
#Motivação
Teatro: Festival de Monólogos arranca dia 24 na Boutique da Cultura, em Carnide
Quatro textos, quatro atores, quatro espetáculos para ver até 26 de março. Os bilhetes custam 10€.
Foi anunciado esta semana o primeiro Festival de Monólogos da Boutique da Cultura, uma associação cultural sem fins lucrativos, constituída em 2013 e reconhecida com o Estatuto de Utilidade Pública, que tem sede na freguesia de Carnide. A iniciativa que se preparam para estrear a 24 de fevereiro junta o teatro e a lusofonia através do olhar de autores, encenadores e atores de países de língua portuguesa. Ao todo serão quatro espetáculos.
Dona Margarida
Encenação de Rafael Medrado, texto de Roberto Athayde e interpretação de Sandra José
Dona Margarida é uma professora autoritária, doce, cruel, patética, feroz, maternal e completamente imprevisível. Numa aula sem fim, ela transforma a sala num campo de poder, afeto e loucura. A plateia é a sua turma. O quadro negro, seu espelho. Um espetáculo onde o ensino é um pretexto para o controle e o colapso é matéria obrigatória.

Lá
Texto de Selma Uamusse e Filipa Duarte e interpretação de Filipa Duarte
Lá. Lá na avó, é aonde chamo casa. Lá que me nutro, lá que me encho de amor e sabedoria. Baú de tesouro das mulheres que somos mesmo em corpo de homem. Lá, na avó aonde chamo casa, ancestralidade não é palavrão nem palavra banal, tem peso de passado bem presente com olhos no futuro. Força e fraqueza, solidão e multidão, lá!

A Ilha da Grande Solidão
Criação de Rita Dias, a partir da obra de Fernanda de Castro e interpretação de Carla Gil
Uma mulher apresenta a solidão. Num mundo em que nos ligamos e desligamos, qual o tamanho do vazio que está à nossa volta? A partir da obra A Ilha da Grande Solidão, de Fernanda de Castro, e de textos originais, Rita Dias e Carla Gil criam uma ilha onde cabem todas as gerações. Do nascimento à morte, a solidão não avisa o momento em que chega. Simplesmente acontece.

Irmãos
Criação e interpretação de Manuel Jerónimo
Depois de Demokratía, A Beleza das Empregadas Domésticas e A Escola, a nova criação de Manuel Jerónimo chega à Boutique da Cultura. Este espetáculo é a história de como um homem olha para o seu irmão, de como duas pessoas podem ser tão próximas e tão distantes ao mesmo tempo e de como, talvez, nessa relação tão íntima se esconda algo que no fundo é verdade para todos nós.

Nesta primeira edição, o Festival de Monólogos destaca o trabalho de artistas de Portugal, Brasil e Moçambique. A lusofonia surge como um campo plural de vozes, corpos e narrativas. Acontece de 23 de fevereiro a 26 de março, numa lógica de rotatividade que pode ser consultada aqui. Os bilhetes custam 10€

#Motivação
Teatro: Festival de Monólogos arranca dia 24 na Boutique da Cultura, em Carnide
Quatro textos, quatro atores, quatro espetáculos para ver até 26 de março. Os bilhetes custam 10€.
Foi anunciado esta semana o primeiro Festival de Monólogos da Boutique da Cultura, uma associação cultural sem fins lucrativos, constituída em 2013 e reconhecida com o Estatuto de Utilidade Pública, que tem sede na freguesia de Carnide. A iniciativa que se preparam para estrear a 24 de fevereiro junta o teatro e a lusofonia através do olhar de autores, encenadores e atores de países de língua portuguesa. Ao todo serão quatro espetáculos.
Dona Margarida
Encenação de Rafael Medrado, texto de Roberto Athayde e interpretação de Sandra José
Dona Margarida é uma professora autoritária, doce, cruel, patética, feroz, maternal e completamente imprevisível. Numa aula sem fim, ela transforma a sala num campo de poder, afeto e loucura. A plateia é a sua turma. O quadro negro, seu espelho. Um espetáculo onde o ensino é um pretexto para o controle e o colapso é matéria obrigatória.

