
#Conhecimento
Microsoft lidera ranking das marcas com melhor reputação de empregabilidade em Portugal
A tecnológica volta a liderar o ranking das marcas com melhor imagem e reputação de empregabilidade em Portugal, com 83 pontos, seguida pela Vodafone e pela Nestlé.
O estudo anual da OnStrategy mostra, também, um alargamento significativo do grupo de marcas avaliadas com nível de excelência: são dez em 2026, contra cinco no ano anterior. Mais do que identificar “os melhores empregadores”, o ranking mede a perceção pública das marcas enquanto entidades empregadoras, uma distinção importante na leitura dos resultados.
O estudo Employer Brand 2026, desenvolvido pela OnStrategy, resulta de trabalho de campo realizado entre setembro de 2025 e julho de 2026 e envolveu mais de 50 mil cidadãos, segundo a consultora, numa amostra representativa da sociedade portuguesa em termos geográficos, de género, idade e formação. Foram avaliadas mais de 200 marcas e organizações em oito dimensões: produtos e serviços, inovação, ambiente de trabalho, remuneração, formação, desenvolvimento de carreira, responsabilidade social e governo e liderança.
A Microsoft alcança 83 pontos e mantém-se à frente da Vodafone, com 82,7, e da Nestlé, com 82,6. Delta, com 82,4 pontos, e LEGO, com 82,1, completam o top 5. Seguem-se L'Oréal (81,8), Samsung (81,5), Nespresso (80,9), McDonald's (80,4) e Google (80,3). Todas ultrapassam a fasquia dos 80 pontos que a OnStrategy classifica como nível de excelência.
O crescimento desse grupo é um dos dados mais relevantes da edição de 2026. Em 2025 apenas cinco organizações tinham ultrapassado os 80 pontos; este ano são dez. A evolução sugere uma melhoria generalizada da perceção das marcas enquanto potenciais empregadoras, embora o ranking, isoladamente, não permita concluir que as condições efetivamente oferecidas aos trabalhadores tenham melhorado na mesma proporção.
Também é relevante observar quem mais ganhou reputação num ano. A Nespresso regista a maior subida, de 8,4 pontos, chegando diretamente ao oitavo lugar da classificação geral. A Samsung cresce 7,6 pontos e ocupa a sétima posição, enquanto o McDonald's sobe 6,8 pontos e entra igualmente no top 10. Heineken (+4,8), Apple (+4,7), Novo Banco (+4,6), Super Bock Group (+4,6), TAP (+3,7), José de Mello (+3,2) e Coca-Cola (+3,1) aparecem também entre as marcas com evoluções assinaladas pela OnStrategy.
Fora do grupo de excelência encontram-se algumas das maiores empresas e marcas internacionais presentes em Portugal. A Apple aparece em 11.º lugar, com 78,2 pontos, seguida por Heineken e Super Bock Group. Disney ocupa a 14.ª posição, Coca-Cola a 15.ª e José de Mello a 16.ª. Entre as empresas portuguesas ou com forte presença nacional surgem ainda EDP em 18.º, Galp em 19.º, Jerónimo Martins em 20.º e Sonae em 22.º.
A diversidade da classificação também mostra até que ponto a marca empregadora deixou de depender exclusivamente de salários ou benefícios. Instituições de ensino como Nova SBE e Universidade Católica Portuguesa, organizações de saúde como Fundação Champalimaud e Lusíadas Saúde e marcas de setores tão diferentes como retalho, automóvel, tecnologia, alimentação ou media aparecem entre as mais bem avaliadas. A metodologia da OnStrategy procura precisamente captar uma combinação mais ampla de fatores, incluindo inovação, progressão profissional, formação, liderança e responsabilidade social.
A leitura do ranking exige, ainda assim, uma cautela fundamental. Os resultados traduzem imagem e reputação, construídas tanto pela experiência real de trabalhadores e candidatos como pela notoriedade, comunicação, cultura percebida e reputação global de cada marca. Uma empresa conhecida e admirada pode beneficiar dessa força reputacional mesmo entre pessoas que nunca trabalharam nela. O estudo é, por isso, particularmente revelador sobre employer branding: num mercado onde atrair talento passa também pela perceção que existe antes de uma candidatura, aquilo que uma organização representa publicamente pode tornar-se tão importante para entrar na consideração de um candidato como aquilo que comunica numa oferta de emprego.
