
#Motivação
ATTIKO Rooftop: para aproveitar Lisboa ao pôr do sol
Fica no 13.º andar do hotel ME Lisbon, junto ao Marquês de Pombal. Tem a vista, tem uma boa carta de coktails, tem a luz dourada, tem a piscina ali ao lado e tem a promessa de uma cidade em suspenso. O MOTIVO visitou este novo espaço lisboeta e avisamos: o difícil é vir embora.
O ATTIKO Rooftop quer ocupar o dia inteiro, desde as 11h00, com almoços sem pressa, bebidas frescas, música, sunsets e noites que vão pedindo para ficar. A carta segue a matriz do ATTIKO Lisbon, com inspiração japonesa e asiática, adaptada a um registo mais leve. Durante o dia, há edamame, rock shrimp com molho dinamite, calamares crocantes, saladas, chirashi bowl, chicken sando e sliders de wagyu e trufa. Ao fim da tarde, quando o ambiente muda, entram opções mais próximas do jantar e da partilha: tacos, makis, spicy tuna, salmão aburi, tempura de camarão, sobremesas de coco, manga, chocolate ou mochi. O difícil é escolher.
O bar também sabe o que se espera de um rooftop no verão: bebidas com nomes fáceis de pedir, ingredientes que soam a férias e efeito surpresa quando os pedidos chegam à mesa. Há ATTIKO Caipirinha com lima e água de coco, Exotic Mule com maracujá, ananás e gengibre, Ume Old Fashioned com ameixa, Rhubarb Spritz com ruibarbo e framboesa, e Yatagarasu com manga, pêssego e folha de figueira. Para quem quer ficar só na mise-en-scène, há mocktails como o Ume Lowball e o Hana Spritz.

O espaço tem 38 lugares sentados e funciona sem política de reservas, o que lhe dá uma certa lógica de plano espontâneo: subir, ver se há mesa, deixar o dia decidir. Não é difícil imaginar o ATTIKO como ponto de encontro depois do trabalho, paragem antes de jantar no restaurante do piso inferior ou desculpa para prolongar uma tarde em que ninguém quer voltar para casa. Às quintas-feiras e domingos, a programação inclui DJ sets, com o rooftop aberto até às 22h00 e o restaurante até à 01h00.
Vasco Alves, diretor de restaurante do ATTIKO Lisbon, resume: “Quisemos criar mais do que apenas mais um rooftop em Lisboa. Queríamos um espaço que captasse a energia da cidade ao longo de todo o dia, mantendo-se fiel à qualidade, hospitalidade e sabores de inspiração asiática”. É uma ambição grande numa cidade onde já há muitos lugares a disputar o mesmo fim de tarde. A diferença estará, como sempre, nos detalhes: no serviço, na música, no copo certo, na temperatura da noite. E, pelo que o MOTIVO testemunhou, o ATTIKO Rooftop sabe conjugar tudo e deixar boa impressão.

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ATTIKO Rooftop: para aproveitar Lisboa ao pôr do sol
Fica no 13.º andar do hotel ME Lisbon, junto ao Marquês de Pombal. Tem a vista, tem uma boa carta de coktails, tem a luz dourada, tem a piscina ali ao lado e tem a promessa de uma cidade em suspenso. O MOTIVO visitou este novo espaço lisboeta e avisamos: o difícil é vir embora.
O ATTIKO Rooftop quer ocupar o dia inteiro, desde as 11h00, com almoços sem pressa, bebidas frescas, música, sunsets e noites que vão pedindo para ficar. A carta segue a matriz do ATTIKO Lisbon, com inspiração japonesa e asiática, adaptada a um registo mais leve. Durante o dia, há edamame, rock shrimp com molho dinamite, calamares crocantes, saladas, chirashi bowl, chicken sando e sliders de wagyu e trufa. Ao fim da tarde, quando o ambiente muda, entram opções mais próximas do jantar e da partilha: tacos, makis, spicy tuna, salmão aburi, tempura de camarão, sobremesas de coco, manga, chocolate ou mochi. O difícil é escolher.
O bar também sabe o que se espera de um rooftop no verão: bebidas com nomes fáceis de pedir, ingredientes que soam a férias e efeito surpresa quando os pedidos chegam à mesa. Há ATTIKO Caipirinha com lima e água de coco, Exotic Mule com maracujá, ananás e gengibre, Ume Old Fashioned com ameixa, Rhubarb Spritz com ruibarbo e framboesa, e Yatagarasu com manga, pêssego e folha de figueira. Para quem quer ficar só na mise-en-scène, há mocktails como o Ume Lowball e o Hana Spritz.

