
#Motivação
Dia Mundial da Poesia: CCB recebe um dia inteiro de leituras, música e performances gratuitas
Amanhã, todos os caminhos vão dar ao CCB para a grande festa da Poesia. Filomena Cautela, Fernando Alvim e Ivo Canelas estão entre os quase 50 participantes.
Num tempo dominado pela velocidade, pelos feeds e pela comunicação fragmentada, há espaços que continuam a pedir o contrário: tempo, silêncio e escuta. A poesia é um deles, e amanhã, Lisboa volta a ter um dia inteiro dedicado à palavra. O Centro Cultural de Belém (CCB) assinala o Dia Mundial da Poesia com uma programação gratuita que se estende ao longo de todo o dia, entre as 10h30 e as 19h00, reunindo leituras, música, conversas e diferentes formas de experimentar a poesia.
Com curadoria do argumentista, escritor e radialista Nuno Artur Silva, a proposta do CCB não se limita à leitura tradicional. A programação cruza diferentes linguagens, da performance à música, passando por instalações e momentos de partilha coletiva, criando uma experiência mais ampla. Ao longo do dia, o público poderá assistir a leituras encenadas, sessões coletivas e momentos informais, num ambiente que procura aproximar a poesia de diferentes públicos e contextos. A lógica é simples: tirar a poesia do livro e colocá-la em circulação.
O programa arranca às 10h30 com Uma introdução que pode ser lida como uma provocação e segue a partir daí, dividindo-se entre vários espaços e atividades. Desde a exibição do filme Paterson, de Jim Jarmusch; a projeção de 75 videoclips a partir de poemas da Literatura Portuguesa; uma Sala de Leitura Silenciosa, com auscultadores de onde se ouvem poemas; e destaque ainda para Uma canção para ouvir-te chegar, instalação sonora de Elvis Veiguinha, a partir da leitura da poemas feita pelos atores Ivo Canelas e Jani Zhao, que o produtor e sound artist explica assim: "A sala transforma-se num território de escuta. Não numa celebração ornamental da palavra, mas num confronto direto com aquilo que ela ainda é capaz de fazer: abrir fissuras, deslocar certezas, obrigar-nos a sentir. Esta exposição parte de um princípio simples e exigente: a poesia contemporânea não precisa de aparato, exige presença".
A entrada é livre, sujeita apenas à lotação dos espaços. Este formato tem vindo a tornar-se uma marca das celebrações do CCB, que todos os anos transforma o Dia Mundial da Poesia num momento de encontro entre leitores, autores e curiosos, num registo que mistura programação cultural com participação espontânea.

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Dia Mundial da Poesia: CCB recebe um dia inteiro de leituras, música e performances gratuitas
Amanhã, todos os caminhos vão dar ao CCB para a grande festa da Poesia. Filomena Cautela, Fernando Alvim e Ivo Canelas estão entre os quase 50 participantes.
Num tempo dominado pela velocidade, pelos feeds e pela comunicação fragmentada, há espaços que continuam a pedir o contrário: tempo, silêncio e escuta. A poesia é um deles, e amanhã, Lisboa volta a ter um dia inteiro dedicado à palavra. O Centro Cultural de Belém (CCB) assinala o Dia Mundial da Poesia com uma programação gratuita que se estende ao longo de todo o dia, entre as 10h30 e as 19h00, reunindo leituras, música, conversas e diferentes formas de experimentar a poesia.
Com curadoria do argumentista, escritor e radialista Nuno Artur Silva, a proposta do CCB não se limita à leitura tradicional. A programação cruza diferentes linguagens, da performance à música, passando por instalações e momentos de partilha coletiva, criando uma experiência mais ampla. Ao longo do dia, o público poderá assistir a leituras encenadas, sessões coletivas e momentos informais, num ambiente que procura aproximar a poesia de diferentes públicos e contextos. A lógica é simples: tirar a poesia do livro e colocá-la em circulação.
O programa arranca às 10h30 com Uma introdução que pode ser lida como uma provocação e segue a partir daí, dividindo-se entre vários espaços e atividades. Desde a exibição do filme Paterson, de Jim Jarmusch; a projeção de 75 videoclips a partir de poemas da Literatura Portuguesa; uma Sala de Leitura Silenciosa, com auscultadores de onde se ouvem poemas; e destaque ainda para Uma canção para ouvir-te chegar, instalação sonora de Elvis Veiguinha, a partir da leitura da poemas feita pelos atores Ivo Canelas e Jani Zhao, que o produtor e sound artist explica assim: "A sala transforma-se num território de escuta. Não numa celebração ornamental da palavra, mas num confronto direto com aquilo que ela ainda é capaz de fazer: abrir fissuras, deslocar certezas, obrigar-nos a sentir. Esta exposição parte de um princípio simples e exigente: a poesia contemporânea não precisa de aparato, exige presença".
A entrada é livre, sujeita apenas à lotação dos espaços. Este formato tem vindo a tornar-se uma marca das celebrações do CCB, que todos os anos transforma o Dia Mundial da Poesia num momento de encontro entre leitores, autores e curiosos, num registo que mistura programação cultural com participação espontânea.