(C) Foto de Matthew Manuel na Unsplash

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Microsoft lidera ranking das marcas com melhor reputação de empregabilidade em Portugal
A tecnológica volta a liderar o ranking das marcas com melhor imagem e reputação de empregabilidade em Portugal, com 83 pontos, seguida pela Vodafone e pela Nestlé.
O estudo anual da OnStrategy mostra, também, um alargamento significativo do grupo de marcas avaliadas com nível de excelência: são dez em 2026, contra cinco no ano anterior. Mais do que identificar “os melhores empregadores”, o ranking mede a perceção pública das marcas enquanto entidades empregadoras, uma distinção importante na leitura dos resultados.
O estudo Employer Brand 2026, desenvolvido pela OnStrategy, resulta de trabalho de campo realizado entre setembro de 2025 e julho de 2026 e envolveu mais de 50 mil cidadãos, segundo a consultora, numa amostra representativa da sociedade portuguesa em termos geográficos, de género, idade e formação. Foram avaliadas mais de 200 marcas e organizações em oito dimensões: produtos e serviços, inovação, ambiente de trabalho, remuneração, formação, desenvolvimento de carreira, responsabilidade social e governo e liderança.
A Microsoft alcança 83 pontos e mantém-se à frente da Vodafone, com 82,7, e da Nestlé, com 82,6. Delta, com 82,4 pontos, e LEGO, com 82,1, completam o top 5. Seguem-se L'Oréal (81,8), Samsung (81,5), Nespresso (80,9), McDonald's (80,4) e Google (80,3). Todas ultrapassam a fasquia dos 80 pontos que a OnStrategy classifica como nível de excelência.
O crescimento desse grupo é um dos dados mais relevantes da edição de 2026. Em 2025 apenas cinco organizações tinham ultrapassado os 80 pontos; este ano são dez. A evolução sugere uma melhoria generalizada da perceção das marcas enquanto potenciais empregadoras, embora o ranking, isoladamente, não permita concluir que as condições efetivamente oferecidas aos trabalhadores tenham melhorado na mesma proporção.
Também é relevante observar quem mais ganhou reputação num ano. A Nespresso regista a maior subida, de 8,4 pontos, chegando diretamente ao oitavo lugar da classificação geral. A Samsung cresce 7,6 pontos e ocupa a sétima posição, enquanto o McDonald's sobe 6,8 pontos e entra igualmente no top 10. Heineken (+4,8), Apple (+4,7), Novo Banco (+4,6), Super Bock Group (+4,6), TAP (+3,7), José de Mello (+3,2) e Coca-Cola (+3,1) aparecem também entre as marcas com evoluções assinaladas pela OnStrategy.
Fora do grupo de excelência encontram-se algumas das maiores empresas e marcas internacionais presentes em Portugal. A Apple aparece em 11.º lugar, com 78,2 pontos, seguida por Heineken e Super Bock Group. Disney ocupa a 14.ª posição, Coca-Cola a 15.ª e José de Mello a 16.ª. Entre as empresas portuguesas ou com forte presença nacional surgem ainda EDP em 18.º, Galp em 19.º, Jerónimo Martins em 20.º e Sonae em 22.º.
A diversidade da classificação também mostra até que ponto a marca empregadora deixou de depender exclusivamente de salários ou benefícios. Instituições de ensino como Nova SBE e Universidade Católica Portuguesa, organizações de saúde como Fundação Champalimaud e Lusíadas Saúde e marcas de setores tão diferentes como retalho, automóvel, tecnologia, alimentação ou media aparecem entre as mais bem avaliadas. A metodologia da OnStrategy procura precisamente captar uma combinação mais ampla de fatores, incluindo inovação, progressão profissional, formação, liderança e responsabilidade social.
A leitura do ranking exige, ainda assim, uma cautela fundamental. Os resultados traduzem imagem e reputação, construídas tanto pela experiência real de trabalhadores e candidatos como pela notoriedade, comunicação, cultura percebida e reputação global de cada marca. Uma empresa conhecida e admirada pode beneficiar dessa força reputacional mesmo entre pessoas que nunca trabalharam nela. O estudo é, por isso, particularmente revelador sobre employer branding: num mercado onde atrair talento passa também pela perceção que existe antes de uma candidatura, aquilo que uma organização representa publicamente pode tornar-se tão importante para entrar na consideração de um candidato como aquilo que comunica numa oferta de emprego.
