
#Protagonistas
Sete anos depois, o Paco Bigotes continua a crescer taco a taco
Quando abriu portas em São Pedro do Estoril, em fevereiro de 2019, o Paco Bigotes prometia ser uma pequena taqueria de bairro. Hoje, é uma marca de sucesso, que já conta com duas localizações e mantém uma clientela fiel, desde o primeiro dia.
“Ainda hoje vejo pessoas que vieram na semana em que abrimos, e continuam a sair daqui com um sorriso na cara”, recorda, para início de conversa, Tiago Chaveiro Marques, o fundador.
O início, no entanto, não foi simples. Num momento em que quase não existiam referências de cozinha mexicana autêntica na linha de Cascais, o maior desafio foi explicar ao público o que realmente é uma taqueria. “Ouvíamos muitas vezes: porque é que não têm burritos ou chili com carne?”, conta. A resposta passava por insistir na identidade do projeto: tacos como centro da experiência, respeitando a tradição mexicana, influenciada também pela ligação familiar ao país, mas com espaço para criatividade própria. "Quisemos trazer a maior autenticidade possível. A taqueria é a alma do mexicano. Um mexicano sem tacos não sobrevive". Com o tempo, o mercado acabou por acompanhar essa visão. “Não foi educar o cliente, propriamente, foi mais convencê-lo daquilo que era o nosso produto”.

Os tacos são os verdadeiros protagonistas do Paco Bigotes
Pouco depois da abertura, chegou outro teste decisivo: a pandemia. O negócio teve de ser repensado quase do zero, apostando no takeaway e no delivery, que acabariam por se tornar parte estrutural da operação. Pelo caminho, surgiram outros desafios menos visíveis, sobretudo a gestão de equipas, uma realidade comum à restauração, mas que Tiago reconhece como uma das maiores aprendizagens do percurso. “Lidar com pessoas é provavelmente a parte mais desafiante, mas também aquela que mais me fez evoluir enquanto líder”.
A expansão para Lisboa era um plano antigo, mas só avançou quando surgiu o espaço certo, e quando a equipa sentiu que o conceito podia ser replicado sem perder identidade. Muitos clientes já faziam o percurso até ao Estoril apenas para visitar o restaurante, e os pedidos para abrir na capital tornaram-se constantes. Aconteceu em agosto de 2023, num espaço que fica entre o Chiado e o Bairro Alto. A nova localização trouxe um público diferente e maior exposição internacional. “Estamos numa zona muito turística e isso tem feito o nome Paco Bigotes viajar para outros países”.

O lema do Paco Bigotes é "Barriga llena, corazón contento", que se pode traduzir como "Barriga cheia, coração feliz"
Ao longo dos anos, momentos como a primeira grande exposição mediática, que encheu o restaurante durante semanas e obrigou a jornadas de trabalho de quase 18 horas, ou parcerias com projetos como o grupo Selina, ajudaram a consolidar a marca e a testar a capacidade de crescer fora da zona de conforto. Eventos, festivais e presenças regulares em iniciativas gastronómicas ampliaram a visibilidade e confirmaram algo que a equipa já intuía: “ainda há muita gente que não conhece o Paco Bigotes e muita boca para alimentar”, resume Tiago, divertido.
Hoje, o equilíbrio mantém-se entre tradição e adaptação. As receitas foram ajustadas ao paladar português, sobretudo no nível de picante, sem abandonar a base mexicana que define o conceito. O feedback dos clientes continua a ser analisado com atenção, embora exista uma linha clara sobre o que pode ou não mudar. “Sabemos que não conseguimos agradar a toda a gente. Sempre que existe feedback negativo, analisamos caso a caso, mas orgulhamo-nos e ter quase sempre uma média de 4.7 nas reviews do Google”.

A autenticidade mexicana sofreu adaptações e não impediu a criatividade da equipa na variação de algumas receitas
O futuro segue a mesma lógica que marcou o crescimento até aqui: expandir apenas quando houver garantias de qualidade, mas com promessa de novidades "mais para o final do ano, início do próximo". A marca está atualmente focada em reorganização interna e padronização de processos antes de novas aberturas. “Nós olhamos primeiro para dentro e só depois para fora”, explica o fundador. A ambição existe. Novas cidades, talvez novas zonas de Lisboa, mas sem pressa. Crescer, sim, desde que a experiência continue igual ou melhor do que aquela que começou numa pequena taqueria de bairro. "Só queremos crescer quando nos sentirmos 100% seguros que o conceito não vai sofrer com isso. Não queremos abrir por abrir". A julgar pelo número de reservas e pelas filas à hora da refeição, o futuro do Paco Bigotes parece promissor.

