
#Conhecimento
UniVerse 2026 junta nove universidades e startups de base académica em Lisboa
Transformar investigação em negócio continua a ser um dos grandes desafios da academia portuguesa. A UniVerse – Academia Empreendedora 2026 regressa a Lisboa a 10 de novembro, precisamente, com esse objetivo: mostrar projetos que nasceram nas universidades e aproximá-los de empresas, investidores e outros agentes do ecossistema empreendedor. A segunda edição realiza-se entre as 17h00 e as 20h30, no Centro de Congressos do Pavilhão de Portugal.
Organizada pela Universidade de Lisboa, em colaboração com a NOVA e as Universidades de Aveiro, Coimbra, Évora, Madeira, Minho, Beira Interior e Porto, a iniciativa junta as nove instituições de ensino superior e nove startups de base académica. A lógica passa menos por criar contexto para que tecnologia, ciência e conhecimento encontrem aplicação, parceiros e mercado.
Os projetos refletem essa diversidade. A RTBeamTech, da Universidade de Lisboa, trabalha na área da radioterapia; a SPARCS, da NOVA, desenvolve painéis solares modulares; a Sleep Apnea ID, da Universidade de Coimbra, foca-se no diagnóstico da apneia do sono; e a CozeCare, da Universidade do Minho, atua na saúde mental. Há ainda soluções em biotecnologia vegetal, análise de dados desportivos, marketing digital, energia eólica e sistemas inteligentes de deteção.
A programação inclui uma Pitch Competition, onde as startups apresentam os seus projetos, e uma Demo & Exhibition Area, destinada à demonstração de tecnologias e soluções. A abertura contará também com o Coletivo ZABRA, numa performance artística sobre tecnologia, poder e futuro, a partir das figuras de Jeff Bezos, Peter Thiel e Elon Musk.
A escolha da data não é inofensiva. A UniVerse realiza-se em paralelo com a Web Summit e procura aproveitar a presença em Lisboa de investidores, empreendedores e outros protagonistas do ecossistema tecnológico internacional. Para as universidades, é uma oportunidade de dar visibilidade a projetos que, muitas vezes, permanecem demasiado tempo dentro da academia; para as startups, pode ser um momento de acesso a capital, parceiros e mercado.
A entrada é gratuita, mediante inscrição prévia. Mais do que uma montra de inovação, a UniVerse funciona como um teste à capacidade de aproximação entre dois mundos que continuam a precisar um do outro: a academia, onde nasce conhecimento, e o mercado, onde esse conhecimento tem de provar que consegue transformar-se em solução.
(C) Foto de Bisworaj Saheb na Unsplash

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UniVerse 2026 junta nove universidades e startups de base académica em Lisboa
Transformar investigação em negócio continua a ser um dos grandes desafios da academia portuguesa. A UniVerse – Academia Empreendedora 2026 regressa a Lisboa a 10 de novembro, precisamente, com esse objetivo: mostrar projetos que nasceram nas universidades e aproximá-los de empresas, investidores e outros agentes do ecossistema empreendedor. A segunda edição realiza-se entre as 17h00 e as 20h30, no Centro de Congressos do Pavilhão de Portugal.
Organizada pela Universidade de Lisboa, em colaboração com a NOVA e as Universidades de Aveiro, Coimbra, Évora, Madeira, Minho, Beira Interior e Porto, a iniciativa junta as nove instituições de ensino superior e nove startups de base académica. A lógica passa menos por criar contexto para que tecnologia, ciência e conhecimento encontrem aplicação, parceiros e mercado.
Os projetos refletem essa diversidade. A RTBeamTech, da Universidade de Lisboa, trabalha na área da radioterapia; a SPARCS, da NOVA, desenvolve painéis solares modulares; a Sleep Apnea ID, da Universidade de Coimbra, foca-se no diagnóstico da apneia do sono; e a CozeCare, da Universidade do Minho, atua na saúde mental. Há ainda soluções em biotecnologia vegetal, análise de dados desportivos, marketing digital, energia eólica e sistemas inteligentes de deteção.
A programação inclui uma Pitch Competition, onde as startups apresentam os seus projetos, e uma Demo & Exhibition Area, destinada à demonstração de tecnologias e soluções. A abertura contará também com o Coletivo ZABRA, numa performance artística sobre tecnologia, poder e futuro, a partir das figuras de Jeff Bezos, Peter Thiel e Elon Musk.
A escolha da data não é inofensiva. A UniVerse realiza-se em paralelo com a Web Summit e procura aproveitar a presença em Lisboa de investidores, empreendedores e outros protagonistas do ecossistema tecnológico internacional. Para as universidades, é uma oportunidade de dar visibilidade a projetos que, muitas vezes, permanecem demasiado tempo dentro da academia; para as startups, pode ser um momento de acesso a capital, parceiros e mercado.
A entrada é gratuita, mediante inscrição prévia. Mais do que uma montra de inovação, a UniVerse funciona como um teste à capacidade de aproximação entre dois mundos que continuam a precisar um do outro: a academia, onde nasce conhecimento, e o mercado, onde esse conhecimento tem de provar que consegue transformar-se em solução.
(C) Foto de Bisworaj Saheb na Unsplash

