna reconhecível: a relação com o saber-fazer, a escala humana, a intenção por trás de cada objeto.

Os próprios fundadores admitem que esse equilíbrio será uma das questões centrais. A ambição passa por encontrar um público que reconheça o valor do trabalho manual e o significado por trás das peças, podendo também vir a explorar outros produtos e colaborações com artesãos. A cerâmica abriu caminho, embora a marca olhe já para outros territórios da casa, como os têxteis e a marcenaria.



A LIMBO, enquanto marca, merece a nossa atenção porque recupera autenticidade, território e memória a partir de dentro, com uma linguagem própria e sem transformar a tradição num cenário vazio. É uma marca para manter debaixo de olho.

#Protagonistas

LIMBO: esta marca portuguesa é feita de memórias

Depois de anos fora de Portugal, entre cidades, projetos e experiências internacionais, Inês e João voltaram com a vontade de criar algo próprio. Durante um tempo, imaginaram que esse projeto passaria pela arquitetura, a área em que se formaram, mas acabaram por perceber que queriam outra liberdade. É assim que nasce a LIMBO.

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3 de jul. de 2026, 12:12

Fundada no início deste ano, em Peso da Régua, no coração do Douro, a LIMBO apresenta-se como uma marca portuguesa de objetos para a casa. A primeira coleção, Back Home, lançada em abril, parte de uma ideia de casa. De voltar a Portugal. De voltar ao campo. De voltar às receitas de família, aos ritmos mais lentos, às mesas compridas e à noção muito portuguesa de que a comida é, também, uma forma de cuidado.



Queríamos que a nossa primeira coleção girasse muito em torno do regresso”, explicam os fundadores ao MOTIVO. Esse regresso é biográfico, mas é também cultural. Para quem viveu fora, voltar a Portugal significa, muitas vezes, regressar a um conjunto de gestos: o pão partido à mesa, a travessa que passa de mão em mão, o café no fim da refeição, o sal que circula, a mesa onde cabe sempre mais um prato.

O território da LIMBO é a casa, e mais concretamente a mesa enquanto lugar de encontro. A marca trabalha objetos, embora esteja a construir um imaginário de uma Portugalidade rural, afetiva e contemporânea, que olha para a tradição sem a transformar numa peça de museu. E escolhe fazê-lo nas peças que produz, mas também em toda a estética da comunicação, design e marketing.


João e Inês, os antigos arquitetos que se tornaram artesões


A coleção Back Home inspira-se em Trás-os-Montes e nos objetos que sempre fizeram parte da mesa portuguesa: travessas, assadores de chouriço, azeitoneiras, manteigueiras, canecas, pratos, castiçais, saleiros e pimenteiros. Nas peças aparecem andorinhas, lavradores em traje, árvores, padrões geométricos e cores que procuram atualizar uma memória popular. O objetivo é reinterpretar o passado.

A LIMBO trabalha a partir de referências tradicionais, embora a marca exista num tempo em que a casa voltou a ser território de identidade, consumo e expressão pessoal. Os objetos já não servem apenas para cumprir uma função. Têm de contar algo sobre quem os escolhe, sobre o modo como se vive, sobre a relação com o tempo, com a origem e com aquilo que se quer guardar. A LIMBO percebe isso e constrói-se nesse cruzamento entre uso, memória e narrativa.



A formação em arquitetura ajuda a explicar a forma como Inês e João pensam a marca. Antes de lançarem uma coleção, há procura e observação. “Na arquitetura, o processo começa sempre com muita pesquisa, história e contexto”, dizem. Esse método passou para a LIMBO: olhar para soluções que já existiram e encontrar uma forma de as trazer para o presente.

Também da arquitetura vem a capacidade de resolver imprevistos. Quem já acompanhou uma obra sabe que há sempre uma parede que revela outra coisa, um detalhe que falha, um caminho que precisa de ser contornado. Os fundadores dizem que essa aprendizagem lhes deu “jogo de cintura” para lidar com as surpresas da execução das peças e da própria construção da marca. No fundo, a LIMBO também nasce dessa adaptação: mudar de escala, mudar de material, mudar de vida.



Estar em Peso da Régua faz parte da proposta e identidade da marca. Para os fundadores, criar no interior sobre algo que pertence ao interior é uma forma de coerência. A investigação não acontece apenas nos livros. Acontece no contacto com o território, com as casas, com as pessoas, com os ritmos e com os objetos que continuam a existir fora dos centros urbanos. Ao mesmo tempo, a localização é declaração de posição: é possível fazer design com ambição e identidade fora dos circuitos criativos mais previsíveis.

A LIMBO valoriza o trabalho manual, as pequenas variações e a ideia de que não há duas peças exatamente iguais. Esse lado artesanal limita a produção, mas também define o valor da marca. O desafio será crescer sem perder aquilo que a torna reconhecível: a relação com o saber-fazer, a escala humana, a intenção por trás de cada objeto.

Os próprios fundadores admitem que esse equilíbrio será uma das questões centrais. A ambição passa por encontrar um público que reconheça o valor do trabalho manual e o significado por trás das peças, podendo também vir a explorar outros produtos e colaborações com artesãos. A cerâmica abriu caminho, embora a marca olhe já para outros territórios da casa, como os têxteis e a marcenaria.



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