#Protagonistas
Sete anos depois, o Paco Bigotes continua a crescer taco a taco
Quando abriu portas em São Pedro do Estoril, em fevereiro de 2019, o Paco Bigotes prometia ser uma pequena taqueria de bairro. Hoje, é uma marca de sucesso, que já conta com duas localizações e mantém uma clientela fiel, desde o primeiro dia.
“Ainda hoje vejo pessoas que vieram na semana em que abrimos, e continuam a sair daqui com um sorriso na cara”, recorda, para início de conversa, Tiago Chaveiro Marques, o fundador.
O início, no entanto, não foi simples. Num momento em que quase não existiam referências de cozinha mexicana autêntica na linha de Cascais, o maior desafio foi explicar ao público o que realmente é uma taqueria. “Ouvíamos muitas vezes: porque é que não têm burritos ou chili com carne?”, conta. A resposta passava por insistir na identidade do projeto: tacos como centro da experiência, respeitando a tradição mexicana, influenciada também pela ligação familiar ao país, mas com espaço para criatividade própria. "Quisemos trazer a maior autenticidade possível. A taqueria é a alma do mexicano. Um mexicano sem tacos não sobrevive". Com o tempo, o mercado acabou por acompanhar essa visão. “Não foi educar o cliente, propriamente, foi mais convencê-lo daquilo que era o nosso produto”.

Os tacos são os verdadeiros protagonistas do Paco Bigotes
Pouco depois da abertura, chegou outro teste decisivo: a pandemia. O negócio teve de ser repensado quase do zero, apostando no takeaway e no delivery, que acabariam por se tornar parte estrutural da operação. Pelo caminho, surgiram outros desafios menos visíveis, sobretudo a gestão de equipas, uma realidade comum à restauração, mas que Tiago reconhece como uma das maiores aprendizagens do percurso. “Lidar com pessoas é provavelmente a parte mais desafiante, mas também aquela que mais me fez evoluir enquanto líder”.
A expansão para Lisboa era um plano antigo, mas só avançou quando surgiu o espaço certo, e quando a equipa sentiu que o conceito podia ser replicado sem perder identidade. Muitos clientes já faziam o percurso até ao Estoril apenas para visitar o restaurante, e os pedidos para abrir na capital tornaram-se constantes. Aconteceu em agosto de 2023, num espaço que fica entre o Chiado e o Bairro Alto. A nova localização trouxe um público diferente e maior exposição internacional. “Estamos numa zona muito turística e isso tem feito o nome Paco Bigotes viajar para outros países”.

O lema do Paco Bigotes é "Barriga llena, corazón contento", que se pode traduzir como "Barriga cheia, coração feliz"
Ao longo dos anos, momentos como a primeira grande exposição mediática, que encheu o restaurante durante semanas e obrigou a jornadas de trabalho de quase 18 horas, ou parcerias com projetos como o grupo Selina, ajudaram a consolidar a marca e a testar a capacidade de crescer fora da zona de conforto. Eventos, festivais e presenças regulares em iniciativas gastronómicas ampliaram a visibilidade e confirmaram algo que a equipa já intuía: “ainda há muita gente que não conhece o Paco Bigotes e muita boca para alimentar”, resume Tiago, divertido.
Hoje, o equilíbrio mantém-se entre tradição e adaptação. As receitas foram ajustadas ao paladar português, sobretudo no nível de picante, sem abandonar a base mexicana que define o conceito. O feedback dos clientes continua a ser analisado com atenção, embora exista uma linha clara sobre o que pode ou não mudar. “Sabemos que não conseguimos agradar a toda a gente. Sempre que existe feedback negativo, analisamos caso a caso, mas orgulhamo-nos e ter quase sempre uma média de 4.7 nas reviews do Google”.

A autenticidade mexicana sofreu adaptações e não impediu a criatividade da equipa na variação de algumas receitas
O futuro segue a mesma lógica que marcou o crescimento até aqui: expandir apenas quando houver garantias de qualidade, mas com promessa de novidades "mais para o final do ano, início do próximo". A marca está atualmente focada em reorganização interna e padronização de processos antes de novas aberturas. “Nós olhamos primeiro para dentro e só depois para fora”, explica o fundador. A ambição existe. Novas cidades, talvez novas zonas de Lisboa, mas sem pressa. Crescer, sim, desde que a experiência continue igual ou melhor do que aquela que começou numa pequena taqueria de bairro. "Só queremos crescer quando nos sentirmos 100% seguros que o conceito não vai sofrer com isso. Não queremos abrir por abrir". A julgar pelo número de reservas e pelas filas à hora da refeição, o futuro do Paco Bigotes parece promissor.

