#Protagonistas

HELENA VAZ PEREIRA: “Ao fim de 30 anos, percebi que construí uma marca e um negócio”

Antes de se falar de empreendedorismo, marca pessoal ou criação de conteúdo, Helena Vaz Pereira, já estava a construir tudo isso a partir de um salão de cabeleireiro, de uma assinatura artística e de um olhar único para a beleza. A Griffehairstyle nasceu em 1993 e tornou-se uma referência em Lisboa. Helena criou a marca e tornou-se, também ela, uma marca, com autoridade, reconhecimento e uma presença sólida no setor.

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9 de jul. de 2026, 17:24

Eu sempre quis ser hairstylist e esse é o meu foco”, diz ao MOTIVO para início de conversa. A dimensão empresarial apareceu com o tempo, quase como consequência da consistência. “Ao fim de 30 anos, olhas para trás e, de repente, percebes que construíste uma marca. E um negócio”. A Griffehairstyle cresceu a partir do ofício, da relação com os clientes e de uma visão que se foi tornando mais clara à medida que o salão foi ganhando dimensão.



A reputação artística e a relação com os clientes foram-se construindo com dedicação e resiliência. A parte mais difícil, admite, foi a estrutura empresarial. À medida que o negócio cresceu, foi preciso criar equipa, back office, processos e uma organização capaz de sustentar a marca. Helena nunca esconde que a parte artística é a que mais a apaixona, embora tenha aprendido que uma marca só resiste quando existe uma estrutura por trás.

Ao longo de três décadas, o trabalho da Griffehairstyle tem cruzado o salão com moda, televisão, editoriais, campanhas e eventos como a ModaLisboa e o Portugal Fashion. Para Helena, tudo continua ligado ao mesmo território: cabelos. O que muda é o contexto. Uma cliente de salão, um desfile ou um editorial pedem respostas diferentes, ritmos diferentes e níveis diferentes de criação. Em comum, fica a exigência de qualidade.



A equipa é um aspeto central. Helena quer que a Griffehairstyle seja cada vez mais independente da sua presença, um desafio particular num setor tão dependente do talento individual. O caminho, diz, passa por formação e por uma linguagem comum dentro da equipa. “O segredo é partilhar”, resume. Mais à frente, reforça a ideia: “Sem equipa, não consegues. É a alma de uma empresa”.

As redes sociais trouxeram outra mudança. Helena assume que, no início, houve resistência. Sempre se sentiu mais confortável no backstage do que à frente das câmaras. Com o tempo, percebeu que comunicar também fazia parte do negócio. Hoje, vê as redes sociais como uma ferramenta essencial, desde que mantenham verdade e identidade. “Não estou muito preocupada com o número de seguidores nem de likes, mas sim em passar a mensagem correta”.



A marca pessoal de Helena ganhou também força através das parcerias com marcas profissionais. A L’Oréal Professionnel e a Dyson Beauty surgem como exemplos de relações que, para a hairstylist, só fazem sentido quando há valores comuns. “Uma parceria premium de duas marcas faz sentido quando é verdadeira”, defende. O convite da L’Oréal para ser embaixadora foi, aliás, um momento decisivo: ajudou-a a perceber o posicionamento que já tinha no mercado.

Continuar relevante, num setor onde tudo muda depressa, exige curiosidade, formação e capacidade de aprender sempre. Helena fala de viagens, referências, livros, equipa e trabalho como fontes de inspiração. A frase final resume a sua exigência: “Cabeleireiros há muitos e bons; agora, especiais não há assim tantos”. A Griffehairstyle tornou-se uma marca porque soube transformar talento em método, assinatura em cultura e um salão numa história de continuidade.

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HELENA VAZ PEREIRA: “Ao fim de 30 anos, percebi que construí uma marca e um negócio”

Antes de se falar de empreendedorismo, marca pessoal ou criação de conteúdo, Helena Vaz Pereira, já estava a construir tudo isso a partir de um salão de cabeleireiro, de uma assinatura artística e de um olhar único para a beleza. A Griffehairstyle nasceu em 1993 e tornou-se uma referência em Lisboa. Helena criou a marca e tornou-se, também ela, uma marca, com autoridade, reconhecimento e uma presença sólida no setor.

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9 de jul. de 2026, 17:24

Eu sempre quis ser hairstylist e esse é o meu foco”, diz ao MOTIVO para início de conversa. A dimensão empresarial apareceu com o tempo, quase como consequência da consistência. “Ao fim de 30 anos, olhas para trás e, de repente, percebes que construíste uma marca. E um negócio”. A Griffehairstyle cresceu a partir do ofício, da relação com os clientes e de uma visão que se foi tornando mais clara à medida que o salão foi ganhando dimensão.



