#Protagonistas

Seis perguntas a Inês Gutierrez

É já dia 25 que acontece a sexta edição do Ponto Gutierrez, o encontro promovido pela apresentadora, atriz e empresária Inês Gutierrez. Dirigido à sua comunidade, resulta num dia inteiro com workshops e muitos momentos de convívio, sempre incentivando a autodescoberta, vulnerabilidade e conexão.

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18 de abr. de 2026, 08:08

O que podemos esperar da sexta edição do Ponto Gutierrez? 

INÊS GUTIERREZ — É um dia cheio de descobertas! As pessoas não vão só assistir, vão mesmo fazer parte. É quase uma viagem pelos sentidos: vão experimentar, sentir, cheirar, testar coisas diferentes… E isso faz com que toque mesmo em cada pessoa de forma diferente. Temos especialistas de áreas muito distintas, pessoas mesmo interessantes, que acrescentam valor e trazem ferramentas que cada participante pode levar para o seu dia a dia. Mas no fim, o que faz mesmo o evento, são as pessoas que lá estão. Cada edição acaba por ser única por causa disso. Nesta 6ª edição, em Aveiro, o programa inclui um workshop de tantra e respiração, focado na consciência corporal e na presença; um workshop de nutrição e emoções, que explora a relação entre o estado emocional e a alimentação; um espaço de tarot, pensado como um momento de reflexão e introspeção, mesmo para os mais céticos. A vertente criativa também está muito presente, com workshops como o de joalharia e pintura têxtil, que convidam à expressão individual. Paralelamente, existem outras experiências a acontecer ao longo do dia, como massagens, sessões ligadas ao movimento — como o Eneadance — e um workshop dedicado ao prazer e à intimidade, abordado de forma consciente e integrativa. Haverá ainda espaços de imagem pessoal, com maquilhagem e cabelo, pensados para reforçar o lado mais leve e lúdico do encontro. Ao longo do dia, cruzam-se assim diferentes áreas: do bem-estar ao desenvolvimento pessoal, passando pela criatividade, movimento e estética, permitindo que cada pessoa construa o próprio percurso e vá “viajando” entre experiências. Com refeições incluídas e um ambiente cuidado, a intenção é criar um espaço onde seja possível abrandar, experimentar e, acima de tudo, viver um dia verdadeiramente marcante e memorável, por um preço bastante acessível, tendo em conta tudo aquilo que está incluído.



Quando criaste este conceito, e lançaste a primeira edição, esperavas que se tornasse quase uma marca, que alcançasse tanto interesse e sucesso? 

I.G. — Não, de todo. Isto começou no meu aniversário de 30 anos, estava grávida e organizei um dia surpresa para os meus amigos, com vários workshops e atividades. Lembro-me de pensar: “se isto correr bem, pode nascer daqui alguma coisa”. Correu mesmo bem e nasceu assim o “Ponto Gutierrez”. E depois há aqueles projetos que sentes que não podes largar… Já houve momentos em que pensei “será que faz sentido continuar?”, mas parece que tudo me puxa sempre de volta a isto. Já vamos na sexta edição, já fizemos versões de um dia, de fim de semana, já passámos por Lisboa, Alcobaça, Porto… e continua a crescer de forma muito natural.

Quando percebeste que o autoconhecimento era uma espécie de super-poder? 

I.G. — Quanto mais me conheço — o bom, o mau, as minhas fragilidades, os meus gatilhos — mais segura e confortável me sinto. Não é sobre ser perfeita, é mesmo o contrário. É saber lidar melhor comigo, com os outros, com as situações.

Com estes eventos tens feito algo que, hoje em dia, é muito poderoso: criar uma comunidade. Que perfil têm estas pessoas? 

I.G. — Não há um perfil fechado. Inicialmente era um evento pensado para homens e mulheres, mas a verdade é que foram sendo sempre mais mulheres a inscrever-se, e hoje acaba por ser direcionado para elas, de forma natural. Mas acima de tudo, são pessoas curiosas que gostam de experimentar coisas novas, sair da rotina e aprender. E há uma coisa que as une muito: são corajosas. Não têm medo de se testar, de serem vulneráveis ou de entrar em experiências diferentes. E muitas vêm da minha comunidade digital, o que torna tudo ainda mais especial, porque é uma oportunidade de nos conhecermos ao vivo.