Lá
Texto de Selma Uamusse e Filipa Duarte e interpretação de Filipa Duarte
Lá. Lá na avó, é aonde chamo casa. Lá que me nutro, lá que me encho de amor e sabedoria. Baú de tesouro das mulheres que somos mesmo em corpo de homem. Lá, na avó aonde chamo casa, ancestralidade não é palavrão nem palavra banal, tem peso de passado bem presente com olhos no futuro. Força e fraqueza, solidão e multidão, lá!

A Ilha da Grande Solidão
Criação de Rita Dias, a partir da obra de Fernanda de Castro e interpretação de Carla Gil
Uma mulher apresenta a solidão. Num mundo em que nos ligamos e desligamos, qual o tamanho do vazio que está à nossa volta? A partir da obra A Ilha da Grande Solidão, de Fernanda de Castro, e de textos originais, Rita Dias e Carla Gil criam uma ilha onde cabem todas as gerações. Do nascimento à morte, a solidão não avisa o momento em que chega. Simplesmente acontece.

Irmãos
Criação e interpretação de Manuel Jerónimo
Depois de Demokratía, A Beleza das Empregadas Domésticas e A Escola, a nova criação de Manuel Jerónimo chega à Boutique da Cultura. Este espetáculo é a história de como um homem olha para o seu irmão, de como duas pessoas podem ser tão próximas e tão distantes ao mesmo tempo e de como, talvez, nessa relação tão íntima se esconda algo que no fundo é verdade para todos nós.

Nesta primeira edição, o Festival de Monólogos destaca o trabalho de artistas de Portugal, Brasil e Moçambique. A lusofonia surge como um campo plural de vozes, corpos e narrativas. Acontece de 23 de fevereiro a 26 de março, numa lógica de rotatividade que pode ser consultada aqui. Os bilhetes custam 10€

#Motivação
Teatro: Festival de Monólogos arranca dia 24 na Boutique da Cultura, em Carnide
Quatro textos, quatro atores, quatro espetáculos para ver até 26 de março. Os bilhetes custam 10€.
Foi anunciado esta semana o primeiro Festival de Monólogos da Boutique da Cultura, uma associação cultural sem fins lucrativos, constituída em 2013 e reconhecida com o Estatuto de Utilidade Pública, que tem sede na freguesia de Carnide. A iniciativa que se preparam para estrear a 24 de fevereiro junta o teatro e a lusofonia através do olhar de autores, encenadores e atores de países de língua portuguesa. Ao todo serão quatro espetáculos.
Dona Margarida
Encenação de Rafael Medrado, texto de Roberto Athayde e interpretação de Sandra José
Dona Margarida é uma professora autoritária, doce, cruel, patética, feroz, maternal e completamente imprevisível. Numa aula sem fim, ela transforma a sala num campo de poder, afeto e loucura. A plateia é a sua turma. O quadro negro, seu espelho. Um espetáculo onde o ensino é um pretexto para o controle e o colapso é matéria obrigatória.

Lá
Texto de Selma Uamusse e Filipa Duarte e interpretação de Filipa Duarte
Lá. Lá na avó, é aonde chamo casa. Lá que me nutro, lá que me encho de amor e sabedoria. Baú de tesouro das mulheres que somos mesmo em corpo de homem. Lá, na avó aonde chamo casa, ancestralidade não é palavrão nem palavra banal, tem peso de passado bem presente com olhos no futuro. Força e fraqueza, solidão e multidão, lá!

A Ilha da Grande Solidão
Criação de Rita Dias, a partir da obra de Fernanda de Castro e interpretação de Carla Gil
Uma mulher apresenta a solidão. Num mundo em que nos ligamos e desligamos, qual o tamanho do vazio que está à nossa volta? A partir da obra A Ilha da Grande Solidão, de Fernanda de Castro, e de textos originais, Rita Dias e Carla Gil criam uma ilha onde cabem todas as gerações. Do nascimento à morte, a solidão não avisa o momento em que chega. Simplesmente acontece.

