
#Conhecimento
As competências mais procuradas pelas empresas em 2026 (segundo os principais relatórios globais)
Já em 2023 o Future of Jobs Report do World Economic Forum (WEF) dizia que cerca de 44% das competências profissionais essenciais deveriam mudar até 2027. A verdade é que todos temos testemunhado a acelerada e, em muitos casos, drástica mudança do mercado de trabalho. Mas vamos aos dados.
A pressão vem de vários lados: automação, inteligência artificial, transição energética, reconfiguração das cadeias de valor e alterações demográficas. Além de tecnológico, o impacto é estrutural. Eis as principais competências que o mercado de trabalho está à procura.
1. Pensamento analítico continua no topo
O WEF identifica o pensamento analítico como a competência mais valorizada globalmente. Em paralelo, dados do LinkedIn Global Talent Trends mostram que funções associadas a análise de dados, estratégia e tomada de decisão baseada em evidência continuam entre as mais procuradas. Num contexto de abundância de informação, o diferencial é a capacidade de interpretar os dados. A economia digital vai recompensar quem conseguir transformar complexidade em clareza operacional.
2. Competências em Inteligência Artificial estão a acelerar
Segundo o Coursera Global Skills Report, as inscrições em cursos relacionados com IA generativa cresceram exponencialmente em 2024 e 2025. Empresas deixaram de procurar apenas engenheiros de machine learning e passaram a procurar profissionais capazes de integrar IA nos seus fluxos de trabalho. Mais uma vez, o WEF estima que cerca de 75% das empresas pretendem adotar tecnologias de IA nos próximos anos, o que implica uma reconfiguração significativa das funções existentes. A literacia tecnológica passa a ser transversal a todas as equipas.
3. Requalificação como imperativo
Um dos dados mais relevantes do WEF é este: 6 em cada 10 trabalhadores vão necessitar de formação adicional até 2027. No entanto, apenas metade terá acesso efetivo a essa requalificação. Isto cria um desfasamento crítico entre velocidade de mudança tecnológica e capacidade de adaptação humana. A aprendizagem contínua passa a ser um fator sistémico.
4. Competências humanas ganham peso estratégico
Apesar do foco na tecnologia, os relatórios são claros: as competências comportamentais estão a subir na hierarquia. O pensamento criativo, a resiliência, a liderança colaborativa e a inteligência emocional figuram consistentemente entre as competências com maior crescimento previsto. A Deloitte, nos seus relatórios de tendências de capital humano, reforça que equipas com líderes empáticos apresentam maior retenção e produtividade sustentável. Num ambiente híbrido e distribuído, comunicar com clareza e influenciar sem autoridade formal torna-se um ativo organizacional.
5. Competências verdes entram na equação
A transição energética também é um motor de transformação laboral. O WEF identifica as chamadas green skills como uma das áreas de maior expansão. Profissionais com conhecimento em sustentabilidade, economia circular e compliance ambiental tornam-se estratégicos, sobretudo na Europa, onde as metas climáticas são vinculativas.
O caso português
Portugal não está isolado destas tendências, mas enfrenta especificidades próprias. Segundo dados do INE, o emprego nas atividades de informação e comunicação tem registado crescimento consistente nos últimos anos, refletindo a expansão do setor tecnológico e de serviços intensivos em conhecimento.
A nível comportamental, estudos da Randstad Portugal indicam que mais de metade das empresas reporta dificuldades em encontrar candidatos com as competências adequadas . Relatórios salariais da Michael Page reforçam a valorização crescente de perfis versáteis, com capacidade de adaptação e autonomia.
Num tecido empresarial dominado por PME, nas quais as estruturas são menos especializadas, esta combinação torna-se particularmente crítica. A especialização técnica é importante, mas a polivalência estratégica é decisiva.
O que isto significa para 2026
O mercado está a pedir integração. Tecnologia, análise, maturidade emocional e aprendizagem contínua. Se quase metade das competências essenciais está em transformação, a vantagem competitiva passa a residir na capacidade de aprender amanhã.
Em 2026, o profissional mais valorizado será o que consegue navegar na incerteza e no desconhecido com método, integrar tecnologia com pensamento crítico e adaptar-se antes que a mudança se torne obrigatória. E para as empresas portuguesas, a questão é se conseguem competir sem o fazer.