O espaço tem 38 lugares sentados e funciona sem política de reservas, o que lhe dá uma certa lógica de plano espontâneo: subir, ver se há mesa, deixar o dia decidir. Não é difícil imaginar o ATTIKO como ponto de encontro depois do trabalho, paragem antes de jantar no restaurante do piso inferior ou desculpa para prolongar uma tarde em que ninguém quer voltar para casa. Às quintas-feiras e domingos, a programação inclui DJ sets, com o rooftop aberto até às 22h00 e o restaurante até à 01h00.
Vasco Alves, diretor de restaurante do ATTIKO Lisbon, resume: “Quisemos criar mais do que apenas mais um rooftop em Lisboa. Queríamos um espaço que captasse a energia da cidade ao longo de todo o dia, mantendo-se fiel à qualidade, hospitalidade e sabores de inspiração asiática”. É uma ambição grande numa cidade onde já há muitos lugares a disputar o mesmo fim de tarde. A diferença estará, como sempre, nos detalhes: no serviço, na música, no copo certo, na temperatura da noite. E, pelo que o MOTIVO testemunhou, o ATTIKO Rooftop sabe conjugar tudo e deixar boa impressão.

#Motivação
ATTIKO Rooftop: para aproveitar Lisboa ao pôr do sol
Fica no 13.º andar do hotel ME Lisbon, junto ao Marquês de Pombal. Tem a vista, tem uma boa carta de coktails, tem a luz dourada, tem a piscina ali ao lado e tem a promessa de uma cidade em suspenso. O MOTIVO visitou este novo espaço lisboeta e avisamos: o difícil é vir embora.
O ATTIKO Rooftop quer ocupar o dia inteiro, desde as 11h00, com almoços sem pressa, bebidas frescas, música, sunsets e noites que vão pedindo para ficar. A carta segue a matriz do ATTIKO Lisbon, com inspiração japonesa e asiática, adaptada a um registo mais leve. Durante o dia, há edamame, rock shrimp com molho dinamite, calamares crocantes, saladas, chirashi bowl, chicken sando e sliders de wagyu e trufa. Ao fim da tarde, quando o ambiente muda, entram opções mais próximas do jantar e da partilha: tacos, makis, spicy tuna, salmão aburi, tempura de camarão, sobremesas de coco, manga, chocolate ou mochi. O difícil é escolher.
O bar também sabe o que se espera de um rooftop no verão: bebidas com nomes fáceis de pedir, ingredientes que soam a férias e efeito surpresa quando os pedidos chegam à mesa. Há ATTIKO Caipirinha com lima e água de coco, Exotic Mule com maracujá, ananás e gengibre, Ume Old Fashioned com ameixa, Rhubarb Spritz com ruibarbo e framboesa, e Yatagarasu com manga, pêssego e folha de figueira. Para quem quer ficar só na mise-en-scène, há mocktails como o Ume Lowball e o Hana Spritz.