#Protagonistas
Sete anos depois, o Paco Bigotes continua a crescer taco a taco
Quando abriu portas em São Pedro do Estoril, em fevereiro de 2019, o Paco Bigotes prometia ser uma pequena taqueria de bairro. Hoje, é uma marca de sucesso, que já conta com duas localizações e mantém uma clientela fiel, desde o primeiro dia.
“Ainda hoje vejo pessoas que vieram na semana em que abrimos, e continuam a sair daqui com um sorriso na cara”, recorda, para início de conversa, Tiago Chaveiro Marques, o fundador.
O início, no entanto, não foi simples. Num momento em que quase não existiam referências de cozinha mexicana autêntica na linha de Cascais, o maior desafio foi explicar ao público o que realmente é uma taqueria. “Ouvíamos muitas vezes: porque é que não têm burritos ou chili com carne?”, conta. A resposta passava por insistir na identidade do projeto: tacos como centro da experiência, respeitando a tradição mexicana, influenciada também pela ligação familiar ao país, mas com espaço para criatividade própria. "Quisemos trazer a maior autenticidade possível. A taqueria é a alma do mexicano. Um mexicano sem tacos não sobrevive". Com o tempo, o mercado acabou por acompanhar essa visão. “Não foi educar o cliente, propriamente, foi mais convencê-lo daquilo que era o nosso produto”.

Os tacos são os verdadeiros protagonistas do Paco Bigotes
Pouco depois da abertura, chegou outro teste decisivo: a pandemia. O negócio teve de ser repensado quase do zero, apostando no takeaway e no delivery, que acabariam por se tornar parte estrutural da operação. Pelo caminho, surgiram outros desafios menos visíveis, sobretudo a gestão de equipas, uma realidade comum à restauração, mas que Tiago reconhece como uma das maiores aprendizagens do percurso. “Lidar com pessoas é provavelmente a parte mais desafiante, mas também aquela que mais me fez evoluir enquanto líder”.
A expansão para Lisboa era um plano antigo, mas só avançou quando surgiu o espaço certo, e quando a equipa sentiu que o conceito podia ser replicado sem perder identidade. Muitos clientes já faziam o percurso até ao Estoril apenas para visitar o restaurante, e os pedidos para abrir na capital tornaram-se constantes. Aconteceu em agosto de 2023, num espaço que fica entre o Chiado e o Bairro Alto. A nova localização trouxe um público diferente e maior exposição internacional. “Estamos numa zona muito turística e isso tem feito o nome Paco Bigotes viajar para outros países”.

O lema do Paco Bigotes é "Barriga llena, corazón contento", que se pode traduzir como "Barriga cheia, coração feliz"
Ao longo dos anos, momentos como a primeira grande exposição mediática, que encheu o restaurante durante semanas e obrigou a jornadas de trabalho de quase 18 horas, ou parcerias com projetos como o grupo Selina, ajudaram a consolidar a marca e a testar a capacidade de crescer fora da zona de conforto. Eventos, festivais e presenças regulares em iniciativas gastronómicas ampliaram a visibilidade e confirmaram algo que a equipa já intuía: “ainda há muita gente que não conhece o Paco Bigotes e muita boca para alimentar”, resume Tiago, divertido.
Hoje, o equilíbrio mantém-se entre tradição e adaptação. As receitas foram ajustadas ao paladar português, sobretudo no nível de picante, sem abandonar a base mexicana que define o conceito. O feedback dos clientes continua a ser analisado com atenção, embora exista uma linha clara sobre o que pode ou não mudar. “Sabemos que não conseguimos agradar a toda a gente. Sempre que existe feedback negativo, analisamos caso a caso, mas orgulhamo-nos e ter quase sempre uma média de 4.7 nas reviews do Google”.

A autenticidade mexicana sofreu adaptações e não impediu a criatividade da equipa na variação de algumas receitas
O futuro segue a mesma lógica que marcou o crescimento até aqui: expandir apenas quando houver garantias de qualidade, mas com promessa de novidades "mais para o final do ano, início do próximo". A marca está atualmente focada em reorganização interna e padronização de processos antes de novas aberturas. “Nós olhamos primeiro para dentro e só depois para fora”, explica o fundador. A ambição existe. Novas cidades, talvez novas zonas de Lisboa, mas sem pressa. Crescer, sim, desde que a experiência continue igual ou melhor do que aquela que começou numa pequena taqueria de bairro. "Só queremos crescer quando nos sentirmos 100% seguros que o conceito não vai sofrer com isso. Não queremos abrir por abrir". A julgar pelo número de reservas e pelas filas à hora da refeição, o futuro do Paco Bigotes parece promissor.

