#Conhecimento

3 LIVROS sobre felicidade para quem quer pensar melhor a vida e o trabalho

Neste regresso à rubrica que revela como está a leitura do MOTIVO, olhamos para a felicidade sem prometer fórmulas rápidas. Eis as nossas três escolhas.

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27 de mai. de 2026, 09:09

Mais do que uma meta abstrata ou uma obrigação contemporânea, a felicidade pode ser pensada como ciência, como estratégia de gestão, como pergunta filosófica, como objetivo ou como objeto que vale a pena preservar. Estes três livros partem de lugares diferentes, mas cruzam-se numa ideia comum: ser feliz não é um estado permanente, nem um prémio final, é uma relação mais consciente com a vida, com o trabalho e com aquilo que valorizamos.


A Felicidade ao Seu Alcance, de Micael Dahlen

Com uma abordagem apoiada na ciência, este livro parte de uma ideia simples: ser sempre feliz não é "normal". Micael Dahlen, professor na Stockholm School of Economics, explica que a felicidade tende a surgir em períodos de bem-estar e em picos que não duram para sempre. O ponto, por isso, não é perguntar se somos felizes, como se a resposta tivesse de ser definitiva, mas perceber quão felizes somos e o que pode ajudar-nos a sê-lo um bocadinho mais. A proposta do livro passa por 13 dicas cientificamente comprovadas, ligando felicidade a criatividade, amor, desempenho profissional, sucesso escolar, desporto e até longevidade. É uma leitura útil para quem procura afastar a felicidade da promessa vaga e aproximá-la de hábitos, escolhas e pequenas práticas com impacto real.



A Felicidade É Lucrativa, de Ricardo Costa

Este livro leva a felicidade para dentro das empresas. Ricardo Costa, CEO do Grupo Bernardo da Costa, parte da experiência de ter criado, em 2017, o primeiro Departamento da Felicidade em Portugal para defender uma nova fórmula de gestão: pessoas felizes, ambientes saudáveis e lideranças humanizadas podem tornar as organizações mais produtivas e lucrativas. O foco está na relação entre bem-estar, motivação, produtividade e cultura de trabalho. Numa altura em que as empresas discutem modelos de liderança, retenção de talento e formas mais humanas de gerir equipas, o livro propõe que a felicidade deixe de ser vista como um tema periférico e passe a ser encarada como parte da estratégia.



A Felicidade é Inútil, de Clóvis de Barros Filho

Neste livro, a felicidade aparece por outro caminho. Clóvis de Barros Filho, autor brasileiro de vários livros sobre comunicação e ética, apresenta um livro que não promete ensinar ninguém a ser feliz, nem oferece uma fórmula para medir ou diagnosticar a felicidade. Pelo contrário, parte da provocação de que a felicidade é inútil porque talvez o seu valor esteja precisamente no facto de não servir como instrumento para outra coisa. Trata-se de uma abordagem mais filosófica e menos funcional. Num mundo habituado a transformar tudo em produtividade, desempenho ou utilidade, este livro convida a pensar a felicidade como algo precioso, mesmo quando não “presta” para nada. A pergunta que deixa é talvez a mais incómoda das três leituras: e se a felicidade não tiver de justificar nada?



A felicidade é sobre bem-estar, mas também sobre lucidez. Sobre reconhecer que não vivemos sempre no mesmo estado, que o trabalho influencia a forma como nos sentimos e que há coisas importantes na vida que não precisam de se traduzir em rendimento, resultado ou utilidade imediata. Estes três livros ajudam-nos a sair da ideia superficial de “ser feliz” e a substituí-la por algo mais exigente: compreender melhor o que nos faz viver com sentido.


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27 de mai. de 2026, 09:09

Mais do que uma meta abstrata ou uma obrigação contemporânea, a felicidade pode ser pensada como ciência, como estratégia de gestão, como pergunta filosófica, como objetivo ou como objeto que vale a pena preservar. Estes três livros partem de lugares diferentes, mas cruzam-se numa ideia comum: ser feliz não é um estado permanente, nem um prémio final, é uma relação mais consciente com a vida, com o trabalho e com aquilo que valorizamos.