Que papel tens na preparação do evento e no próprio dia?

I.G. — Estou envolvida em todo o processo. Claro que tenho uma equipa incrível, e é mesmo importante dizê-lo, porque vivem isto como se fosse delas, mas chama-se “Ponto Gutierrez”, é o meu apelido, portanto era impossível não estar envolvida no processo. No dia, sou anfitriã, conduzo o evento, mas também estou lá a experimentar tudo, lado a lado, com as participantes.

E depois de Aveiro, o que podemos esperar do Ponto Gutierrez?

I.G. — Vou sempre ajustando com base no feedback das pessoas, o que gostaram mais, o que faz mais sentido melhorar… É sempre muito construtivo. Há muita gente a pedir novamente um formato de fim de semana, mas é sempre mais exigente e mais caro para ambos os lados, tanto para quem organiza como para quem participa. Mas a ideia é: continuar a levar o "Ponto" a diferentes sítios, a mais pessoas e continuar a crescer sem perder esta essência.

#Protagonistas

Seis perguntas a Inês Gutierrez

É já dia 25 que acontece a sexta edição do Ponto Gutierrez, o encontro promovido pela apresentadora, atriz e empresária Inês Gutierrez. Dirigido à sua comunidade, resulta num dia inteiro com workshops e muitos momentos de convívio, sempre incentivando a autodescoberta, vulnerabilidade e conexão.

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18 de abr. de 2026, 08:08

O que podemos esperar da sexta edição do Ponto Gutierrez? 

INÊS GUTIERREZ — É um dia cheio de descobertas! As pessoas não vão só assistir, vão mesmo fazer parte. É quase uma viagem pelos sentidos: vão experimentar, sentir, cheirar, testar coisas diferentes… E isso faz com que toque mesmo em cada pessoa de forma diferente. Temos especialistas de áreas muito distintas, pessoas mesmo interessantes, que acrescentam valor e trazem ferramentas que cada participante pode levar para o seu dia a dia. Mas no fim, o que faz mesmo o evento, são as pessoas que lá estão. Cada edição acaba por ser única por causa disso. Nesta 6ª edição, em Aveiro, o programa inclui um workshop de tantra e respiração, focado na consciência corporal e na presença; um workshop de nutrição e emoções, que explora a relação entre o estado emocional e a alimentação; um espaço de tarot, pensado como um momento de reflexão e introspeção, mesmo para os mais céticos. A vertente criativa também está muito presente, com workshops como o de joalharia e pintura têxtil, que convidam à expressão individual. Paralelamente, existem outras experiências a acontecer ao longo do dia, como massagens, sessões ligadas ao movimento — como o Eneadance — e um workshop dedicado ao prazer e à intimidade, abordado de forma consciente e integrativa. Haverá ainda espaços de imagem pessoal, com maquilhagem e cabelo, pensados para reforçar o lado mais leve e lúdico do encontro. Ao longo do dia, cruzam-se assim diferentes áreas: do bem-estar ao desenvolvimento pessoal, passando pela criatividade, movimento e estética, permitindo que cada pessoa construa o próprio percurso e vá “viajando” entre experiências. Com refeições incluídas e um ambiente cuidado, a intenção é criar um espaço onde seja possível abrandar, experimentar e, acima de tudo, viver um dia verdadeiramente marcante e memorável, por um preço bastante acessível, tendo em conta tudo aquilo que está incluído.



Quando criaste este conceito, e lançaste a primeira edição, esperavas que se tornasse quase uma marca, que alcançasse tanto interesse e sucesso? 

I.G. — Não, de todo. Isto começou no meu aniversário de 30 anos, estava grávida e organizei um dia surpresa para os meus amigos, com vários workshops e atividades. Lembro-me de pensar: “se isto correr bem, pode nascer daqui alguma coisa”. Correu mesmo bem e nasceu assim o “Ponto Gutierrez”. E depois há aqueles projetos que sentes que não podes largar… Já houve momentos em que pensei “será que faz sentido continuar?”, mas parece que tudo me puxa sempre de volta a isto. Já vamos na sexta edição, já fizemos versões de um dia, de fim de semana, já passámos por Lisboa, Alcobaça, Porto… e continua a crescer de forma muito natural.