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UniVerse 2026 junta nove universidades e startups de base académica em Lisboa
Transformar investigação em negócio continua a ser um dos grandes desafios da academia portuguesa. A UniVerse – Academia Empreendedora 2026 regressa a Lisboa a 10 de novembro, precisamente, com esse objetivo: mostrar projetos que nasceram nas universidades e aproximá-los de empresas, investidores e outros agentes do ecossistema empreendedor. A segunda edição realiza-se entre as 17h00 e as 20h30, no Centro de Congressos do Pavilhão de Portugal.
Organizada pela Universidade de Lisboa, em colaboração com a NOVA e as Universidades de Aveiro, Coimbra, Évora, Madeira, Minho, Beira Interior e Porto, a iniciativa junta as nove instituições de ensino superior e nove startups de base académica. A lógica passa menos por criar contexto para que tecnologia, ciência e conhecimento encontrem aplicação, parceiros e mercado.
Os projetos refletem essa diversidade. A RTBeamTech, da Universidade de Lisboa, trabalha na área da radioterapia; a SPARCS, da NOVA, desenvolve painéis solares modulares; a Sleep Apnea ID, da Universidade de Coimbra, foca-se no diagnóstico da apneia do sono; e a CozeCare, da Universidade do Minho, atua na saúde mental. Há ainda soluções em biotecnologia vegetal, análise de dados desportivos, marketing digital, energia eólica e sistemas inteligentes de deteção.
A programação inclui uma Pitch Competition, onde as startups apresentam os seus projetos, e uma Demo & Exhibition Area, destinada à demonstração de tecnologias e soluções. A abertura contará também com o Coletivo ZABRA, numa performance artística sobre tecnologia, poder e futuro, a partir das figuras de Jeff Bezos, Peter Thiel e Elon Musk.
A escolha da data não é inofensiva. A UniVerse realiza-se em paralelo com a Web Summit e procura aproveitar a presença em Lisboa de investidores, empreendedores e outros protagonistas do ecossistema tecnológico internacional. Para as universidades, é uma oportunidade de dar visibilidade a projetos que, muitas vezes, permanecem demasiado tempo dentro da academia; para as startups, pode ser um momento de acesso a capital, parceiros e mercado.
A entrada é gratuita, mediante inscrição prévia. Mais do que uma montra de inovação, a UniVerse funciona como um teste à capacidade de aproximação entre dois mundos que continuam a precisar um do outro: a academia, onde nasce conhecimento, e o mercado, onde esse conhecimento tem de provar que consegue transformar-se em solução.
(C) Foto de Bisworaj Saheb na Unsplash

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UniVerse 2026 junta nove universidades e startups de base académica em Lisboa
Transformar investigação em negócio continua a ser um dos grandes desafios da academia portuguesa. A UniVerse – Academia Empreendedora 2026 regressa a Lisboa a 10 de novembro, precisamente, com esse objetivo: mostrar projetos que nasceram nas universidades e aproximá-los de empresas, investidores e outros agentes do ecossistema empreendedor. A segunda edição realiza-se entre as 17h00 e as 20h30, no Centro de Congressos do Pavilhão de Portugal.
Organizada pela Universidade de Lisboa, em colaboração com a NOVA e as Universidades de Aveiro, Coimbra, Évora, Madeira, Minho, Beira Interior e Porto, a iniciativa junta as nove instituições de ensino superior e nove startups de base académica. A lógica passa menos por criar contexto para que tecnologia, ciência e conhecimento encontrem aplicação, parceiros e mercado.
Os projetos refletem essa diversidade. A RTBeamTech, da Universidade de Lisboa, trabalha na área da radioterapia; a SPARCS, da NOVA, desenvolve painéis solares modulares; a Sleep Apnea ID, da Universidade de Coimbra, foca-se no diagnóstico da apneia do sono; e a CozeCare, da Universidade do Minho, atua na saúde mental. Há ainda soluções em biotecnologia vegetal, análise de dados desportivos, marketing digital, energia eólica e sistemas inteligentes de deteção.
A programação inclui uma Pitch Competition, onde as startups apresentam os seus projetos, e uma Demo & Exhibition Area, destinada à demonstração de tecnologias e soluções. A abertura contará também com o Coletivo ZABRA, numa performance artística sobre tecnologia, poder e futuro, a partir das figuras de Jeff Bezos, Peter Thiel e Elon Musk.
A escolha da data não é inofensiva. A UniVerse realiza-se em paralelo com a Web Summit e procura aproveitar a presença em Lisboa de investidores, empreendedores e outros protagonistas do ecossistema tecnológico internacional. Para as universidades, é uma oportunidade de dar visibilidade a projetos que, muitas vezes, permanecem demasiado tempo dentro da academia; para as startups, pode ser um momento de acesso a capital, parceiros e mercado.
A entrada é gratuita, mediante inscrição prévia. Mais do que uma montra de inovação, a UniVerse funciona como um teste à capacidade de aproximação entre dois mundos que continuam a precisar um do outro: a academia, onde nasce conhecimento, e o mercado, onde esse conhecimento tem de provar que consegue transformar-se em solução.




