#Motivação

Festival SUL regressa à Trafaria e Costa da Caparica com artes performativas, memória e resistência

O festival internacional volta a abrir portas já na próxima quinta-feira, dia 15, na Trafaria e Costa da Caparica. Até domingo, dia 19, o SUL, procura criar um espaço de diálogo entre diversas vozes e perspetivas.

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12 de abr. de 2026, 09:09

A programação do Festival SUL aponta os holofotes a questões políticas, às lutas sociais e à memória coletiva. Inclui espetáculos, concertos, workshops, debates e visitas, abordando as complexas questões sociais que moldaram a história e a sociedade contemporânea. A segunda edição do SUL, este ano sob o tema “Resistências”, pretende também colocar os seus habitantes num lugar de resistência e afirmação de diferentes identidades, numa abordagem que privilegia artistas que criam a partir de situações reais, com foco no teatro documental. 



André Malio, diretor artístico dos Hotel Europa, e à frente da organização do evento, vê no SUL uma oportunidade que tenta responder a um enorme vazio de programação nesta zona do concelho de Almada. “É neste contexto que o SUL intervém, criando uma ligação com associações locais, dando acesso a uma oferta teatral diversificada numa zona que culturalmente tem muito poucas opções”, explica. 

Desde peças de teatro para infância a performances, vai haver também concertos e workshops de dança, sem esquecer a atuação da banda filarmónica da Sociedade Musical Trafariense, com 126 anos, que vai passar pelo coreto na tarde de domingo. Também o Casino da Trafaria, fundado nos anos quarenta, e atualmente repleto de atividades, é um dos palcos principais do festival. 

Desde a memória coletiva, democracia, passado recente, colonialismo, resistência ao fascismo e totalitarismo, a segunda edição do SUL é pensado para todos os públicos. “Pretendemos dar visibilidade a novas vozes e a criadores consagrados, e proporcionar um espaço de reflexão, aprendizagem e debate sobre temas que continuam a moldar o mundo em que vivemos”, explica o diretor artístico e também actor de duas peças em exibição no SUL. 

A programação do festival está disponível aqui e, este ano, o destaque vai para o preço dos bilhetes em forma de donativo. “Não deixem de vir, pode pagar-se 3€, ou 5€ ou 10€, ou então, também é possível assistir gratuitamente, todos estão convidados”. 


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O festival internacional volta a abrir portas já na próxima quinta-feira, dia 15, na Trafaria e Costa da Caparica. Até domingo, dia 19, o SUL, procura criar um espaço de diálogo entre diversas vozes e perspetivas.

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12 de abr. de 2026, 09:09

A programação do Festival SUL aponta os holofotes a questões políticas, às lutas sociais e à memória coletiva. Inclui espetáculos, concertos, workshops, debates e visitas, abordando as complexas questões sociais que moldaram a história e a sociedade contemporânea. A segunda edição do SUL, este ano sob o tema “Resistências”, pretende também colocar os seus habitantes num lugar de resistência e afirmação de diferentes identidades, numa abordagem que privilegia artistas que criam a partir de situações reais, com foco no teatro documental. 



André Malio, diretor artístico dos Hotel Europa, e à frente da organização do evento, vê no SUL uma oportunidade que tenta responder a um enorme vazio de programação nesta zona do concelho de Almada. “É neste contexto que o SUL intervém, criando uma ligação com associações locais, dando acesso a uma oferta teatral diversificada numa zona que culturalmente tem muito poucas opções”, explica. 

Desde peças de teatro para infância a performances, vai haver também concertos e workshops de dança, sem esquecer a atuação da banda filarmónica da Sociedade Musical Trafariense, com 126 anos, que vai passar pelo coreto na tarde de domingo. Também o Casino da Trafaria, fundado nos anos quarenta, e atualmente repleto de atividades, é um dos palcos principais do festival. 

Desde a memória coletiva, democracia, passado recente, colonialismo, resistência ao fascismo e totalitarismo, a segunda edição do SUL é pensado para todos os públicos. “Pretendemos dar visibilidade a novas vozes e a criadores consagrados, e proporcionar um espaço de reflexão, aprendizagem e debate sobre temas que continuam a moldar o mundo em que vivemos”, explica o diretor artístico e também actor de duas peças em exibição no SUL. 

A programação do festival está disponível aqui e, este ano, o destaque vai para o preço dos bilhetes em forma de donativo. “Não deixem de vir, pode pagar-se 3€, ou 5€ ou 10€, ou então, também é possível assistir gratuitamente, todos estão convidados”. 


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O festival internacional volta a abrir portas já na próxima quinta-feira, dia 15, na Trafaria e Costa da Caparica. Até domingo, dia 19, o SUL, procura criar um espaço de diálogo entre diversas vozes e perspetivas.

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12 de abr. de 2026, 09:09

A programação do Festival SUL aponta os holofotes a questões políticas, às lutas sociais e à memória coletiva. Inclui espetáculos, concertos, workshops, debates e visitas, abordando as complexas questões sociais que moldaram a história e a sociedade contemporânea. A segunda edição do SUL, este ano sob o tema “Resistências”, pretende também colocar os seus habitantes num lugar de resistência e afirmação de diferentes identidades, numa abordagem que privilegia artistas que criam a partir de situações reais, com foco no teatro documental. 



André Malio, diretor artístico dos Hotel Europa, e à frente da organização do evento, vê no SUL uma oportunidade que tenta responder a um enorme vazio de programação nesta zona do concelho de Almada. “É neste contexto que o SUL intervém, criando uma ligação com associações locais, dando acesso a uma oferta teatral diversificada numa zona que culturalmente tem muito poucas opções”, explica. 

Desde peças de teatro para infância a performances, vai haver também concertos e workshops de dança, sem esquecer a atuação da banda filarmónica da Sociedade Musical Trafariense, com 126 anos, que vai passar pelo coreto na tarde de domingo. Também o Casino da Trafaria, fundado nos anos quarenta, e atualmente repleto de atividades, é um dos palcos principais do festival. 

Desde a memória coletiva, democracia, passado recente, colonialismo, resistência ao fascismo e totalitarismo, a segunda edição do SUL é pensado para todos os públicos. “Pretendemos dar visibilidade a novas vozes e a criadores consagrados, e proporcionar um espaço de reflexão, aprendizagem e debate sobre temas que continuam a moldar o mundo em que vivemos”, explica o diretor artístico e também actor de duas peças em exibição no SUL. 

A programação do festival está disponível aqui e, este ano, o destaque vai para o preço dos bilhetes em forma de donativo. “Não deixem de vir, pode pagar-se 3€, ou 5€ ou 10€, ou então, também é possível assistir gratuitamente, todos estão convidados”. 


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A programação do Festival SUL aponta os holofotes a questões políticas, às lutas sociais e à memória coletiva. Inclui espetáculos, concertos, workshops, debates e visitas, abordando as complexas questões sociais que moldaram a história e a sociedade contemporânea. A segunda edição do SUL, este ano sob o tema “Resistências”, pretende também colocar os seus habitantes num lugar de resistência e afirmação de diferentes identidades, numa abordagem que privilegia artistas que criam a partir de situações reais, com foco no teatro documental. 



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