
#Protagonistas
Seis perguntas a Maria Morango
Regressou recentemente à rádio, depois de firmar o nome no digital, sobretudo com conteúdos de música, e de ter chegado à televisão, onde é uma das apresentadoras do CC, na SIC Radical. Tínhamos seis perguntas para a Francisca Cabral, e recebemos seis respostas da Maria Morango. Spoiler alert: inclui Met Gala!
Como está a ser este regresso à rádio?
MARIA MORANGO — O regresso à rádio já estava nos meus planos, mas confesso que o convite para voltar agora, não estava. Tinha como objetivo regressar ao microfone em 2027, mas a vida quis que acontecesse mais cedo! Gosto de ver a rádio como uma relação de amor. Talvez por causa da ligação que criamos com os ouvintes, por ser uma das formas de comunicação mais honestas, e também pela dedicação diária que exige. Por isso, atrevo-me a dizer — de forma engraçada — que a CIDADE FM é um novo amor que apareceu quando menos estava à espera. Já tínhamos piscado o olho uma à outra, mas, na altura, não resultou. (Risos) E dizem que as melhores histórias de amor aparecem, precisamente, quando menos estamos à espera.

Depois de sair da Mega Hits, Maria Morango dedicou-se à criação de conteúdos digitais na área da música
Estreaste recentemente uma nova rubrica digital, o Beatoque, além dos “Shots de Música”, a que já nos tinhas habituado. Como é que prevês a coexistência dos teus conteúdos digitais na área da música com o trabalho na Cidade FM?
M.M. — Este é, sem dúvida, um dos meus maiores desafios! Conseguir conciliar rádio, televisão, digital, festivais e artistas… vai ser uma missão. Por isso, tenho ao meu lado equipas incríveis. A equipa da CIDADE FM, que me apoia em tudo e me ajuda no que preciso, assim como a minha agência, a Oitto. Neste momento, a “Maria Morango” já não é apenas uma miúda chamada Francisca. É uma equipa gigante que trabalha diariamente comigo e que tem uma paixão igual, ou até maior do que a minha, pela música, comunicação e entretenimento. E acho que é precisamente isso que me permite continuar a criar em diferentes áreas sem perder aquilo que é a minha identidade.
Além da música, a moda tem vindo a ganhar terreno na tua vida. Onde esperas que te leve?
M.M. — Ao Met Gala! (Risos) Fora de brincadeiras, gostava muito de começar a dar mais uns passinhos nesta área, embora, neste momento, não seja uma prioridade. Obviamente que sonho em estar presente em semanas da moda, poder envolver-me mais com criadores e participar em projetos e eventos que juntem comunicação e moda, como já tive oportunidade de fazer na ModaLisboa. Veremos! Mas sem pressas. A vida está ótima agora e quero aproveitar aquilo que está a acontecer.

Diz a verdade: em algum momento te fartaste das redes sociais?
M.M. — Muitas vezes. As redes sociais geram muita pressão, principalmente porque já não as vejo apenas como um hobby ou como um sítio onde faço publicações orgânicas sobre o meu dia a dia. Para mim, são também uma ferramenta de trabalho. Dessa forma, torna-se mais difícil definir a linha entre a vida pessoal e a profissional. Mas também tenho consciência de que este é um problema de primeiro mundo. É um privilégio poder fazer disto vida e, por isso, tento não me esquecer da sorte que tenho, mesmo nos dias em que me apetece desligar o telemóvel e desaparecer das redes.
És um exemplo de alguém que criou o próprio caminho e oportunidades, correndo riscos, por vezes. O que foi mais desafiante neste percurso?
M.M. — O mais desafiante foi perceber qual era o “gap” no mercado e como é que eu queria comunicar sem sentir que estava a fazer o mesmo que outra pessoa. Foi aprender a ser eu própria, perder a vergonha e, acima de tudo, encontrar a minha fórmula. O início é sempre a parte mais difícil, mas, a partir daí, tudo foi acontecendo de uma forma muito natural e orgânica. Estou muito orgulhosa deste caminho. Sinto que nunca se falou tanto de música nas redes sociais em Portugal e é muito bom ver cada vez mais pessoas a criarem conteúdo nesta área. Fico muito feliz por sentir que, de alguma forma, ajudei a abrir algumas dessas portas — no digital, atenção! — e tenho um orgulho especial em fazê-lo enquanto mulher.

Daqui a um ano, onde te imaginas?
M.M. — Neste momento, não consigo imaginar onde vou estar daqui a um ano. 2026 está a ser demasiado gentil comigo e é exatamente aqui que quero estar agora. Quero viver o presente que, nos dias de hoje, talvez seja uma das coisas mais difíceis de fazer…Pela primeira vez, não estou preocupada com o que vem a seguir. Quero aproveitar o que está a acontecer agora.