A reputação artística e a relação com os clientes foram-se construindo com dedicação e resiliência. A parte mais difícil, admite, foi a estrutura empresarial. À medida que o negócio cresceu, foi preciso criar equipa, back office, processos e uma organização capaz de sustentar a marca. Helena nunca esconde que a parte artística é a que mais a apaixona, embora tenha aprendido que uma marca só resiste quando existe uma estrutura por trás.

Ao longo de três décadas, o trabalho da Griffehairstyle tem cruzado o salão com moda, televisão, editoriais, campanhas e eventos como a ModaLisboa e o Portugal Fashion. Para Helena, tudo continua ligado ao mesmo território: cabelos. O que muda é o contexto. Uma cliente de salão, um desfile ou um editorial pedem respostas diferentes, ritmos diferentes e níveis diferentes de criação. Em comum, fica a exigência de qualidade.



A equipa é um aspeto central. Helena quer que a Griffehairstyle seja cada vez mais independente da sua presença, um desafio particular num setor tão dependente do talento individual. O caminho, diz, passa por formação e por uma linguagem comum dentro da equipa. “O segredo é partilhar”, resume. Mais à frente, reforça a ideia: “Sem equipa, não consegues. É a alma de uma empresa”.

As redes sociais trouxeram outra mudança. Helena assume que, no início, houve resistência. Sempre se sentiu mais confortável no backstage do que à frente das câmaras. Com o tempo, percebeu que comunicar também fazia parte do negócio. Hoje, vê as redes sociais como uma ferramenta essencial, desde que mantenham verdade e identidade. “Não estou muito preocupada com o número de seguidores nem de likes, mas sim em passar a mensagem correta”.



A marca pessoal de Helena ganhou também força através das parcerias com marcas profissionais. A L’Oréal Professionnel e a Dyson Beauty surgem como exemplos de relações que, para a hairstylist, só fazem sentido quando há valores comuns. “Uma parceria premium de duas marcas faz sentido quando é verdadeira”, defende. O convite da L’Oréal para ser embaixadora foi, aliás, um momento decisivo: ajudou-a a perceber o posicionamento que já tinha no mercado.

Continuar relevante, num setor onde tudo muda depressa, exige curiosidade, formação e capacidade de aprender sempre. Helena fala de viagens, referências, livros, equipa e trabalho como fontes de inspiração. A frase final resume a sua exigência: “Cabeleireiros há muitos e bons; agora, especiais não há assim tantos”. A Griffehairstyle tornou-se uma marca porque soube transformar talento em método, assinatura em cultura e um salão numa história de continuidade.

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HELENA VAZ PEREIRA: “Ao fim de 30 anos, percebi que construí uma marca e um negócio”

Antes de se falar de empreendedorismo, marca pessoal ou criação de conteúdo, Helena Vaz Pereira, já estava a construir tudo isso a partir de um salão de cabeleireiro, de uma assinatura artística e de um olhar único para a beleza. A Griffehairstyle nasceu em 1993 e tornou-se uma referência em Lisboa. Helena criou a marca e tornou-se, também ela, uma marca, com autoridade, reconhecimento e uma presença sólida no setor.

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9 de jul. de 2026, 17:24

Eu sempre quis ser hairstylist e esse é o meu foco”, diz ao MOTIVO para início de conversa. A dimensão empresarial apareceu com o tempo, quase como consequência da consistência. “Ao fim de 30 anos, olhas para trás e, de repente, percebes que construíste uma marca. E um negócio”. A Griffehairstyle cresceu a partir do ofício, da relação com os clientes e de uma visão que se foi tornando mais clara à medida que o salão foi ganhando dimensão.



A reputação artística e a relação com os clientes foram-se construindo com dedicação e resiliência. A parte mais difícil, admite, foi a estrutura empresarial. À medida que o negócio cresceu, foi preciso criar equipa, back office, processos e uma organização capaz de sustentar a marca. Helena nunca esconde que a parte artística é a que mais a apaixona, embora tenha aprendido que uma marca só resiste quando existe uma estrutura por trás.

Ao longo de três décadas, o trabalho da Griffehairstyle tem cruzado o salão com moda, televisão, editoriais, campanhas e eventos como a ModaLisboa e o Portugal Fashion. Para Helena, tudo continua ligado ao mesmo território: cabelos. O que muda é o contexto. Uma cliente de salão, um desfile ou um editorial pedem respostas diferentes, ritmos diferentes e níveis diferentes de criação. Em comum, fica a exigência de qualidade.



A equipa é um aspeto central. Helena quer que a Griffehairstyle seja cada vez mais independente da sua presença, um desafio particular num setor tão dependente do talento individual. O caminho, diz, passa por formação e por uma linguagem comum dentro da equipa. “O segredo é partilhar”, resume. Mais à frente, reforça a ideia: “Sem equipa, não consegues. É a alma de uma empresa”.

