
#Protagonistas
Universidade de Lisboa lidera colaboração científica com empresas em Portugal
A Universidade de Lisboa (ULisboa) ocupa o primeiro lugar em Portugal no Industry Collaboration Index 2026, ranking da Global Research Partnerships que avalia a colaboração entre instituições de ensino superior e empresas a partir da produção científica conjunta e de relações de investigação documentadas. À escala mundial, a universidade surge na posição 275 entre 1.038 instituições; na Europa, ocupa o lugar 119 entre 388.
Entre 2021 e 2025, a ULisboa registou 1.097 publicações científicas em coautoria com empresas, envolvendo 544 grupos empresariais. Desses, 187 colaboraram em pelo menos dois trabalhos e 44 mantiveram relações consideradas particularmente consistentes ao longo do período analisado.
Entre os parceiros com maior número de trabalhos conjuntos encontram-se empresas portuguesas como Bial, Hovione, PLUX, Terraprima e NZYTech, a par de grupos internacionais como AstraZeneca, Pfizer, Novartis e Johnson & Johnson. Cerca de 24% dos trabalhos envolveram organizações sediadas em Portugal, um dado que mostra simultaneamente a ligação ao tecido empresarial nacional e o peso significativo das colaborações internacionais.
A investigação conjunta atravessa áreas bastante distintas. Entre os temas identificados estão a doença de Huntington, a produção de hidrogénio a partir de energia eólica offshore, a gestão térmica de aeronaves híbridas e a previsão do consumo de eletricidade. A ULisboa destaca ainda a colaboração em clima, ambiente e sustentabilidade, transição para energias limpas, agricultura e tecnologia alimentar e saúde.
Na área da saúde, o índice contabiliza 128 trabalhos relacionados com a indústria farmacêutica e terapêutica e 35 em tecnologia médica e saúde digital. Já em clima, ambiente e sustentabilidade, a universidade ocupa a posição 99 entre 373 instituições avaliadas nesse domínio.
“Os resultados estão alinhados com a estratégia institucional da ULisboa para reforçar a inovação, a valorização do conhecimento e o impacto da investigação”, afirma Luís Ferreira, reitor da Universidade de Lisboa. O responsável sublinha ainda que a colaboração com empresas permite “identificar desafios comuns, desenvolver projetos conjuntos, formar recursos humanos e aproximar a produção científica dos contextos em que pode ser aplicada”.
Mais do que a posição nacional, o resultado ajuda a medir uma questão central para universidades e empresas: até que ponto a investigação produzida consegue sair do meio académico e encontrar aplicação económica e social? O índice mostra uma rede empresarial extensa e diversificada; a posição internacional da ULisboa — 275.ª — lembra, ao mesmo tempo, que a liderança em Portugal não equivale ainda a uma posição de topo no contexto global.
(C) Foto de Yanhao Fang na Unsplash

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Universidade de Lisboa lidera colaboração científica com empresas em Portugal
A Universidade de Lisboa (ULisboa) ocupa o primeiro lugar em Portugal no Industry Collaboration Index 2026, ranking da Global Research Partnerships que avalia a colaboração entre instituições de ensino superior e empresas a partir da produção científica conjunta e de relações de investigação documentadas. À escala mundial, a universidade surge na posição 275 entre 1.038 instituições; na Europa, ocupa o lugar 119 entre 388.
Entre 2021 e 2025, a ULisboa registou 1.097 publicações científicas em coautoria com empresas, envolvendo 544 grupos empresariais. Desses, 187 colaboraram em pelo menos dois trabalhos e 44 mantiveram relações consideradas particularmente consistentes ao longo do período analisado.
Entre os parceiros com maior número de trabalhos conjuntos encontram-se empresas portuguesas como Bial, Hovione, PLUX, Terraprima e NZYTech, a par de grupos internacionais como AstraZeneca, Pfizer, Novartis e Johnson & Johnson. Cerca de 24% dos trabalhos envolveram organizações sediadas em Portugal, um dado que mostra simultaneamente a ligação ao tecido empresarial nacional e o peso significativo das colaborações internacionais.
A investigação conjunta atravessa áreas bastante distintas. Entre os temas identificados estão a doença de Huntington, a produção de hidrogénio a partir de energia eólica offshore, a gestão térmica de aeronaves híbridas e a previsão do consumo de eletricidade. A ULisboa destaca ainda a colaboração em clima, ambiente e sustentabilidade, transição para energias limpas, agricultura e tecnologia alimentar e saúde.
Na área da saúde, o índice contabiliza 128 trabalhos relacionados com a indústria farmacêutica e terapêutica e 35 em tecnologia médica e saúde digital. Já em clima, ambiente e sustentabilidade, a universidade ocupa a posição 99 entre 373 instituições avaliadas nesse domínio.
“Os resultados estão alinhados com a estratégia institucional da ULisboa para reforçar a inovação, a valorização do conhecimento e o impacto da investigação”, afirma Luís Ferreira, reitor da Universidade de Lisboa. O responsável sublinha ainda que a colaboração com empresas permite “identificar desafios comuns, desenvolver projetos conjuntos, formar recursos humanos e aproximar a produção científica dos contextos em que pode ser aplicada”.
Mais do que a posição nacional, o resultado ajuda a medir uma questão central para universidades e empresas: até que ponto a investigação produzida consegue sair do meio académico e encontrar aplicação económica e social? O índice mostra uma rede empresarial extensa e diversificada; a posição internacional da ULisboa — 275.ª — lembra, ao mesmo tempo, que a liderança em Portugal não equivale ainda a uma posição de topo no contexto global.
(C) Foto de Yanhao Fang na Unsplash