#Protagonistas
Sete anos depois, o Paco Bigotes continua a crescer taco a taco
Quando abriu portas em São Pedro do Estoril, em fevereiro de 2019, o Paco Bigotes prometia ser uma pequena taqueria de bairro. Hoje, é uma marca de sucesso, que já conta com duas localizações e mantém uma clientela fiel, desde o primeiro dia.
“Ainda hoje vejo pessoas que vieram na semana em que abrimos, e continuam a sair daqui com um sorriso na cara”, recorda, para início de conversa, Tiago Chaveiro Marques, o fundador.
O início, no entanto, não foi simples. Num momento em que quase não existiam referências de cozinha mexicana autêntica na linha de Cascais, o maior desafio foi explicar ao público o que realmente é uma taqueria. “Ouvíamos muitas vezes: porque é que não têm burritos ou chili com carne?”, conta. A resposta passava por insistir na identidade do projeto: tacos como centro da experiência, respeitando a tradição mexicana, influenciada também pela ligação familiar ao país, mas com espaço para criatividade própria. "Quisemos trazer a maior autenticidade possível. A taqueria é a alma do mexicano. Um mexicano sem tacos não sobrevive". Com o tempo, o mercado acabou por acompanhar essa visão. “Não foi educar o cliente, propriamente, foi mais convencê-lo daquilo que era o nosso produto”.

Os tacos são os verdadeiros protagonistas do Paco Bigotes
Pouco depois da abertura, chegou outro teste decisivo: a pandemia. O negócio teve de ser repensado quase do zero, apostando no takeaway e no delivery, que acabariam por se tornar parte estrutural da operação. Pelo caminho, surgiram outros desafios menos visíveis, sobretudo a gestão de equipas, uma realidade comum à restauração, mas que Tiago reconhece como uma das maiores aprendizagens do percurso. “Lidar com pessoas é provavelmente a parte mais desafiante, mas também aquela que mais me fez evoluir enquanto líder”.
A expansão para Lisboa era um plano antigo, mas só avançou quando surgiu o espaço certo, e quando a equipa sentiu que o conceito podia ser replicado sem perder identidade. Muitos clientes já faziam o percurso até ao Estoril apenas para visitar o restaurante, e os pedidos para abrir na capital tornaram-se constantes. Aconteceu em agosto de 2023, num espaço que fica entre o Chiado e o Bairro Alto. A nova localização trouxe um público diferente e maior exposição internacional. “Estamos numa zona muito turística e isso tem feito o nome Paco Bigotes viajar para outros países”.

O lema do Paco Bigotes é "Barriga llena, corazón contento", que se pode traduzir como "Barriga cheia, coração feliz"
Ao longo dos anos, momentos como a primeira grande exposição mediática, que encheu o restaurante durante semanas e obrigou a jornadas de trabalho de quase 18 horas, ou parcerias com projetos como o grupo Selina, ajudaram a consolidar a marca e a testar a capacidade de crescer fora da zona de conforto. Eventos, festivais e presenças regulares em iniciativas gastronómicas ampliaram a visibilidade e confirmaram algo que a equipa já intuía: “ainda há muita gente que não conhece o Paco Bigotes e muita boca para alimentar”, resume Tiago, divertido.
Hoje, o equilíbrio mantém-se entre tradição e adaptação. As receitas foram ajustadas ao paladar português, sobretudo no nível de picante, sem abandonar a base mexicana que define o conceito. O feedback dos clientes continua a ser analisado com atenção, embora exista uma linha clara sobre o que pode ou não mudar. “Sabemos que não conseguimos agradar a toda a gente. Sempre que existe feedback negativo, analisamos caso a caso, mas orgulhamo-nos e ter quase sempre uma média de 4.7 nas reviews do Google”.

A autenticidade mexicana sofreu adaptações e não impediu a criatividade da equipa na variação de algumas receitas
O futuro segue a mesma lógica que marcou o crescimento até aqui: expandir apenas quando houver garantias de qualidade, mas com promessa de novidades "mais para o final do ano, início do próximo". A marca está atualmente focada em reorganização interna e padronização de processos antes de novas aberturas. “Nós olhamos primeiro para dentro e só depois para fora”, explica o fundador. A ambição existe. Novas cidades, talvez novas zonas de Lisboa, mas sem pressa. Crescer, sim, desde que a experiência continue igual ou melhor do que aquela que começou numa pequena taqueria de bairro. "Só queremos crescer quando nos sentirmos 100% seguros que o conceito não vai sofrer com isso. Não queremos abrir por abrir". A julgar pelo número de reservas e pelas filas à hora da refeição, o futuro do Paco Bigotes parece promissor.




