
#Motivação
Coala Festival quer afirmar Portugal como destino cultural da música em língua portuguesa
Quando nasceu no Brasil, o Coala Festival tinha uma missão clara: dar palco à música brasileira, juntando artistas consagrados e nova geração. Uma década depois, o festival chegou a Portugal e vai este ano para a terceira edição em território nacional, com uma ambição diferente e mais ampla.
“Não queríamos ser só um festival brasileiro feito para brasileiros”, explica Fernanda Pereira, sócia e Head of Operations do Coala. A estratégia passou por uma adaptação do conceito: alargar a curadoria à música em língua portuguesa e criar um evento com identidade própria no contexto europeu. “Tivemos essa ideia de unir uma curadoria em língua portuguesa. A missão fica muito mais forte”, afirma, recordando que a primeira edição apostou em nomes como Gilberto Gil ao mesmo tempo que integrou artistas portugueses e africanos.
O Coala Festival nasceu em São Paulo como um evento de média dimensão, focado na curadoria e não na escala. “Nunca tivemos a pretensão de ser um festival gigantesco, o que queríamos era que desse palco tanto para os artistas consagrados quanto à nova geração”, explica a responsável.

Fernanda Pereira é sócia e Head of Operations do Coala Festival
De Cascais para a Europa
“Agora que estamos na terceira edição, já sentimos que o nosso awareness está muito melhor e com uma projeção de público maior”, afirma. O objetivo, acrescenta Fernanda Pereira, passa por consolidar o festival e construir uma história semelhante à que foi criada no Brasil.
A escolha de Cascais também faz parte da estratégia. O ambiente natural e a identidade estética do evento encontram, segundo a organização, um enquadramento ideal no Parque Marechal Carmona, sublinhando o contraste com São Paulo, onde o festival decorre num “jardim de cimento”.
Ao mesmo tempo, o evento tem vindo a atrair um público cada vez mais diverso. “Tem crescido a presença não só de portugueses, mas também de pessoas de outros países da Europa”, afirma, acrescentando que a ambição passa por afirmar o Coala como destino cultural. “Queremos que seja o início de um turismo cultural”.
Mais do que um festival, o Coala posiciona-se como um espaço de descoberta. “Não é só curtir um artista que já conhece, é voltar para casa admirando novos artistas”, refere Fernanda Pereira, que destaca o papel da curadoria. É Gabriel Andrade que assume essa função e, na edição portuguesa, conta com a cumplicidade de Kalaf Epalanga.
Este ano, o Coala Festival parece estar a entrar numa nova fase: menos experimentação, mais consolidação e uma ambição clara: transformar a música em língua portuguesa num ponto de encontro internacional, a partir de Portugal.

Um cartaz que cumpre a missão
Se a ideia é, desde a primeira edição do evento, juntar nomes consagrados a nomes promissores, o line-up anunciado para 2026 confirma esse desígnio. Na conferência de imprensa que decorreu ontem, em Cascais, foi anunciada a presença de Zeca Veloso e do trio Tuyo num espetáculo único com Branko. Estes nomes juntam-se a Caetano Veloso, Lulu Santos, João Gomes, Marina Sena, Ana Frango Elétrico, Zé Ibarra, Bonga e Slow J, numa mistura de géneros e proveniências com diferentes dimensões.
O evento está agendado para dias 30 e 31 de maio. Os bilhetes estão à venda aqui.
(C) Fotos Coala / Vai Véi

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Coala Festival quer afirmar Portugal como destino cultural da música em língua portuguesa
Quando nasceu no Brasil, o Coala Festival tinha uma missão clara: dar palco à música brasileira, juntando artistas consagrados e nova geração. Uma década depois, o festival chegou a Portugal e vai este ano para a terceira edição em território nacional, com uma ambição diferente e mais ampla.
“Não queríamos ser só um festival brasileiro feito para brasileiros”, explica Fernanda Pereira, sócia e Head of Operations do Coala. A estratégia passou por uma adaptação do conceito: alargar a curadoria à música em língua portuguesa e criar um evento com identidade própria no contexto europeu. “Tivemos essa ideia de unir uma curadoria em língua portuguesa. A missão fica muito mais forte”, afirma, recordando que a primeira edição apostou em nomes como Gilberto Gil ao mesmo tempo que integrou artistas portugueses e africanos.
O Coala Festival nasceu em São Paulo como um evento de média dimensão, focado na curadoria e não na escala. “Nunca tivemos a pretensão de ser um festival gigantesco, o que queríamos era que desse palco tanto para os artistas consagrados quanto à nova geração”, explica a responsável.