#Protagonistas
Seis perguntas a Maria Morango
Regressou recentemente à rádio, depois de firmar o nome no digital, sobretudo com conteúdos de música, e de ter chegado à televisão, onde é uma das apresentadoras do CC, na SIC Radical. Tínhamos seis perguntas para a Francisca Cabral, e recebemos seis respostas da Maria Morango. Spoiler alert: inclui Met Gala!
Como está a ser este regresso à rádio?
MARIA MORANGO — O regresso à rádio já estava nos meus planos, mas confesso que o convite para voltar agora, não estava. Tinha como objetivo regressar ao microfone em 2027, mas a vida quis que acontecesse mais cedo! Gosto de ver a rádio como uma relação de amor. Talvez por causa da ligação que criamos com os ouvintes, por ser uma das formas de comunicação mais honestas, e também pela dedicação diária que exige. Por isso, atrevo-me a dizer — de forma engraçada — que a CIDADE FM é um novo amor que apareceu quando menos estava à espera. Já tínhamos piscado o olho uma à outra, mas, na altura, não resultou. (Risos) E dizem que as melhores histórias de amor aparecem, precisamente, quando menos estamos à espera.

Depois de sair da Mega Hits, Maria Morango dedicou-se à criação de conteúdos digitais na área da música
Estreaste recentemente uma nova rubrica digital, o Beatoque, além dos “Shots de Música”, a que já nos tinhas habituado. Como é que prevês a coexistência dos teus conteúdos digitais na área da música com o trabalho na Cidade FM?
M.M. — Este é, sem dúvida, um dos meus maiores desafios! Conseguir conciliar rádio, televisão, digital, festivais e artistas… vai ser uma missão. Por isso, tenho ao meu lado equipas incríveis. A equipa da CIDADE FM, que me apoia em tudo e me ajuda no que preciso, assim como a minha agência, a Oitto. Neste momento, a “Maria Morango” já não é apenas uma miúda chamada Francisca. É uma equipa gigante que trabalha diariamente comigo e que tem uma paixão igual, ou até maior do que a minha, pela música, comunicação e entretenimento. E acho que é precisamente isso que me permite continuar a criar em diferentes áreas sem perder aquilo que é a minha identidade.
Além da música, a moda tem vindo a ganhar terreno na tua vida. Onde esperas que te leve?
M.M. — Ao Met Gala! (Risos) Fora de brincadeiras, gostava muito de começar a dar mais uns passinhos nesta área, embora, neste momento, não seja uma prioridade. Obviamente que sonho em estar presente em semanas da moda, poder envolver-me mais com criadores e participar em projetos e eventos que juntem comunicação e moda, como já tive oportunidade de fazer na ModaLisboa. Veremos! Mas sem pressas. A vida está ótima agora e quero aproveitar aquilo que está a acontecer.

Diz a verdade: em algum momento te fartaste das redes sociais?
M.M. — Muitas vezes. As redes sociais geram muita pressão, principalmente porque já não as vejo apenas como um hobby ou como um sítio onde faço publicações orgânicas sobre o meu dia a dia. Para mim, são também uma ferramenta de trabalho. Dessa forma, torna-se mais difícil definir a linha entre a vida pessoal e a profissional. Mas também tenho consciência de que este é um problema de primeiro mundo. É um privilégio poder fazer disto vida e, por isso, tento não me esquecer da sorte que tenho, mesmo nos dias em que me apetece desligar o telemóvel e desaparecer das redes.
És um exemplo de alguém que criou o próprio caminho e oportunidades, correndo riscos, por vezes. O que foi mais desafiante neste percurso?
M.M. — O mais desafiante foi perceber qual era o “gap” no mercado e como é que eu queria comunicar sem sentir que estava a fazer o mesmo que outra pessoa. Foi aprender a ser eu própria, perder a vergonha e, acima de tudo, encontrar a minha fórmula. O início é sempre a parte mais difícil, mas, a partir daí, tudo foi acontecendo de uma forma muito natural e orgânica. Estou muito orgulhosa deste caminho. Sinto que nunca se falou tanto de música nas redes sociais em Portugal e é muito bom ver cada vez mais pessoas a criarem conteúdo nesta área. Fico muito feliz por sentir que, de alguma forma, ajudei a abrir algumas dessas portas — no digital, atenção! — e tenho um orgulho especial em fazê-lo enquanto mulher.

Daqui a um ano, onde te imaginas?
M.M. — Neste momento, não consigo imaginar onde vou estar daqui a um ano. 2026 está a ser demasiado gentil comigo e é exatamente aqui que quero estar agora. Quero viver o presente que, nos dias de hoje, talvez seja uma das coisas mais difíceis de fazer…Pela primeira vez, não estou preocupada com o que vem a seguir. Quero aproveitar o que está a acontecer agora.