(C) Foto de Matthew Manuel na Unsplash

#Conhecimento
Microsoft lidera ranking das marcas com melhor reputação de empregabilidade em Portugal
A tecnológica volta a liderar o ranking das marcas com melhor imagem e reputação de empregabilidade em Portugal, com 83 pontos, seguida pela Vodafone e pela Nestlé.
O estudo anual da OnStrategy mostra, também, um alargamento significativo do grupo de marcas avaliadas com nível de excelência: são dez em 2026, contra cinco no ano anterior. Mais do que identificar “os melhores empregadores”, o ranking mede a perceção pública das marcas enquanto entidades empregadoras, uma distinção importante na leitura dos resultados.
O estudo Employer Brand 2026, desenvolvido pela OnStrategy, resulta de trabalho de campo realizado entre setembro de 2025 e julho de 2026 e envolveu mais de 50 mil cidadãos, segundo a consultora, numa amostra representativa da sociedade portuguesa em termos geográficos, de género, idade e formação. Foram avaliadas mais de 200 marcas e organizações em oito dimensões: produtos e serviços, inovação, ambiente de trabalho, remuneração, formação, desenvolvimento de carreira, responsabilidade social e governo e liderança.
A Microsoft alcança 83 pontos e mantém-se à frente da Vodafone, com 82,7, e da Nestlé, com 82,6. Delta, com 82,4 pontos, e LEGO, com 82,1, completam o top 5. Seguem-se L'Oréal (81,8), Samsung (81,5), Nespresso (80,9), McDonald's (80,4) e Google (80,3). Todas ultrapassam a fasquia dos 80 pontos que a OnStrategy classifica como nível de excelência.
O crescimento desse grupo é um dos dados mais relevantes da edição de 2026. Em 2025 apenas cinco organizações tinham ultrapassado os 80 pontos; este ano são dez. A evolução sugere uma melhoria generalizada da perceção das marcas enquanto potenciais empregadoras, embora o ranking, isoladamente, não permita concluir que as condições efetivamente oferecidas aos trabalhadores tenham melhorado na mesma proporção.
Também é relevante observar quem mais ganhou reputação num ano. A Nespresso regista a maior subida, de 8,4 pontos, chegando diretamente ao oitavo lugar da classificação geral. A Samsung cresce 7,6 pontos e ocupa a sétima posição, enquanto o McDonald's sobe 6,8 pontos e entra igualmente no top 10. Heineken (+4,8), Apple (+4,7), Novo Banco (+4,6), Super Bock Group (+4,6), TAP (+3,7), José de Mello (+3,2) e Coca-Cola (+3,1) aparecem também entre as marcas com evoluções assinaladas pela OnStrategy.
Fora do grupo de excelência encontram-se algumas das maiores empresas e marcas internacionais presentes em Portugal. A Apple aparece em 11.º lugar, com 78,2 pontos, seguida por Heineken e Super Bock Group. Disney ocupa a 14.ª posição, Coca-Cola a 15.ª e José de Mello a 16.ª. Entre as empresas portuguesas ou com forte presença nacional surgem ainda EDP em 18.º, Galp em 19.º, Jerónimo Martins em 20.º e Sonae em 22.º.
A diversidade da classificação também mostra até que ponto a marca empregadora deixou de depender exclusivamente de salários ou benefícios. Instituições de ensino como Nova SBE e Universidade Católica Portuguesa, organizações de saúde como Fundação Champalimaud e Lusíadas Saúde e marcas de setores tão diferentes como retalho, automóvel, tecnologia, alimentação ou media aparecem entre as mais bem avaliadas. A metodologia da OnStrategy procura precisamente captar uma combinação mais ampla de fatores, incluindo inovação, progressão profissional, formação, liderança e responsabilidade social.
A leitura do ranking exige, ainda assim, uma cautela fundamental. Os resultados traduzem imagem e reputação, construídas tanto pela experiência real de trabalhadores e candidatos como pela notoriedade, comunicação, cultura percebida e reputação global de cada marca. Uma empresa conhecida e admirada pode beneficiar dessa força reputacional mesmo entre pessoas que nunca trabalharam nela. O estudo é, por isso, particularmente revelador sobre employer branding: num mercado onde atrair talento passa também pela perceção que existe antes de uma candidatura, aquilo que uma organização representa publicamente pode tornar-se tão importante para entrar na consideração de um candidato como aquilo que comunica numa oferta de emprego.