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Dia Mundial da Poesia: CCB recebe um dia inteiro de leituras, música e performances gratuitas
Amanhã, todos os caminhos vão dar ao CCB para a grande festa da Poesia. Filomena Cautela, Fernando Alvim e Ivo Canelas estão entre os quase 50 participantes.
Num tempo dominado pela velocidade, pelos feeds e pela comunicação fragmentada, há espaços que continuam a pedir o contrário: tempo, silêncio e escuta. A poesia é um deles, e amanhã, Lisboa volta a ter um dia inteiro dedicado à palavra. O Centro Cultural de Belém (CCB) assinala o Dia Mundial da Poesia com uma programação gratuita que se estende ao longo de todo o dia, entre as 10h30 e as 19h00, reunindo leituras, música, conversas e diferentes formas de experimentar a poesia.
Com curadoria do argumentista, escritor e radialista Nuno Artur Silva, a proposta do CCB não se limita à leitura tradicional. A programação cruza diferentes linguagens, da performance à música, passando por instalações e momentos de partilha coletiva, criando uma experiência mais ampla. Ao longo do dia, o público poderá assistir a leituras encenadas, sessões coletivas e momentos informais, num ambiente que procura aproximar a poesia de diferentes públicos e contextos. A lógica é simples: tirar a poesia do livro e colocá-la em circulação.
O programa arranca às 10h30 com Uma introdução que pode ser lida como uma provocação e segue a partir daí, dividindo-se entre vários espaços e atividades. Desde a exibição do filme Paterson, de Jim Jarmusch; a projeção de 75 videoclips a partir de poemas da Literatura Portuguesa; uma Sala de Leitura Silenciosa, com auscultadores de onde se ouvem poemas; e destaque ainda para Uma canção para ouvir-te chegar, instalação sonora de Elvis Veiguinha, a partir da leitura da poemas feita pelos atores Ivo Canelas e Jani Zhao, que o produtor e sound artist explica assim: "A sala transforma-se num território de escuta. Não numa celebração ornamental da palavra, mas num confronto direto com aquilo que ela ainda é capaz de fazer: abrir fissuras, deslocar certezas, obrigar-nos a sentir. Esta exposição parte de um princípio simples e exigente: a poesia contemporânea não precisa de aparato, exige presença".
A entrada é livre, sujeita apenas à lotação dos espaços. Este formato tem vindo a tornar-se uma marca das celebrações do CCB, que todos os anos transforma o Dia Mundial da Poesia num momento de encontro entre leitores, autores e curiosos, num registo que mistura programação cultural com participação espontânea.

#Motivação
Dia Mundial da Poesia: CCB recebe um dia inteiro de leituras, música e performances gratuitas
Amanhã, todos os caminhos vão dar ao CCB para a grande festa da Poesia. Filomena Cautela, Fernando Alvim e Ivo Canelas estão entre os quase 50 participantes.
Num tempo dominado pela velocidade, pelos feeds e pela comunicação fragmentada, há espaços que continuam a pedir o contrário: tempo, silêncio e escuta. A poesia é um deles, e amanhã, Lisboa volta a ter um dia inteiro dedicado à palavra. O Centro Cultural de Belém (CCB) assinala o Dia Mundial da Poesia com uma programação gratuita que se estende ao longo de todo o dia, entre as 10h30 e as 19h00, reunindo leituras, música, conversas e diferentes formas de experimentar a poesia.
Com curadoria do argumentista, escritor e radialista Nuno Artur Silva, a proposta do CCB não se limita à leitura tradicional. A programação cruza diferentes linguagens, da performance à música, passando por instalações e momentos de partilha coletiva, criando uma experiência mais ampla. Ao longo do dia, o público poderá assistir a leituras encenadas, sessões coletivas e momentos informais, num ambiente que procura aproximar a poesia de diferentes públicos e contextos. A lógica é simples: tirar a poesia do livro e colocá-la em circulação.
O programa arranca às 10h30 com Uma introdução que pode ser lida como uma provocação e segue a partir daí, dividindo-se entre vários espaços e atividades. Desde a exibição do filme Paterson, de Jim Jarmusch; a projeção de 75 videoclips a partir de poemas da Literatura Portuguesa; uma Sala de Leitura Silenciosa, com auscultadores de onde se ouvem poemas; e destaque ainda para Uma canção para ouvir-te chegar, instalação sonora de Elvis Veiguinha, a partir da leitura da poemas feita pelos atores Ivo Canelas e Jani Zhao, que o produtor e sound artist explica assim: "A sala transforma-se num território de escuta. Não numa celebração ornamental da palavra, mas num confronto direto com aquilo que ela ainda é capaz de fazer: abrir fissuras, deslocar certezas, obrigar-nos a sentir. Esta exposição parte de um princípio simples e exigente: a poesia contemporânea não precisa de aparato, exige presença".
A entrada é livre, sujeita apenas à lotação dos espaços. Este formato tem vindo a tornar-se uma marca das celebrações do CCB, que todos os anos transforma o Dia Mundial da Poesia num momento de encontro entre leitores, autores e curiosos, num registo que mistura programação cultural com participação espontânea.