#Protagonistas
Seis perguntas a Maria Morango
Regressou recentemente à rádio, depois de firmar o nome no digital, sobretudo com conteúdos de música, e de ter chegado à televisão, onde é uma das apresentadoras do CC, na SIC Radical. Tínhamos seis perguntas para a Francisca Cabral, e recebemos seis respostas da Maria Morango. Spoiler alert: inclui Met Gala!
Como está a ser este regresso à rádio?
MARIA MORANGO — O regresso à rádio já estava nos meus planos, mas confesso que o convite para voltar agora, não estava. Tinha como objetivo regressar ao microfone em 2027, mas a vida quis que acontecesse mais cedo! Gosto de ver a rádio como uma relação de amor. Talvez por causa da ligação que criamos com os ouvintes, por ser uma das formas de comunicação mais honestas, e também pela dedicação diária que exige. Por isso, atrevo-me a dizer — de forma engraçada — que a CIDADE FM é um novo amor que apareceu quando menos estava à espera. Já tínhamos piscado o olho uma à outra, mas, na altura, não resultou. (Risos) E dizem que as melhores histórias de amor aparecem, precisamente, quando menos estamos à espera.

Depois de sair da Mega Hits, Maria Morango dedicou-se à criação de conteúdos digitais na área da música
Estreaste recentemente uma nova rubrica digital, o Beatoque, além dos “Shots de Música”, a que já nos tinhas habituado. Como é que prevês a coexistência dos teus conteúdos digitais na área da música com o trabalho na Cidade FM?
M.M. — Este é, sem dúvida, um dos meus maiores desafios! Conseguir conciliar rádio, televisão, digital, festivais e artistas… vai ser uma missão. Por isso, tenho ao meu lado equipas incríveis. A equipa da CIDADE FM, que me apoia em tudo e me ajuda no que preciso, assim como a minha agência, a Oitto. Neste momento, a “Maria Morango” já não é apenas uma miúda chamada Francisca. É uma equipa gigante que trabalha diariamente comigo e que tem uma paixão igual, ou até maior do que a minha, pela música, comunicação e entretenimento. E acho que é precisamente isso que me permite continuar a criar em diferentes áreas sem perder aquilo que é a minha identidade.
Além da música, a moda tem vindo a ganhar terreno na tua vida. Onde esperas que te leve?
M.M. — Ao Met Gala! (Risos) Fora de brincadeiras, gostava muito de começar a dar mais uns passinhos nesta área, embora, neste momento, não seja uma prioridade. Obviamente que sonho em estar presente em semanas da moda, poder envolver-me mais com criadores e participar em projetos e eventos que juntem comunicação e moda, como já tive oportunidade de fazer na ModaLisboa. Veremos! Mas sem pressas. A vida está ótima agora e quero aproveitar aquilo que está a acontecer.

Diz a verdade: em algum momento te fartaste das redes sociais?
M.M. — Muitas vezes. As redes sociais geram muita pressão, principalmente porque já não as vejo apenas como um hobby ou como um sítio onde faço publicações orgânicas sobre o meu dia a dia. Para mim, são também uma ferramenta de trabalho. Dessa forma, torna-se mais difícil definir a linha entre a vida pessoal e a profissional. Mas também tenho consciência de que este é um problema de primeiro mundo. É um privilégio poder fazer disto vida e, por isso, tento não me esquecer da sorte que tenho, mesmo nos dias em que me apetece desligar o telemóvel e desaparecer das redes.
És um exemplo de alguém que criou o próprio caminho e oportunidades, correndo riscos, por vezes. O que foi mais desafiante neste percurso?
M.M. — O mais desafiante foi perceber qual era o “gap” no mercado e como é que eu queria comunicar sem sentir que estava a fazer o mesmo que outra pessoa. Foi aprender a ser eu própria, perder a vergonha e, acima de tudo, encontrar a minha fórmula. O início é sempre a parte mais difícil, mas, a partir daí, tudo foi acontecendo de uma forma muito natural e orgânica. Estou muito orgulhosa deste caminho. Sinto que nunca se falou tanto de música nas redes sociais em Portugal e é muito bom ver cada vez mais pessoas a criarem conteúdo nesta área. Fico muito feliz por sentir que, de alguma forma, ajudei a abrir algumas dessas portas — no digital, atenção! — e tenho um orgulho especial em fazê-lo enquanto mulher.

Daqui a um ano, onde te imaginas?
M.M. — Neste momento, não consigo imaginar onde vou estar daqui a um ano. 2026 está a ser demasiado gentil comigo e é exatamente aqui que quero estar agora. Quero viver o presente que, nos dias de hoje, talvez seja uma das coisas mais difíceis de fazer…Pela primeira vez, não estou preocupada com o que vem a seguir. Quero aproveitar o que está a acontecer agora.

