
#Motivação
ÁGORA regressa ao Castelo de Leiria com três dias de música, performance e criação
O ÁGORA regressa ao Castelo de Leiria entre 18 e 20 de setembro para uma nova edição que cruza música, artes performativas, instalação e património.
Ao longo de três dias, muralhas, cisternas, varandas e outros espaços do monumento transformam-se em palco para uma programação pensada para criar novas formas de relação entre artistas, público e lugar.
Entre os nomes confirmados está Djali Binto Kanuté, artista nascida na Guiné-Bissau e ligada à tradição dos djidius, os cantores tradicionais do país. O programa inclui também o ciclo Antiprincesas, com uma criação dedicada a Juana Azurduy, figura indígena ligada às lutas pela independência da Bolívia, e a instalação Until Nothing Falls, Gravity Waits, de Carincur + João Pedro Fonseca, apresentada nas cisternas do Castelo.

Os PAUS apresentam Enterro dia 19, às 19h30
A estas propostas juntam-se artistas já anunciados como Asmâa Hamzaoui & Bnat Timbouktou, Israa Shalaby, Margaret Hermant, PAUS, Rita Silva & Mbye Ebrima, Manto Azul e el djinn الجن. A programação atravessa diferentes geografias e linguagens, mantendo como ponto de contacto temas como memória, corpo, território e comunidade.
O festival quer também retirar o público do papel exclusivamente contemplativo. Um dos momentos mais participativos será Partir Pão, Partir Pedra, um piquenique comunitário nas Varandas do Castelo que abre o primeiro dia. A proposta convida cada participante a levar pão, petiscos, fruta, bebidas ou outro alimento para colocar numa mesa comum, transformando a partilha de comida num gesto de encontro dentro das muralhas.

Entre concertos, instalações, performances e momentos de convívio, o ÁGORA assume assim o património como mais do que cenário. A ideia passa por ativar espaços historicamente associados à proteção e separação e transformá-los, durante três dias, em lugares de proximidade, escuta e criação coletiva.
O bilhete habitual do Castelo de Leiria garante acesso às atividades, embora a entrada esteja sujeita à lotação de cada espaço. Para residentes no concelho de Leiria, o acesso ao Castelo é gratuito mediante apresentação de comprovativo de morada e identificação.
(C) Foto de capa: Manto Azul fotografados por Ana Margarida Matos
(C) Foto PAUS: Frederico Rompante

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ÁGORA regressa ao Castelo de Leiria com três dias de música, performance e criação
O ÁGORA regressa ao Castelo de Leiria entre 18 e 20 de setembro para uma nova edição que cruza música, artes performativas, instalação e património.
Ao longo de três dias, muralhas, cisternas, varandas e outros espaços do monumento transformam-se em palco para uma programação pensada para criar novas formas de relação entre artistas, público e lugar.
Entre os nomes confirmados está Djali Binto Kanuté, artista nascida na Guiné-Bissau e ligada à tradição dos djidius, os cantores tradicionais do país. O programa inclui também o ciclo Antiprincesas, com uma criação dedicada a Juana Azurduy, figura indígena ligada às lutas pela independência da Bolívia, e a instalação Until Nothing Falls, Gravity Waits, de Carincur + João Pedro Fonseca, apresentada nas cisternas do Castelo.

Os PAUS apresentam Enterro dia 19, às 19h30
A estas propostas juntam-se artistas já anunciados como Asmâa Hamzaoui & Bnat Timbouktou, Israa Shalaby, Margaret Hermant, PAUS, Rita Silva & Mbye Ebrima, Manto Azul e el djinn الجن. A programação atravessa diferentes geografias e linguagens, mantendo como ponto de contacto temas como memória, corpo, território e comunidade.
O festival quer também retirar o público do papel exclusivamente contemplativo. Um dos momentos mais participativos será Partir Pão, Partir Pedra, um piquenique comunitário nas Varandas do Castelo que abre o primeiro dia. A proposta convida cada participante a levar pão, petiscos, fruta, bebidas ou outro alimento para colocar numa mesa comum, transformando a partilha de comida num gesto de encontro dentro das muralhas.