Fernanda Pereira é sócia e Head of Operations do Coala Festival
De Cascais para a Europa
“Agora que estamos na terceira edição, já sentimos que o nosso awareness está muito melhor e com uma projeção de público maior”, afirma. O objetivo, acrescenta Fernanda Pereira, passa por consolidar o festival e construir uma história semelhante à que foi criada no Brasil.
A escolha de Cascais também faz parte da estratégia. O ambiente natural e a identidade estética do evento encontram, segundo a organização, um enquadramento ideal no Parque Marechal Carmona, sublinhando o contraste com São Paulo, onde o festival decorre num “jardim de cimento”.
Ao mesmo tempo, o evento tem vindo a atrair um público cada vez mais diverso. “Tem crescido a presença não só de portugueses, mas também de pessoas de outros países da Europa”, afirma, acrescentando que a ambição passa por afirmar o Coala como destino cultural. “Queremos que seja o início de um turismo cultural”.
Mais do que um festival, o Coala posiciona-se como um espaço de descoberta. “Não é só curtir um artista que já conhece, é voltar para casa admirando novos artistas”, refere Fernanda Pereira, que destaca o papel da curadoria. É Gabriel Andrade que assume essa função e, na edição portuguesa, conta com a cumplicidade de Kalaf Epalanga.
Este ano, o Coala Festival parece estar a entrar numa nova fase: menos experimentação, mais consolidação e uma ambição clara: transformar a música em língua portuguesa num ponto de encontro internacional, a partir de Portugal.

Um cartaz que cumpre a missão
Se a ideia é, desde a primeira edição do evento, juntar nomes consagrados a nomes promissores, o line-up anunciado para 2026 confirma esse desígnio. Na conferência de imprensa que decorreu ontem, em Cascais, foi anunciada a presença de Zeca Veloso e do trio Tuyo num espetáculo único com Branko. Estes nomes juntam-se a Caetano Veloso, Lulu Santos, João Gomes, Marina Sena, Ana Frango Elétrico, Zé Ibarra, Bonga e Slow J, numa mistura de géneros e proveniências com diferentes dimensões.
O evento está agendado para dias 30 e 31 de maio. Os bilhetes estão à venda aqui.
(C) Fotos Coala / Vai Véi

#Motivação
Coala Festival quer afirmar Portugal como destino cultural da música em língua portuguesa
Quando nasceu no Brasil, o Coala Festival tinha uma missão clara: dar palco à música brasileira, juntando artistas consagrados e nova geração. Uma década depois, o festival chegou a Portugal e vai este ano para a terceira edição em território nacional, com uma ambição diferente e mais ampla.
“Não queríamos ser só um festival brasileiro feito para brasileiros”, explica Fernanda Pereira, sócia e Head of Operations do Coala. A estratégia passou por uma adaptação do conceito: alargar a curadoria à música em língua portuguesa e criar um evento com identidade própria no contexto europeu. “Tivemos essa ideia de unir uma curadoria em língua portuguesa. A missão fica muito mais forte”, afirma, recordando que a primeira edição apostou em nomes como Gilberto Gil ao mesmo tempo que integrou artistas portugueses e africanos.
O Coala Festival nasceu em São Paulo como um evento de média dimensão, focado na curadoria e não na escala. “Nunca tivemos a pretensão de ser um festival gigantesco, o que queríamos era que desse palco tanto para os artistas consagrados quanto à nova geração”, explica a responsável.

Fernanda Pereira é sócia e Head of Operations do Coala Festival
De Cascais para a Europa
“Agora que estamos na terceira edição, já sentimos que o nosso awareness está muito melhor e com uma projeção de público maior”, afirma. O objetivo, acrescenta Fernanda Pereira, passa por consolidar o festival e construir uma história semelhante à que foi criada no Brasil.
A escolha de Cascais também faz parte da estratégia. O ambiente natural e a identidade estética do evento encontram, segundo a organização, um enquadramento ideal no Parque Marechal Carmona, sublinhando o contraste com São Paulo, onde o festival decorre num “jardim de cimento”.
Ao mesmo tempo, o evento tem vindo a atrair um público cada vez mais diverso. “Tem crescido a presença não só de portugueses, mas também de pessoas de outros países da Europa”, afirma, acrescentando que a ambição passa por afirmar o Coala como destino cultural. “Queremos que seja o início de um turismo cultural”.
Mais do que um festival, o Coala posiciona-se como um espaço de descoberta. “Não é só curtir um artista que já conhece, é voltar para casa admirando novos artistas”, refere Fernanda Pereira, que destaca o papel da curadoria. É Gabriel Andrade que assume essa função e, na edição portuguesa, conta com a cumplicidade de Kalaf Epalanga.
Este ano, o Coala Festival parece estar a entrar numa nova fase: menos experimentação, mais consolidação e uma ambição clara: transformar a música em língua portuguesa num ponto de encontro internacional, a partir de Portugal.