#Protagonistas
Seis perguntas a Maria Morango
Regressou recentemente à rádio, depois de firmar o nome no digital, sobretudo com conteúdos de música, e de ter chegado à televisão, onde é uma das apresentadoras do CC, na SIC Radical. Tínhamos seis perguntas para a Francisca Cabral, e recebemos seis respostas da Maria Morango. Spoiler alert: inclui Met Gala!
Como está a ser este regresso à rádio?
MARIA MORANGO — O regresso à rádio já estava nos meus planos, mas confesso que o convite para voltar agora, não estava. Tinha como objetivo regressar ao microfone em 2027, mas a vida quis que acontecesse mais cedo! Gosto de ver a rádio como uma relação de amor. Talvez por causa da ligação que criamos com os ouvintes, por ser uma das formas de comunicação mais honestas, e também pela dedicação diária que exige. Por isso, atrevo-me a dizer — de forma engraçada — que a CIDADE FM é um novo amor que apareceu quando menos estava à espera. Já tínhamos piscado o olho uma à outra, mas, na altura, não resultou. (Risos) E dizem que as melhores histórias de amor aparecem, precisamente, quando menos estamos à espera.

Depois de sair da Mega Hits, Maria Morango dedicou-se à criação de conteúdos digitais na área da música
Estreaste recentemente uma nova rubrica digital, o Beatoque, além dos “Shots de Música”, a que já nos tinhas habituado. Como é que prevês a coexistência dos teus conteúdos digitais na área da música com o trabalho na Cidade FM?
M.M. — Este é, sem dúvida, um dos meus maiores desafios! Conseguir conciliar rádio, televisão, digital, festivais e artistas… vai ser uma missão. Por isso, tenho ao meu lado equipas incríveis. A equipa da CIDADE FM, que me apoia em tudo e me ajuda no que preciso, assim como a minha agência, a Oitto. Neste momento, a “Maria Morango” já não é apenas uma miúda chamada Francisca. É uma equipa gigante que trabalha diariamente comigo e que tem uma paixão igual, ou até maior do que a minha, pela música, comunicação e entretenimento. E acho que é precisamente isso que me permite continuar a criar em diferentes áreas sem perder aquilo que é a minha identidade.
Além da música, a moda tem vindo a ganhar terreno na tua vida. Onde esperas que te leve?
M.M. — Ao Met Gala! (Risos) Fora de brincadeiras, gostava muito de começar a dar mais uns passinhos nesta área, embora, neste momento, não seja uma prioridade. Obviamente que sonho em estar presente em semanas da moda, poder envolver-me mais com criadores e participar em projetos e eventos que juntem comunicação e moda, como já tive oportunidade de fazer na ModaLisboa. Veremos! Mas sem pressas. A vida está ótima agora e quero aproveitar aquilo que está a acontecer.

Diz a verdade: em algum momento te fartaste das redes sociais?
M.M. — Muitas vezes. As redes sociais geram muita pressão, principalmente porque já não as vejo apenas como um hobby ou como um sítio onde faço publicações orgânicas sobre o meu dia a dia. Para mim, são também uma ferramenta de trabalho. Dessa forma, torna-se mais difícil definir a linha entre a vida pessoal e a profissional. Mas também tenho consciência de que este é um problema de primeiro mundo. É um privilégio poder fazer disto vida e, por isso, tento não me esquecer da sorte que tenho, mesmo nos dias em que me apetece desligar o telemóvel e desaparecer das redes.
És um exemplo de alguém que criou o próprio caminho e oportunidades, correndo riscos, por vezes. O que foi mais desafiante neste percurso?
M.M. — O mais desafiante foi perceber qual era o “gap” no mercado e como é que eu queria comunicar sem sentir que estava a fazer o mesmo que outra pessoa. Foi aprender a ser eu própria, perder a vergonha e, acima de tudo, encontrar a minha fórmula. O início é sempre a parte mais difícil, mas, a partir daí, tudo foi acontecendo de uma forma muito natural e orgânica. Estou muito orgulhosa deste caminho. Sinto que nunca se falou tanto de música nas redes sociais em Portugal e é muito bom ver cada vez mais pessoas a criarem conteúdo nesta área. Fico muito feliz por sentir que, de alguma forma, ajudei a abrir algumas dessas portas — no digital, atenção! — e tenho um orgulho especial em fazê-lo enquanto mulher.

Daqui a um ano, onde te imaginas?
M.M. — Neste momento, não consigo imaginar onde vou estar daqui a um ano. 2026 está a ser demasiado gentil comigo e é exatamente aqui que quero estar agora. Quero viver o presente que, nos dias de hoje, talvez seja uma das coisas mais difíceis de fazer…Pela primeira vez, não estou preocupada com o que vem a seguir. Quero aproveitar o que está a acontecer agora.