Entre concertos, instalações, performances e momentos de convívio, o ÁGORA assume assim o património como mais do que cenário. A ideia passa por ativar espaços historicamente associados à proteção e separação e transformá-los, durante três dias, em lugares de proximidade, escuta e criação coletiva.
O bilhete habitual do Castelo de Leiria garante acesso às atividades, embora a entrada esteja sujeita à lotação de cada espaço. Para residentes no concelho de Leiria, o acesso ao Castelo é gratuito mediante apresentação de comprovativo de morada e identificação.
(C) Foto de capa: Manto Azul fotografados por Ana Margarida Matos
(C) Foto PAUS: Frederico Rompante

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ÁGORA regressa ao Castelo de Leiria com três dias de música, performance e criação
O ÁGORA regressa ao Castelo de Leiria entre 18 e 20 de setembro para uma nova edição que cruza música, artes performativas, instalação e património.
Ao longo de três dias, muralhas, cisternas, varandas e outros espaços do monumento transformam-se em palco para uma programação pensada para criar novas formas de relação entre artistas, público e lugar.
Entre os nomes confirmados está Djali Binto Kanuté, artista nascida na Guiné-Bissau e ligada à tradição dos djidius, os cantores tradicionais do país. O programa inclui também o ciclo Antiprincesas, com uma criação dedicada a Juana Azurduy, figura indígena ligada às lutas pela independência da Bolívia, e a instalação Until Nothing Falls, Gravity Waits, de Carincur + João Pedro Fonseca, apresentada nas cisternas do Castelo.

Os PAUS apresentam Enterro dia 19, às 19h30
A estas propostas juntam-se artistas já anunciados como Asmâa Hamzaoui & Bnat Timbouktou, Israa Shalaby, Margaret Hermant, PAUS, Rita Silva & Mbye Ebrima, Manto Azul e el djinn الجن. A programação atravessa diferentes geografias e linguagens, mantendo como ponto de contacto temas como memória, corpo, território e comunidade.
O festival quer também retirar o público do papel exclusivamente contemplativo. Um dos momentos mais participativos será Partir Pão, Partir Pedra, um piquenique comunitário nas Varandas do Castelo que abre o primeiro dia. A proposta convida cada participante a levar pão, petiscos, fruta, bebidas ou outro alimento para colocar numa mesa comum, transformando a partilha de comida num gesto de encontro dentro das muralhas.

Entre concertos, instalações, performances e momentos de convívio, o ÁGORA assume assim o património como mais do que cenário. A ideia passa por ativar espaços historicamente associados à proteção e separação e transformá-los, durante três dias, em lugares de proximidade, escuta e criação coletiva.
O bilhete habitual do Castelo de Leiria garante acesso às atividades, embora a entrada esteja sujeita à lotação de cada espaço. Para residentes no concelho de Leiria, o acesso ao Castelo é gratuito mediante apresentação de comprovativo de morada e identificação.
(C) Foto de capa: Manto Azul fotografados por Ana Margarida Matos
(C) Foto PAUS: Frederico Rompante

#Motivação
ÁGORA regressa ao Castelo de Leiria com três dias de música, performance e criação
O ÁGORA regressa ao Castelo de Leiria entre 18 e 20 de setembro para uma nova edição que cruza música, artes performativas, instalação e património.
Ao longo de três dias, muralhas, cisternas, varandas e outros espaços do monumento transformam-se em palco para uma programação pensada para criar novas formas de relação entre artistas, público e lugar.
Entre os nomes confirmados está Djali Binto Kanuté, artista nascida na Guiné-Bissau e ligada à tradição dos djidius, os cantores tradicionais do país. O programa inclui também o ciclo Antiprincesas, com uma criação dedicada a Juana Azurduy, figura indígena ligada às lutas pela independência da Bolívia, e a instalação Until Nothing Falls, Gravity Waits, de Carincur + João Pedro Fonseca, apresentada nas cisternas do Castelo.

Os PAUS apresentam Enterro dia 19, às 19h30
A estas propostas juntam-se artistas já anunciados como Asmâa Hamzaoui & Bnat Timbouktou, Israa Shalaby, Margaret Hermant, PAUS, Rita Silva & Mbye Ebrima, Manto Azul e el djinn الجن. A programação atravessa diferentes geografias e linguagens, mantendo como ponto de contacto temas como memória, corpo, território e comunidade.
O festival quer também retirar o público do papel exclusivamente contemplativo. Um dos momentos mais participativos será Partir Pão, Partir Pedra, um piquenique comunitário nas Varandas do Castelo que abre o primeiro dia. A proposta convida cada participante a levar pão, petiscos, fruta, bebidas ou outro alimento para colocar numa mesa comum, transformando a partilha de comida num gesto de encontro dentro das muralhas.

Entre concertos, instalações, performances e momentos de convívio, o ÁGORA assume assim o património como mais do que cenário. A ideia passa por ativar espaços historicamente associados à proteção e separação e transformá-los, durante três dias, em lugares de proximidade, escuta e criação coletiva.
O bilhete habitual do Castelo de Leiria garante acesso às atividades, embora a entrada esteja sujeita à lotação de cada espaço. Para residentes no concelho de Leiria, o acesso ao Castelo é gratuito mediante apresentação de comprovativo de morada e identificação.