As redes sociais trouxeram outra mudança. Helena assume que, no início, houve resistência. Sempre se sentiu mais confortável no backstage do que à frente das câmaras. Com o tempo, percebeu que comunicar também fazia parte do negócio. Hoje, vê as redes sociais como uma ferramenta essencial, desde que mantenham verdade e identidade. “Não estou muito preocupada com o número de seguidores nem de likes, mas sim em passar a mensagem correta”.



A marca pessoal de Helena ganhou também força através das parcerias com marcas profissionais. A L’Oréal Professionnel e a Dyson Beauty surgem como exemplos de relações que, para a hairstylist, só fazem sentido quando há valores comuns. “Uma parceria premium de duas marcas faz sentido quando é verdadeira”, defende. O convite da L’Oréal para ser embaixadora foi, aliás, um momento decisivo: ajudou-a a perceber o posicionamento que já tinha no mercado.

Continuar relevante, num setor onde tudo muda depressa, exige curiosidade, formação e capacidade de aprender sempre. Helena fala de viagens, referências, livros, equipa e trabalho como fontes de inspiração. A frase final resume a sua exigência: “Cabeleireiros há muitos e bons; agora, especiais não há assim tantos”. A Griffehairstyle tornou-se uma marca porque soube transformar talento em método, assinatura em cultura e um salão numa história de continuidade.

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HELENA VAZ PEREIRA: “Ao fim de 30 anos, percebi que construí uma marca e um negócio”

Antes de se falar de empreendedorismo, marca pessoal ou criação de conteúdo, Helena Vaz Pereira, já estava a construir tudo isso a partir de um salão de cabeleireiro, de uma assinatura artística e de um olhar único para a beleza. A Griffehairstyle nasceu em 1993 e tornou-se uma referência em Lisboa. Helena criou a marca e tornou-se, também ela, uma marca, com autoridade, reconhecimento e uma presença sólida no setor.

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9 de jul. de 2026, 17:24

Eu sempre quis ser hairstylist e esse é o meu foco”, diz ao MOTIVO para início de conversa. A dimensão empresarial apareceu com o tempo, quase como consequência da consistência. “Ao fim de 30 anos, olhas para trás e, de repente, percebes que construíste uma marca. E um negócio”. A Griffehairstyle cresceu a partir do ofício, da relação com os clientes e de uma visão que se foi tornando mais clara à medida que o salão foi ganhando dimensão.



A reputação artística e a relação com os clientes foram-se construindo com dedicação e resiliência. A parte mais difícil, admite, foi a estrutura empresarial. À medida que o negócio cresceu, foi preciso criar equipa, back office, processos e uma organização capaz de sustentar a marca. Helena nunca esconde que a parte artística é a que mais a apaixona, embora tenha aprendido que uma marca só resiste quando existe uma estrutura por trás.

Ao longo de três décadas, o trabalho da Griffehairstyle tem cruzado o salão com moda, televisão, editoriais, campanhas e eventos como a ModaLisboa e o Portugal Fashion. Para Helena, tudo continua ligado ao mesmo território: cabelos. O que muda é o contexto. Uma cliente de salão, um desfile ou um editorial pedem respostas diferentes, ritmos diferentes e níveis diferentes de criação. Em comum, fica a exigência de qualidade.



A equipa é um aspeto central. Helena quer que a Griffehairstyle seja cada vez mais independente da sua presença, um desafio particular num setor tão dependente do talento individual. O caminho, diz, passa por formação e por uma linguagem comum dentro da equipa. “O segredo é partilhar”, resume. Mais à frente, reforça a ideia: “Sem equipa, não consegues. É a alma de uma empresa”.

As redes sociais trouxeram outra mudança. Helena assume que, no início, houve resistência. Sempre se sentiu mais confortável no backstage do que à frente das câmaras. Com o tempo, percebeu que comunicar também fazia parte do negócio. Hoje, vê as redes sociais como uma ferramenta essencial, desde que mantenham verdade e identidade. “Não estou muito preocupada com o número de seguidores nem de likes, mas sim em passar a mensagem correta”.



A marca pessoal de Helena ganhou também força através das parcerias com marcas profissionais. A L’Oréal Professionnel e a Dyson Beauty surgem como exemplos de relações que, para a hairstylist, só fazem sentido quando há valores comuns. “Uma parceria premium de duas marcas faz sentido quando é verdadeira”, defende. O convite da L’Oréal para ser embaixadora foi, aliás, um momento decisivo: ajudou-a a perceber o posicionamento que já tinha no mercado.

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