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Universidade de Lisboa lidera colaboração científica com empresas em Portugal
A Universidade de Lisboa (ULisboa) ocupa o primeiro lugar em Portugal no Industry Collaboration Index 2026, ranking da Global Research Partnerships que avalia a colaboração entre instituições de ensino superior e empresas a partir da produção científica conjunta e de relações de investigação documentadas. À escala mundial, a universidade surge na posição 275 entre 1.038 instituições; na Europa, ocupa o lugar 119 entre 388.
Entre 2021 e 2025, a ULisboa registou 1.097 publicações científicas em coautoria com empresas, envolvendo 544 grupos empresariais. Desses, 187 colaboraram em pelo menos dois trabalhos e 44 mantiveram relações consideradas particularmente consistentes ao longo do período analisado.
Entre os parceiros com maior número de trabalhos conjuntos encontram-se empresas portuguesas como Bial, Hovione, PLUX, Terraprima e NZYTech, a par de grupos internacionais como AstraZeneca, Pfizer, Novartis e Johnson & Johnson. Cerca de 24% dos trabalhos envolveram organizações sediadas em Portugal, um dado que mostra simultaneamente a ligação ao tecido empresarial nacional e o peso significativo das colaborações internacionais.
A investigação conjunta atravessa áreas bastante distintas. Entre os temas identificados estão a doença de Huntington, a produção de hidrogénio a partir de energia eólica offshore, a gestão térmica de aeronaves híbridas e a previsão do consumo de eletricidade. A ULisboa destaca ainda a colaboração em clima, ambiente e sustentabilidade, transição para energias limpas, agricultura e tecnologia alimentar e saúde.
Na área da saúde, o índice contabiliza 128 trabalhos relacionados com a indústria farmacêutica e terapêutica e 35 em tecnologia médica e saúde digital. Já em clima, ambiente e sustentabilidade, a universidade ocupa a posição 99 entre 373 instituições avaliadas nesse domínio.
“Os resultados estão alinhados com a estratégia institucional da ULisboa para reforçar a inovação, a valorização do conhecimento e o impacto da investigação”, afirma Luís Ferreira, reitor da Universidade de Lisboa. O responsável sublinha ainda que a colaboração com empresas permite “identificar desafios comuns, desenvolver projetos conjuntos, formar recursos humanos e aproximar a produção científica dos contextos em que pode ser aplicada”.
Mais do que a posição nacional, o resultado ajuda a medir uma questão central para universidades e empresas: até que ponto a investigação produzida consegue sair do meio académico e encontrar aplicação económica e social? O índice mostra uma rede empresarial extensa e diversificada; a posição internacional da ULisboa — 275.ª — lembra, ao mesmo tempo, que a liderança em Portugal não equivale ainda a uma posição de topo no contexto global.
(C) Foto de Yanhao Fang na Unsplash

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Universidade de Lisboa lidera colaboração científica com empresas em Portugal
A Universidade de Lisboa (ULisboa) ocupa o primeiro lugar em Portugal no Industry Collaboration Index 2026, ranking da Global Research Partnerships que avalia a colaboração entre instituições de ensino superior e empresas a partir da produção científica conjunta e de relações de investigação documentadas. À escala mundial, a universidade surge na posição 275 entre 1.038 instituições; na Europa, ocupa o lugar 119 entre 388.
Entre 2021 e 2025, a ULisboa registou 1.097 publicações científicas em coautoria com empresas, envolvendo 544 grupos empresariais. Desses, 187 colaboraram em pelo menos dois trabalhos e 44 mantiveram relações consideradas particularmente consistentes ao longo do período analisado.
Entre os parceiros com maior número de trabalhos conjuntos encontram-se empresas portuguesas como Bial, Hovione, PLUX, Terraprima e NZYTech, a par de grupos internacionais como AstraZeneca, Pfizer, Novartis e Johnson & Johnson. Cerca de 24% dos trabalhos envolveram organizações sediadas em Portugal, um dado que mostra simultaneamente a ligação ao tecido empresarial nacional e o peso significativo das colaborações internacionais.
A investigação conjunta atravessa áreas bastante distintas. Entre os temas identificados estão a doença de Huntington, a produção de hidrogénio a partir de energia eólica offshore, a gestão térmica de aeronaves híbridas e a previsão do consumo de eletricidade. A ULisboa destaca ainda a colaboração em clima, ambiente e sustentabilidade, transição para energias limpas, agricultura e tecnologia alimentar e saúde.
Na área da saúde, o índice contabiliza 128 trabalhos relacionados com a indústria farmacêutica e terapêutica e 35 em tecnologia médica e saúde digital. Já em clima, ambiente e sustentabilidade, a universidade ocupa a posição 99 entre 373 instituições avaliadas nesse domínio.
“Os resultados estão alinhados com a estratégia institucional da ULisboa para reforçar a inovação, a valorização do conhecimento e o impacto da investigação”, afirma Luís Ferreira, reitor da Universidade de Lisboa. O responsável sublinha ainda que a colaboração com empresas permite “identificar desafios comuns, desenvolver projetos conjuntos, formar recursos humanos e aproximar a produção científica dos contextos em que pode ser aplicada”.
Mais do que a posição nacional, o resultado ajuda a medir uma questão central para universidades e empresas: até que ponto a investigação produzida consegue sair do meio académico e encontrar aplicação económica e social? O índice mostra uma rede empresarial extensa e diversificada; a posição internacional da ULisboa — 275.ª — lembra, ao mesmo tempo, que a liderança em Portugal não equivale ainda a uma posição de topo no contexto global.