Um cartaz que cumpre a missão
Se a ideia é, desde a primeira edição do evento, juntar nomes consagrados a nomes promissores, o line-up anunciado para 2026 confirma esse desígnio. Na conferência de imprensa que decorreu ontem, em Cascais, foi anunciada a presença de Zeca Veloso e do trio Tuyo num espetáculo único com Branko. Estes nomes juntam-se a Caetano Veloso, Lulu Santos, João Gomes, Marina Sena, Ana Frango Elétrico, Zé Ibarra, Bonga e Slow J, numa mistura de géneros e proveniências com diferentes dimensões.
O evento está agendado para dias 30 e 31 de maio. Os bilhetes estão à venda aqui.
(C) Fotos Coala / Vai Véi

#Motivação
Coala Festival quer afirmar Portugal como destino cultural da música em língua portuguesa
Quando nasceu no Brasil, o Coala Festival tinha uma missão clara: dar palco à música brasileira, juntando artistas consagrados e nova geração. Uma década depois, o festival chegou a Portugal e vai este ano para a terceira edição em território nacional, com uma ambição diferente e mais ampla.
“Não queríamos ser só um festival brasileiro feito para brasileiros”, explica Fernanda Pereira, sócia e Head of Operations do Coala. A estratégia passou por uma adaptação do conceito: alargar a curadoria à música em língua portuguesa e criar um evento com identidade própria no contexto europeu. “Tivemos essa ideia de unir uma curadoria em língua portuguesa. A missão fica muito mais forte”, afirma, recordando que a primeira edição apostou em nomes como Gilberto Gil ao mesmo tempo que integrou artistas portugueses e africanos.
O Coala Festival nasceu em São Paulo como um evento de média dimensão, focado na curadoria e não na escala. “Nunca tivemos a pretensão de ser um festival gigantesco, o que queríamos era que desse palco tanto para os artistas consagrados quanto à nova geração”, explica a responsável.

Fernanda Pereira é sócia e Head of Operations do Coala Festival
De Cascais para a Europa
“Agora que estamos na terceira edição, já sentimos que o nosso awareness está muito melhor e com uma projeção de público maior”, afirma. O objetivo, acrescenta Fernanda Pereira, passa por consolidar o festival e construir uma história semelhante à que foi criada no Brasil.
A escolha de Cascais também faz parte da estratégia. O ambiente natural e a identidade estética do evento encontram, segundo a organização, um enquadramento ideal no Parque Marechal Carmona, sublinhando o contraste com São Paulo, onde o festival decorre num “jardim de cimento”.
Ao mesmo tempo, o evento tem vindo a atrair um público cada vez mais diverso. “Tem crescido a presença não só de portugueses, mas também de pessoas de outros países da Europa”, afirma, acrescentando que a ambição passa por afirmar o Coala como destino cultural. “Queremos que seja o início de um turismo cultural”.
Mais do que um festival, o Coala posiciona-se como um espaço de descoberta. “Não é só curtir um artista que já conhece, é voltar para casa admirando novos artistas”, refere Fernanda Pereira, que destaca o papel da curadoria. É Gabriel Andrade que assume essa função e, na edição portuguesa, conta com a cumplicidade de Kalaf Epalanga.
Este ano, o Coala Festival parece estar a entrar numa nova fase: menos experimentação, mais consolidação e uma ambição clara: transformar a música em língua portuguesa num ponto de encontro internacional, a partir de Portugal.

Um cartaz que cumpre a missão
Se a ideia é, desde a primeira edição do evento, juntar nomes consagrados a nomes promissores, o line-up anunciado para 2026 confirma esse desígnio. Na conferência de imprensa que decorreu ontem, em Cascais, foi anunciada a presença de Zeca Veloso e do trio Tuyo num espetáculo único com Branko. Estes nomes juntam-se a Caetano Veloso, Lulu Santos, João Gomes, Marina Sena, Ana Frango Elétrico, Zé Ibarra, Bonga e Slow J, numa mistura de géneros e proveniências com diferentes dimensões.
O evento está agendado para dias 30 e 31 de maio. Os bilhetes estão à venda aqui.