A Felicidade ao Seu Alcance, de Micael Dahlen

Com uma abordagem apoiada na ciência, este livro parte de uma ideia simples: ser sempre feliz não é "normal". Micael Dahlen, professor na Stockholm School of Economics, explica que a felicidade tende a surgir em períodos de bem-estar e em picos que não duram para sempre. O ponto, por isso, não é perguntar se somos felizes, como se a resposta tivesse de ser definitiva, mas perceber quão felizes somos e o que pode ajudar-nos a sê-lo um bocadinho mais. A proposta do livro passa por 13 dicas cientificamente comprovadas, ligando felicidade a criatividade, amor, desempenho profissional, sucesso escolar, desporto e até longevidade. É uma leitura útil para quem procura afastar a felicidade da promessa vaga e aproximá-la de hábitos, escolhas e pequenas práticas com impacto real.



A Felicidade É Lucrativa, de Ricardo Costa

Este livro leva a felicidade para dentro das empresas. Ricardo Costa, CEO do Grupo Bernardo da Costa, parte da experiência de ter criado, em 2017, o primeiro Departamento da Felicidade em Portugal para defender uma nova fórmula de gestão: pessoas felizes, ambientes saudáveis e lideranças humanizadas podem tornar as organizações mais produtivas e lucrativas. O foco está na relação entre bem-estar, motivação, produtividade e cultura de trabalho. Numa altura em que as empresas discutem modelos de liderança, retenção de talento e formas mais humanas de gerir equipas, o livro propõe que a felicidade deixe de ser vista como um tema periférico e passe a ser encarada como parte da estratégia.



A Felicidade é Inútil, de Clóvis de Barros Filho

Neste livro, a felicidade aparece por outro caminho. Clóvis de Barros Filho, autor brasileiro de vários livros sobre comunicação e ética, apresenta um livro que não promete ensinar ninguém a ser feliz, nem oferece uma fórmula para medir ou diagnosticar a felicidade. Pelo contrário, parte da provocação de que a felicidade é inútil porque talvez o seu valor esteja precisamente no facto de não servir como instrumento para outra coisa. Trata-se de uma abordagem mais filosófica e menos funcional. Num mundo habituado a transformar tudo em produtividade, desempenho ou utilidade, este livro convida a pensar a felicidade como algo precioso, mesmo quando não “presta” para nada. A pergunta que deixa é talvez a mais incómoda das três leituras: e se a felicidade não tiver de justificar nada?



A felicidade é sobre bem-estar, mas também sobre lucidez. Sobre reconhecer que não vivemos sempre no mesmo estado, que o trabalho influencia a forma como nos sentimos e que há coisas importantes na vida que não precisam de se traduzir em rendimento, resultado ou utilidade imediata. Estes três livros ajudam-nos a sair da ideia superficial de “ser feliz” e a substituí-la por algo mais exigente: compreender melhor o que nos faz viver com sentido.


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27 de mai. de 2026, 09:09

Mais do que uma meta abstrata ou uma obrigação contemporânea, a felicidade pode ser pensada como ciência, como estratégia de gestão, como pergunta filosófica, como objetivo ou como objeto que vale a pena preservar. Estes três livros partem de lugares diferentes, mas cruzam-se numa ideia comum: ser feliz não é um estado permanente, nem um prémio final, é uma relação mais consciente com a vida, com o trabalho e com aquilo que valorizamos.


A Felicidade ao Seu Alcance, de Micael Dahlen

Com uma abordagem apoiada na ciência, este livro parte de uma ideia simples: ser sempre feliz não é "normal". Micael Dahlen, professor na Stockholm School of Economics, explica que a felicidade tende a surgir em períodos de bem-estar e em picos que não duram para sempre. O ponto, por isso, não é perguntar se somos felizes, como se a resposta tivesse de ser definitiva, mas perceber quão felizes somos e o que pode ajudar-nos a sê-lo um bocadinho mais. A proposta do livro passa por 13 dicas cientificamente comprovadas, ligando felicidade a criatividade, amor, desempenho profissional, sucesso escolar, desporto e até longevidade. É uma leitura útil para quem procura afastar a felicidade da promessa vaga e aproximá-la de hábitos, escolhas e pequenas práticas com impacto real.