(C) Foto de Matthew Manuel na Unsplash

#Conhecimento
Microsoft lidera ranking das marcas com melhor reputação de empregabilidade em Portugal
A tecnológica volta a liderar o ranking das marcas com melhor imagem e reputação de empregabilidade em Portugal, com 83 pontos, seguida pela Vodafone e pela Nestlé.
O estudo anual da OnStrategy mostra, também, um alargamento significativo do grupo de marcas avaliadas com nível de excelência: são dez em 2026, contra cinco no ano anterior. Mais do que identificar “os melhores empregadores”, o ranking mede a perceção pública das marcas enquanto entidades empregadoras, uma distinção importante na leitura dos resultados.
O estudo Employer Brand 2026, desenvolvido pela OnStrategy, resulta de trabalho de campo realizado entre setembro de 2025 e julho de 2026 e envolveu mais de 50 mil cidadãos, segundo a consultora, numa amostra representativa da sociedade portuguesa em termos geográficos, de género, idade e formação. Foram avaliadas mais de 200 marcas e organizações em oito dimensões: produtos e serviços, inovação, ambiente de trabalho, remuneração, formação, desenvolvimento de carreira, responsabilidade social e governo e liderança.
A Microsoft alcança 83 pontos e mantém-se à frente da Vodafone, com 82,7, e da Nestlé, com 82,6. Delta, com 82,4 pontos, e LEGO, com 82,1, completam o top 5. Seguem-se L'Oréal (81,8), Samsung (81,5), Nespresso (80,9), McDonald's (80,4) e Google (80,3). Todas ultrapassam a fasquia dos 80 pontos que a OnStrategy classifica como nível de excelência.
O crescimento desse grupo é um dos dados mais relevantes da edição de 2026. Em 2025 apenas cinco organizações tinham ultrapassado os 80 pontos; este ano são dez. A evolução sugere uma melhoria generalizada da perceção das marcas enquanto potenciais empregadoras, embora o ranking, isoladamente, não permita concluir que as condições efetivamente oferecidas aos trabalhadores tenham melhorado na mesma proporção.
Também é relevante observar quem mais ganhou reputação num ano. A Nespresso regista a maior subida, de 8,4 pontos, chegando diretamente ao oitavo lugar da classificação geral. A Samsung cresce 7,6 pontos e ocupa a sétima posição, enquanto o McDonald's sobe 6,8 pontos e entra igualmente no top 10. Heineken (+4,8), Apple (+4,7), Novo Banco (+4,6), Super Bock Group (+4,6), TAP (+3,7), José de Mello (+3,2) e Coca-Cola (+3,1) aparecem também entre as marcas com evoluções assinaladas pela OnStrategy.
Fora do grupo de excelência encontram-se algumas das maiores empresas e marcas internacionais presentes em Portugal. A Apple aparece em 11.º lugar, com 78,2 pontos, seguida por Heineken e Super Bock Group. Disney ocupa a 14.ª posição, Coca-Cola a 15.ª e José de Mello a 16.ª. Entre as empresas portuguesas ou com forte presença nacional surgem ainda EDP em 18.º, Galp em 19.º, Jerónimo Martins em 20.º e Sonae em 22.º.
A diversidade da classificação também mostra até que ponto a marca empregadora deixou de depender exclusivamente de salários ou benefícios. Instituições de ensino como Nova SBE e Universidade Católica Portuguesa, organizações de saúde como Fundação Champalimaud e Lusíadas Saúde e marcas de setores tão diferentes como retalho, automóvel, tecnologia, alimentação ou media aparecem entre as mais bem avaliadas. A metodologia da OnStrategy procura precisamente captar uma combinação mais ampla de fatores, incluindo inovação, progressão profissional, formação, liderança e responsabilidade social.
A leitura do ranking exige, ainda assim, uma cautela fundamental. Os resultados traduzem imagem e reputação, construídas tanto pela experiência real de trabalhadores e candidatos como pela notoriedade, comunicação, cultura percebida e reputação global de cada marca. Uma empresa conhecida e admirada pode beneficiar dessa força reputacional mesmo entre pessoas que nunca trabalharam nela. O estudo é, por isso, particularmente revelador sobre employer branding: num mercado onde atrair talento passa também pela perceção que existe antes de uma candidatura, aquilo que uma organização representa publicamente pode tornar-se tão importante para entrar na consideração de um candidato como aquilo que comunica numa oferta de emprego.
(C) Foto de Matthew Manuel na Unsplash