Quando percebeste que o autoconhecimento era uma espécie de super-poder? 

I.G. — Quanto mais me conheço — o bom, o mau, as minhas fragilidades, os meus gatilhos — mais segura e confortável me sinto. Não é sobre ser perfeita, é mesmo o contrário. É saber lidar melhor comigo, com os outros, com as situações.

Com estes eventos tens feito algo que, hoje em dia, é muito poderoso: criar uma comunidade. Que perfil têm estas pessoas? 

I.G. — Não há um perfil fechado. Inicialmente era um evento pensado para homens e mulheres, mas a verdade é que foram sendo sempre mais mulheres a inscrever-se, e hoje acaba por ser direcionado para elas, de forma natural. Mas acima de tudo, são pessoas curiosas que gostam de experimentar coisas novas, sair da rotina e aprender. E há uma coisa que as une muito: são corajosas. Não têm medo de se testar, de serem vulneráveis ou de entrar em experiências diferentes. E muitas vêm da minha comunidade digital, o que torna tudo ainda mais especial, porque é uma oportunidade de nos conhecermos ao vivo.



Que papel tens na preparação do evento e no próprio dia?

I.G. — Estou envolvida em todo o processo. Claro que tenho uma equipa incrível, e é mesmo importante dizê-lo, porque vivem isto como se fosse delas, mas chama-se “Ponto Gutierrez”, é o meu apelido, portanto era impossível não estar envolvida no processo. No dia, sou anfitriã, conduzo o evento, mas também estou lá a experimentar tudo, lado a lado, com as participantes.

E depois de Aveiro, o que podemos esperar do Ponto Gutierrez?

I.G. — Vou sempre ajustando com base no feedback das pessoas, o que gostaram mais, o que faz mais sentido melhorar… É sempre muito construtivo. Há muita gente a pedir novamente um formato de fim de semana, mas é sempre mais exigente e mais caro para ambos os lados, tanto para quem organiza como para quem participa. Mas a ideia é: continuar a levar o "Ponto" a diferentes sítios, a mais pessoas e continuar a crescer sem perder esta essência.

#Protagonistas

Seis perguntas a Inês Gutierrez

É já dia 25 que acontece a sexta edição do Ponto Gutierrez, o encontro promovido pela apresentadora, atriz e empresária Inês Gutierrez. Dirigido à sua comunidade, resulta num dia inteiro com workshops e muitos momentos de convívio, sempre incentivando a autodescoberta, vulnerabilidade e conexão.

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18 de abr. de 2026, 08:08

O que podemos esperar da sexta edição do Ponto Gutierrez? 

INÊS GUTIERREZ — É um dia cheio de descobertas! As pessoas não vão só assistir, vão mesmo fazer parte. É quase uma viagem pelos sentidos: vão experimentar, sentir, cheirar, testar coisas diferentes… E isso faz com que toque mesmo em cada pessoa de forma diferente. Temos especialistas de áreas muito distintas, pessoas mesmo interessantes, que acrescentam valor e trazem ferramentas que cada participante pode levar para o seu dia a dia. Mas no fim, o que faz mesmo o evento, são as pessoas que lá estão. Cada edição acaba por ser única por causa disso. Nesta 6ª edição, em Aveiro, o programa inclui um workshop de tantra e respiração, focado na consciência corporal e na presença; um workshop de nutrição e emoções, que explora a relação entre o estado emocional e a alimentação; um espaço de tarot, pensado como um momento de reflexão e introspeção, mesmo para os mais céticos. A vertente criativa também está muito presente, com workshops como o de joalharia e pintura têxtil, que convidam à expressão individual. Paralelamente, existem outras experiências a acontecer ao longo do dia, como massagens, sessões ligadas ao movimento — como o Eneadance — e um workshop dedicado ao prazer e à intimidade, abordado de forma consciente e integrativa. Haverá ainda espaços de imagem pessoal, com maquilhagem e cabelo, pensados para reforçar o lado mais leve e lúdico do encontro. Ao longo do dia, cruzam-se assim diferentes áreas: do bem-estar ao desenvolvimento pessoal, passando pela criatividade, movimento e estética, permitindo que cada pessoa construa o próprio percurso e vá “viajando” entre experiências. Com refeições incluídas e um ambiente cuidado, a intenção é criar um espaço onde seja possível abrandar, experimentar e, acima de tudo, viver um dia verdadeiramente marcante e memorável, por um preço bastante acessível, tendo em conta tudo aquilo que está incluído.