#Conhecimento
As competências mais procuradas pelas empresas em 2026 (segundo os principais relatórios globais)
Já em 2023 o Future of Jobs Report do World Economic Forum (WEF) dizia que cerca de 44% das competências profissionais essenciais deveriam mudar até 2027. A verdade é que todos temos testemunhado a acelerada e, em muitos casos, drástica mudança do mercado de trabalho. Mas vamos aos dados.
A pressão vem de vários lados: automação, inteligência artificial, transição energética, reconfiguração das cadeias de valor e alterações demográficas. Além de tecnológico, o impacto é estrutural. Eis as principais competências que o mercado de trabalho está à procura.
1. Pensamento analítico continua no topo
O WEF identifica o pensamento analítico como a competência mais valorizada globalmente. Em paralelo, dados do LinkedIn Global Talent Trends mostram que funções associadas a análise de dados, estratégia e tomada de decisão baseada em evidência continuam entre as mais procuradas. Num contexto de abundância de informação, o diferencial é a capacidade de interpretar os dados. A economia digital vai recompensar quem conseguir transformar complexidade em clareza operacional.
2. Competências em Inteligência Artificial estão a acelerar
Segundo o Coursera Global Skills Report, as inscrições em cursos relacionados com IA generativa cresceram exponencialmente em 2024 e 2025. Empresas deixaram de procurar apenas engenheiros de machine learning e passaram a procurar profissionais capazes de integrar IA nos seus fluxos de trabalho. Mais uma vez, o WEF estima que cerca de 75% das empresas pretendem adotar tecnologias de IA nos próximos anos, o que implica uma reconfiguração significativa das funções existentes. A literacia tecnológica passa a ser transversal a todas as equipas.
3. Requalificação como imperativo
Um dos dados mais relevantes do WEF é este: 6 em cada 10 trabalhadores vão necessitar de formação adicional até 2027. No entanto, apenas metade terá acesso efetivo a essa requalificação. Isto cria um desfasamento crítico entre velocidade de mudança tecnológica e capacidade de adaptação humana. A aprendizagem contínua passa a ser um fator sistémico.
4. Competências humanas ganham peso estratégico
Apesar do foco na tecnologia, os relatórios são claros: as competências comportamentais estão a subir na hierarquia. O pensamento criativo, a resiliência, a liderança colaborativa e a inteligência emocional figuram consistentemente entre as competências com maior crescimento previsto. A Deloitte, nos seus relatórios de tendências de capital humano, reforça que equipas com líderes empáticos apresentam maior retenção e produtividade sustentável. Num ambiente híbrido e distribuído, comunicar com clareza e influenciar sem autoridade formal torna-se um ativo organizacional.
5. Competências verdes entram na equação
A transição energética também é um motor de transformação laboral. O WEF identifica as chamadas green skills como uma das áreas de maior expansão. Profissionais com conhecimento em sustentabilidade, economia circular e compliance ambiental tornam-se estratégicos, sobretudo na Europa, onde as metas climáticas são vinculativas.
O caso português
Portugal não está isolado destas tendências, mas enfrenta especificidades próprias. Segundo dados do INE, o emprego nas atividades de informação e comunicação tem registado crescimento consistente nos últimos anos, refletindo a expansão do setor tecnológico e de serviços intensivos em conhecimento.
A nível comportamental, estudos da Randstad Portugal indicam que mais de metade das empresas reporta dificuldades em encontrar candidatos com as competências adequadas . Relatórios salariais da Michael Page reforçam a valorização crescente de perfis versáteis, com capacidade de adaptação e autonomia.
Num tecido empresarial dominado por PME, nas quais as estruturas são menos especializadas, esta combinação torna-se particularmente crítica. A especialização técnica é importante, mas a polivalência estratégica é decisiva.
O que isto significa para 2026
O mercado está a pedir integração. Tecnologia, análise, maturidade emocional e aprendizagem contínua. Se quase metade das competências essenciais está em transformação, a vantagem competitiva passa a residir na capacidade de aprender amanhã.
Em 2026, o profissional mais valorizado será o que consegue navegar na incerteza e no desconhecido com método, integrar tecnologia com pensamento crítico e adaptar-se antes que a mudança se torne obrigatória. E para as empresas portuguesas, a questão é se conseguem competir sem o fazer.