A Felicidade É Lucrativa, de Ricardo Costa

Este livro leva a felicidade para dentro das empresas. Ricardo Costa, CEO do Grupo Bernardo da Costa, parte da experiência de ter criado, em 2017, o primeiro Departamento da Felicidade em Portugal para defender uma nova fórmula de gestão: pessoas felizes, ambientes saudáveis e lideranças humanizadas podem tornar as organizações mais produtivas e lucrativas. O foco está na relação entre bem-estar, motivação, produtividade e cultura de trabalho. Numa altura em que as empresas discutem modelos de liderança, retenção de talento e formas mais humanas de gerir equipas, o livro propõe que a felicidade deixe de ser vista como um tema periférico e passe a ser encarada como parte da estratégia.



A Felicidade é Inútil, de Clóvis de Barros Filho

Neste livro, a felicidade aparece por outro caminho. Clóvis de Barros Filho, autor brasileiro de vários livros sobre comunicação e ética, apresenta um livro que não promete ensinar ninguém a ser feliz, nem oferece uma fórmula para medir ou diagnosticar a felicidade. Pelo contrário, parte da provocação de que a felicidade é inútil porque talvez o seu valor esteja precisamente no facto de não servir como instrumento para outra coisa. Trata-se de uma abordagem mais filosófica e menos funcional. Num mundo habituado a transformar tudo em produtividade, desempenho ou utilidade, este livro convida a pensar a felicidade como algo precioso, mesmo quando não “presta” para nada. A pergunta que deixa é talvez a mais incómoda das três leituras: e se a felicidade não tiver de justificar nada?



A felicidade é sobre bem-estar, mas também sobre lucidez. Sobre reconhecer que não vivemos sempre no mesmo estado, que o trabalho influencia a forma como nos sentimos e que há coisas importantes na vida que não precisam de se traduzir em rendimento, resultado ou utilidade imediata. Estes três livros ajudam-nos a sair da ideia superficial de “ser feliz” e a substituí-la por algo mais exigente: compreender melhor o que nos faz viver com sentido.


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Mais do que uma meta abstrata ou uma obrigação contemporânea, a felicidade pode ser pensada como ciência, como estratégia de gestão, como pergunta filosófica, como objetivo ou como objeto que vale a pena preservar. Estes três livros partem de lugares diferentes, mas cruzam-se numa ideia comum: ser feliz não é um estado permanente, nem um prémio final, é uma relação mais consciente com a vida, com o trabalho e com aquilo que valorizamos.


A Felicidade ao Seu Alcance, de Micael Dahlen

Com uma abordagem apoiada na ciência, este livro parte de uma ideia simples: ser sempre feliz não é "normal". Micael Dahlen, professor na Stockholm School of Economics, explica que a felicidade tende a surgir em períodos de bem-estar e em picos que não duram para sempre. O ponto, por isso, não é perguntar se somos felizes, como se a resposta tivesse de ser definitiva, mas perceber quão felizes somos e o que pode ajudar-nos a sê-lo um bocadinho mais. A proposta do livro passa por 13 dicas cientificamente comprovadas, ligando felicidade a criatividade, amor, desempenho profissional, sucesso escolar, desporto e até longevidade. É uma leitura útil para quem procura afastar a felicidade da promessa vaga e aproximá-la de hábitos, escolhas e pequenas práticas com impacto real.



A Felicidade É Lucrativa, de Ricardo Costa

Este livro leva a felicidade para dentro das empresas. Ricardo Costa, CEO do Grupo Bernardo da Costa, parte da experiência de ter criado, em 2017, o primeiro Departamento da Felicidade em Portugal para defender uma nova fórmula de gestão: pessoas felizes, ambientes saudáveis e lideranças humanizadas podem tornar as organizações mais produtivas e lucrativas. O foco está na relação entre bem-estar, motivação, produtividade e cultura de trabalho. Numa altura em que as empresas discutem modelos de liderança, retenção de talento e formas mais humanas de gerir equipas, o livro propõe que a felicidade deixe de ser vista como um tema periférico e passe a ser encarada como parte da estratégia.



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A felicidade é sobre bem-estar, mas também sobre lucidez. Sobre reconhecer que não vivemos sempre no mesmo estado, que o trabalho influencia a forma como nos sentimos e que há coisas importantes na vida que não precisam de se traduzir em rendimento, resultado ou utilidade imediata. Estes três livros ajudam-nos a sair da ideia superficial de “ser feliz” e a substituí-la por algo mais exigente: compreender melhor o que nos faz viver com sentido.


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