Quando criaste este conceito, e lançaste a primeira edição, esperavas que se tornasse quase uma marca, que alcançasse tanto interesse e sucesso? 

I.G. — Não, de todo. Isto começou no meu aniversário de 30 anos, estava grávida e organizei um dia surpresa para os meus amigos, com vários workshops e atividades. Lembro-me de pensar: “se isto correr bem, pode nascer daqui alguma coisa”. Correu mesmo bem e nasceu assim o “Ponto Gutierrez”. E depois há aqueles projetos que sentes que não podes largar… Já houve momentos em que pensei “será que faz sentido continuar?”, mas parece que tudo me puxa sempre de volta a isto. Já vamos na sexta edição, já fizemos versões de um dia, de fim de semana, já passámos por Lisboa, Alcobaça, Porto… e continua a crescer de forma muito natural.

Quando percebeste que o autoconhecimento era uma espécie de super-poder? 

I.G. — Quanto mais me conheço — o bom, o mau, as minhas fragilidades, os meus gatilhos — mais segura e confortável me sinto. Não é sobre ser perfeita, é mesmo o contrário. É saber lidar melhor comigo, com os outros, com as situações.

Com estes eventos tens feito algo que, hoje em dia, é muito poderoso: criar uma comunidade. Que perfil têm estas pessoas? 

I.G. — Não há um perfil fechado. Inicialmente era um evento pensado para homens e mulheres, mas a verdade é que foram sendo sempre mais mulheres a inscrever-se, e hoje acaba por ser direcionado para elas, de forma natural. Mas acima de tudo, são pessoas curiosas que gostam de experimentar coisas novas, sair da rotina e aprender. E há uma coisa que as une muito: são corajosas. Não têm medo de se testar, de serem vulneráveis ou de entrar em experiências diferentes. E muitas vêm da minha comunidade digital, o que torna tudo ainda mais especial, porque é uma oportunidade de nos conhecermos ao vivo.



Que papel tens na preparação do evento e no próprio dia?

I.G. — Estou envolvida em todo o processo. Claro que tenho uma equipa incrível, e é mesmo importante dizê-lo, porque vivem isto como se fosse delas, mas chama-se “Ponto Gutierrez”, é o meu apelido, portanto era impossível não estar envolvida no processo. No dia, sou anfitriã, conduzo o evento, mas também estou lá a experimentar tudo, lado a lado, com as participantes.

E depois de Aveiro, o que podemos esperar do Ponto Gutierrez?

I.G. — Vou sempre ajustando com base no feedback das pessoas, o que gostaram mais, o que faz mais sentido melhorar… É sempre muito construtivo. Há muita gente a pedir novamente um formato de fim de semana, mas é sempre mais exigente e mais caro para ambos os lados, tanto para quem organiza como para quem participa. Mas a ideia é: continuar a levar o "Ponto" a diferentes sítios, a mais pessoas e continuar a crescer sem perder esta essência.

#Protagonistas

Seis perguntas a Inês Gutierrez

É já dia 25 que acontece a sexta edição do Ponto Gutierrez, o encontro promovido pela apresentadora, atriz e empresária Inês Gutierrez. Dirigido à sua comunidade, resulta num dia inteiro com workshops e muitos momentos de convívio, sempre incentivando a autodescoberta, vulnerabilidade e conexão.

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18 de abr. de 2026, 08:08

O que podemos esperar da sexta edição do Ponto Gutierrez? 