#Conhecimento
As competências mais procuradas pelas empresas em 2026 (segundo os principais relatórios globais)
Já em 2023 o Future of Jobs Report do World Economic Forum (WEF) dizia que cerca de 44% das competências profissionais essenciais deveriam mudar até 2027. A verdade é que todos temos testemunhado a acelerada e, em muitos casos, drástica mudança do mercado de trabalho. Mas vamos aos dados.
A pressão vem de vários lados: automação, inteligência artificial, transição energética, reconfiguração das cadeias de valor e alterações demográficas. Além de tecnológico, o impacto é estrutural. Eis as principais competências que o mercado de trabalho está à procura.
1. Pensamento analítico continua no topo
O WEF identifica o pensamento analítico como a competência mais valorizada globalmente. Em paralelo, dados do LinkedIn Global Talent Trends mostram que funções associadas a análise de dados, estratégia e tomada de decisão baseada em evidência continuam entre as mais procuradas. Num contexto de abundância de informação, o diferencial é a capacidade de interpretar os dados. A economia digital vai recompensar quem conseguir transformar complexidade em clareza operacional.
2. Competências em Inteligência Artificial estão a acelerar
Segundo o Coursera Global Skills Report, as inscrições em cursos relacionados com IA generativa cresceram exponencialmente em 2024 e 2025. Empresas deixaram de procurar apenas engenheiros de machine learning e passaram a procurar profissionais capazes de integrar IA nos seus fluxos de trabalho. Mais uma vez, o WEF estima que cerca de 75% das empresas pretendem adotar tecnologias de IA nos próximos anos, o que implica uma reconfiguração significativa das funções existentes. A literacia tecnológica passa a ser transversal a todas as equipas.
3. Requalificação como imperativo
Um dos dados mais relevantes do WEF é este: 6 em cada 10 trabalhadores vão necessitar de formação adicional até 2027. No entanto, apenas metade terá acesso efetivo a essa requalificação. Isto cria um desfasamento crítico entre velocidade de mudança tecnológica e capacidade de adaptação humana. A aprendizagem contínua passa a ser um fator sistémico.
4. Competências humanas ganham peso estratégico
Apesar do foco na tecnologia, os relatórios são claros: as competências comportamentais estão a subir na hierarquia. O pensamento criativo, a resiliência, a liderança colaborativa e a inteligência emocional figuram consistentemente entre as competências com maior crescimento previsto. A Deloitte, nos seus relatórios de tendências de capital humano, reforça que equipas com líderes empáticos apresentam maior retenção e produtividade sustentável. Num ambiente híbrido e distribuído, comunicar com clareza e influenciar sem autoridade formal torna-se um ativo organizacional.
5. Competências verdes entram na equação
A transição energética também é um motor de transformação laboral. O WEF identifica as chamadas green skills como uma das áreas de maior expansão. Profissionais com conhecimento em sustentabilidade, economia circular e compliance ambiental tornam-se estratégicos, sobretudo na Europa, onde as metas climáticas são vinculativas.
O caso português
Portugal não está isolado destas tendências, mas enfrenta especificidades próprias. Segundo dados do INE, o emprego nas atividades de informação e comunicação tem registado crescimento consistente nos últimos anos, refletindo a expansão do setor tecnológico e de serviços intensivos em conhecimento.
A nível comportamental, estudos da Randstad Portugal indicam que mais de metade das empresas reporta dificuldades em encontrar candidatos com as competências adequadas . Relatórios salariais da Michael Page reforçam a valorização crescente de perfis versáteis, com capacidade de adaptação e autonomia.
Num tecido empresarial dominado por PME, nas quais as estruturas são menos especializadas, esta combinação torna-se particularmente crítica. A especialização técnica é importante, mas a polivalência estratégica é decisiva.
O que isto significa para 2026
O mercado está a pedir integração. Tecnologia, análise, maturidade emocional e aprendizagem contínua. Se quase metade das competências essenciais está em transformação, a vantagem competitiva passa a residir na capacidade de aprender amanhã.
Em 2026, o profissional mais valorizado será o que consegue navegar na incerteza e no desconhecido com método, integrar tecnologia com pensamento crítico e adaptar-se antes que a mudança se torne obrigatória. E para as empresas portuguesas, a questão é se conseguem competir sem o fazer.

