
#Motivação
Teatro: nos próximos dias, o lugar do amor é no CCB
Palavra e som fundem-se num apelo a olhar o outro, o próximo, num ritmo mais vagaroso e poético. A não perder, de 27 de janeiro a 1 de fevereiro, na Black Box do CCB.
O convite é para observar e sentir. Para contemplar os afetos que podem ser os da família, os dos animais, ou podem estar simplesmente imbuídos nos pequenos gestos do dia-dia. Ela guia-nos, a rapariga da voz, e encosta-nos ao mundo à sua volta, conduz-nos pelo habitat sensível das relações humanas, num percurso repleto de escuta e partilha.
A partir da próxima terça-feira, e até 1 de fevereiro, a Black Box do CCB é o espaço que acolhe o espectáculo imersivo O Paraíso São os Outros, através de um dispositivo cénico, numa troca sensorial entre atores e espectadores. Afinal, onde habita o amor?
A partir do livro de Valter Hugo Mãe, com encenação de Nídia Roque do Teatro da Cidade, e com música ao vivo de Leonardo Outeiro e interpretação de Beatriz Brás. Depois de Lisboa, com sessão dupla no domingo, seguem-se Montijo e Braga. Todas as informações aqui.

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Teatro: nos próximos dias, o lugar do amor é no CCB
Palavra e som fundem-se num apelo a olhar o outro, o próximo, num ritmo mais vagaroso e poético. A não perder, de 27 de janeiro a 1 de fevereiro, na Black Box do CCB.
O convite é para observar e sentir. Para contemplar os afetos que podem ser os da família, os dos animais, ou podem estar simplesmente imbuídos nos pequenos gestos do dia-dia. Ela guia-nos, a rapariga da voz, e encosta-nos ao mundo à sua volta, conduz-nos pelo habitat sensível das relações humanas, num percurso repleto de escuta e partilha.
A partir da próxima terça-feira, e até 1 de fevereiro, a Black Box do CCB é o espaço que acolhe o espectáculo imersivo O Paraíso São os Outros, através de um dispositivo cénico, numa troca sensorial entre atores e espectadores. Afinal, onde habita o amor?
A partir do livro de Valter Hugo Mãe, com encenação de Nídia Roque do Teatro da Cidade, e com música ao vivo de Leonardo Outeiro e interpretação de Beatriz Brás. Depois de Lisboa, com sessão dupla no domingo, seguem-se Montijo e Braga. Todas as informações aqui.

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Teatro: nos próximos dias, o lugar do amor é no CCB
Palavra e som fundem-se num apelo a olhar o outro, o próximo, num ritmo mais vagaroso e poético. A não perder, de 27 de janeiro a 1 de fevereiro, na Black Box do CCB.
O convite é para observar e sentir. Para contemplar os afetos que podem ser os da família, os dos animais, ou podem estar simplesmente imbuídos nos pequenos gestos do dia-dia. Ela guia-nos, a rapariga da voz, e encosta-nos ao mundo à sua volta, conduz-nos pelo habitat sensível das relações humanas, num percurso repleto de escuta e partilha.
A partir da próxima terça-feira, e até 1 de fevereiro, a Black Box do CCB é o espaço que acolhe o espectáculo imersivo O Paraíso São os Outros, através de um dispositivo cénico, numa troca sensorial entre atores e espectadores. Afinal, onde habita o amor?
A partir do livro de Valter Hugo Mãe, com encenação de Nídia Roque do Teatro da Cidade, e com música ao vivo de Leonardo Outeiro e interpretação de Beatriz Brás. Depois de Lisboa, com sessão dupla no domingo, seguem-se Montijo e Braga. Todas as informações aqui.

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Teatro: nos próximos dias, o lugar do amor é no CCB
Palavra e som fundem-se num apelo a olhar o outro, o próximo, num ritmo mais vagaroso e poético. A não perder, de 27 de janeiro a 1 de fevereiro, na Black Box do CCB.
O convite é para observar e sentir. Para contemplar os afetos que podem ser os da família, os dos animais, ou podem estar simplesmente imbuídos nos pequenos gestos do dia-dia. Ela guia-nos, a rapariga da voz, e encosta-nos ao mundo à sua volta, conduz-nos pelo habitat sensível das relações humanas, num percurso repleto de escuta e partilha.
A partir da próxima terça-feira, e até 1 de fevereiro, a Black Box do CCB é o espaço que acolhe o espectáculo imersivo O Paraíso São os Outros, através de um dispositivo cénico, numa troca sensorial entre atores e espectadores. Afinal, onde habita o amor?
A partir do livro de Valter Hugo Mãe, com encenação de Nídia Roque do Teatro da Cidade, e com música ao vivo de Leonardo Outeiro e interpretação de Beatriz Brás. Depois de Lisboa, com sessão dupla no domingo, seguem-se Montijo e Braga. Todas as informações aqui.