INÊS GUTIERREZ — É um dia cheio de descobertas! As pessoas não vão só assistir, vão mesmo fazer parte. É quase uma viagem pelos sentidos: vão experimentar, sentir, cheirar, testar coisas diferentes… E isso faz com que toque mesmo em cada pessoa de forma diferente. Temos especialistas de áreas muito distintas, pessoas mesmo interessantes, que acrescentam valor e trazem ferramentas que cada participante pode levar para o seu dia a dia. Mas no fim, o que faz mesmo o evento, são as pessoas que lá estão. Cada edição acaba por ser única por causa disso. Nesta 6ª edição, em Aveiro, o programa inclui um workshop de tantra e respiração, focado na consciência corporal e na presença; um workshop de nutrição e emoções, que explora a relação entre o estado emocional e a alimentação; um espaço de tarot, pensado como um momento de reflexão e introspeção, mesmo para os mais céticos. A vertente criativa também está muito presente, com workshops como o de joalharia e pintura têxtil, que convidam à expressão individual. Paralelamente, existem outras experiências a acontecer ao longo do dia, como massagens, sessões ligadas ao movimento — como o Eneadance — e um workshop dedicado ao prazer e à intimidade, abordado de forma consciente e integrativa. Haverá ainda espaços de imagem pessoal, com maquilhagem e cabelo, pensados para reforçar o lado mais leve e lúdico do encontro. Ao longo do dia, cruzam-se assim diferentes áreas: do bem-estar ao desenvolvimento pessoal, passando pela criatividade, movimento e estética, permitindo que cada pessoa construa o próprio percurso e vá “viajando” entre experiências. Com refeições incluídas e um ambiente cuidado, a intenção é criar um espaço onde seja possível abrandar, experimentar e, acima de tudo, viver um dia verdadeiramente marcante e memorável, por um preço bastante acessível, tendo em conta tudo aquilo que está incluído.



Quando criaste este conceito, e lançaste a primeira edição, esperavas que se tornasse quase uma marca, que alcançasse tanto interesse e sucesso? 

I.G. — Não, de todo. Isto começou no meu aniversário de 30 anos, estava grávida e organizei um dia surpresa para os meus amigos, com vários workshops e atividades. Lembro-me de pensar: “se isto correr bem, pode nascer daqui alguma coisa”. Correu mesmo bem e nasceu assim o “Ponto Gutierrez”. E depois há aqueles projetos que sentes que não podes largar… Já houve momentos em que pensei “será que faz sentido continuar?”, mas parece que tudo me puxa sempre de volta a isto. Já vamos na sexta edição, já fizemos versões de um dia, de fim de semana, já passámos por Lisboa, Alcobaça, Porto… e continua a crescer de forma muito natural.

Quando percebeste que o autoconhecimento era uma espécie de super-poder? 

I.G. — Quanto mais me conheço — o bom, o mau, as minhas fragilidades, os meus gatilhos — mais segura e confortável me sinto. Não é sobre ser perfeita, é mesmo o contrário. É saber lidar melhor comigo, com os outros, com as situações.

Com estes eventos tens feito algo que, hoje em dia, é muito poderoso: criar uma comunidade. Que perfil têm estas pessoas? 

I.G. — Não há um perfil fechado. Inicialmente era um evento pensado para homens e mulheres, mas a verdade é que foram sendo sempre mais mulheres a inscrever-se, e hoje acaba por ser direcionado para elas, de forma natural. Mas acima de tudo, são pessoas curiosas que gostam de experimentar coisas novas, sair da rotina e aprender. E há uma coisa que as une muito: são corajosas. Não têm medo de se testar, de serem vulneráveis ou de entrar em experiências diferentes. E muitas vêm da minha comunidade digital, o que torna tudo ainda mais especial, porque é uma oportunidade de nos conhecermos ao vivo.



Que papel tens na preparação do evento e no próprio dia?

I.G. — Estou envolvida em todo o processo. Claro que tenho uma equipa incrível, e é mesmo importante dizê-lo, porque vivem isto como se fosse delas, mas chama-se “Ponto Gutierrez”, é o meu apelido, portanto era impossível não estar envolvida no processo. No dia, sou anfitriã, conduzo o evento, mas também estou lá a experimentar tudo, lado a lado, com as participantes.

E depois de Aveiro, o que podemos esperar do Ponto Gutierrez?

I.G. — Vou sempre ajustando com base no feedback das pessoas, o que gostaram mais, o que faz mais sentido melhorar… É sempre muito construtivo. Há muita gente a pedir novamente um formato de fim de semana, mas é sempre mais exigente e mais caro para ambos os lados, tanto para quem organiza como para quem participa. Mas a ideia é: continuar a levar o "Ponto" a diferentes sítios, a mais pessoas e continuar a crescer sem perder esta essência.

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