#Conhecimento
As competências mais procuradas pelas empresas em 2026 (segundo os principais relatórios globais)
Já em 2023 o Future of Jobs Report do World Economic Forum (WEF) dizia que cerca de 44% das competências profissionais essenciais deveriam mudar até 2027. A verdade é que todos temos testemunhado a acelerada e, em muitos casos, drástica mudança do mercado de trabalho. Mas vamos aos dados.
A pressão vem de vários lados: automação, inteligência artificial, transição energética, reconfiguração das cadeias de valor e alterações demográficas. Além de tecnológico, o impacto é estrutural. Eis as principais competências que o mercado de trabalho está à procura.
1. Pensamento analítico continua no topo
O WEF identifica o pensamento analítico como a competência mais valorizada globalmente. Em paralelo, dados do LinkedIn Global Talent Trends mostram que funções associadas a análise de dados, estratégia e tomada de decisão baseada em evidência continuam entre as mais procuradas. Num contexto de abundância de informação, o diferencial é a capacidade de interpretar os dados. A economia digital vai recompensar quem conseguir transformar complexidade em clareza operacional.
2. Competências em Inteligência Artificial estão a acelerar
Segundo o Coursera Global Skills Report, as inscrições em cursos relacionados com IA generativa cresceram exponencialmente em 2024 e 2025. Empresas deixaram de procurar apenas engenheiros de machine learning e passaram a procurar profissionais capazes de integrar IA nos seus fluxos de trabalho. Mais uma vez, o WEF estima que cerca de 75% das empresas pretendem adotar tecnologias de IA nos próximos anos, o que implica uma reconfiguração significativa das funções existentes. A literacia tecnológica passa a ser transversal a todas as equipas.
3. Requalificação como imperativo
Um dos dados mais relevantes do WEF é este: 6 em cada 10 trabalhadores vão necessitar de formação adicional até 2027. No entanto, apenas metade terá acesso efetivo a essa requalificação. Isto cria um desfasamento crítico entre velocidade de mudança tecnológica e capacidade de adaptação humana. A aprendizagem contínua passa a ser um fator sistémico.
4. Competências humanas ganham peso estratégico
Apesar do foco na tecnologia, os relatórios são claros: as competências comportamentais estão a subir na hierarquia. O pensamento criativo, a resiliência, a liderança colaborativa e a inteligência emocional figuram consistentemente entre as competências com maior crescimento previsto. A Deloitte, nos seus relatórios de tendências de capital humano, reforça que equipas com líderes empáticos apresentam maior retenção e produtividade sustentável. Num ambiente híbrido e distribuído, comunicar com clareza e influenciar sem autoridade formal torna-se um ativo organizacional.
5. Competências verdes entram na equação
A transição energética também é um motor de transformação laboral. O WEF identifica as chamadas green skills como uma das áreas de maior expansão. Profissionais com conhecimento em sustentabilidade, economia circular e compliance ambiental tornam-se estratégicos, sobretudo na Europa, onde as metas climáticas são vinculativas.
O caso português
Portugal não está isolado destas tendências, mas enfrenta especificidades próprias. Segundo dados do INE, o emprego nas atividades de informação e comunicação tem registado crescimento consistente nos últimos anos, refletindo a expansão do setor tecnológico e de serviços intensivos em conhecimento.
A nível comportamental, estudos da Randstad Portugal indicam que mais de metade das empresas reporta dificuldades em encontrar candidatos com as competências adequadas . Relatórios salariais da Michael Page reforçam a valorização crescente de perfis versáteis, com capacidade de adaptação e autonomia.
Num tecido empresarial dominado por PME, nas quais as estruturas são menos especializadas, esta combinação torna-se particularmente crítica. A especialização técnica é importante, mas a polivalência estratégica é decisiva.
O que isto significa para 2026
O mercado está a pedir integração. Tecnologia, análise, maturidade emocional e aprendizagem contínua. Se quase metade das competências essenciais está em transformação, a vantagem competitiva passa a residir na capacidade de aprender amanhã.
Em 2026, o profissional mais valorizado será o que consegue navegar na incerteza e no desconhecido com método, integrar tecnologia com pensamento crítico e adaptar-se antes que a mudança se torne obrigatória. E para as empresas portuguesas, a questão é se conseguem competir sem o fazer.