Irmãos
Criação e interpretação de Manuel Jerónimo
Depois de Demokratía, A Beleza das Empregadas Domésticas e A Escola, a nova criação de Manuel Jerónimo chega à Boutique da Cultura. Este espetáculo é a história de como um homem olha para o seu irmão, de como duas pessoas podem ser tão próximas e tão distantes ao mesmo tempo e de como, talvez, nessa relação tão íntima se esconda algo que no fundo é verdade para todos nós.

Nesta primeira edição, o Festival de Monólogos destaca o trabalho de artistas de Portugal, Brasil e Moçambique. A lusofonia surge como um campo plural de vozes, corpos e narrativas. Acontece de 23 de fevereiro a 26 de março, numa lógica de rotatividade que pode ser consultada aqui. Os bilhetes custam 10€

#Motivação
Teatro: Festival de Monólogos arranca dia 24 na Boutique da Cultura, em Carnide
Quatro textos, quatro atores, quatro espetáculos para ver até 26 de março. Os bilhetes custam 10€.
Foi anunciado esta semana o primeiro Festival de Monólogos da Boutique da Cultura, uma associação cultural sem fins lucrativos, constituída em 2013 e reconhecida com o Estatuto de Utilidade Pública, que tem sede na freguesia de Carnide. A iniciativa que se preparam para estrear a 24 de fevereiro junta o teatro e a lusofonia através do olhar de autores, encenadores e atores de países de língua portuguesa. Ao todo serão quatro espetáculos.
Dona Margarida
Encenação de Rafael Medrado, texto de Roberto Athayde e interpretação de Sandra José
Dona Margarida é uma professora autoritária, doce, cruel, patética, feroz, maternal e completamente imprevisível. Numa aula sem fim, ela transforma a sala num campo de poder, afeto e loucura. A plateia é a sua turma. O quadro negro, seu espelho. Um espetáculo onde o ensino é um pretexto para o controle e o colapso é matéria obrigatória.

Lá
Texto de Selma Uamusse e Filipa Duarte e interpretação de Filipa Duarte
Lá. Lá na avó, é aonde chamo casa. Lá que me nutro, lá que me encho de amor e sabedoria. Baú de tesouro das mulheres que somos mesmo em corpo de homem. Lá, na avó aonde chamo casa, ancestralidade não é palavrão nem palavra banal, tem peso de passado bem presente com olhos no futuro. Força e fraqueza, solidão e multidão, lá!

A Ilha da Grande Solidão
Criação de Rita Dias, a partir da obra de Fernanda de Castro e interpretação de Carla Gil
Uma mulher apresenta a solidão. Num mundo em que nos ligamos e desligamos, qual o tamanho do vazio que está à nossa volta? A partir da obra A Ilha da Grande Solidão, de Fernanda de Castro, e de textos originais, Rita Dias e Carla Gil criam uma ilha onde cabem todas as gerações. Do nascimento à morte, a solidão não avisa o momento em que chega. Simplesmente acontece.

Irmãos
Criação e interpretação de Manuel Jerónimo
Depois de Demokratía, A Beleza das Empregadas Domésticas e A Escola, a nova criação de Manuel Jerónimo chega à Boutique da Cultura. Este espetáculo é a história de como um homem olha para o seu irmão, de como duas pessoas podem ser tão próximas e tão distantes ao mesmo tempo e de como, talvez, nessa relação tão íntima se esconda algo que no fundo é verdade para todos nós.

Nesta primeira edição, o Festival de Monólogos destaca o trabalho de artistas de Portugal, Brasil e Moçambique. A lusofonia surge como um campo plural de vozes, corpos e narrativas. Acontece de 23 de fevereiro a 26 de março, numa lógica de rotatividade que pode ser consultada aqui. Os bilhetes custam 10€