O espaço tem 38 lugares sentados e funciona sem política de reservas, o que lhe dá uma certa lógica de plano espontâneo: subir, ver se há mesa, deixar o dia decidir. Não é difícil imaginar o ATTIKO como ponto de encontro depois do trabalho, paragem antes de jantar no restaurante do piso inferior ou desculpa para prolongar uma tarde em que ninguém quer voltar para casa. Às quintas-feiras e domingos, a programação inclui DJ sets, com o rooftop aberto até às 22h00 e o restaurante até à 01h00.
Vasco Alves, diretor de restaurante do ATTIKO Lisbon, resume: “Quisemos criar mais do que apenas mais um rooftop em Lisboa. Queríamos um espaço que captasse a energia da cidade ao longo de todo o dia, mantendo-se fiel à qualidade, hospitalidade e sabores de inspiração asiática”. É uma ambição grande numa cidade onde já há muitos lugares a disputar o mesmo fim de tarde. A diferença estará, como sempre, nos detalhes: no serviço, na música, no copo certo, na temperatura da noite. E, pelo que o MOTIVO testemunhou, o ATTIKO Rooftop sabe conjugar tudo e deixar boa impressão.

#Motivação
ATTIKO Rooftop: para aproveitar Lisboa ao pôr do sol
Fica no 13.º andar do hotel ME Lisbon, junto ao Marquês de Pombal. Tem a vista, tem uma boa carta de coktails, tem a luz dourada, tem a piscina ali ao lado e tem a promessa de uma cidade em suspenso. O MOTIVO visitou este novo espaço lisboeta e avisamos: o difícil é vir embora.
O ATTIKO Rooftop quer ocupar o dia inteiro, desde as 11h00, com almoços sem pressa, bebidas frescas, música, sunsets e noites que vão pedindo para ficar. A carta segue a matriz do ATTIKO Lisbon, com inspiração japonesa e asiática, adaptada a um registo mais leve. Durante o dia, há edamame, rock shrimp com molho dinamite, calamares crocantes, saladas, chirashi bowl, chicken sando e sliders de wagyu e trufa. Ao fim da tarde, quando o ambiente muda, entram opções mais próximas do jantar e da partilha: tacos, makis, spicy tuna, salmão aburi, tempura de camarão, sobremesas de coco, manga, chocolate ou mochi. O difícil é escolher.
O bar também sabe o que se espera de um rooftop no verão: bebidas com nomes fáceis de pedir, ingredientes que soam a férias e efeito surpresa quando os pedidos chegam à mesa. Há ATTIKO Caipirinha com lima e água de coco, Exotic Mule com maracujá, ananás e gengibre, Ume Old Fashioned com ameixa, Rhubarb Spritz com ruibarbo e framboesa, e Yatagarasu com manga, pêssego e folha de figueira. Para quem quer ficar só na mise-en-scène, há mocktails como o Ume Lowball e o Hana Spritz.

O espaço tem 38 lugares sentados e funciona sem política de reservas, o que lhe dá uma certa lógica de plano espontâneo: subir, ver se há mesa, deixar o dia decidir. Não é difícil imaginar o ATTIKO como ponto de encontro depois do trabalho, paragem antes de jantar no restaurante do piso inferior ou desculpa para prolongar uma tarde em que ninguém quer voltar para casa. Às quintas-feiras e domingos, a programação inclui DJ sets, com o rooftop aberto até às 22h00 e o restaurante até à 01h00.
Vasco Alves, diretor de restaurante do ATTIKO Lisbon, resume: “Quisemos criar mais do que apenas mais um rooftop em Lisboa. Queríamos um espaço que captasse a energia da cidade ao longo de todo o dia, mantendo-se fiel à qualidade, hospitalidade e sabores de inspiração asiática”. É uma ambição grande numa cidade onde já há muitos lugares a disputar o mesmo fim de tarde. A diferença estará, como sempre, nos detalhes: no serviço, na música, no copo certo, na temperatura da noite. E, pelo que o MOTIVO testemunhou, o ATTIKO Rooftop sabe conjugar tudo e deixar boa impressão.




